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Viva o FBI
postado em 16 de setembro de 2015

JOSÉ JOQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Depois da nota que publicamos na postagem de ontem, sobre as declarações da musa dos que desejam a seriedade do futebol mundial, a procuradora-geral de Justiça dos Estados Unidos, Loretta Lynch, de que as investigações que estavam sendo realizadas pela Justiça da Suíça em conjunto com a norte-americana em breve iríamos ter novos mandatos de prisão, inclusive de brasileiros.

No dia de ontem, o jornalista Jamil Chade, que tem prestado serviços inestimáveis ao futebol com seu jornalismo investigativo, publicou no jornal Estado de São Paulo, que os dados reunidos pelo FBI contra Marco Del Nero já são suficientes para o pedido de prisão e de sua extradição, que irá sair nos próximos dias em uma nova lista de indiciados no esquema do futebol mundial.

Por uma coincidência, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara irá responder uma consulta do deputado do Espírito Santo, Marcus Vicente, que também é vice-presidente do Circo, para saber se pode substituir o presidente caso ele peça uma licença.

Segundo o parlamentar, a consulta foi realizada com o aval do cartola maior, que já deve estar pressentindo algo no ar da Barra da Tijuca, e como o Estatuto da entidade permite que no caso de licença, esse poderá escolher o vice-presidente que irá substitui-lo.

Aliás, é uma manobra vergonhosa, quando um laranja irá assumir o cargo, e o presidente enquanto aguarda o FBI continuará mandando.

Como esse deputado irá compatibilizar a sua vida parlamentar com a de cartolão maior? E os salários?

Só em nosso futebol da esculhambação geral.

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Acontece
Av. Beberibe Santa Cruz Futebol Clube
postado em 16 de setembro de 2015

CLAUDEMIR GOMES


A aprovação, nesta terça-feira, em segunda instância, na Câmara de Vereadores do Recife, do Projeto de Lei 415/2013, de autoria do vereador Romerinho Jatobá, para que a Avenida Beberibe, uma das mais tradicionais do Recife, passe a ser chamada de Avenida Beberibe Santa Cruz Futebol Clube, foi comemorada como um gol de placa por uma das maiores torcidas do futebol brasileiro.

Satisfeito com a aprovação do seu projeto, que agora será encaminhado para que seja sancionado pelo prefeito Geraldo Júlio, Romerinho Jatobá, fez questão de observar que não se trata de uma %u201Cmudança de nome, apenas estamos agregando a marca de um dos maiores clubes populares do País, que tem uma identificação muito grande em toda a região - oito bairros - que é cortada pela histórica avenida%u201D.

Com uma extensão de 4,7 quilômetros, a Avenida Beberibe corta os bairros da Encruzilhada, Ponto de Parada, Arruda, Água Fria, Fundão, Porto da Madeira, Cajueiro e Beberibe.

"O Santa Cruz é um clube centenário e quando se instalou no Arruda logo foi adotado pela população dos bairros da zona norte da cidade. A Avenida Beberibe não é apenas o caminho principal para se chegar ao complexo socioesportivo da agremiação tricolor, como também serve de palco para as suas grandes conquistas. A avenida faz parte da história do clube, assim como, o clube passou a fazer parte da história da avenida", argumentou Romerinho que se mostra otimista em relação a decisão do prefeito Geraldo Júlio.

Dirigentes do Santa Cruz receberam a notícia com grande euforia. "O projeto do vereador Romerinho Jatobá é um presente sem precedente para a história centenária do Santa Cruz. A Avenida Beberibe é a casa do Santa Cruz. Foi aqui que o clube se instalou, cresceu e se transformou numa das maiores agremiações do futebol brasileiro. A adequação do nome do clube ao da avenida agrega valor e não muda a história", destacou João Caixero de Vasconcelos um dos mais ilustre conselheiros e ex-presidente do Santa Cruz.  

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Brasileiro Série A
De bom tamanho
postado em 14 de setembro de 2015

CLAUDEMIR GOMES


Quando foi a campo para enfrentar o Fluminense, ontem, às 18h30, na Arena Pernambuco, o Sport estava ciente de que a vitória só lhe renderia uma posição na tabela de classificação. Mas ao contabilizar os três pontos em jogo o Leão foi bem mais além de que uma simples vitória dentro das quatro linhas. Pôs fim a uma sequência de dez partidas marcadas por empates e derrotas, acalmou os bastidores e viu o projeto de terminar a competição entre os dez melhores pontuados mais viável.

