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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
SALGUEIRO CAMPEÃO!
O silencio da noite da quarta-feira (05/08/2020) foi quebrado pelo espocar de alguns fogos. Pensei: alguém estocou nitrato de amônio em casa. De imediato volto a concentrar minha atenção na televisão, que me mostra um estádio vazio e um grupo de jogadores pulando com uma taça na mão. Um tipo de comemoração comum, corriqueiro, que estamos acostumados a ver em todos os continentes do planeta terra.
O fato saiu do lugar comum por conta dos protagonistas. Aqueles que festejavam a conquista não eram jogadores do Sport, Náutico ou Santa Cruz, como estamos acostumados a ver há mais de cem anos. Aqueles atletas que mudaram o curso da história eram do time do Salgueiro. A façanha não foi testemunhada por torcedores nas arquibancadas do estádio do Arruda por imposição da pandemia que o mundo atravessa. Tal detalhe, tornou o acontecimento ainda mais surreal, diante da monótona tradição que se seguia no futebol pernambucano.
Certa vez, num agradável bate papo com o técnico Geninho, ele me falou que, "a bola bate na trave uma vez, duas vezes, mas na terceira vez ela entra". Sua premonição se consolidou na noite "fria", nas Repúblicas Independentes do Arruda". O Carcará havia sido vice-campeão em 2015 e 2017. Enfim, chegou a sua vez: a bola entrou.
SALGUEIRO CAMPEÃO!
Campeão Pernambucano, campeão na pandemia.
Surreal!
Fecho os olhos e lembro da frase antológica com a qual o saudoso, Ivan Lima, finalizava as jornadas que comandava: "O palco da luta está deserto".
O fato histórico não era respaldado pelo eco dos gritos dos torcedores. Faltou o referendo popular.
Solto a imaginação nas asas do Carcará. Vejo o sertanejo, Raimundo Carrero, um dos maiores escritores brasileiros da atualidade, chegando na sua cidade natal, Salgueiro, liderando uma carreata a bordo de uma carruagem de fogo tocando Bolero de Ravel com o seu saxofone mágico.
O gol foi legitimo!
Grita o tricolor, Mala Muniz, registrando que, durante o jogo houve um erro crasso da arbitragem na anulação de um gol do Santa Cruz. Recordo que, em 2017, no seu estádio, o Cornélio de Barros, o Salgueiro foi garfado na decisão do tÃtulo com o Sport. Um erro que, inclusive, foi referendado pelo VAR, ainda em fase de testes no futebol brasileiro.
A polêmica sobre a arbitragem serve para mostrar que a conquista do Salgueiro é real. Deixou de ser um sonho. Ser campeão estadual não é mais uma meta inatingÃvel para os clubes do Interior.
O feito não chega a ser um fato transformador. Os grandes clubes da Capital - Sport, Náutico e Santa Cruz - seguem sendo os maiorais. O fato histórico serve apenas de grito de alerta, para mostrar que as estruturas do Trio de Ferro foram corroÃdas pela incompetência de várias gestões.
E o Carcará fez mais estragos no futebol pernambucano que o coronavÃrus.
CLAUDEMIR GOMES
O Ceará foi fiel à máxima de "colocar o coração no bico da chuteira". Como recompensa conquistou, de forma invicta, o tÃtulo da edição 2020 da Copa do Nordeste. Conquista memorável por vários fatores, inclusive, pelas restrições impostas por uma pandemia aterrorizante que chegou a minar o que mais de precioso existe no esporte mais popular do PaÃs: a paixão.
O Vozão, como é carinhosamente chamado o alvinegro cearense, cresceu na fase decisiva da competição, desbancou os favoritos - Fortaleza e Bahia - porque jogou com "a faca nos dentes", sendo de uma fidelidade elogiável aos princÃpios básicos da escola nordestina, onde a garra, determinação e superação são regras que levam ao sucesso.
Com bom conhecimento do futebol nordestino, este, inclusive, foi o seu segundo tÃtulo da competição regional (o primeiro foi no comando do Bahia), o técnico Guto Ferreira definiu um esquema de jogo que não fosse de encontro aos princÃpios e caracterÃsticas do futebol da região.
