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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O Sport contabilizou mais uma derrota (3x1) na edição 2025 do Campeonato Brasileiro. Desta feita o Leão se curvou ao Atlético Mineiro, num jogo válido pela décima-quarta rodada. Como se tratou de uma partida em atraso, e o time leonino só contabilizou sua primeira vitória na décima-nona rodada, este tropeço não alterou o script.
O rótulo de lanterna que o Sport carrega desde sempre, funciona como uma chancela para que os adversários se sintam confiantes de que somarão os pontos em disputa. Foi justamente isso que ocorreu com o Atlético Mineiro, que atravessava um momento de instabilidade na competição, e encarou o confronto com o último time colocado na tabela de classificação como a oportunidade de virar a chave.
Não faltou vontade aos comandados de Daniel Paulista, entretanto, mais uma vez ficou claro que o conjunto não tem qualidade para sobreviver na Série A. Empenho e entrega não basta, visto que, em algum momento, a falta de qualidade leva a equipe a cometer erros que são explorados pelos oponentes.
Quando vi o Sport entrar em campo com o padrão amarelo, falei cá com meus botões: isso é um tremendo agouro. Creio que tal superstição se deve ao fato de ter testemunhado muitos protestos da saudosa, Dulce Mousinho, uma das maiores amantes do Sport. Ela tinha horror ao padrão amarelo. Desde aquela época, já se passaram três décadas, que olho para a camisa amarela de forma atravessada, embora siga hipnotizado com a beleza do girassol.
Nos dias de hoje o que o Sport menos veste é o manto rubro-negro. O Leão tem roupa azul, rosa, preta, amarela, branca, laranja... Apesar desse universo colorido, que vai das chuteiras as transas dos jogadores, o time não deixa a lanterna que aponta para um futuro preto e branco.
Deixemos as tergiversadas e voltemos ao jogo: o Sport fez uma apresentação no limite do que pode produzir. O questionamento de Lucas Lima no banco pode ser explicado pelo seu esgotamento fÃsico, isso porque nenhum outro armador tem um potencial técnico igual ao seu. Mas a Série A exige dos jogadores uma dinâmica muito grande, coisa que o craque leonino não tem mais a oferecer. O tempo impõe limites a todo ser humano.
Sempre que o Sport vai jogar em Belo Horizonte recordo a inesquecÃvel tarde do mês de novembro do ano 2000. O Leão, a época comandado por Emerson Leão, que acumulava os cargos de técnico do Sport e da Seleção Brasileira, fazia uma campanha brilhante na Copa João Havelange. Por outro lado, o Atlético Mineiro não aspirava mais nada na competição. Leonardo foi a campo abençoado pelos deuses do futebol e protagonizou um momento histórico ao marcar cinco gols na goleada de 6x0 que o Leão aplicou no Galo. O outro gol foi de Tailson.
De lá pra cá o Campeonato Brasileiro mudou a forma de disputa, passou a ser disputado pelo sistema de pontos corridos, e o Sport nunca mais conseguiu vencer o Galo das Alterosas em Minas Gerais.
Quando um time é rotulado como LANTERNA, não há como ter bons sentimentos. à assim que o Sport avança na sua marcha regresso.
CLAUDEMIR GOMES
O futebol brasileiro sempre foi um território explorado por sabidos. As traquinagens acontecem em todo lugar, e o tempo todo. Dentro da nova ordem existem duas vertentes que andam a galope: as Bets e as SAFs.
Quem quer ser milionário?
A pergunta que ecoa como mote de programa de televisão, mexe como universo do futebol, onde a conjugação de dois verbos leva multidões a loucura: vencer e somar. O Brasil é o paÃs da jogatina. Isto é fato. Ninguém discute. E tudo começa pelo Governo Federal que administra um grande número jogos com a chancela da CAIXA. Antigamente se sonhava com as botijas, hoje, com as Loterias da CAIXA. Afinal, todo brasileiro quer ser milionário. E ninguém resiste ao apelo para fazer uma fezinha.