A depender dos resultados obtidos em campo os dirigentes do futebol adotam discursos diferentes da realidade. Em 2014 o Sport finalizou o Brasileiro na décima-terceira posição. O esforço dos clubes nordestinos é no sentido de se estabelecer por um período de cinco anos na Série A, coisa que não conseguem desde que a competição passou a ser disputada pelo sistema de pontos corridos. O resultado das idas e vindas entre as Séries A e B é que não conseguem se estabelecer como clubes de primeira divisão, fato que impede a ação de grandes investidores.

A formação de grandes equipes passa pelo investimento em jogadores de alto nível técnico. Quem tem recursos para tais investimentos naturalmente que consegue montar bons times e se aproximam das conquistas. Processo natural numa sociedade capitalista. A formação de jogadores dará sustentação ao trabalho exitoso, mas exige um planejamento. Portanto, qualquer coisa que vá além da meta de o Sport ficar no Top 10 é pura pirotecnia.

A formação da musculatura requer planejamento. O Sport ainda está concluindo o seu Centro de Formação de Jogadores, ajustando a filosofia neste sentido. Finalizar o Brasileiro 2015 entre os dez melhores classificados é uma evolução considerável, e que levará o clube rubro-negro a uma sequência de três edições na Série A.

O jogo com o Fluminense foi de uma pobreza técnica assustadora. Os dois times - Sport e Fluminense - que em determinado momento da competição figuraram entre os quatro primeiros da tabela, brigando por uma vaga para à Libertadores da América, perderam força e brigaram pelo décimo posto. A treze rodadas do final, o cenário da Série A pode apresentar mudanças, mas a tendência é de que Flamengo, São Paulo e Palmeiras briguem pela última vaga do G4. Corinthians (líder) e Atlético/MG (vice-líder), estão com suas vagas basicamente asseguradas; Grêmio (terceiro colocado) vem apresentando um bom futebol e conseguiu boa vantagem.

O Top 10 está de bom tamanho para o Sport.

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Acontece
O nosso estado Islâmico
postado em 10 de setembro de 2015
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, O NOSSO ESTADO ISLÂMICO


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


O Estado Islâmico tem atormentado o mundo civilizado, e a onda de imigrantes sírios é o reflexo do poder do terrorismo contra a sociedade.

No Brasil nós temos alguns setores do Estado Islâmico atuando no crime organizado, e no futebol esse está representado pelos terroristas de torcidas organizadas que mesmo proibidas continuam frequentando os estádios brasileiros.

Na última terça-feira dois momentos de violência protagonizados pelos membros do Estado Islâmico tupiniquim. No Engenhão, antes do jogo do Botafogo e Paraná pela Série B, uma briga generalizada entre membros de uma organizada paranista, apoiada pela Young Flu do Fluminense, contra uma facção terrorista do time da Estrela Solitária.

Subindo para o Nordeste, em nossa capital, a Avenida Rosa e Silva após o jogo entre Santa Cruz e Payssandu tornou-se uma praça de guerra, com bombas caseiras, rojões, lutas corporais entre as facções do tricolor do Arruda, a Inferno Coral, e uma do time paraense, que estava alojada no Clube Náutico sob a proteção de uma torcida do clube, a Fanáutica, que é ligada aos seus poderes diretivos.

Como um clube da tradição do alvirrubro permitiu que esses torcedores visitantes fizessem o seu pouso em suas dependências, por solicitação de sua organizada? Lamentável.

Como esses torcedores ainda entram nos estádios de futebol? Pernambuco tem uma proibição ¨mandrake¨, desde que esses com a cobertura dos clubes trocaram de camisas, mas frequentam os mesmos espaços, sob olhares complacentes de todos, e em especial dos nossos órgãos de segurança.

Antes do jogo no Arruda, foram apreendidos entre as organizadas do tricolor, bombas caseiras e coquetéis molotov, numa demonstração que já estavam preparados para uma guerra e não para um jogo de futebol.