A internacionalização do futebol promoveu um novo tipo de profissional: os técnicos que copiam. Um efeito é natural, e que era esperado. Antes, ele somente acontecia de quatro em quatro anos, obedecia aos ciclos dos Mundiais. Depois do surgimento da internet, com essa enxurrada de jogos internacionais que nos são ofertados todos os dias, os "professores" acharam por bem copiar tudo. Algumas coisas podem ser adequadas, -outras não.
Separar o joio do trigo! Eis o grande desafio que não está sendo alcançado pela maioria dos treinadores porque estão desprezando as caracterÃsticas das escolas. à impossÃvel colocar equipes nordestinas para jogar no nÃvel, no padrão, dos times que disputam a Premier League. Questão de qualidade técnica, de estrutura e saúde financeira dos clubes.
Por mais que tenha sido brilhante como goleiro, Rogério Ceni tem cometido um erro crasso como treinador ao tentar migrar do futsal para o futebol o "goleiro linha". Primeiro que, mesmo no futsal isto é uma alternativa suicida, de times que partem para o desespero. Não é regra. No Fortaleza, o goleiro tem mais posse de bola que qualquer outro jogador de linha. O treinador ainda não observou que habilidade é um dom, não se cria. São raros, na história do futebol mundial, registros de goleiros que fossem tão habilidosos, quanto ele foi, jogando com os pés. Basta lembrar que, mesmo na condição de guarda metas, marcou mais de cem gols durante toda a carreira.
Os clubes nordestinos, quando disputam o Brasileiro da Série A, lutam para fugir do rebaixamento, para descrever uma boa campanha de manutenção. Quando terminam a competição entre os dez primeiros colocados é um grande feito. Tal proeza acontece quando eles conseguem aliar um pouco de técnica à essência do futebol da região que é a raça, a determinação.
Não sei quem apelidou a Copa do Nordeste de "Lampions League". Em princÃpio achei um deboche, mas depois, superando qualquer vestÃgio de "complexo de vira lata", acho que se emprega bem ao DNA do nosso futebol.
Guto Ferreira fez o seu grupo se portar como bons "cangaceiros". O Vozão jogou com a faca nos dentes, não teve medo de cara feia, cantou de galo no terreiro baiano e dançou o xaxado emudecendo a terra do axé.
CLAUDEMIR GOMES
Santa Cruz e Salgueiro descreveram as melhores campanhas na fase classificatória do Pernambucano 2020. Isto é fato. E serve para tornar inquestionável, a presença de ambos como finalistas desta edição da disputa doméstica marcada por imposições da covid-19. Um campeonato atÃpico, como muitos outros disputados pelo mundo afora.
Uma final melancólica, de poucos atrativos, cuja expectativa do torcedor estava concentrada na possibilidade de um clube do Interior, pela primeira vez na história, vir a se sagrar campeão estadual, fato que se tornou mais difÃcil após o empate - 1x1 - no primeiro jogo da final, disputado neste domingo, no estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro, onde o Carcará não soube tirar vantagem do mando de campo. O outro confronto será quarta-feira, no Arruda, onde o Santa Cruz canta de galo.
Aliás, o mando de campo, por conta de uma série de lambanças protagonizadas pela FPF, foi o assunto dominante desta final água com açúcar. Durante a semana, se revelando um autêntico déspota, o presidente da Federação, Evandro Carvalho, deu declarações dignas dos maiores tiranos. Um pecado capital de todos aqueles que desconhecem direitos e deveres. Subestimou a força popular e polÃtica do filiado Santa Cruz, detalhe bem avaliado pelo Governo do Estado que determinou o jogo final para o Estádio José do Rego Maciel - Arruda - evitando que fosse cometido um erro e uma injustiça com o Clube das Multidões. Um episódio que transformou o tirano em bobo da corte.
