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Soluções para o futebol brasileiro(4)
postado em 30 de julho de 2015
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, 40 SOLUÇÕES PARA O FUTEBOL BRASILEIRO- PARTE IV


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br

Mais uma rodada de sugestões e soluções para o futebol brasileiro, cujo trabalho foi realizado pelo engenheiro Horário Nelson Wendel, um estudioso do futebol.

21) Na tabela da Série A, os 45 jogos entre os 10 maiores clubes do Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre serão disputados em 3 clássicos por rodada, durante 15 jornadas seguidas, entre as rodadas de 2 a 16, sem clássicos na primeira e última rodada. Entre os 3 clássicos de cada rodada, 1 será no sábado, 1 no domingo, e 1 na segunda-feira, inaugurando jogo isolado às segundas, como fazem Portugal, Itália, Espanha e Inglaterra, novamente para que o torcedor possa acompanhar todos os clássicos, seja no estádio ou no pay-per-wiew. Hoje pela tabela da CBF, em cada rodada pode haver apenas 1 clássico, ou até 5.

22) A Série B terá jogos somente nos 34 sábados, com tolerância para 2 jogos na sexta-feira à noite, aumentando a média de público pela eliminação total das rodadas às terças. Hoje a Série B tem jogos às terças, sextas e sábados.

23) A Série C terá 24 clubes, em 6 quadrangulares em turno e returno, seguido de novos quadrangulares, seguido de mata-mata de ida e volta até as finais, usando unicamente os 34 domingos da Série A. Hoje a Série C tem 20 clubes.

24) A Série D terá 32 clubes, em 8 quadrangulares em turno e returno, seguido de novos quadrangulares, seguido de mata-mata de ida e volta até as finais, usando unicamente as mesmas datas das Séries A e B. Hoje a Série D tem 40 clubes.

25) Os campeonatos estaduais não têm nenhuma ligação com o campeonato brasileiro, classficam para as copas regionais, que consequentemente se classificam para a Copa do Brasil, que classifica para a Copa Sul-Americana, que classifica para a Libertadores, que classifica para o Mundial de Clubes. A Série D do brasileiro classifica para a Série C, que classifica para a B, que classifica para a A, que classifica para a Libertadores, que classifica para o Mundial de Clubes. Hoje os campeonatos estaduais classificam para a Série D do campeonato brasileiro.

26) Os clubes da Série C e D do campeonato brasileiro não têm potencial para se manter na Série A. Dos 24 clubes diferentes da Serie D promovidos a Serie C desde 2009, quando a Série D foi criada, apenas Joinville e Chapecoense chegaram à Série A. Dos 56 clubes que se classificaram para a Série B, desde que a Série C foi criada em 2000, apenas 14 clubes chegaram para a Série A, dos quais apenas 6 permaneceram 2 anos na Primeira Divisão- nenhum por três anos seguidos. Assim, todo ano, 4 clubes da Série D são substituídos por 4 novos convidados da CBF, conforme potencial do clube, potencial da cidade e estrutura do estádio. O objetivo é renovar anualmente 5% as 4 Séries do campeonato brasileiro, para atingir em 5 anos uma essência renovada em 25%.

27) Os 4 clubes brasileiros da Copa Sul-Americana, os semifinalistas da Copa do Brasil não jogam entre si na primeira rodada para permitir que esses possam avançar. Hoje 8 clubes participam da Sul-Americana, repetindo jogos diretos entre clubes brasileiros já realizados em outros torneios nacionais, e após a primeira rodada já são reduzido para 4, talvez sem mérito acumulado em competições anteriores, pelo resultado imprevisível do mata-mata. Hoje o Campeonato Brasileiro classifica para a Sul-Americana.

28) Os campeonatos estaduais da segunda divisão começam e terminam nas mesmas datas utilizadas pela primeira divisão. As federações estaduais têm a liberdade de fixar as fórmulas de disputa, dispondo de até 12 domingos e 12 quartas-feiras seguidas para organizá-lo. Somente o campeão da segunda garante o acesso à primeira divisão da próxima temporada.

No dia de amanhã iremos finalizar a publicação desse trabalho.

