Acontece
As faixas das organizadas rubro-negra
postado em 24 de fevereiro de 2014
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, AS FAIXAS DAS ORGANIZADAS RUBRO-NEGRAS

JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


No jogo realizado no último sábado entre Sport x Central, na Ilha do Retiro, as torcidas organizadas do clube levaram faixas com dizeres de auto-defesa, e querendo mostrar a sua importância, com referência às mídias que criticam as suas badernas.

Colocar faixa não é crime, e faz parte do direito que a democracia dá a todos, mas esse tipo de facção não traz nenhum benefício ao futebol do país, e na verdade os seus componentes não podem e não devem ser considerados como torcedores, e sim como intrusos do mal.

Há pouco tivemos a invasão do CT do Corinthians, que foi um produto da promiscuidade em que vivem a diretoria do clube e de suas organizadas. A Gaviões da Fiel, sua maior torcida, tem mais força do que os próprios dirigentes corintianos, e sua escola de samba, que irá homenagear Ronaldo, recebeu milhões de patrocínios para o Carnaval. Uma verdadeira hidra criada no terreno do Parque São Jorge.

Essas facções têm que entender que o verdadeiro torcedor do futebol é aquele que sai de casa para assistir ao jogo do seu time, para apoiá-lo ou mesmo vaiá-lo dentro dos conceitos democráticos. Pagam seus ingressos e não usam benesses governamentais. Gastam com o clube, e não são pagos para torcer.

O torcedor verdadeiro é aquele que mesmo que seu clube esteja em baixa, frequenta as arquibancadas, paga as suas mensalidades e não o abandona, e além disso não recebe financiamento para suas atividades.

O futebol completa no próximo mês 151 anos de sua implantação. Saiu da Inglaterra e tornou-se um dos esportes mais populares do mundo, e mesmo os holligans não conseguiram deter o seu progresso.

Torcedores não são vândalos. Torcedores não brigam nos estádios, prejudicando os seus clubes com perdas de mando de campo, como vem acontecendo em nosso futebol.

Os clubes são os culpados por alimentarem esses segmentos, e perderam muito com isso, porque o convívio com os bons consumidores foi rompido, por conta desse lado ruim do futebol, e com muitas perdas financeiras que prejudicam o seu fluxo de caixa.

Para os que carregavam as faixas, gostaríamos de afirmar que a sociedade brasileira já cansou de suas presenças. Existe um movimento para encerrar esse ciclo pernicioso que tomou conta do esporte, e que os estádios voltem a contemplar os torcedores do bem, que são fundamentais para a sua evolução.

As faixas nas arquibancadas certamente foram um dos últimos suspiros de segmentos que tendem a desaparecer, para alegria da sociedade e tristeza dos cartolas, que têm neles as suas tropas de choque.

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Acontece
Cem anos de história vão desaparecer
postado em 24 de fevereiro de 2014

LIGA PERNAMBUCANA DE REMO E CANOAGEM

O remo praticado em Recife está sendo detonado sem a minima preocupação das autoridades e a aceitação dos Clubes. O projeto de Navegabilidade é importante sim, mas, os governantes deviam procurar a solução para aonde o remo praticado em Recife ira. Hoje mais de cem alunos e atletas praticam o esporte, e em sua maioria são de classes sociais de baixa renda, não podem se deslocar para longe do Rio Capibaribe. Estão falando em navegabilidade, e esquecem de falar da exclusão dos pescadores e praticantes de remo.
Os barcos de alta velocidade vão começar a transitar em dezembro (como afirma a reportagem do JC), ENTÃO AONDE VÃO COLOCAR OS BARCOS DE PESCA ARTESANAIS E OS DE REMO.

(Jornal do Commercio - 21/02/2014) As obras do projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe foram retomadas esta semana, após paralisação temporária acarretada pela demora no repasse dos recursos do governo federal. A dragagem do canal de navegação voltou a ser realizada na última segunda-feira, após o Ministério das Cidades liberar R$ 29 milhões. Lançado em 17 de janeiro do ano passado, o projeto só teve os serviços iniciados três meses depois. A previsão inicial era que transporte fluvial começasse a operar em junho, antes do início da Copa do Mundo, mas o prazo foi estendido para dezembro.

A dragagem era realizada em dois pontos ontem nas proximidades da BR-101, na altura de Dois Irmãos, Zona Oeste do Recife. Em cada trecho, uma retroescavadeira retirava a lama do rio e despejava o material numa caçamba.

