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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O saudoso comentarista, José Bezerra - O PrÃncipe de São Caetano - ressaltava, com certa frequência, que: "2x0 é Placar de Otário". Apesar de respeitar, nunca defendi sua tese. Sigo o pensamento do mestre, Givanildo Oliveira que, do alto da experiência adquirida como atleta e técnico, nos assegura: "em decisão toda vantagem é válida".
As vantagens do Sport neste confronto final com o Náutico, hoje a tarde, na Arena Pernambuco, quando se conhecerá o campeão pernambucano de 2024, são inquestionáveis. Os rubro-negros venceram o primeiro jogo com uma diferença de dois gols; entrarão em campo respaldados por um coro unÃssono de mais de 45 mil torcedores gritando o cazá, cazá, enfim, tudo parece conspirar para a conquista do seus décimo-primeiro tÃtulo estadual no Século XXI.
Para inflar, ainda mais o ego dos leoninos, observamos que, nas 23 edições do Pernambucano disputadas neste século, Sport e Náutico mediram forças em seis finais, com o time da Ilha do Retiro somando cinco tÃtulos contra um dos alvirrubros dos Aflitos.
O torcedor do Sport já desfila com faixa de campeão no peito. Nem dar ouvidos para o alerta sobre "Placar de Otário". Falar do "imponderável" tão difundido pelo grande, Nelson Rodrigues, soa com coisa do além. A turma do cazá, cazá quer mesmo é gréia. O futebol seria muito chato se não houvesse essa arriação saudável entre as torcidas.
Não existe prato mais insosso a ser oferecido do que uma final de campeonato entre times que não são rivais. Nas 23 edições do Estadual disputadas no Século XXI, tivemos as presenças do Central em duas finais; do Salgueiro em três, com o time do Sertão levantando o tÃtulo em 2020, e do Retrô nos dois últimos anos.
Como diria o personagem, Odorico Paraguaçu, vivido pelo genial Paulo Gracindo, "não levo em conta o patrasmente", ou seja, me detenho apenas aos números dos campeonatos disputados no atual século, onde temos o Sport com a soma de dez tÃtulos; Santa Cruz com seis; Náutico com seis e o Salgueiro com uma conquista.
O diferencial no novo tempo tem sido a violência. Quando era possÃvel misturar cores e camisas, as disputas envolvendo Sport, Náutico e Santa Cruz eram mais atrativas, prazerosas, civilizadas. De repente, a violência invade a diversão mais popular do PaÃs. à como se estivéssemos num parque de diversão onde só existe casas dos horrores. A turma foi se especializando nisso, e a julgar pelo que foi feito na sede do Náutico, por torcedores do Sport, já existe especialistas em terrorismo.
Enquanto isso, os órgãos que respondem pela segurança usam fraldas.
A torcida do Náutico está tratando o novo técnico, Mazola Júnior, como o messias alvirrubro. O profissional passou 14 meses hibernando, foi acordado para vir treinar o Náutico, e estreia numa decisão contra o Sport, clube que já treinou.
Para conseguir o que parece impossÃvel, e ser carregado nos braços como rei, Mazola terá que rezar na cartilha de Bezerra: "2x0 é Placar de Otário".
Vamos ao jogo!
CLAUDEMIR GOMES
Bola pra frente!
A expressão, bastante usual no futebol, serve para traduzir muitas coisas, explicar situações, ou mesmo, dizer nada com nada. Na verdade, ela serve mesmo é para por um ponto final numa prosa, num assunto qualquer. Pois bem! Ontem, quando ficou definido o confronto - Sport x Náutico - que marcará a decisão do tÃtulo do Pernambucano 24, os alvirrubros entusiasmados gritaram: "Nos anos que terminam em 4, o Náutico é sempre campeão".
- Há controvérsia! Contestaram os rubro-negros. Entretanto, contra fatos não existe argumentos. Em cem anos de disputas, com exatas dez edições do Estadual realizadas em anos terminados com o numeral quatro, o Náutico contabilizou seis conquistas, contra três do Sport e uma do América.
Vejamos o retrospecto:
A primeira edição do Campeonato Pernambucano de Futebol foi disputada em 1915. Dez anos depois acontecia a primeira disputa de tÃtulo num ano terminado em 4, ou seja, em 1924. O campeão foi o Sport, tendo como vice, o América.
