Denúncia
Jogadores do Náutico ameaçam com greve
postado em 28 de novembro de 2013

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Blog de JUCA KFOURI


É possível que o Náutico não entre em campo neste domingo, contra o Vasco, no Maracanã.

O clube pagou apenas aos jogadores que permanecerão no grupo os salários que estavam com quatro meses de atraso.

Os que serão dispensados não foram pagos e o grupo todo, solidário, pensa em parar.

Desnecessário dizer a importância do jogo para a definição do rebaixamento.

Atualização às 18h30: O Náutico emitiu nota oficial maliciosa ao dizer que o clube %u201Cnão está com quatro meses de salário atrasado%u201D.

De fato, o clube não está, nem mesmo todos os seus jogadores, porque parte recebeu o que era devido.

Exatamente como está no blog.

O problema está nos que não receberam.

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Acontece
Vazou a chapa de Del Nero
postado em 28 de novembro de 2013

JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Por conta da insatisfação de Gustavo Feijó, presidente da Federação Alagoana de Futebol, que tinha sido picado pelas mosca azul, e desejava que o seu nome fosse anunciado como vice-presidente regional do Circo do Futebol Brasileiro, fato que não aconteceu na festa das medalhas, a chapa de Del Nero para a presidência da entidade terminou vazando, e terá a seguinte composição.

Presidente- Marco Polo Del Nero

Vice-Presidente do Nordeste- Mauro Carmélio (Presidente da Federação Cearense).

Vice-Presidente do Norte- Fernando Sarney (cargo que ocupa no momento), ou Antonio Aquino (Presidente da Federação do Acre, que está no poder há décadas em seu estado).

Vice-Presidente do Centro-Oeste- Marcos Antonio Vicente (Presidente da Federação do Espírito Santo). O interessante é que pelos geográfos da CBF esse estado foi tirado do Sudeste para o Centro-Oeste.

Vice-Presidente do Sudeste- Rogério Caboclo (Que é o caboclo das finanças de Del Nero na Federação Paulista).

Vice-Presidente do Sul- Delfim Peixoto- (Há mil anos atrás já era presidente da Federação Catarinense).

Com uma chapa dessa, o futebol irá ser consumido pelo fogo do inferno.

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Opinião
O maior defensor que vi jogar no Brasil
postado em 28 de novembro de 2013

TOSTÃO COLUNISTA DA FOLHA DE SÃO PAULO


Sempre que me pedem para escalar a seleção mundial de todos os tempos, não tenho dúvidas sobre alguns jogadores, como Pelé, Garrincha, Messi, Maradona, Beckenbauer e Nilton Santos, a Enciclopédia do Futebol. Foi o maior jogador de defesa que vi no futebol brasileiro, no mesmo nível de Beckenbauer.

Nas Copas de 1958 e 1962, Nilton Santos era lateral. Marcava e apoiava, o que era raro na época. Ficou na história o famoso episódio do gol contra a Áustria, na Copa de 1958, quando Nilton Santos avançava, e o técnico Feola gritava para ele voltar até ele fazer o gol.

Nilton Santos gostava de dizer que não tinha nenhuma inveja da fortuna que os jogadores atuais ganham. A única inveja, completava, era a de não ter tido a liberdade para atacar, que têm hoje os laterais.

As partidas mais bonitas que vi foram as entre Santos e Botafogo, na década de 60, mais espetaculares ainda que os clássicos atuais entre Real Madrid e Barcelona.

De um lado, Pelé, Coutinho, Zito e outros. Do outro, Garrincha, Didi, Nilton Santos e outros craques.

Na Copa de 1962, ficou famosa a esperteza de Nilton Santos contra a Espanha. Os espanhóis ganhavam por 1 a 0, e Nilton Santos, ao perceber que o juiz poderia marcar um pênalti, cometido por ele, deu um passo à frente, ficou fora da área, onde o juiz marcou a falta. Concordo com Juca Kfouri: a falta não existiu.

Com o tempo, mais velho, Nilton Santos passou a jogar de quarto-zagueiro. Nessa posição, acho que foi ainda melhor. Passou anos sem tocar nos atacantes. Antevia o passe, antecipava-se e saía com a bola, com um belo passe para iniciar o contra-ataque. É o que fazem os grandes zagueiros, como Baresi e Thiago Silva. Nilton Santos pensava o pensamento dos companheiros e dos adversários.

Em 1963, comecei a jogar no Cruzeiro. Em 1964, Nilton Santos parou de atuar. Não me lembro de ter jogado contra ele, mas me lembro de uma partida de fim de ano, nas férias, em que formamos um combinado de jogadores de Rio e Minas Gerais para atuar em Manaus. Foi quando tive a chance de conversar com ele. Era uma pessoa doce, irônica e bem-humorada.

Em 2005, Nilton Santos recebeu uma grande homenagem do Botafogo, que deu a ele e à sua família todo o apoio nestes anos de doença. É o que deveriam fazer os clubes e a CBF com os ex-jogadores que necessitam de apoio psicológico e financeiro.