Logo no inÃcio da partida, o goleiro do Santa Cruz, Maycon Cleiton, herói tricolor na semifinal disputada com o Náutico, ao defender dois pênaltis, "engole" um frango imperdoável, levando a torcida coral a pensar que tudo estava conspirando contra o time do Arruda. Ledo engano, pois minutos depois, o zagueiro Danny Morais, decreta a igualdade no placar: 1x1. Resultado que prevaleceu até o final por conta da limitação ofensiva dos dois times.
No futebol não existe verdade absoluta, principalmente em disputas parelhas, mas a história vivenciada pelos dois clubes em 2015, parece se repetir em plena pandemia do coronavÃrus. Na decisão do tÃtulo estadual envolvendo os dois times, há cinco anos, o Santa Cruz fez valer a força do mando de campo: empatou a primeira partida no Sertão, e venceu o jogo final que aconteceu no Arruda. A coisa parece tão sazonal, e certeira, como as ventanias de agosto.
Para os que torcem por um fato novo no futebol pernambucano, o jogo deste domingo, que terminou com o placar de 1x1 no estádio Cornélio de Barros, deixou ressaltado que o time do Salgueiro precisa melhorar sua musculatura para disputar uma final em condições de igualdade com uma das forças da Capital: Santa Cruz, Sport ou Náutico. E a lição que o time sertanejo tem que aprender é básica e imprescindÃvel numa decisão: tirar vantagem do mando de campo. Fato que não aconteceu mais uma vez.
Caso o Santa Cruz referende a conquista do seu sétimo tÃtulo no Século XXI, na próxima quarta-feira, no dia seguinte tem que levar uma faixa de presente para o governador Paulo Câmara. Afinal, foi ele quem assegurou o direito do mando de campo do time do Arruda, uma vantagem substancial para quem se preparou para ser campeão.
CLAUDEMIR GOMES
Sensacional, a manchete de primeira página, do Jornal do Commercio, nesta quinta-feira - MÃO SANTA - ressaltando as defesas do goleiro, Maycon Cleiton, do Santa Cruz, na disputa de pênaltis que assegurou o time tricolor nas finais do Pernambucano 2020. Um feito que transcende a disputa acontecida dentro das quatro linhas criando possibilidades que servirão para alimentar a rivalidade doméstica do nosso futebol.
Com a nacionalização e internacionalização do futebol, os tÃtulos estaduais passaram a ser irrelevantes para o ranqueamento dos clubes, entretanto, quando o assunto é a satisfação pessoal do torcedor, eles seguem em alta. E isto é fácil de ser detectado nas redes sociais. Hoje, por exemplo, o dia amanheceu com um festival de memes e gozações produzido pelos torcedores do Santa Cruz. Afinal, o Time do Povo está na iminência de conquistar o tÃtulo pernambucano sem amargar nenhuma derrota, ou seja, INVICTO, carimbo que servirá para valorizar, ainda mais, a almejada faixa.
A história nos mostra que, nossos grandes clubes - Sport, Náutico e Santa Cruz - nunca conseguiram se consolidar como uma grande força do futebol brasileiro. à verdade que vivenciaram momentos onde se posicionaram, lado a lado, dos gigantes nacionais, mas não conseguiram dar sequência ao crescimento. Portanto, como diz o mestre dos traços, Humberto Araújo, o Estadual "é o nosso tamanho".
Com tal certeza, a ordem é viver, de forma intensa, os bons momentos que a vida nos reserva. E nada mais prazeroso para o torcedor do que ver o seu time do coração levantar um tÃtulo.
Na história recente do nosso futebol - Século XXI - o Sport detém a hegemonia do futebol estadual com 9 tÃtulos. Caso o Santa Cruz se sagre campeão da temporada 2020 chegará ao seu sétimo tÃtulo neste século, se aproximando dos leoninos. Tais registros alimentam a rivalidade que é de fundamental importância para o viés da paixão.
Náutico, Sport e Santa Cruz nasceram, e cresceram, numa época em que os estaduais eram tÃtulos gigantes. E foi através dessa disputa tribal que surgiu a rivalidade que alimentou a ganância por conquistas que provocavam grandes comemorações e eram eternizadas em músicas, versos e prosas.
