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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Está definido: o Sport terá apenas dois candidatos concorrendo as eleições presidenciais que acontecem em dezembro. Pelo lado da situação Arnaldo Barros é o candidato a chefe do poder executivo e Homero Lacerda candidato a presidente do Conselho Deliberativo. Wanderson Lacerda é o candidato da oposição para suceder o presidente João Humberto Martorelli no executivo, e Severino Otávio é o indicado para a presidência do Conselho. Os blocos foram postos nas ruas em busca de votos numa campanha que deixou o clube com uma divisão bem explÃcita a partir do apoio de "lideranças".
As estratégias de campanha e afinação dos discursos ainda estão sendo definidas pelos dois grupos que têm o desafio de diminuir a grande rejeição de seus respectivos candidatos pelos eleitores, fato que exigirá de ambos os lados campanhas propositivas. O primeiro encontro de Wanderson Lacerda com os seus pares foi avaliado como bastante positivo, não apenas pela organização e definição do norte da campanha, mas, principalmente pela presença de uma nova geração que passará a ocupar cargos diretivos no clube, em caso de vitória da oposição, o que demonstra a preocupação com a renovação de diretores, fato que não ocorre há muitos anos no Sport, o que dar a agremiação um perfil de capitania hereditária.
Wanderson Lacerda foi um presidente vitorioso no futebol e desenvolveu um trabalho elogiável no patrimônio do Sport, quando contou com a atuação brilhante do seu vice, José Joaquim Pinto de Azevedo, a época apontado como o "grande prefeito da Ilha do Retiro".
Arnaldo Barros, candidato da situação, atual vice=presidente, é visto como uma espécie de "poste" do presidente, João Humberto Martorelli, que bancou a sua candidatura. Atuante, Barros esteve a frente do futebol leonino nos últimos anos, e não ganhou nada, o que pesa muito, de forma negativa, em um clube onde o carro chefe é o futebol. O patrimônio do clube, especificamente o complexo socioesportivo da Ilha do Retiro se encontra em crÃtico estado de conservação. Duas coisas devem ser ressaltadas em favor da atual gestão, e que credenciam o candidato da situação: a reforma administrativa, que se fazia necessária no clube, embora se questione a forma como foi executava, e o resgate do Centro de Treinamento que, graças a uma elogiável manobra polÃtica do presidente Martorelli, saiu das mãos da Associação Amigos do Sport para ser incorporado ao patrimônio do clube. A presença de Gustavo Dubeux na vice de Arnaldo é uma esperança de que o patrimônio volte a receber uma atenção especial do futuro gestor que representa a continuidade.
Com tantos equÃvocos cometidos no futebol, Arnaldo Barros não está sabendo tirar proveito do nome de Homero Lacerda, candidato a presidência do Conselho Deliberativo, para impulsionar sua campanha. Homero foi o diferencial na conquista do tÃtulo mais emblemático da história do Sport: Campeão Brasileiro de 1987. Uma conquista com a marca da luta e da persistência de um presidente que foi um verdadeiro leão nas batalhas travadas nos bastidores contra Flamengo, Clube dos 13, Rede Globo, Coca=Cola... Com alto Ãndice de rejeição, Barros teria que utilizar o seu companheiro de chapa como cartão de apresentação, tirando proveito da empatia que ele tem do sócio e torcedor.
Bom! A caça por votos começou. A ordem é diminuir a rejeição que existe aos dois candidatos à presidência do executivo. Só não vale apelar para baixaria.
CLAUDEMIR GOMES
O sinal de alerta está aceso na Ilha do Retiro desde o primeiro turno do Brasileiro da Série A. Afinal, o Sport povoou a zona de rebaixamento por várias rodadas, e mesmo emplacando uma sequência de seis jogos onde permaneceu invicto, não conseguiu, em nenhum momento da disputa, figurar na parte de cima da tabela. Enfim, o Leão descreveu uma campanha marcada pela oscilação, e sempre com saldo negativo. Os jogos finais, contra América/MG e Figueirense, adversários que já estão rebaixados para a Série B em 2017, deixam a torcida leonina com a quase certeza de que o clube se livrará do rebaixamento.