Na entrada de Olinda, no Rio Beberibe, uma retroescavadeira também dragava sedimentos. %u201CEssa dragagem do Beberibe, embora não faça parte diretamente do projeto de navegabilidade, é um trabalho relacionado%u201D, disse a engenheira da obra, Camilla de Souza Gato.

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Acontece
Uma nova associação de cronistas
postado em 24 de fevereiro de 2014

Nova diretoria da ACEB


ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA ACEB

 A crônica esportiva do Brasil vive um novo tempo. Depois de muitos anos sob o jugo da ABRACE (Associação Brasileira de Cronistas Esportivos), foi criada uma nova Entidade, a ACEB (Associação de Cronistas Esportivos do Brasil), tendo como fundadoras oito associações estaduais que discordaram frontalmente das diretrizes da antiga entidade.

            As associações do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas, Rondônia e Rio Grande do Norte chegaram à constatação de que a ABRACE não atendia mais às aspirações da classe, tendo deixado de exercer o papel de defesa dos direitos dos cronistas esportivos, com atitude e transparência.

            Assim, este grupo decidiu compor uma chapa para disputar a eleição contra o presidente Aderson Maia, que já estava havia 18 anos no cargo, como forma de impedir a morte da ABRACE. A eleição de março de 2013, entretanto, mostrou que há uma rede de proteção ao presidente que pretende se perpetuar no poder e que venceu novamente. A derrota, entretanto, foi o pontapé inicial de uma nova revolução na classe e as oito associações estaduais decidiram fundar uma nova associação nacional. Depois de várias discussões, em reuniões que se prolongaram ao longo do ano de 2013, nasceu a ACEB para, de fato e de direito, representar os cronistas esportivos em nível nacional.

            O fato se materializou no dia 22 de novembro de 2013, no Rio de Janeiro, com a criação da Associação de Cronistas Esportivos do Brasil. O presidente da ACERJ-RJ, Eraldo Leite, foi eleito presidente da nova entidade, tendo como 1º vice-presidente Márcio Martins (presidente da ABCD-BA) e como 2º vice-presidente Isaías Bessa (ACEP-PR). O registro da nova Entidade foi finalizado neste dia 18 de fevereiro de 2014, às 08h52, no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, no Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ sob o número 19.737.108/0001-90.

            Embora fundada por apenas oito associações estaduais, todas as demais associações estaduais de cronistas esportivos podem pedir filiação à ACEB, bastando encaminhar um documento oficial ao presidente (endereço eletrônico provisório: eraldoleite@uol.com.br) ou à sede da ACERJ (Rua da Quitanda 45/4º andar, Centro, Rio de Janeiro, CEP: 20011-030), que será a sede da ACEB enquanto durar o atual mandato, de dois anos.

            A partir de agora, os cronistas esportivos podem procurar sua associação estadual e requisitar a credencial ACEB 2014, válida em todo o território nacional. Assim também, podem ser solicitadas as credenciais internacionais AIPS. Quem já for associado e precisar apenas da renovação deve procurar sua entidade estadual para solicitar a credencial AIPS 2014/2015 e efetuar o pagamento. Quem ainda não for, deve acessar o site da AIPS para preencher o cadastro, fazer a solicitação e entregar na sua entidade estadual. Ela será enviada à ACEB e posteriormente à AIPS, com o devido pagamento.

Informações adicionais podem ser obtidas nas associações estaduais de cronistas esportivos.

Conheça a composição da primeira Diretoria da ACEB:

Presidente: Eraldo Luís Tinoco Barbosa Leite (ACERJ-RJ)

1º Vice-Presidente: Márcio Martins Barbosa (ABCD-BA)

2º Vice-Presidente: Isaías Aparecido Bessa (ACEP-PR)

Conselho Especial:

Lóris Baena Cunha (ACERJ-RJ)

Luiz Ademar Campos Júnior (ACEESP-SP)

Liszt Coutinho Madruga (ACERN-RN)

Conselho Fiscal:

Membros Efetivos

Erick Castelhero (ACEESP-SP)

Volner Neli Alonso de Aguiar

Carlos Augusto da Cruz (AMCE-MG)

Membros Suplentes

Eduardo Vieira Gabardo (ACEG-RS)

Rafael Correa Ribeiro Marques (ACERJ-RJ)

Antonio Cláudio Perrout (ACERJ-RJ)

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Artigos
Os campeões de público
postado em 21 de fevereiro de 2014
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, OS CLUBES CAMPEÕES DE PÚBLICO EM 2013


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Na continuidade do relatório da Pluri Consultoria com o balanço da presença de público nos estádios brasileiros em 2013, apresentamos o ranking por clube, levando em consideração todos os jogos realizados em casa.