Da poltrona de sua casa você recebe o convite dos seus Ãdolos para mergulhar no dourado mundo das bets. Trata-se de um universo onde todos ganham, ninguém perde. Não sei como acontece tal mágica. Perguntei aos ilusionistas, Henry & Klauss, quando passaram pelo Recife, mas nem eles, que são mestres na arte de levitar, souberam juntar as pontas.
Para os clubes que estão na pindaÃba, onde a recuperação financeira não resolve, o caminho da salvação é a SAF. O futebol está cheio de exemplos exitosos de Sociedade Anônima do Futebol, mas existe um outro tanto que não deu certo. Tudo vai depender do acerto de grandes e pequenos detalhes.
Há um ano que o torcedor do Santa Cruz acalenta o sonho de ver seu clube do coração se transformar numa agremiação bilionária. Chega de migalhas! E o tapete vermelho foi estendido aos investidores.
Ciente de todas as dificuldades que foram postas no tabuleiro, o presidente Bruno Rodrigues revelou a habilidade dos grandes mestres. Aparou muitas arestas, mas chegou o momento de equacionar o resto dos problemas. O Conselho Fiscal e a Comissão Patrimonial, que não têm poder de veto, apresentaram seus relatórios com algumas ressalvas.
Os relatórios serão apresentados aos conselheiros, em primeiro momento, para discutir os pontos divergentes; e numa segunda reunião para aprovação da criação da SAF. Existe um grupo que é a favor do contra, vem trabalhando para obstacular a assinatura do contrato. Entretanto, todos têm o mesmo pensamento: a SAF é a saÃda do caos.
Evidentemente que, toda sociedade é cercada de riscos. Principalmente depois que foi criado um tal de "item de confidencialidade".
Recordo que, em 1993, quando o Santa Cruz tinha como gestor o presidente, Alexandre Moreira - Mirinda - surgiu no mercado do futebol brasileiro, surfando nas ondas da Seleção Brasileira, um empresário - Glauco Timoteo - com planos mirabolantes para os clubes de massa. Tomou como protótipo o Paysandu, de Belém do Pará e apresentou um projeto deslumbrante para o Santa Cruz. O clube passaria a ser dotado de três sedes: a do Arruda, uma sede campestre e uma outra na praia. A proposta era mais encantadora do que as Mil e Uma Noites. A época, João Caixero de Vasconcelos deu seu grito de alerta e trabalhou no sentido de desconstruir o sonho que podia ter sido um pesadelo.
O primeiro encontro do presidente Bruno Rodrigues e dos administradores da SAF acontece neste terça-feira, oportunidade para se por os pontos nos Is. O Conselho Deliberativo tem poder de veto, o mesmo acontecendo com a Assembleia dos Sócios, órgão máximo que baterá o martelo
Aposto na aprovação, pois tudo está bem mastigado para que ninguém se engasgue com os pequenos caroços.
Que venha o Santa Cruz bilionário!
CLAUDEMIR GOMES
Os dois quadrangulares da Série C, que irão definir os clubes que terão acesso à Série B na próxima temporada, estão ratificando o equilÃbrio de forças entre os participantes dos grupos B e C. Após quatro rodadas apenas um clube - Ponte Preta - entre os oitos participantes das disputas, assegurou sua passagem para a Segunda Divisão do Brasileiro em 2026.
O empate do Náutico - 1x1 - com a Ponte Preta (Grupo C), no último final de semana, recolocou o time pernambucano na disputada e transformou a rodada deste sábado num obstáculo de vida ou morte. Vencer, vencer e vencer é a palavra de ordem para o Brusque, que vai medir forças com a Ponte, e para Guarani e Náutico que devem protagonizar uma queda de braço histórica no Brinco de Ouro, em Campinas.
"Chegou a hora de ver quem tem garrafa pra vender", como diz o espetacular Bartolomeu Fernando, narrador da Rádio Cultura de Caruaru. Tem que diga que, "é nessa hora que se separa os homens dos meninos". Bom! De uma coisa temos certeza: o maior desafio dos treinadores é fazer com que a ansiedade não derrote seus exércitos antes das batalhas. Afinal, em partidas como essas, pode acontecer de tudo, inclusive nada. O esforço para não dar um branco na tropa é sobrenatural.