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Canários abarrancados
postado em 29 de julho de 2015

CLAUDEMIR GOMES

A mudança de cenário numa competição longa como o Campeonato Brasileiro é bastante interessante, e chega a ser intrigante em determinados aspectos. Após as disputas da décima-quinta rodada da Série B o Náutico ocupa a quarta posição da tabela de classificação com 27 pontos ganhos, e o Santa Cruz a nona com 22. Apesar da distância que separa os dois times, as probabilidades de alvirrubros e tricolores ascenderem à Série A são basicamente as mesmas. O site - Chance de Gol - cuja margem de acerto em seus trabalhos é muito boa aponta o Náutico com 26,6% de probabilidade de acesso. Com menos pontos, o Santa Cruz aparece com um percentual maior: 26,9%.

Nenhum dos ocupantes do G4 conseguiu vencer na rodada do meio de semana, o mesmo acontecendo com Bahia e Sampaio Corrêa, clubes que estavam na iminência de chegar ao grupo de acesso. A estagnação da turma de cima proporcionou um avanço de alguns clubes que estão em franca reação. A quatro rodadas do final da primeira fase - jogos de ida - é possível que haja uma nova mudança no cenário da competição.

O mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, costuma dizer que nossos clubes são "canários abarrancados", e para atingirem suas metas nas Séries A e B, respectivamente, precisam rasgar este rótulo. Sport, Náutico e Santa Cruz, juntos, disputaram 22 partidas como visitantes no Brasileiro e só conseguiram duas vitórias. "O campeonato está chegando a um ponto onde são definidas as tendências. Quem não vence como visitante fica difícil atingir as metas mais ousadas, como vaga na Libertadores e acesso a Série A", explica José Joaquim.

Numa rápida olhada nos números da Série B vimos que, nas cinco últimas rodadas quatro clubes tiveram o mesmo aproveitamento, somando 10 dos 15 pontos disputados: Santa Cruz, Oeste, Mogi Mirim e Sampaio Corrêa. O Criciúma foi outro time que apresentou uma curva ascendente muito positiva ao somar 9 pontos em 5 partidas disputadas. O Náutico, mesmo se mantendo no G4, contabilizou apenas 6 pontos, fruto de duas vitórias e três derrotas. Os alvirrubros têm três clubes no seu encalço - Paysandu, Sampaio Correa e Bahia - o que torna o confronto com o Macaé, neste sábado, na Arena Pernambuco, decisivo para suas apresentações, visto que, em seguida fará duas partidas como visitante.

Para dar sequência ao seu crescimento, o Santa Cruz precisa vencer o Oeste, clube que nos cinco últimos jogos teve um avanço similar ao seu, se posicionando uma casa abaixo na tabela de classificação. Normalmente se diz que este é um jogo de seis pontos, entretanto, vai mais além já que a vitória consolidará a evolução e deixará o vencedor próximo a entrar na briga por uma vaga de acesso. O Tricolor reagiu após a chegada de Marcelo Martelotte e há espaço para um salto maior quando puder contar com o atacante Grafite. Após o jogo com o Oeste, o Santa Cruz fará dois jogos no Arruda, com Botafogo e Mogi Mirim, já com a presença do novo goleador.

Os jogos no Recife têm o brilho do farol, que infelizmente não mostra os caminhos lá fora.

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Soluções para o futebol brasileiro(3)
postado em 29 de julho de 2015
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, 40 SOLUÇÕES PARA O FUTEBOL BRASILEIRO- PARTE III


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Continuando com a apresentação do trabalho do engenheiro Horário Nelson Wendel, em que apresenta 40 soluções para o calendário do futebol brasileiro, estamos postando mais alguns itens para as análises dos nossos visitantes.

12) A Copa do Brasil classifica clubes para a Sul-Americana por critério técnico de mérito, e porque as 2 competições não se sobrepõem: a segunda começa quando a primeira termina. Hoje um clube precisa entregar o jogo na Copa do Brasil para subir a uma competição hierarquicamente superior, Sul-Americana. O crime de entregar o jogo é tão grave como dopar-se para ganhar, e os tribunais esportivos ignoram a culpa da CBF. Todos conhecemos as graves sentenças de suspensão para quem se dopa.

13) A Copa do Brasil será disputada somente nos 12 estádios da Copa, acrescidos da Arena Palmeiras, Arena Grêmio, Morumbi, Couto Pereira e Independência, para elevar o nível dos jogos. Se alguns dos 32 clubes situar-se em cidades sem estádio da Copa, mandará seus jogos na cidade com estádio da Copa mais próxima. Hoje grande parte da Copa do Brasil é disputada em estádios precários e sujos, gramados com buracos e saliências, e refletores com baixa iluminação.

