Artigos
Manipulação de resultados
postado em 28 de fevereiro de 2013
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Procuramos em todas as mídias comentários sobre as declarações e a demissão do chefe da arbitragem nacional, Aristeu Tavares, e verificamos que o assunto foi pouco debatido, mesmo apresentando uma alta gravidade.

Na verdade, trata-se de declarações que já deveriam estar sendo rastreadas por nosso Ministério Púbico e a Polícia Federal, visto que na entrevista, Tavares deixou bem claro que alguns árbitros do futebol brasileiro estavam sendo investigados por manipulação de resultados.

Para nós nenhuma surpresa, porque o blog já tinha postado algo sobre o assunto, quando citamos que os investigadores da FIFA estiveram no Brasil, tratando desse assunto.

A CBF tratou o problema de maneira bem tímida, quando demitiu o dirigente e não tomou nenhuma providência para solicitar um processo investigativo, com seu presidente apenas estimulando a delação, que é um instrumento que faz parte do seu caráter.

Procuramos ler a entrevista dada por Aristeu Tavares ao jornal ¨O Popular¨de Goiás, e essa, sem dúvida, levantou a suspeição de 500 árbitros que atuam pelo país afora, desde que ao afirmar que alguns estavam sendo investigados e não declinar os nomes, colocou todos no mesmo balaio.

Numa resposta a uma pergunta se havia denúncias de manipulação na arbitragem brasileira, ele foi bem claro: ¨Sim. Existem denúncias e, repito, foram de pronto encaminhamento para o Ministério Público, que é o órgão fiscal da lei".

E continuou, "Eu esperei virar o ano, ver as denúncias e as coletas de provas. Eu quero acompanhar isso. Vou pedir para verificar com o Ministério Público como que está isso, se houve evolução. Temos de acompanhar. É uma obrigação nossa. Somos fiscais da moralidade da arbitragem nacional. Posso dizer que a CBF tem colocado ferramentas à disposição, inclusive da população, para fiscalizar isso¨.

Que fiscais são esses que não acompanham o processo?

O mais grave é que, segundo Aristeu, os árbitros denunciados continuam trabalhando, sob monitoramento, desde que não existe nenhum princípio que contra-indique os trabalhos desses profissionais.

Não vamos duvidar de ninguém, mas o ex-chefe da arbitragem nacional jogou areia no ventilador e sujou a sala toda, pois se tivesse o bom senso não daria declarações como essa, e mais ainda jogando na lama todos os árbitros que atuam em nosso país, principalmente aqueles ligados à CBF.

Um fato como esse demanda de uma urgente investigação, e não desse tipo de procedimento de espera, pois o futebol hoje movimenta grandes recursos, a sua credibilidade é fundamental para a sobrevivência.

Quando se levanta suspeitas sobre a arbitragem nacional, certamente é mais um prejuízo à imagem de um esporte que no Brasil cada dia acentua-se no seu apequenamento.

Se realmente houvesse um Sindicato de Árbitros forte, independente dos poderes do futebol, deveria interpelar Aristeu Tavares na Justiça, para que esse nominasse os investigados, desde que as suas declarações envolveu o total do contigente, e todos precisam de respostas.

Um assunto com tanta gravidade e uma solução apenas dada por Marin, ou seja, a utilização do dedo duro, o que demonstra a qualidade dos nossos dirigentes.

Triste realidade de um futebol que já foi grande.

leia mais ...

Artigos
O amor depois da morte
postado em 27 de fevereiro de 2013

Por Gustavo Krause


Alto, bonito, elegante. Um cavalheiro. Nem a travessia dos noventa, prejudicou o porte atlético. Muito menos a maneira gentil de conviver com as pessoas e a doçura sem conta que derramava sobre a família acrescida por abençoados bisnetos.

Djalma Christiano Gomes, cidadão respeitável, escreveu a palavra saudade no coração dos amigos e inscreveu seu nome na história do futebol de Pernambuco, particularmente na história do Clube Náutico Capibaribe, na madrugada da segunda- feira, dia 27 agosto de 2012.

No comovente velório na sede do seu amado Clube, o Grande Benemérito do Náutico, Ricardo Breno Rodrigues ordenou: "Krause fale em nome do nosso Clube". Confesso que hesitei por um minuto. A minha fragilidade emocional foi vencida pela autoridade de Cacá e por um sentimento de afeição que vinha de longe: conheci Djalma nas palavras do seu velho amigo, meu pai, mediano half de ala (posição extinta pela evolução tática do futebol) e grande admirador de Djalma, o excepcional goleiro da maravilhosa equipe campeã de 1939.