A expectativa do livramento da queda passa pelo exercÃcio da secação. Hoje a noite a tarefa dos rubro=negros é secar o Internacional que enfrenta o Corinthians. Caso contabilize os três pontos em disputa, o Colorado fica a um ponto do Sport na tabela de classificação, com a mesma pontuação do Vitória/BA. Sport, Vitória e Internacional lutam para escapar da queda. Além do jogo de hoje o Inter terá o Cruzeiro e o Fluminense como adversários nas duas rodadas finais. O Vitória/BA medirá forças com o Coritiba e com o Palmeiras. Portanto, teoricamente os "obstáculos" do clube pernambucano são menores, ou mais fáceis de serem transpostos.
As probabilidades existentes no campo da teoria podem ser anuladas pelo desempenho dos times em campo. Na realidade nenhum dos três times inspira total confiança em seus torcedores. Como depende unicamente dos seus resultados para se livrar do rebaixamento, o Sport está menos pressionado. à torcer para que o seu jogador de melhor qualidade técnica, Diego Souza, saia do lugar comum e faça a diferença. O elenco do Leão é de grande limitação técnica, realidade que fica escancarada cada vez que o treinador busca peças de reposição na tentativa de encontrar uma alternância tática e não consegue uma resposta positiva por conta da baixa qualidade técnica dos profissionais que dispõe.
Bom! A sofrência irá até o fim. Segundo a turma da arquibancada, pior do que torcer para time ruim é ficar na obrigação de secar adversários. Coisas de um pobre futebol. Afinal, falta de qualidade também tem um alto preço.
CLAUDEMIR GOMES
"Minhas raÃzes estão no ar
Minha casa é qualquer lugar
Se depender de mim
Eu vou até o fim..."
Acima temos um trecho da letra da música "Até o fim", da banda Engenheiros do Hawaii, que considero uma tradução perfeita para o momento vivido pelo Náutico, neste final de semana, na sua luta incansável em busca do acesso à Série A. E o Timbu fez da casa do Tupi, em Juiz de Fora/MG, o lugar apropriado para mandar um recado, em forma de goleada (4x1): que segue vivo, muito vivo, na busca do seu sonho.
De uma coisa temos certeza: se depender do time comandado por Givanildo Oliveira, ele vai até o fim. O último confronto, a batalha final, será contra o Oeste, na Arena Pernambuco, que por certo abrigará o maior público da temporada. O bordão, "jogo de vida ou morte", bastante usado no futebol, é a melhor definição da partida do Náutico com o Oeste, marcada para o próximo sábado. Aos dois times só interessa a vitória, ou seja, ambos irão a campo pressionados pelo resultado. Em tais circunstâncias, o mando de campo faz uma diferença absurda, principalmente quando os donos da casa são respaldados por uma grande, ruidosa e participativa torcida. O posicionamento dos dois clubes na tabela de classificação, e as metas que perseguem neste último jogo do ano, servem para definir a distância técnica que separa as duas equipes. Mas sabemos que futebol é jogo traiçoeiro, onde nem sempre vence o melhor. Portanto, a energia que emana das arquibancadas pode funcionar como ponto de desequilÃbrio a favor do alvirrubro pernambucano.
A previsão é de que Náutico e Oeste farão um jogo antológico. Há muito que o time paulista não vence. As duas equipes chegam à batalha final com o mesmo número de derrotas: 13. O Oeste descreveu uma campanha com a marca da igualdade: empatou 17 vezes e somou 7 vitórias. Por outro lado o Náutico contabilizou 18 vitórias e 6 empates. Um empate, ou uma derrota, pode livrar o Oeste do rebaixamento. Para que esta possibilidade se torne real basta o Joinville perder para o Vila Nova. Como o futebol tem suas ironias, o Náutico mesmo somando os três pontos em disputa, alcançar o número desejado de 19 vitórias, pode não atingir a meta que é o acesso, pois depende de tropeços de Vasco e Bahia. Mas isto é uma contingência. Primeiro, as primeiras coisas, ou seja, a obrigação do Timbu é vencer o Oeste.
à seguir cantando:
"Não vim até aqui
Pra desistir agora
Se depender de mim
Eu vou até o fim..."