A torcida Inferno Coral tem o apoio da diretoria do clube, o mesmo acontece com a Fanáutica, e fatos como esse tornaram-se rotineiros, e o último nos Aflitos será mais um entre aqueles que já foram anotados, e os outros que ainda virão.

O poder público sucumbiu perante esse estranho Estado Islâmico, quando conseguem bani-los, surgem com outros nomes, e continuam zombando de todos. A sociedade sem a devida garantia de segurança jogou a toalha e retirou-se para as poltronas, deixando os espaços para os terroristas do futebol, que o dominaram.

Essa guerra campal aconteceu poucos dias após a condenação de três membros da Inferno Coral, por conta do assassinato de um torcedor quando jogaram da arquibancada um vaso sanitário. Para essa gente isso nada representou, e a Rosa e Silva foi o maior exemplo.

Os anos passam, a sociedade não reage, os bons torcedores não cobram dos seus clubes o apoio que é dado ao Estado Islâmico. Se os dirigentes deixarem de acobertar essas facções terroristas, numerando os lugares, vendendo ingressos nominais com numeração, esses ficariam diluídos e sem poder de concentração.

Seria um golpe mortal, que poderia ser acompanhado por medidas judiciais fechando todas as suas sedes, que são fabricantes de armas perigosas e de outras coisas não institucionais.

Até quando vamos suportar tais ações, sem uma medida concreta, que deveria ser tomada para que o futebol volte a ser um palco de entretenimento, com torcedores sérios, civilizados, e não um acampamento de guerra.

Ano após ano, os problemas continuam, e os imigrantes do futebol pedindo asilo nas poltronas, e o nome de Pernambuco em todas as mídias brasileiras com os vídeos de sua guerra.

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Náutico
Quem aposta em doido leva pedradas
postado em 08 de setembro de 2015


CLAUDEMIR GOMES

 

O técnico Lisca não resistiu à derrota do Náutico para o Ceará - 1x0 - e foi demitido do cargo. Uma queda que pode ser interpretada como a morte de uma crônica anunciada, mas prefiro chamar de um perfeito adeus às ilusões. Afinal, a contratação do treinador foi uma demonstração inequívoca de falta de visão e desespero dos atuais dirigentes do clube alvirrubro. Pior: por pressão do profissional, seu contrato foi renovado até junho de 2016 com uma multa rescisória altíssima. Isso quer dizer que, se não tiver tal quantia para indenizar o treinador, o Náutico seguirá pagando seu salário até meados do próximo ano. Uma herança maldita que cairá nas mãos do próximo presidente.

Lisca foi trazido de volta para o Náutico num momento de turbulência nos Aflitos. O presidente, Glauber Vasconcelos, vivia o ápice do seu inferno astral, com conselheiros e opositores pedindo sua renúncia. O gestor foi suspenso, e o fracasso na Copa do Nordeste e no Pernambucano aumentou a pressão. Quem assumiu o clube interinamente preferiu a discrição. Astuto, Lisca fez uma leitura do momento difícil vivenciado pelo clube.

Com uma diretoria que evitava o dialogo com a imprensa, num clube onde o marketing e a comunicação patinam, o novo treinador adotou um discurso populista, que o aproximou da torcida. O Náutico não tem um jogador que possa ser eleito como o cartão de apresentação, como o novo ídolo. Lisca passou a transitar nesse vácuo e foi idolatrado enquanto os resultados em campo aproximavam à torcida do comandante que não teve maturidade para observar que tal crescimento não era sustentável. De posse das chaves do clube, assumiu a postura de um déspota, tirando do seu caminho àqueles que questionavam suas atitudes e posições.

Seu discurso foi enfraquecendo porque os argumentos não eram convincentes, e caíram por água após as limitações do grupo se tornarem evidentes diante da queda vertiginosa do time na competição.

A falta de dialogo com a imprensa, alimentada pela insanidade de torcedores movidos pela paixão, funcionou como um tiro no pé. A falta de comunicação só prejudica o clube, sendo este um dos pontos nevrálgicos da atual gestão.

Lisca jogou para a torcida, usou um discurso fraco e ufanista. Iludiu a quem tem pouco conhecimento de futebol. Quem aposta em "doido" recebe pedradas.  

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