à certo que, na nova ordem, onde o futebol é analisado como um grande negócio, o tÃtulo estadual é considerado irrelevante. Mas no universos das nossas aldeias ainda provocam grandes alegrias.
A semifinal envolvendo Náutico e Santa Cruz foi disputada num estádio sem torcida; o futebol foi de um nÃvel técnico baixÃssimo; o placar do jogo foi um zero a zero entediante; deixou escancarada as limitações dos nossos representantes para encarar o desafio de um Brasileiro, mas teve como fechamento uma disputa de pênaltis super emocionante.
E o vencedor foi o time do goleiro "Mão Santa".
Em tempo de pandemia as redes sociais se transformaram em redutos para a farra dos tricolores. Afinal, o Santinha driblou o Covid-19; deu um chapéu nos adversários e segue invicto na busca do sétimo tÃtulo no Século XXI.
E o povão gostando!!!
CLAUDEMIR GOMES
Em condições normais, onde o mando de campo representa uma vantagem substancial na busca pela vitória, torcedores e analistas do futebol pernambucano afirmariam que, o campeão estadual de 2020 será conhecido no clássico entre Santa Cruz x Náutico, que marca uma das semifinais da competição doméstica. Entretanto, dentro do novo normal, imposto pela pandemia do coronavÃrus, a distância entre os clubes da Capital e do Interior diminuiu, fato que deixa a disputa do tÃtulo em aberto, e apimenta, ainda mais, o outro confronto da semifinal: Salgueiro x Afogados.
Evidente que, a travessia pandêmica não alterou as estruturas dos clubes, razão pela qual os créditos seguem para o representante da Capital que estiver na final, entretanto, Salgueiro ou Afogados, o que chegar à final como representante do Interior, se sentirá mais próximo do grande sonho: o tÃtulo de campeão estadual. Uma façanha inédita, se vir a ocorrer, em mais de cem anos de história.
A paralisação de quatro meses, jogos sem torcida e num único estádio, e a carência de um melhor condicionamento fÃsico e técnico são fatores que colocam os clubes do Interior, e os clubes da Capital, em patamares próximos, tornando as distâncias mais fáceis de serem vencidas através do esforço e da superação. As semifinais, além de representarem passos decisivos na busca pelo tÃtulo, servirão de plataformas de estudos sobre o adversário final, visto que, na decisão, o plano de jogo será imperativo.
Nas dezenove temporadas do Século XXI, o Sport conquistou 9 tÃtulos estaduais (2003, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010,2014, 2017, 2019), e foi vice 4 vezes. Detalhe: todas as vezes que o clube leonino terminou o campeonato na segunda posição foi em decisões diretas com o Santa Cruz (2011, 2012, 2013 e 2016).
Neste século, o Tricolor do Arruda esteve em onze decisões, conquistando 6 tÃtulos pernambucanos (2005, 2011, 2012, 2013, 2015 e 2016). Foi vice em 2001, 2002, 2003, 2004 e 2006.
O Náutico foi o primeiro campeão do novo milênio, tendo levantado a taça quatro vezes (2001, 2002, 2004 e 2018). Os alvirrubros foram vice-campeões em 2005, 2008, 2009, 2010, 2014 e 2019. Neste século o clube dos Aflitos nunca conquistou um tÃtulo estadual numa decisão direta com o Sport.
As maiores façanhas registradas por clubes do Interior tiveram como protagonistas Central e Salgueiro, ambos foram vice-campeões em duas temporadas. O Central decidiu o tÃtulo em 2007 com o Sport e em 2018 com o Náutico, ficando como vice nas duas disputas. O Salgueiro chegou à decisão em 2015 e 2017, com Santa Cruz e Sport, respectivamente. Em 2017 o time sertanejo foi prejudicado no jogo final com o Sport com uma interpretação erra do VAR, sistema eletrônico usado, a época, pela primeira vez no futebol pernambucano.
Os números expostos credenciam os clubes da Capital na disputa pelo tÃtulo do Pernambucano 2020, entretanto, o novo normal entrou em campo, e com ele pode surgir um fato novo na história.