Na véspera falecimento, o Náutico levou um sufoco do seu rival, o Sport, mas a bola não entrou, 0x0. Não resisti e, com o risco da impropriedade para o doloroso momento, disse: "Ontem o Náutico contou com as defesas excepcionais de Gideão e os últimos "milagres" de Djalma, uma rotina quando jogava contra nosso rival". Lá do céu, tenho certeza, ele gostou do que ouviu.

Djalma fez parte das gerações gestadas pelo maior formador de jogadores do futebol que passou por Pernambuco e pelo Brasil: o genial uruguaio Humberto Cabelli que imortalizou um estilo de jogar futebol com fome canina de gol.

Com seu olhar arguto, Cabelli viu no moço magro e alto que disputava o campeonato intercolegial, pelo Carneiro Leão, um projeto de grande goleiro. Acertou em cheio. Djalma deixara o América, disposto a abandonar precocemente a carreira de atleta, verdadeiramente amador, porque lhe fora negada a transferência para o Náutico, sua eterna paixão.

Eis que passados anos e anos, na praça da Jaqueira, área que, durante décadas foi palco de jogos do campeonato pernambucano, do brilho do goleiro alvirrubro e da seleção pernambucana, encontro Djalma e a preciosa herança paterna: o novo conhecimento da antiga amizade com sabor dos vinhos envelhecidos.

Daí em diante, a cada final de ano quando ele, morando no Rio, passava as férias com a família e, depois, quando voltou a morar no Recife, a convivência aumentou e o afeto grudou. Djalma era um ícone para a turma da Jaqueira que, embevecida, viajava nos relatos emocionantes do futebol em tempos românticos.

A ele dediquei um artigo intitulado "O goleiro". Um personagem especial do futebol. O único humano que não recebe a indulgência do perdão pelo erro cometido. A solidão e a culpa são suas companheiras inseparáveis. Nabokov, grande escritor e goleiro comparou o goleiro a "uma águia solitária"; Albert Camus, prêmio Nobel de literatura de 1957 e goleiro do Racing de Argel, descreveu o ofício de goleiro como "um dos trabalhos mais solitários que existe". Sobre a culpa, Barbosa, goleiro da seleção brasileira na trágica derrota na final da Copa de 1950, fez uma declaração pungente: "No
Brasil, a maior pena é de trinta anos por homicídio. Eu já cumpri mais de quarenta por um crime que não cometi".

Agora renovo uma profunda emoção diante do belo e inusitado gesto de Djalma: antes de falecer revelou o desejo de ser cremado e suas cinzas jogadas no chão aonde pisou e brilhou, no campo de futebol, precisamente nas barras do Clube Náutico Capibaribe.

Não conheço precedentes na história universal do futebol.

Homem de fé, Djalma, não padeceu da dúvida que é fonte de todas as angústias.

Acreditou na vida depois da morte.

Acreditou no acolhimento da misericórdia divina.

Deu ao corpo o destino das cinzas.

Deu às cinzas o sentido da imortalidade.

E o sentido da imortalidade consumou-se na certeza de que somente a doação do amor vence a morte.

PS. Sábado, 02 de março de 2013, às dez horas, no campo do Náutico, o desejo de Djalma será cumprido pela família, parentes, amigos e pela grande família alvirrubra.

leia mais ...

Artigos
Futebol sem zebras
postado em 27 de fevereiro de 2013

CLAUDEMIR GOMES


O Campeonato Pernambucano tem sequência hoje à noite com a disputa da segunda rodada do returno. O Sport recebe o Serra Talhada na Ilha do Retiro, o Náutico vai a Garanhuns enfrentar o Pesqueira enquanto o Santa Cruz medirá forças com o Belo Jardim no Agreste pernambucano. Além do modelo estapafúrdio desta edição do Estadual, observamos que os torcedores parecem sedados pela mediocridade. Os tropeços dos clubes grandes estão sendo tratados como fatos normais.

Enfim, o nosso futebol está sendo nivelado por baixo com o argumento de que os times pequenos evoluíram, quando na realidade sabemos que tal crescimento inexiste.

O implacável Adherval Barros tem razão quando afirma que "estão brincando de fazer futebol". O fato de o Náutico, único representante do Estado na Série A, perder para o Central nos Aflitos não pode ser encarado como normal.

Considero tal resultado uma zebra, da mesma forma a derrota do Sport, um clube com uma folha de aproximadamente R$ 2 milhões, para o Salgueiro, time da Quarta Divisão nacional cuja folha é menos de 20% da do clube leonino.

A mudança de conceitos, bem difundida através dos discursos de dirigentes e treinadores, provocou uma letargia nunca vista no nosso futebol. As pífias campanhas nas competições regionais e nacionais são as respostas à diminuição do tamanho.

O grande mal do futebol pernambucano é que os dirigentes dos clubes e da Federação parece não ter parâmetros de avaliação.

leia mais ...