São 22 jogadores em campo, afora os que são acionados durante o jogo. E como cada cabeça é um mundo, podemos afirmar que o árbitro do encontro vai ter que lidar com vinte e dois mundos diferentes. Em meio século labutando na crônica esportiva, testemunhei inúmeras decisões. Em alguns episódios parecia até que éramos um integrante efetivo do grupo, dada nossa convivência diária com o clube que estávamos cobrindo. Tal ligação nos levou a ver jogadores amofinando, dando cagaço; outros nem estavam aà para o caráter decisivo da partida, enquanto tinham aqueles que se agigantavam. Enfim, cada qual com o seu qual.
Em decisões todos os árbitros carregam consigo uma interrogação maior que eles. Coisas do futebol. Nos dias de hoje, mesmo não entrando em campo, existe um elemento oculto que pode definir o destino dos clubes: o VAR. Trata-se de um instrumento tecnológico, mas que é manuseado pelo homem. E ninguém está livre dos efeitos psicológicos que sondam uma decisão. A turma do VAR também pode tremer.
Os fatores emocionais, em uma decisão, são mais determinantes do que os técnicos e fÃsicos, uma vez que, as equipes que chegam aos estágios finais estão bem condicionadas fÃsica e tecnicamente.
Gosto muito do trabalho motivacional desenvolvido pelo técnico Hélio dos Anjos, mas existem pontos nevrálgicos que fogem ao seu domÃnio. Espero que os gestores alvirrubros de plantão estejam em boa conexão com o grupo (jogadores e comissão técnica), e tenham assimilado as imperiosas necessidades do momento. Nesta empreitada final rumo a Série B, do contra já bastam Brusque, Guarani e Ponte.
No Grupo B, onde estão - Floresta, Londrina, São Bernardo e Caxias - o equilÃbrio é maior, mas Londrina e Floresta estão na vantagem.
Algumas definições podem acontecer através da combinação dos resultados, fato que aumenta a tensão da disputa. Embora esteja na terceira posição na tabela de classificação do seu grupo, o Náutico depende apenas dos seus resultados.
Força Timbu!
CLAUDEMIR GOMES
O mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, há mais de dez anos dá gritos de alerta sobre a necessidade de mudanças no calendário do futebol brasileiro. A criação desenfreada de competições provocou um inchaço, e o "monstro", que assombra a todos, se tornou desumano, um desafio para a medicina, e o pior, não cabe mais no calendário gregoriano, onde um ano é composto por 365 dias.
Ontem, a CBF anunciou mudanças que serão implantadas no calendário nacional a partir da próxima temporada. Subtraiu datas dos falidos campeonatos estaduais, transformando-os em meros torneios; diminuiu os espaços das competições regionais e aumentou o número de participantes na Copa do Brasil, cuja forma de disputa foi alterada.
Tudo chega definido e não adianta reclamações, choros nem lágrimas. Cumpra-se! Para entender o processo de mudança é necessário se conscientizar de que, o futebol internacionalizou-se e segue uma escala de importância: Na primeira prateleira estão as competições da FIFA; na segunda as disputas continentais; na terceira as nacionais; na quarta as regionais, e assim sucessivamente.
A mudança de cenário pode parecer abrupta, mas segue a velocidade da nova ordem imposta pela internet, que derrubou barreiras e tornou o mundo plano com as novas tecnologias. As mudanças de hábitos e conceitos também impactaram no esporte mais popular do planeta, o que era bastante previsÃvel de acontecer.
Os que querem seguir presos ao passado irão dizer que, na década de 80, no Século XX, o Campeonato Pernambucano era disputado em três turnos com jogos de ida e volta cada um. O mundo gira com as mudanças, e o futebol segue essa lei imutável na história.
Apesar das transformações, tudo se adapta. Evidente que algumas coisas não cabem em novos cenários, onde os valores são outros. O Q da questão é dispensar atenção para a base. Trabalhar com as raÃzes é o mesmo que executar obras de saneamento, ninguém ver, por isso não recebe atenção, nem o valor devido.