14) A Copa do Brasil classifica os 4 semifinalistas para a Copa Sul-Americana e somente o campeão para a Libertadores. Hoje a Copa do Brasil não premia clasificação à Sul-Americana, mas as Copas Verde e do Nordeste, hierarquicamente inferiores, classificam os seus campeões para esse torneio.

15) A Copa Sul-Americana troca de semestre com a Copa Libertadores, para permitir 7 competições em sequência hierárquica e cronológica imediata. Em 2009, a Conmebol determinou que a Copa Sul-Americana subordina-se à Libertadores, ou seja, essa classifica para o torneio maior, gancho que permitiu a elaboração desse projeto. Mantém-se o número de clubes e as fórmulas de disputa de ambas as competições para preservar a autonomia da Conmebol. Esta inversão beneficiará os demais países da América do Sul, motivo de união para o Continente falar a mesma língua. Hoje a Libertadores é disputada no primeiro semestre e a Sul-Americana, no segundo.

16) Os campeonatos brasileiros das Séries A e B terão 18 clubes, em tabela dirigida de turno e returno por pontos corridos. Nas 9 primeiras rodadas, os 9 melhores jogam contra os 9 piores 70% dos jogos. Isso criará um funil, onde nas oito últimas rodadas, os 9 melhores jogam entre si 70% dos jogos em busca do título, e os últimos jogam 70% entre si para fugir do rebaixamento. Pela média histórica, essa técnica dará maior possibilidade do campeão brasileiro surgir na última rodada, devolvovendo a emoção que faltava e dispensando o mata-mata dos que pensam não haver outra alternativa. Os 5 primeiros colocados e o campeão da Copa do Brasil classificam-se para a Libertadores. Hoje, as Séries A e B são disputadas por 20 clubes, sem tabela dirigida, e sem qualquer parâmetro capaz de provocar interesse técnico e comercial crescente que garanta emoção até a última rodada.

17) A Série A terá jogos somente nos 34 domingos, aumentando a média de público nos estádios ao eliminar as rodadas das quartas-feiras, que registram média de público 20% inferior. Hoje a Série A tem 25% dos jogos às quartas-feiras, media de 10 dos 38 jogos do campeonato.

18) A Série A, ao reduzir 10% o número de clubes, reduz 20% o número de jogos, de 380 para 306, em favor da essência. Isso significa eliminar os 74 jogos dos dois piores clubes do campeonato de 20 clubes, fator que também ajuda a melhorar o público médio nos estádios.

19) As Séries B e A rebaixam 3 clubes, 16,6% deles, risco menor que hoje rebaixam 4 clubesm 20% deles,

20) Na tabela da Série A, os 15 clássicos entre os 6 grandes clubes do Rio e São Paulo serão disputados 1 por rodada, durante 15 rodadas seguidas, entre as rodadas 2 e 16, sem clássicos na primeira e na última rodada. Isso permite que o torcedor acompanhe todos os clássicos, seja no estádio, seja no pay-per-view. Hoje na tabela da CBF há rodadas sem clássicos e rodadas com 2 clássicos.

Na postagem de amanhã teremos a continuidade da apresentação desse projeto.

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Soluções para o futebol brasileiro(2)
postado em 28 de julho de 2015
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, 40 SOLUÇÕES PARA O FUTEBOL BRASILEIRO- PARTE II


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


O debate com relação à primeira parte desse tema, que foi publicada no dia de ontem foi bem interessante, demonstrando o interesse de nossos visitantes. Hoje estamos publicando mais algumas sugestões dando continuidade até completarmos o total de 40.

6) Os regionais são disputados em janeiro de 2018, em 10 quintas- sábados e domingos com mata-mata após quadrangulares iniciais, com jogos somente à noite em rodadas duplas das 20h e 22h, para fugir do calor alto do verão, somente em cidades praianas ou vizinhas destas para aproveitar o fluxo turístico do litoral brasileiro de Belém a Florianopólis. Em cidades vizinhas ao litoral como Curitiba e Porto Alegre, as rodadas são domingo à noite para aproveitar o retorno dos torcedores do litoral. Até 2014, havia futebol durante o dia no mês de janeiro, sob altíssimas temperaturas ao sol das 15 horas.