Um fato novo viria mudar o rumo da história do Pernambucano em 1934: o Clube Náutico Capibaribe conquistava o seu primeiro tÃtulo estadual. Mais que um tÃtulo, o feito era o marco do surgimento de uma nova força do nosso futebol, que seria consolidada pelo bom momento vivenciado na década de 50. Mas antes, em 1944, o América pôs água no chope dos alvirrubros e conquistou o seu sexto tÃtulo estadual. O último da história do alviverde da Estrada do Arraial.
Na década de 50, o Clube dos Aflitos conquistou quatro tÃtulos, inclusive o de 1954. A saga do crescimento dos alvirrubros continuou nos anos 60, década do emblemático hexa. No pacote das conquistas, o icônico 1964. E a história se repetiu em 1974 e 1984.
O Sport, que já era o maior colecionador de tÃtulos estaduais, foi o campeão de 1994, elevando sua marca para vinte e oito taças do Pernambucano.
A chegada do Século XXI marca o inÃcio de um novo tempo. Novos conceitos, novas filosofias, novos hábitos, abertura de mercados, quebra de barreiras, e o mundo do futebol ficou linear. O esporte mais popular da terra se transformou num dos maiores, e mais lucrativos negócios do planeta. Na mudança de valores, o que há cem anos, para os clubes pernambucanos era a joia da princesa, passou a ser a competição de menor visibilidade, sendo alimentada apenas pela rivalidade histórica existente entre as tribos: Náutico, Sport e Santa Cruz.
No novo século, tivemos duas decisões em anos terminados em 4: O Náutico foi campeão em 2004, numa decisão com o Santa Cruz. O Sport levantou a taça em 2014, tÃtulo que foi decidido com o rival alvirrubro. O Leão da Ilha do Retiro segue reinando com a chegada do novo tempo. Até o momento, foram disputadas 23 edições do Campeonato Pernambucano no Século XXI, com o registro de 10 conquistas do Sport; 6 do Náutico; 6 do Santa Cruz e uma do Salgueiro.
O Sport corre atrás do seu 44º tÃtulo e o Náutico busca a sua 24ª conquista estadual.
Bola pra frente!
EM TEMPO: Na decisão do Pernambucano 24, o Náutico terá o desfalque do grande zagueiro Dimas, que nos deixou neste domingo. Também não teremos a narração espetacular de Vicente Lemos, que partiu para a eternidade nesta segunda-feira. Lembrando que, o campeão não terá a graça do humor satÃrico de espetacular Bione. Na vida a gente ganha, e perde. Lei imutável.
CLAUDEMIR GOMES
A prudência nos sugere evitar comparações entre o ontem, e o hoje. Forma simples de impedir que o saudosismo dificulte nossa adequação as mudanças impostas pela nova ordem. Entretanto, algumas coisas nos parecem atemporais, e nunca irão perder a relevância, independente do contexto momentâneo.
O Clássico das Multidões - Santa Cruz x Sport - que reúne as duas maiores torcidas pernambucanas, é um atestado de que, o futebol vai muito além daquilo que acontece durante os 90 minutos do jogo jogado dentro de campo. E não adianta consultar antropólogos, sociólogos, psiquiatras, porque todos se perderão em elucubrações.
Após décadas observando, e testemunhando, o comportamento e ações de tricolores e rubro-negros, cheguei a conclusão de que, o amor declarado a um clube não se mede, tampouco existe para ser compreendido. As loucuras do amor podem até não ter o futebol como berço, mas fez dele sua morada. A ordem é não tentar descobrir os mistérios, e viver, com intensidade, as fantasias.
Soou como agressão a decisão tomada para que, os dois jogos das semifinais do Pernambucano 24, envolvendo Santa Cruz e Sport, sejam restritos a torcida do clube mandante. Enfim, numa canetada deletaram o Clássico das Multidões.
A medida, considerada lucida e coerente, não é outra coisa senão a rendição do bem, ante o triunfo do mal. As ações terroristas das organizadas, que há anos levam pânico as ruas do Recife em dias de jogos; foram respaldadas por alguns gestores de clubes e colocaram a PolÃcia Militar em cheque.
