Histórico
Santa Cruz
O gosto dos torcedores
postado em 13 de fevereiro de 2017


MÁQUINA DO ESPORTE


O Santa Cruz marcou data para apresentar o novo uniforme 3 do time; a estreia da nova vestimenta será no dia 25 de fevereiro, em partida contra o Uniclinic. E a camisa terá um detalhe diferente: ela foi desenhada por um torcedor.

Trata-se do resultado da ação Manto das Multidões, lançada no fim de 2016, quando a Penalty acertou o atual contrato com o time pernambucano. Na ativação da empresa, os torcedores podiam mandar sugestões de desenhos para a camisa 3, que foram selecionadas e passadas por um processo de eleição na internet.

A empresa ainda não divulgou qual foi o modelo escolhido. Na votação final, apenas cinco camisas estavam na disputa.


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Futebol Brasileiro
A formação deformada
postado em 13 de fevereiro de 2017

JOSÉ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejjpazevedo.com


Aqueles que acompanham o blog, conhecem bem o que pensamos sobre o processo de formação do futebol brasileiro, o responsável para alimentar a renovação desse esporte.

Quantos artigos fizemos sobre o assunto, em especial nos últimos dias sobre a seleção Sub-20 do Circo Brasileiro do Futebol, analisando os seus jogos no Sul-Americano classificatório para o Mundial da categoria?

Um time desarrumado, cada um por si, e alguns atletas com olhos na Europa por orientação dos empresários. Deu no que deu.

Esse é o modelo de nossa formação. Os cartolas do Circo falam alto quando afirmam que realizam várias competições com atletas das bases, mas deveriam fazer uma analise sobre a existência ou não de um retorno positivo.

Atletas em formação não devem se preocupar com títulos e sim com uma preparação adequada para o futuro. O individual na busca de um sonho mais alto, está ocupando o espaço do coletivo.

O pai em casa já orienta o filho a pegar a bola, partir para cima dos adversários e marcar um gol, e isso irá resolver os problemas da família.

O futebol não pode e não deve ser tratado como uma tábua de salvação econômica e sim um caminho a ser percorrido para que possa chegar a tal.

A maioria dos clubes brasileiros não tem centros específicos para o trabalho de base, o que já dificulta a formação. Perdemos o maior celeiro que era representado pelos campos de peladas, e não conseguimos trazer para esses tal potencial que ficou abandonado.

A base de tudo está na escola, que começa a projetar o atleta do futuro, mas isso também não acontece por conta do sistema educacional do país, degradado e formando analfabetos.

Os clubes poderiam ter parcerias com o setor da educação para a captação de novos talentos.

O futebol de base deveria ser entregue ao que de melhor existe no setor, profissionais competentes, do mesmo nível daqueles que comandam as equipes principais. Hoje é tudo ao inverso.

Não é producente o amontoado de jogadores em alojamentos desconfortáveis como ainda acontece em boa parte do país, como gados confinados para engorda.

A maioria não frequenta a escola, que é prejudicial para o futuro, desde que quanto mais tenha conteúdo maior será a possibilidade de algo mais.

O atleta de base não pertence mais aos clubes e sim aos seus agentes, que os carregam debaixo do braço acompanhando-os em todas as atividades. Sem dúvida é algo pernicioso que deveria acabar.

Hoje o jogador em formação é clone de alguns atletas do time de cima. Cabelos, tatuagens, maneira de andar e se vestir, são os componentes que irão fazer parte de sua vida, que na verdade não é salutar. Um trabalho de base deve formar o atleta/homem em todas as suas concepções.

Os fundamentos tem que ser ensinados. Quando assistimos jogos dessas categorias observamos os atletas cabeceando com olhos fechados, marcado a bola e não o adversário, entre outros erros que vem da falta de formação.

Formar é educar o homem. O modelo atual não está procedendo dessa forma.

Quando um jovem apresenta maior habilidade, no lugar de aprimora-la, os empresários sonham com um rico contrato e suas comissões.

Um verdadeiro devaneio.

A não classificação da seleção SUB-20 já era uma morte anunciada há um bom tempo e o melhor exemplo de que a formação no futebol brasileiro é uma deformação.

Tudo isso faz parte do sistema apodrecido do futebol nacional, e se não for modificado os clubes irão continuar contratando estrangeiros para que possam suprir as vagas abertas, que não estão sendo preenchidas pelas bases.

