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Maio 2012 ›› ERICH BETING - Máquina do Esporte
"O sistema é muito ruim. Qualquer dirigente só pensa no próprio
clube, não existe um pensamento único, que seja pelo bem do futebol".
Essa frase foi dita por Peter Siemsen, presidente do Fluminense, ontem,
durante entrevista ao programa Seleção Sportv.
Poderia ser uma sÃntese perfeita de um dos problemas que acomete o futebol brasileiro, se não tivesse sendo usada pelo próprio Peter para justificar o motivo que levou o seu clube a ingressar com um pedido para anular o jogo contra o Flamengo após polêmica envolvendo a marcação de uma irregularidade no que seria o gol de empate do Flu durante o clássico.
A frase, no contexto em que foi inserida, fica completamente sem sentido. Se o dirigente acredita que é oneroso ao negócio do futebol existir a chance de anular o resultado de uma partida por meio de um tribunal de justiça do esporte, então por que o utiliza?
Como o STJD aceitou o pedido de análise do jogo, agora o Campeonato Brasileiro, eletrizante, tem um asterisco na tabela que deixa o torneio sub júdice até que os advogados decidam se a marcação do árbitro (que no fim das contas foi correta), poderia ou não ter sido feita com um auxÃlio externo.
Logicamente a decisão levou a um efeito cascata, e o Figueirense também se sentiu no direito de pleitear a anulação do jogo com o Palmeiras.
Daqui a pouco, regulamento de futebol vira bula de remédio. E o
advogado será o único a de fato faturar algo com o negócio da bola no
Brasil.
CLAUDEMIR GOMES
Os três pontos conquistados em cima do Vitória/BA levaram o Sport a dar um salto na tabela de classificação. Se não chegam a ser uma garantia de que o clube seguirá na Série A, no próximo ano, ao menos deu para os leoninos respirarem mais aliviados, uma vez que, estavam na iminência de entrarem na zona de rebaixamento. Apenas dois pontos separam o Leão desta aterrorizante zona, o suficiente para dirigentes e jogadores recorrerem a matemática simples e definirem a meta da sobrevivência: somar nove pontos nos setes jogos que disputarão até o final da competição.
A tarefa não é fácil. Afinal, os rubro-negros disputarão 21 pontos e precisam ter um aproveitamento de 42% nas sete partidas restantes. Nos 31 jogos realizados o Sport teve um aproveitamento de 39,8%. O que alimenta o otimismo dos torcedores leoninos é o fato de que três dos sete jogos decisivos serem disputados na Ilha do Retiro. Aliás, o artigo do mestre José Joaquim Pinto de Azevedo - "Só a Ilha pode salvar o Sport" - que postamos ontem, foi bastante pertinente por ressaltar um fator que passou a ser determinante neste final de campeonato: o mando de campo. Vencer Ponte Preta, Cruzeiro e Figueirense na Ilha do Retiro é o mesmo que assinar um certificado de aprovação na Série A. Naturalmente que no futebol as coisas não são tão precisas assim. Analisamos, e apostamos, uma probabilidade a partir de um raciocÃnio lógico decorrente as estatÃsticas. Afinal, os resultados atestam a dificuldade do Leão em somar pontos como visitante.
O novo técnico leonino, Daniel Paulista, que vivenciou inúmeras situações nos três anos que atuou como jogador no rubro-negro pernambucano, sabe bem da força da torcida, e os efeitos causados pela energia que emana das arquibancadas. No jogo que marcou seu batismo como jogador, ele procurou interagir com os torcedores. Essa comunicação do campo com a arquibancada estava faltando, e pode servir como ponto de desequilÃbrio nos jogos que o Leão disputará na Ilha do Retiro.
Se adicionar nove pontos nos trinta e sete conquistados até o momento, o Sport alcança a casa dos 46 pontos, ou seja, ultrapassa o ponto de corte que hoje é de 45 pontos. A matemática é simples, e o único caminho que leva o Leão a se manter na Série A é o mando de campo. Nos 16 jogos disputados, até agora, como mandante, o Sport somou 8 vitórias; 5 empates e 3 derrotas. Nas 15 partidas que se apresentou como visitante o time rubro-negro contabilizou 2 vitórias; 2 empates e 11 derrotas. Não há outro caminho senão apostar tudo na eficiência doméstica.