Recentemente assisti, pela televisão, uma edição do mais famoso clássico carioca: o Fla x Flu. O Maracanã estava dividido em três setores: um para a torcida tricolor do Fluminense; outro para os rubro-negros do Flamengo e uma zona mista onde se observava uma harmoniosa convivência entre os torcedores dos dois clubes.
Pergunto: Que fórmula é esta que os cariocas têm, e que nós não temos?
A magia do Clássico das Multidões é indescritÃvel. A torcida chama, para si, a responsabilidade do confronto, na certeza de que, a energia que emana das arquibancadas funciona como ponto de desequilÃbrio.
O ex-governador, João Lyra Neto, tricolor confesso, certa vez me revelou que o que mais lhe encantava nos clássicos era o "espetáculo das bandeiras". Recordo que, as rádios que transmitiam os jogos, na busca pela maior audiência, promoviam até concurso para escolher a bandeira mais bonita naquela edição do Clássico das Multidões, onde o torcedor era tratado como protagonista do espetáculo.
As multidões foram isoladas! Sinais dos tempos.
Nas Bets da vida, a maioria das apostas cravam vitória dos mandantes.
A violência está levando o futebol a ficar óbvio.
Claudemir Gomes
A covarde agressão de alguns membros da Torcida Jovem do Sport, que apedrejaram, e jogaram bombas de fabricação caseira, no ônibus que transportava a delegação do Fortaleza, ferindo vários jogadores, ainda repercute. Aguardei a sequência dos fatos para poder externar minha opinião sobre o lamentável crime.
A pergunta que não quer calar: os culpados têm CPF ou CNPJ?
O futebol pernambucano é refém da violência das torcidas há décadas. Neste perÃodo vimos todos os poderes enfraquecerem. Literalmente baixaram a crista e estenderam o tapete vermelho para essas facções criminosas que cresceram mais do que a inflação brasileira na década de 80.
O Coronel Chico Heráclito já dizia lá, em Limoeiro: "Infeliz do poder que não pode".
Em Pernambuco ninguém pode com as organizadas. E assim, com o apoio dos dirigentes dos clubes, dos polÃticos e a omissão dos organismos que poderiam coibir a violência, elas seguem plantando o terror. Agora, com novidade no cardápio: agressão a delegação de clubes visitantes. Até então isto não havia acontecido no repertório dos horrores, onde já se tinha registros de óbitos; torcedores que ficaram paraplégicos... Cenário de pós guerra.
Quantos presos, julgados e sentenciados?
Esquece este detalhe! Isto é irrelevante. Bola pra frente! No futebol é assim.
Dizem que, quando não se pode com o inimigo, o ideal é se aliar a ele. Acredito que este seja o primeiro capÃtulo do Código Internacional do Crime. Mas os clubes pernambucanos seguem à risca. Virou regra. Presidentes levam representantes das organizadas para conversarem com jogadores; reservam lugar para eles nas apresentações de reforços; são convidados especiais nas posses das diretorias, enfim, caminham de mãos dadas com os lÃderes das facções criminosas.
Quando elas plantam o terror, os mesmos dirigentes aparecem na mÃdia exibindo uma indignação hipócrita.
Pernambuco sempre foi tido como um Estado de vanguarda. No combate a violência no futebol não deixou por menos: criou o Juizado do Torcedor. O órgão passou a ser referência no Brasil inteiro. Depois, os deputados diminuÃram a autonomia de voo do referido juizado. E o negócio passou a correr solto para as organizadas. A PolÃcia Militar prendia os meliantes que logo em seguida eram liberados pela justiça.
Nos dois últimos dias não consegui acompanhar nenhuma resenha esportiva. Elas foram transformadas em resenhas policiais. Rádio, televisão, jornais, redes sociais, canais na web, todas as vertentes da comunicação foram utilizadas para explicações pouco convincentes sobre a covarde ação criminosa da uniformizada do Sport.
Vamos fazer; vamos tomar providências; vamos reforçar... A mais nova é de que as escoltas serão reforçadas para se oferecer mais segurança as delegações dos clubes visitantes.
Há décadas que o futebol leva "bola nas costas" das organizadas.
Várias vezes testemunhei a PM escoltando, com um grande aparato, torcidas organizadas pelas ruas do Recife.
Não entendo de segurança, mas pra mim tem alguma coisa errada neste angu de caroço.
