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Folha de Pernambuco - 31/10/2012
postado em 31 de outubro de 2012

DOAÇÃO - O jornalista, Lenivaldo Aragão, vai doar uma coleção da Revista Placar, onde constam matérias sobre o futebol pernambucano, para a biblioteca que está sendo montada na Federação Pernambucana de Futebol.

Racionalidade

Os clubes ainda quebram a cabeça na busca de uma forma racional para a disputa do Pernambucano 2013. A proposta da FPF, única em discussão até o momento, em médio prazo pode trazer grandes prejuízos ao processo de interiorização. O discurso é fundamentado na quantidade. Com o calendário nacional cada vez mais apertado, se torna imperiosa a necessidade de reduzir o número de clubes na Primeira Divisão estadual. Ontem, consultado pelos dirigentes do Náutico, José Joaquim Pinto de Azevedo, sugeriu uma forma que me parece bastante lógica, uma vez que, mantém o mesmo número de participantes - doze clubes - e reduz a competição para, no máximo, dezessete datas. O primeiro impacto é causado pela fuga do sistema de pontos corridos, e o segundo é provocado pela redução do número de clássicos. É importante se ter a consciência de que, toda e qualquer mudança resulta em perdas e ganhos. O Estadual pode perder na quantidade e ganhar na qualidade. Uma competição enxuta, onde todos os jogos passam a ser de caráter decisivo é bem mais atrativa. Os dozes clubes seriam divididos em dois grupos de seis. No primeiro turno os clubes do Grupo A enfrentam os clubes do Grupo B. Os quatro melhores classificados fazem um cruzamento na semifinal e os vencedores disputam a final do turno. No segundo turno as equipes jogam entre si em seus respectivos grupos. Também haverá o cruzamento na semifinal e a final do turno. Em nenhuma fase haverá jogos de ida e volta. Os vencedores dos turnos decidem o título em duas partidas.

COPA - O primeiro turno pode ser chamado de Copa Recife e o campeão receberia um troféu. O modelo é similar ao do Campeonato Carioca. A proposta me parece mais sensata e não provoca a apartheid dos clubes do Interior.

Prejuízo

O presidente do Náutico, Paulo Wanderley, não esconde sua preocupação em relação à proposta apresentada pela FPF, que segundo ele, trará um grande prejuízo para o clube alvirrubro. "O modelo é trágico para o Náutico. Vamos fazer um alto investimento visando a Série A e somos obrigados a participar da festa do Interior. A margem de erros é grande e o clube mais penalizado é o que faz parte da elite nacional", enfatizou.

Azedou de vez

O vice-presidente do Santa Cruz, Joaquim Bezerra, não faz nenhum esforço para disfarçar o seu rompimento com o presidente, Antônio Luís Neto, a quem acusa de principal responsável pelo insucesso do clube na Série C. Nas suas entrevistas, Bezerra se refere ao comandante tricolor como "o presidente".

Desafetos

Joaquim Bezerra não diz, de forma alguma, os nomes do presidente Antônio Luís Neto, do técnico Zé Teodoro e do assistente técnico Sandro. Os três desafetos são os principais alvos das críticas feitas pelo candidato da oposição.

Apresentação

Candidato da oposição para presidente executivo nas eleições do Santa Cruz, que devem acontecer no mês de dezembro, Joaquim Bezerra, apresenta, nesta quarta-feira, a chapa Profissionalismo e Ética com os nomes dos diretores.

CURTAS

VÔLEI - Ninguém acredita mais que o prefeito do Recife, João da Costa, nos dois meses de gestão que lhes resta, mande fazer a base para colocação do Monumento do Centenário do Vôlei, na Rua da Aurora. Em tom de gozação todos dizem que ele vai deixar para "Geraldo fazer".

CENTENÁRIO - Pernambuco foi à porta de entrada do vôlei no Brasil. Por este motivo, o Panathlon Recife resolveu criar um monumento para marcar o centenário da modalidade. O projeto esbarrou na morosidade da Prefeitura. Lamentável.

LOCAL - A primeira partida de vôlei no Brasil foi disputada numa quadra na Rua da Aurora. Eis o porquê da escolha do local do Monumento do Centenário.

 

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