O Cruzeiro, além de ser o Campeão Brasileiro, também conquistou o título de maior público no Brasil na temporada passada, com uma média de 26.830 pagantes por jogo disputado. Em seguida vem o Corinthians com 24.742, o São Paulo com 24.113, Santa Cruz com 22.384 e Grêmio com 21.243.

Apenas 45 dos 296 clubes do ranking tiveram média de público superior a média total brasileira, que foi de 4.672 torcedores por jogo.

Por outro lado, um fato mais grave, quando mais da metade dos clubes (151 dos 296) tiveram média inferior a 1.000 testemunhas por jogo.

O Trem, do Amapá, foi o clube com menor média de público em 2013, com 86 torcedores por jogo. Em seguida, o Sul América, do Amazonas, com 89 e o Holanda, também do Amazonas, com média de 106 por partida.

Os clubes com maior média por região foram: Sudeste- Cruzeiro (26.830); Nordeste- Santa Cruz (22.384); Sul- Grêmio (21.243); Norte- Remo (15.917), Centro-Oeste- Goiás (11.974).

O São Paulo foi o clube que mais levou torcedores aos estádios em 2013, com um total de 940.391 pagantes, resultado que só foi possível em função da promoção dos preços dos ingressos realizada durante parte do Campeonato Brasileiro. Em seguida veio o Corinthians com 890.720 torcedores, Cruzeiro com 778.065, Grêmio com 743.504 e Flamengo com 736.687.

Os 30 clubes mais bem colocados no ranking (10% de um total de 296), levaram um público somado de 13,1 milhões de torcedores. Por outro lado, os 30 clubes com menor público tiveram 31.980 torcedores, 0,17% do total.

Os clubes que mais levaram torcedores aos estádios por região do Brasil foram: Sudeste- São Paulo (940.391); Sul- Grêmio (743.504); Nordeste- Santa Cruz (604.375); Norte- Payssandu (302.140), e Centro-Oeste- Goiás (419.073).

Com relação ao estado de Pernambuco, além do Santa Cruz, Sport e Náutico ficaram entre os 30 maiores do ranking de público.

O rubro-negro ficou na 13ª colocação, caindo 4 posições, com uma média de 14.190 torcedores por jogo, e um total de 496.646, enquanto o alvirrubro caiu da 21ª posição para a 26ª, com 9.159 pagantes por jogo, e um total de 297.337.

Tais números demonstram que se não tivéssemos o programa Todos com a Nota, estaríamos na rabeira do ranking.

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Copa 2014
"A Copa da Paz"
postado em 21 de fevereiro de 2014

FOLHA DE SÃO PAULO


A presidente Dilma Rousseff disse ontem que o Mundial de 2014 será a "Copa da paz". Ao lado de Felipão, em uma cerimônia em Caxias do Sul (RS), ela afirmou que o evento é "especial" porque os "povos se encontram".

"É uma disputa lúdica, em que a marca deve ser o convívio harmonioso entre diferentes nações", disse.

A declaração foi feita um dia depois de Dilma citar a possibilidade de as Forças Armadas atuarem na segurança do evento.

O discurso foi feito na abertura da Festa Nacional da Uva, que ocorre a cada dois anos na cidade gaúcha.

Pela manhã, a presidente havia passado por Porto Alegre para a inauguração do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, que receberá a Copa do Mundo.

POLÍCIA MILITAR

Também ontem, em Florianópolis, o Comitê Organizador Local confirmou que está treinando 20 mil profissionais para fazer a segurança privada dentro das arenas, os chamados stewards.

Mas os policiais militares ficarão dentro das arenas também para atuar em casos de tumultos e brigas.

"Haverá mais policiais militares dentro das arenas na Copa do Mundo que nas partidas do Brasileiro, por exemplo. Eles terão atuação mais discreta do que os stewards, que farão a segurança primária", disse Hilário Medeiros, diretor de segurança do COL.

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