Eita! Acabo de descobrir a pólvora: o problema é que, enquanto dirigentes de clubes, que apadrinham as facções criminosas esboçam uma falsa indignação, e as autoridades dizem que vão fazer, as uniformizadas já têm feito.
A questão é o tempo do verbo.
Confesso que, tudo que ouvi nestes dois últimos dias soou como pura hipocrisia. Meu sentimento é de que, os amarelinhos vão seguir plantando o terror, como fazem há mais de 20 anos.
CLAUDEMIR GOMES
Recife e Olinda, cidades que parecem irmãs siamesas, já respiram carnaval. O assunto em pauta é frevo e maracatu. Mas, a contragosto da PolÃcia Militar, que reconhece não ter efetivo suficiente para garantir a segurança em todos os entretenimentos, os dirigentes insistem em manter a bola rolando. Neste final de semana começam as disputas da Copa do Nordeste, que este ano terá Sport e Náutico como os representantes pernambucanos.
Imposição do calendário!
Gritam os transloucados cartolas na tentativa de explicar esta inconcebÃvel invasão de espaço. Numa olhada rápida na tabela da competição regional, observamos que tem jogos programados até para o domingo de carnaval, num flagrante desconhecimento do que representa, para os pernambucanos, esta que é uma das festas mais populares do nosso calendário cultural.
Lembrei do bloco capitaneado por Cleyton Pinteiro, em Porto de Galinhas: Que merda é essa?
Bom! Eu acho é pouco.
Se fosse no tempo em que o folião se armava com uma lança perfume e um talco, com certeza o futebol seria empanado por uma cortina de fumaça perfumada.
O Campeonato Pernambucano está se arrastando. Isto é fato. Os jogos têm sido tão atraentes quanto a Quarta-Feira de Cinzas. Quando vejo os torcedores nas arquibancadas lembro o bloco que fecha os carnavais: Os irresponsáveis.
O Náutico faz sua estreia neste sábado, quando recebe o Botafogo/PB, nos Aflitos. No mesmo horário, ali pertinho, pelas ruas do Espinheiro, desfilará O Oiti. O bloco arrasta multidão. Os mais comedidos improvisam camarotes e concentram. Ninguém quer deixar de dar uma espiadinha no Oiti.
Nos últimos dias, tem tido tanta confusão no Pernambucano que vi a hora a coisa ir parar na Sala de Justiça. O presidente da FPF estava brabo que nem um Siri na Lata. O negócio só acalmou quando gritaram: Tá maluco?
Se o Náutico construir uma boa vitória sobre o Botafogo/PB, o sucesso do Timbu Coroado estará garantido, para deleite do amigo Márcio Maia. A esta altura o mestre, Lenivaldo Aragão, estará de Bar em Bar. Quando ele cantar - Cisne Branco - sabemos que vai parar. Enquanto isso, Segura o Talo.
O amigo, Silvio Ferreira, sociólogo dos bons, nos assegura que, todos os torcedores são Amantes da Glória. Agora entendo porque os torcedores do Sport estão acreditando que o rubro-negro pernambucano se dará bem no confronto com o Bahia, domingo, na Fonte Nova, em Salvador, na estreia dos dois times na Copa do Nordeste.
O jornalista, José Neves Cabral, advertiu que tem gente vendo chifre na cabeça do leão, e foi taxativo: "Quem carrega chifre é a Cabeça de Touro."
Fora das disputas desta edição da Copa do Nordeste, os tricolores ficarão Bulindo no Caldinho. José Gustavo e Igor Iguaçã estão ansiosos para verem a Cobra Fumando.
A julgar pela temperatura dos dois movimentos populares - carnaval e futebol - acredito que todo torcedor é um folião em potencial. Sendo assim, fica difÃcil conciliar as duas coisas.
Acorda para ir ao desfile do Galo da Madrugada, faz uma pausa no Nós sofre, mas nós Goza, vai saudar O Homem da Meia Noite, e logo depois a turma chega gritando: Acorda pra tomar Gagau!
A maratona do frevo é uma doidera. Quem quiser pode subir na Porta. Quando o Ceroula desponta na 13 de Maio, é um pega aqui, passa mão acolá, funga no cangote, beija...
E todos se sentam quando Pedro LuÃs grita: SEGURUKU!!!!
Evoé.