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Folha de Pernambuco - 04/08/2012
postado em 04 de agosto de 2012

DIFERENCIAL %u2013 O Salgueiro vai a Marabá/PA enfrentar o Águia, hoje à tarde. O time paraense tem um ponto a mais que a equipe sertaneja. Nestes confrontos de times parelhos, o mando de campo sempre faz a diferença.

Hora da redenção

O Santa Cruz está devendo uma boa apresentação, e resultados expressivos, a sua fiel torcida na campanha que vem descrevendo na Série C. Portanto, o jogo com o Icasa, hoje à tarde, no Arruda, é um momento bastante propício para o técnico Zé Teodoro e seus comandados resgatarem esta dívida. A condição de líder ostentada pelo adversário é imperativa, contudo, em casa, com o respaldo dos %u201Cguerreiros corais%u201D, o Tricolor do Arruda tem que fazer o que não conseguiu nas três partidas que disputou como mandante: atropelar o adversário. Na busca desta desejada arrancada, o time irá a campo com novidades na lateral esquerda e no meio campo. Com as mexidas Zé Teodoro espera equilibrar a equipe, e obter como resposta uma melhor produtividade. Se observarmos os números veremos que o que separa o líder Icasa do sétimo colocado Santa Cruz é uma vitória, ou seja, três pontos. Nada melhor para traduzir o equilíbrio da disputa. A vitória tricolor hoje à tarde não se resume a conquistas de posições na tabela de classificação. Antes de qualquer coisa ela anula o efeito psicológico. Afinal, sétimo é sétimo em qualquer campeonato do mundo.  

OTIMISMO %u2013 Por mais que queiram assustar, não consigo deixar de ser otimista em relação ao confronto entre Brasil e Honduras, hoje à tarde, válido pelas quartas de final dos Jogos de Londres. É certo que a Seleção Brasileira já foi surpreendida pelos hondurenhos na Copa América de 2001, justamente nesta fase. Creio eu que hoje Neymar e companhia darão o quarto passo em busca do inédito ouro olímpico. Sei que existe um retrospecto desfavorável, que nos mostra um desempenho pífio da seleção que, nos últimos 12 anos foi eliminada em várias competições nas quartas de final. O passado não se apaga, mas também não volta. Portanto, é melhor pensar num futuro dourado.

Militares

O Brasil não vive mais na época do governo militar, entretanto, 51 dos 259 atletas selecionados para disputar as Olimpíadas de Londres são militares vinculados a Marinha ou ao Exército. Tal fenômeno é justificado através de programa das Forças Armadas cuja meta é incorporar aos seus quadros, atletas de alto rendimento. A pernambucana, Iane Marques, destaque do pentatlo moderno, integra o pelotão de oficiais. 

Dentro da previsão

A vitória do Japão sobre o Brasil %u2013 2x0 %u2013 no torneio de futebol feminino, não contrariou a lógica. O mesmo se poderia afirmar caso o placar fosse inverso. As japonesas fizeram valer a força coletiva, o poder do conjunto. As brasileiras apostaram no talento individual de algumas jogadoras que não chegaram a brilhar.

Resposta


A eliminação nas quartas de final selou a campanha nos Jogos de Londres como a pior na história das olimpíadas, contudo, foi uma resposta a altura do tratamento que é dispensado ao futebol feminino no País do futebol. Lamentável.

Estratégia

César Cielo deixou claro que a medalha de bronze foi o resultado de um erro de estratégia. Ele forçou muito na prova dos 100m livre, onde tinha pouca chance, e acabou se desgastando para a disputa onde o ouro era quase certo.

CURTAS 

OLIMPÍADAS I %u2013 Durante a festa d abertura dos Jogos de Londres nos chamou a atenção à desproporção do número de pessoas entre algumas delegações. No transcorrer das provas muitas questões são levantadas com relação ao desempenho e a presença de alguns atletas nas disputas.

OLIMPÍADAS II %u2013 Naturalmente todos os atletas alcançaram o índice olímpico, mas era notório que eles não iriam melhorar suas marcas. Resultado: decepcionaram com desempenho muito aquém do esperado.

OLIMPÍADAS III %u2013
E fica a questão: até onde a quantidade é importante? A campanha do Brasil em Londres nos deixa com muitas interrogações em relação aos Jogos do Rio de Janeiro. 

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