Há muito o futebol pernambucano precisa de pensadores. Vez por outra a FPF faz um jogo de cena, convida profissionais da imprensa para opinar sobre a forma de disputa do Estadual. No final dos encontros apresenta um prato feito e diz que tudo é imposto pela CBF.
Um Estadual tem que envolver equipes de todo o Estado. Tem que ter princÃpio, meio e fim. Regionaliza, faz a seleção e a reta final ocupa as dez datas definidas pela CBF. Assim se tem um lençol que cobre o corpo da cabeça aos pés.
à preciso resgatar a rivalidade existente entre as cidades, não através dessa competição mequetrefe entre seleções, como acontece no momento, que serve apenas para fidelizar Ligas a um processo imoral de uma polÃtica que eterniza presidentes em federações e outras entidades.
Encontrar jardineiros que cuides das raÃzes não é fácil, mas todos querem tirar fotos com as flores.
Bom! As mudanças foram apresentadas. Quem parou para fazer uma análise deve ter se frustrado, mas elas tentam adaptar o futebol brasileiro a uma realidade internacional. Daqui pra frente a pisada é essa!
CLAUDEMIR GOMES
O Sport volta a jogar nesta quarta-feira, quando recebe o Fluminense, na Ilha do Retiro, em jogo válido pela vigésima-sexta rodada do Brasileiro da Série A. Confesso que estou curioso para saber quantos torcedores irão ao estádio. à que a torcida leonina tem dado uma prova inconteste de sua fidelidade. O rebaixamento para a Série B se tornou óbvio, mas a torcida segue impávida e gritando: "Não vamos desistir de você!".
Coisa da paixão!
A campanha do Sport nesta edição do Brasileiro da Série A é uma espécie de marcha regresso. O primeiro passo da caminhada até que surpreendeu: empate sem gols com o São Paulo, no Morumbi. Resultado positivo, uma vez que o Leão jogou como visitante, mas a realidade dos fatos estava por vir. A sequência de resultados negativos nos revelou que o único representante do futebol pernambucano na elite do futebol brasileiro, não estava descrevendo uma campanha, e sim, realizando a marcha do adeus.
Derrotas intercaladas por empates emparedaram o Sport na lanterna da competição ainda no primeiro turno. Afinal, a primeira vitória do rubro-negro pernambucano somente aconteceu na décima-nona rodada. Nunca na história do Brasileiro um clube havia apresentado tamanha regularidade. A marcha do adeus é o próprio samba de uma nota só.
Já ressaltei em outras oportunidades que, no futebol não existe milagre supremo. Surpresas acontecem, como a vitória sobre o Corinthians na vigésima-quarta rodada. à acreditando em outro resultado pouco provável que os torcedores rubro-negros devem marcar presença na Ilha do Retiro para dar aquela força: "Tamo Junto!". Pois como diz meu amigo, Adherval Barros, "é assim que a banda toca".
Segunda-feira fui dar um abraço no amigo, Romerito Jatobá, e quando cheguei na sua empresa um senhor que estava sentado na sala de espera me perguntou: "Você acredita que o Sport escapa do rebaixamento?". O meu NÃO foi tão enfático que o assustou. Evidente que não era essa a resposta que ele gostaria de ter escutado. Depois que o fiz ver o tamanho do passivo do time leonino, creio que ele se convenceu de que a Série B já está dando boas-vindas ao Leão com a marcha regresso.
O sobe e desce dos clubes na primeira prateleira do futebol brasileiro é definido por vários fatores. Este ano, a incompetência dos gestores do Sport, na montagem e reformulação do grupo foi determinante. Quando todos apostavam que o Leão daria um salto para reconquistar espaço internacionalmente, pois estava respaldado financeiramente, os erros nos investimentos, na maioria dos reforços, deixaram claro que repassaram gato por lebre aos dirigentes leoninos.
O futebol tem disso! No jogo jogado fora do campo, quando se pensa que é sabido, é sinal de que está engrossando o cordão dos bestas. Mas é bom saber que, no Recife, inocentes só os do Rosarinho. Mesmo assim, em tempo de carnaval.
Pelo Sport, tudo!