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Folha de Pernambuco - 23/12/2012
postado em 23 de dezembro de 2012

CAPACIDADE - O Mineirão foi o segundo estádio a ser utilizado na Copa das Confederações a ficar pronto. Um dos itens que mais chamou a atenção foi o tamanho da tribuna de imprensa, que tem capacidade para 3 mil jornalistas.

Para um feliz Natal

O Santa Cruz realizou uma operação financeira que lhe proporcionou resgatar o passivo que tinha com o elenco de profissionais e a comissão técnica. Não poderia haver "presente de fim de ano" melhor para o Tricolor do Arruda. Naturalmente que tudo é feito dentro de uma previsão de ganhos. O Santinha vai disputar a Copa do Nordeste, competição que se prenuncia como superavitária, e logo em seguida vem o Pernambucano, outra disputa na qual os clubes participantes não operam no vermelho. O que falta agora é o clube buscar o lucro que virá através da receita de patrocínio. Na última semana me repassaram alguns números surpreendentes de propostas feitas este ano, e que foram recusadas pelos dirigentes corais. Não sei qual o controle que o presidente, Antônio Luís Neto, tem das negociações, mas o que me foi relatado é inadmissível. Sigo defendendo a tese de que um clube com a marca do Santa Cruz, com uma torcida fiel e apaixonada, deve ter o varejo como a sua maior fonte de renda. Entendo que uma das prioridades na gestão do segundo mandato do presidente seja a libertação da bilheteria. A receita da venda dos ingressos dos jogos tem que ser lucro e não fonte de sobrevivência. O trabalho para aumentar o quadro de sócios seguirá sob a responsabilidade da Traffic. O sócio torcedor vem dando certo em várias agremiações, e num clube de massa como é o Santa Cruz não deve ser diferente. Os tricolores vão passar o Natal feliz, mas precisam trabalhar visando um próspero ano novo.

QUALIFICAÇÃO - O presidente da Associação dos Cronistas Desportivos de Pernambuco - ACDP - Iranildo Silva, já definiu duas ações para dar continuidade, no primeiro semestre de 2013, ao projeto de qualificação profissional: um workshop sobre Medicina Esportiva e um curso de Direito Desportivo.

Atleta do sexo

A norte-americana, Suzy Favor Hamilton, que defendeu os Estados Unidos na prova de 1.500m nas Olimpíadas de Barcelona, Atlanta e Sidney, revelou que após abandonar o esporte virou prostituta. Aos 44 anos, e atualmente morando em Las Vegas, ela cobra um cachê de R$ 1.250,00 por uma hora de serviço. Suzy explica que a depressão foi o motivo que a levou a uma mudança radical de comportamento.

Visibilidade

O presidente da FPFS, e diretor de seleções da CBFS, Edson Nogueira, tem participado de várias reuniões com os diretores de marketing da Rede Globo e do Sportv. O objetivo dos encontros é buscar soluções para uma maior visibilidade do esporte que hoje é o terceiro na escala de audiência no Brasil.

Exigência

Uma das exigências da televisão, para que o esporte tenha um melhor entendimento por parte do telespectador, é que as quadras tenham apenas uma marcação, fato que implica em investir na aquisição de vários pisos.

Nitidez

As exigências também são feitas ao vôlei e ao basquete. As quadras poliesportivas, com diversas marcações contribuem para que o telespectador seja confundido com a marcação da arbitragem. Observação muito pertinente.

CURTAS

TURFE I - A mudança de comportamento da sociedade fez com que o turfe brasileiro entrasse numa crise. O grande público já não frequenta os hipódromos, por conseguinte, a mídia não dedica mais tanto espaço para o esporte.

TURFE II - A perspectiva de mudança no atual cenária não é animadora. Em Pernambuco, dirigentes do Jockey Club estão apostando na geração do futuro, ou seja, no público mirim, que tem apresentado um crescimento surpreendente.

TURFE III - Uma das alternativas para conquistar a geração futuro é o trabalho que vem sendo realizado com os pôneis. As corridas têm despertado grande interesse, e o trabalho vem sendo decisivo na formação de novos jóqueis.

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