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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O marketing e a propaganda seguem à risca um dos princÃpios que regem o mercado: para se vender bem um produto é preciso ressaltar suas qualidades. Isto é regra. Afinal, ninguém compra o que não presta. à mais ou menos nisso que se baseia a lei da oferta e da procura. Esta é apenas uma das vertentes que nos leva a uma análise sobre o êxodo dos torcedores dos estádios brasileiros. A qualidade do espetáculo no Brasileiro da Série A, que alguns insistem em chamar de "elite", na edição 2016 ultrapassou o que poderÃamos chamar de sofrÃvel. A maioria dos jogos é marcada por uma pobreza técnica que leva ao grotesco.
De acordo com os números atuais, faltando treze rodadas para o final da competição, chegamos a dedução lógica que, dos 20 clubes participantes 9 somarão, ao final de suas campanhas, mais de 15 derrotas, fato que leva os analistas a fazerem suas projeções de forma inversa, ou seja, com base no elevado número de derrotas. Naturalmente que isto se aplica apenas aos clubes que lutam para fugir do rebaixamento.
Ao final da 25 rodada, América/MG e Santa Cruz são os clubes com o maior número de derrotas: 16 e 14, respectivamente. O Internacional que tem uma folha no futebol orçada em torno dos R$ 9 milhões mensais, já acumula 12 derrotas, o mesmo acontecendo com o Cruzeiro, outro clube tradicional do futebol brasileiro. Sport e Atlético/PR contabilizaram 11 derrotas, cada um. O que leva o time paranaense a ter 6 pontos a mais que o rubro-negro pernambucano é o fato de ter somado 11 vitórias, 3 a mais que o Leão. Atlético/PR e Santos são os clubes que menos empataram: 3 vezes cada um.
A pobreza técnica da Série A também pode ser observada através do saldo de gols dos clubes. Cinquenta por cento das equipes que disputam o campeonato das elites tem um saldo negativo. As leis que regem o mercado são tão pragmáticas quanto os números, que dão o norte sobre o futuro dos clubes na competição. Ao longo dos anos a crônica esportiva adotou um comportamento que mascara a realidade dos fatos. Levados pelo ufanismo os comunicadores, de forma geral, repassam um otimismo exacerbado para os ouvintes, telespectadores e leitores. Esquecem que o torcedor, embora seja levado pela emoção, também sabe fazer leitura de jogo, e nos dias de hoje são alimentados por muitas informações. Diferentemente do que acontecia há algumas décadas, quando o cardápio de jogos da televisão era pobre, vender ilusão através dos microfones e dos jornais é assinar um atestado de desinformado. Que me perdoem os mestres da informação.
Análise de DUDA LOPES - Máquina do Esporte
A Snickers certamente celebrou a campanha com Neymar nas redes
sociais. O vÃdeo em que o jogador canta, divulgado em sua página do
Facebook, fez um enorme sucesso. Rodou a rede e foi parar até em canais
de televisão. No fim, a marca foi exposta a um público considerável. Mas
será que toda a encenação constitui-se no melhor uso possÃvel das redes
sociais?
Uma resposta definitiva é difÃcil. Não há, nesse momento, como mensurar a reação dos seguidores de Neymar e como quantificar o quanto a Snickers vai vender no fim da linha, o que, claro, é o objetivo final.
Ainda assim, é fato que a estratégia quebra toda a espontaneidade que uma rede social propõe. Teoricamente, o Facebook, o Twitter ou o Snapchat formam um meio de comunicação em que uma celebridade, por mais controlada que seja sua imagem, mantém contato real com seus fãs. à o local de interação e alguma espontaneidade.
Isso não impede, claro, que as redes sociais sejam usadas de forma comercial. Mas, talvez, se a comunicação de uma marca for feita de maneira mais transparente a mensagem poderia chegar com menos resistência.
Além disso, Neymar criou uma barreira em sua rede social. MÃdia e torcedores poderão ter dúvidas em mente, no futuro: é uma brincadeira do astro com seus seguidores ou é mais uma ação comercial? Para a mÃdia, a Snickers fez uma espécie de emboscada, que nunca é muito bem-vinda.
Pode ser preciosismo, mas a busca incessante por um viral já parece tática de outros tempos, quando bom conteúdo era mais raro.