Artigos
Os comentaristas esportivos na televisão
postado em 27 de fevereiro de 2013
Blog de blogdejj :BlogdoJJ, OS COMENTARISTAS ESPORTIVOS NA TELEVISÃO


JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejj.esporteblog.com.br


Sempre conversamos com amigos que possuem uma experiência e boa visão sobre os esportes, e entre esses está  incluído o jornalista Claudemir Gomes, que é dono de uma larga e competente vivência no setor.

Levantamos um problema que está acontecendo na televisão brasileira, tanto na aberta, e principalmente na fechada, que tem uma maior participação nos esportes, quando a quase totalidade dos comentaristas são ex-atletas de futebol.

Na verdade, não somos contrários, por trazerem uma boa experiência de campo, podendo, assim, contribuir para um melhor entendimento dos jogos. 

Devemos referenciar que na Tv fechada a única exceção é a Espn, onde todos os que fazem comentários são jornalistas por profissão.

Ontem o tema voltou à tona, e Claudemir tocou em um ponto bem interessante e que pode está motivando a ausência de jornalistas do batente nas transmissões esportivas.

Ele nos lembrou o que acontece nos dias de hoje, com o distanciamento entre os que fazem o trabalho nos clubes, com os profissionais do setor. Foi criado o sistema de entrevistas coletivas, que pouco produzem fatos e aprendizados e o jornalista já não mantêm conversas mais longas com aqueles que militam no dia a dia no esporte.

Trata-se realmente de uma verdade, desde que no futebol mais antigo, um setorista muitas vezes ficava conversando com o treinador por um longo tempo após os treinamentos, e mesmo quando esses aconteciam, quando chegavam à beira dos gramados para discutirem as formatações de suas táticas. Era um aprendizado e um amadurecimento.

Vimos isso muitas vezes, e Claudemir nos lembrou as conversas que tinha com Enio Andrade, Leão, Carlos Alberto Silva, entre outros, que davam subsídios importantes para futuras análises. Na década de 70, Cilinho, quando terminava um treino no Sport, passava um bom tempo conversando com os jornalistas presentes.

Hoje um profissional sai de uma faculdade, vai trabalhar em um jornal e é designado para acompanhar um clube, e quando chega ver o distanciamento existente, sempre na espera da coletiva. Fica discutindo com os seus colegas outros assuntos, que nada tem a ver com o futebol.

As coletivas são desastrosas e nada acrescentam.

Nesse hiato entrou a figura do ex-atleta, que esteve no campo, atuou sob o comando de grandes treinadores, e adquiriu uma visão de jogo e de interpretação, e sendo assim ocupou o espaço que poderia ser preenchido por quem de direito se tivesse formação para tal.

A distância das entrevistas coletivas originaram a criação desses novos personagens do futebol brasileiro, que na verdade vêm prestando uma boa contribuição.

Nada melhor que um bom assunto, para um artigo interessante como esse.

leia mais ...

Acontece
A doce vida no exílio
postado em 27 de fevereiro de 2013

SÉRGIO RANGEL - FOLHA DE SÃO PAULO


As quatro ilhas interligadas que formam o condomínio Sunset Island, na baía de Biscayne, em Miami, estão entre os endereços mais exclusivos da cidade.

O preço dos imóveis varia de R$ 6 milhões, para uma casa de quatro quartos e sem vista para o mar (modesta para os padrões locais), a R$ 30 milhões, para uma luxuosa residência, na orla, com sete dormitórios.

O condomínio com casas à beira-mar e marina particular foi o lugar escolhido pelo ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira como refúgio após mais de 23 anos no comando do futebol brasileiro. Sua renúncia completará um ano no dia 12 de março.

Documentos obtidos pela Folha em cartórios da Flórida mostram que uma empresa sediada em outra casa de Teixeira no Estado americano pagou, em 2012, US$ 7,4 milhões (aproximadamente R$ 15 milhões) pelo imóvel em Sunset Island.

A propriedade foi da ex-tenista russa Anna Kournikova.

Com sete dormitórios e oito banheiros, sendo um deles um spa, o casarão de dois andares tem 615 m² e foi erguido em um terreno de 1.780 m².

Na marina da casa, estava ancorado, no domingo passado, um barco da marca italiana Azimut, de 68 pés e US$ 2 milhões (cerca de R$ 4 milhões). Na garagem, um Porsche e duas Mercedes.

Celebridades como a cantora colombiana Shakira e os músicos Lenny Kravitz e Ricky Martin têm casas nos arredores de Sunset Island.

Acusado de receber propina na Fifa e envolvido em uma série de negócios nebulosos na CBF, como o contrato da TAM que beneficiava empresas de um amigo e não os cofres da entidade, Teixeira deixou a presidência da confederação em março do ano passado e desde então não voltou mais ao Brasil.

O ex-dirigente mora em Boca Raton (a 65 km de Miami) com a mulher e a filha adolescente e passa os fins de semana em Sunset Island.