Nilton Santos foi desses craques que não olhavam para a bola. Jogava também com extrema elegância. Em 2005, assumiu o cargo de consultor técnico do Botafogo, que não sei se exerceu na plenitude. No dia da posse, Nilton Santos chamou o jogador Josiel e lhe disse: "Meu filho, não dê carrinhos, não faça isso. Jogue de pé. É mais fácil".

Quando era adolescente, assisti, ao lado de meu pai, a um jogo do Botafogo contra o Atlético-MG, no estádio Independência. Para minha tristeza, Nilton Santos não ia jogar. Mas jogava Nilson Santos, seu irmão, que era fisicamente muito parecido e que atuava na mesma posição. Começou a partida, e disse a meu pai: "Esse não é o verdadeiro Nilton Santos"? Ele respondeu: "Parece com ele, mas não é ele". Mesmo assim, fiquei na dúvida. Ele jogava igual a Nilton Santos.

Veio uma bola pelo alto, Nilson Santos tentou dominá-la no peito. A bola correu, e o atacante fez o gol. Meus olhos e os de meu pai se cruzaram, e eu entendi a diferença entre a cópia e o verdadeiro, entre o que parece e o que é.

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Náutico
Presente bom e propostas vazias
postado em 27 de novembro de 2013

CLAUDEMIR GOMES

 

Na edição desta quarta-feira do Jornal do Commercio há uma sucinta apresentação sobre os cinco candidatos a presidente do Náutico, nas eleições que estão programadas para o dia 15 de dezembro: Glauber Vasconcelos; Gerson Araújo; Alberto de Souza; Marcílio Sales e Alexandre Homem de Melo. Confesso que fiquei impressionado com a pobreza das propostas.

O candidato do Movimento Transparência Alvirrubra, Glauber Vasconcelos, me parece o mais centrado, e que tem uma proposta identificada com o movimento. Mas transparência é coisa prometida por todos os candidatos, em todos os clubes, mas quase impossível de se ver. O MTA vem discutindo o clube há um bom tempo, razão pela qual sua proposta parece ser a mais consistente. Os demais candidatos caíram de paraquedas no processo. Não somos videntes para prever futuro, razão pela qual me resumo a seguinte frase: o vencedor terá que dispor de R$ 1 milhão, em janeiro de 2014, para dar o pontapé inicial a sua gestão.

Mas nem tudo é amargo que nem jiló. Ontem, na companhia do ex-presidente João Guerra, conheci as instalações do novo equipamento que está sendo finalizado no Centro de Treinamento Wilson Campos: o hotel cujo nome ainda está sendo discutido. Trata-se de uma concentração de luxo, que figurará entre as melhores do futebol brasileiro. Dentre outras coisas a nova casa dos profissionais alvirrubros tem 22 apartamentos duplos, vestiário, rouparia, departamento médico, academia de ginástica, restaurante, auditório... Enfim, um equipamento que vem harmonizar com os cinco campos existentes no local. No projeto de ampliação do CT, a proposta de construção de mais dois campos oficiais.

É gratificante constatar que o futebol alvirrubro tem uma base sólida, e que falta apenas pessoas capacitadas para administrá-lo proporcionando ao clube o salto de qualidade que tanto se espera.

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Brasileiro Série A
Os aloprados
postado em 26 de novembro de 2013

JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


A CBF de Marin é pior do que a do fugitivo Teixeira.

A cada dia uma novidade por conta dos estrambelhos praticados.

O Tapetão, coisa bem antiga, como a ditadura militar da qual o atual presidente da CBF era admirador e partícipe, e que há um bom tempo não aparecia nas manchetes, voltou no dia de ontem com grande força.

A cartolagem com um regulamento mal elaborado deu o caminho para que os desesperados pudessem ingressar no Tribunal Esportivo contra a Portuguesa, por conta do seu artigo 9º Parágrafo Único, que reza o seguinte:

Artigo 9º- Um atleta poderá ser transferido de um clube para o outro durante o Campeonato Brasileiro da Série A, desde que tenha atuado em um número máximo de seis partidas pelo clube de origem, sendo permitido que cada atleta mude de clube apenas uma vez.

Parágrafo Único- Cada clube poderá receber cinco atletas transferidos de outros clubes do Campeonato da Série A; de um mesmo clube da Série A, somente poderá receber até três atletas.

O Coritiba detectou um possível erro, juntou-se ao Fluminense e Vasco para que pudessem juntos ingressar na Justiça. A notícia vazou, e os aloprados desses times resolveram paralizar a ação, desde que não tinham a certêza de que equipe Lusa estava irregular.

O diretor de Competições da CBF tem uma interpretação diferente dos cartolas, ao considerar que aquele que não jogou nenhuma partida, não está incluído.

O problema é que o regulamento é omisso quanto ao número mínimo, e estabelece o número máximo de seis, e por conta disso a interpretação é o que vale, desde que não existe o sim, como também não existe o não.

E ainda tem adeptos dessa ¨indigestão¨ da CBF.

Voltamos aos tempos da brilhantina, agora com os novos aloprados.

Deveriam ter cuidado dos seus clubes para que no final não estivessem participando de ações rídiculas como essa.

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