7) Em janeiro, os clubes podem excursionar aos Estados Unidos por 15 dias, ou disputar os torneios de verão de Punta Del Este- Mar Del Plata ou Viña Del Mar, também somente noturnos, com equipes titulares, enquanto os reservas iniciam as primeiras rodadas das copas regionais, a tempo dos titulares assumirem os regionais sem risco de desclassificação. Hoje excursões nesse período são prejudicadas, porque em janeiro estamos em final de férias e início de pré-temporada.

8) Excursões em julho e janeiro permitem intervalo simétrico de 6 meses para o mesmo clube sair do país duas vezes, num momento tambem ideal em que estão começando os dois campeonatos oficiais menos importantes do calendário, os estaduais e regionais.

9) Férias de 15 dias entre Natal e Ano Novo, para preservar a tradição de festas no alto verão, e 15 dias ma segunda quinzena de junho, para melhor dosar energias dos atletas ao pararem duas vezes ao ano, e permitir encaixe perfeito do calendário brasileiro ao sul-americano e europeu. Hoje de nada adianta férias de 30 dias e pré-temporada de 30 dias, porque com uma parada de de 2 meses, por melhor que seja a preparação física, os jogadores não suportam 10 meses de atividades intensas, cuja comprovação se dará até 2017.

10) Os campeonatos regionais classificam 32 clubes para a Copa do Brasil em seguida aos regionais, em 10 quartas-feiras seguidas e 2,5 meses, com mata-mata após quadrangulares iniciais, em favor da essência. Hoje a Copa do Brasil tem 86 clubes esticados em 8 meses a favor de uma enganosa integração nacional, com 54 clubes de baixo nível técnico, deslocados dos seus limites nas Copas do Nordeste e Copa Verde, e empobrecendo a Copa do Brasil. Nos primeiros 2 meses, há somente jogos de nível técnico mais que sofrível, e nos 2 meses seguintes ninguém joga.

11) A Copa do Brasil sempre terá jogo de volta quando um clube perder em casa por 2 gols de diferença, porque será mais seletiva, ao dar oportunidade ao clube mandante de se recuperar no jogo de volta fora de casa. Hoje a Copa do Brasil adota este critério, único no mundo, protecionista aos clubes visitantes, quando o futebol está nivelado por baixo.

Na postagem de amanhã daremos a continuidade na apresentação das propostas do engenheiro Horário Nelson Wendel. Façam bom proveito.

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PICA-PAU
postado em 27 de julho de 2015

PAULO CEZAR CAJU - Blog do Caju

Amigos, leitores, respondam-me com toda a sinceridade: atualmente o que é pior, assistir aos jogos do Brasileirão e Copa do Brasil ou ouvir as pérolas dos comentaristas? Meu Deus, que geração ruim! Para mim, são analistas de computador. O saudoso João Saldanha abandonaria a bancada se colocassem algum desses especialistas para trocar ideias com ele. Uma garotada sem qualquer conteúdo, sem histórico, sentindo-se os donos da verdade, com os seus terninhos engomadinhos, e abastecidos por uma avalanche de estatísticas. Sem exagero, se o futebol está ruim eles conseguem piorar. O torcedor, mesmo com os seus exageros, e movidos pela paixão, são muito mais divertidos e charmosos. Nesse último fim de semana, participei de uma resenha peladeira e a visão crítica dos boleiros dá de mil na dos televisivos bonitinhos. Mas para sentar-se nas bancadas de hoje é preciso ter cara de bom menino. Até os ex-jogadores devem ter olhos azuis. O conteúdo não importa. Tem comentarista que defende três volantes. Isso só funcionaria se algum desses brucutus soubesse sair jogando, como Falcão, Andrade, Carpegiani, Cerezo. Tem comentarista que esculhamba o Ganso, que diz que o futebol de hoje não tem espaço para ele. O Ganso deve estar deprimido porque ninguém percebe que o certo é ele. O coloquem no meio campo do Barcelona e comprovem se ele é moderno ou não. Basta um perna de pau fazer dois gols e vira revelação, salvação. É, vou assistir o Pica-Pau que é o melhor que eu faço.   

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