De acordo com familiares, ele aguarda o fim do ano letivo americano para se mudar de vez para o imóvel.

Tanto em Boca Raton quanto em Miami, o ex-presidente da CBF pouco sai de casa. Durante a semana, ele só deixa o local para ir ao supermercado ou para buscar a filha na escola. Raramente encontra amigos em lugares públicos. Prefere recebê-los em Sunset Island.

Quando deixa o casarão de Miami, costuma frequentar as melhores casas de carne da cidade, como a tradicional Smith&Wollensky.

Casada com o ex-cartola desde 2003, Ana Carolina Wigand, 36, tem também uma vida sem muita badalação.

Desde o ano passado, faz pós-graduação em marketing numa universidade de Miami. O curso garante a permanência legal de Teixeira nos EUA. O visto dele é atrelado ao da mulher, que está nos país como estudante.

O ex-presidente da CBF ainda opera nos bastidores do futebol brasileiro e mantém contato quase diário com cartolas da entidade, dirigentes de clubes e empresários.

TEIA

O negócio com Anna Kournikova, mais famosa por sua trajetória em passarelas do que por sua carreira de tenista, foi fechado pela empresa Ochab Properties Inc.

A companhia foi criada oito dias antes da compra do imóvel ser registrada, no dia 27 de janeiro de 2012.

Segundo documentos do Departamento de Estado da Flórida, a Ochab tem como endereço a casa de Teixeira em Boca Raton -5.896 Vantage OAK Circle.

No mesmo endereço, está registrada a Kronos Capital Investiments, constituída um dia após a criação da Ochab.

Não há registro do nome do ex-presidente da CBF na Ochab. De acordo com os documentos, o proprietário da Ochab nomeou o advogado americano Robert B. Macaulay, acionista do escritório Carton Fields, como representante autorizado.

Ele é conhecido de empresários brasileiros e intermedeia negócios entre os dois países desde os anos 80.

A Kronos, por sua vez, foi registrada por Teixeira e tem sua mulher como sócia.

A compra de casa por meio de empresas é uma prática comum nos EUA -serve para reduzir os impostos que incidem sobre o bem.

O dono tem a vantagem de uma alíquota mais baixa sobre o lucro em caso de venda do imóvel (15%) e de não ter tributação dupla em caso de rendimentos com aluguel.

No entanto, a casa será taxada com o imposto norte-americano sobre herança. Além disso, a escritura não tem sigilo, já que os registros imobiliários são públicos.

Apesar das qualidades da casa, Kournikova teve dificuldade para negociar o imóvel, que foi oferecido até em sites da Rússia. Com o mercado imobiliário americano em crise, a ex-tenista demorou 231 dias para vender a propriedade e teve que fazer um desconto de cerca de 20%.

A residência onde Ricardo Teixeira vive em Boca Raton também é luxuosa, embora tenha custado bem menos -cerca de R$ 2 milhões.

PATRIMÔNIO

Teixeira não voltou para o Brasil desde que deixou a presidência da CBF, em março de 2012. Mas mantém ainda imóveis no Rio.

Em 2008, ele declarou à Receita Federal ter um patrimônio de R$ 8,4 milhões. No fim de 2011, tinha como principais fontes de renda o salário de R$ 98 mil por presidir a CBF e uma fazenda em Piraí (a cerca de 90 km do Rio), que produzia laticínios.

Pouco antes de ir para os EUA, vendeu os animais (mais de cem cabeças de gado) e passou a ganhar da CBF R$ 120 mil mensais para prestar "consultoria" a José Maria Marin, seu sucessor na confederação. O atual presidente da CBF diz ter suspendido os pagamentos.

O ex-dirigente ainda mantém a fazenda em Piraí e uma casa na Barra da Tijuca.

Em março de 2012, Teixeira deixou o Brasil e se mudou para os EUA por receio de ter seu passaporte apreendido pelas autoridades brasileiras.

Em julho do ano passado, a Justiça da Suíça revelou que o ex-presidente da CBF ganhou 12,74 milhões de francos suíços (cerca de R$ 26,5 milhões) de propina da ISL, principal parceira da Fifa por mais de uma década.

Desde a última sexta, a Folha esteve três vezes na portaria do condomínio em Boca Raton. Em duas oportunidades, o jornal foi informado de que Teixeira não estava.

Ontem, a Folha deixou um recado na portaria para ser entregue na casa do ex-cartola. O texto explicava o teor da reportagem e pedia uma entrevista.

No sábado e no domingo, o ex-dirigente foi procurado em sua casa em Miami. No início da tarde de sábado, sua mulher, Ana Carolina, foi vista deixando o local de carro.

O advogado Robert B. Macaulay também foi procurado, mas não respondeu até a conclusão desta edição.

leia mais ...