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Copa do Nordeste
Sport 2x2 Ríver. Parece que foi tabelado
postado em 12 de fevereiro de 2017

CLAUDEMIR GOMES

 

O placar de 2x2 parece que foi tabelado para o confronto entre Sport e Ríver do Piauí na Copa do Nordeste. Na edição de 2016 os dois times se enfrentaram duas vezes e o marcador foi o mesmo registrado neste sábado a noite, na Ilha do Retiro. O jogo de volta está programado para o dia 25, sábado de carnaval, às 21h, no Estádio Albertão, em Teresina/PI. Quem errar o passo, e sair do compasso, perde a liderança. Ontem, quem "dançou" feio foi a defesa leonina ante o gingado de Viola, fato que deve ter deixado o técnico Daniel Paulista, prevendo o que pode vir acontecer na casa do adversário em pleno Sábado de Zé Pereira. Por sorte no Piauí não existe Galo da Madrugada.

Os dois times = Sport e Ríver = estavam com suas defesas invulneráveis, vinham de duas vitórias e se creditaram a protagonistas de uma festa que, pelo resultado do jogo = 2x2 = acabou sendo da equipe piauiense, mantida na liderança do Grupo C pelo saldo de gols. Mas como diz o leonino, Ricardo Medeiros, "eu quero saber é do meu time". Pois bem! O Leão não fez uma boa apresentação. Mais ainda: exibiu uma fragilidade defensiva que ainda não havia sido exposta por conta das limitações dos adversários enfrentados, até então, no Pernambucano, na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil onde goleou o fraco time do CSA por 4x1, no meio da semana, em Maceió.

A lentidão dos zagueiros, Durval e Ronaldo Alves, e os poucos recursos dos laterais, Samuel Xavier e Mansur, levaram os torcedores presentes ao estádio à certeza de que se faz necessário reforçar o sistema defensivo para a disputa do Brasileiro da Série A. Ano passado o Sport teve o sexto melhor ataque da Série A, e a quarta defesa mais vazada. Até o momento nada foi feito no sentido de "fechar a porteira", que ficou mais escancarada após a saída de Renê para o Flamengo. Para competições do nível do Estadual e da Copa do Nordeste o quarteto defensivo do rubro=negro pernambucano pode até dar para o gasto, mas suas limitações são inquestionáveis.

Desde 2014, quando conquistou os títulos do Pernambucano e da Copa do Nordeste, que o Sport tem uma forma de jogar. A bola se movimenta da mesma forma na saída de jogo, na passagem pelo setor de armação até chegar ao ataque. Na linha de frente há sempre um atacante que explora o setor direito, fato que possibilita o treinador a definir alternativas táticas, a buscar variantes no plano de jogo. Ano passado foram feitos investimentos em profissionais que atuavam como referências de área e nenhum deu certo. No futebol existem coisas que são imutáveis, por mais revolucionário que seja o sistema de jogo ou a filosofia implantada por um treinador. Embora alguns "professores" chamam a lateral do campo, principalmente no setor de ataque, de "zona morta", as jogadas construídas por aquele setor deixam as defesas adversárias em polvorosa. Everton Felipe ocupou bem o lado direito do ataque leonino na temporada 2016. Evoluiu e foi um dos destaques do time. Este ano Daniel Paulista tem posto ele para jogar num outro posicionamento. Contra o Ríver o Sport começou jogando sem um atacante pela direita. Durante o jogo o treinador procurou consertar o equívoco, neutralizou o principal setor de construção dos contra=ataques do adversário e deixou time da casa mais agudo, com Rogério fazendo acontecer num espaço que ele tão bem conhece.

A expectativa sobre a estréia de André era grande, mas nada se podia cobrar do atacante que tem a característica de flutuar pelo setor direito do campo. As qualidades do reforço que custou cerca de R$ 5 milhões aos cofres do Leão são inquestionáveis. No reencontro com a torcida que o idolatra, André foi horrível na cobrança de um pênalti, mas teve a oportunidade de se redimir na mesma jogada e marcou o gol que daria a vitória ao Sport, caso não tivesse ocorrido a lambança na qual o lateral Samuel Xavier foi o grande protagonista. Erro que redundou no segundo gol do Ríver. Com erros e acertos de ambos os lados, num jogo de baixo nível técnico, a tabela foi justa: 2x2.  

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Campeonato Pernambucano
O Campeão acordou!
postado em 10 de fevereiro de 2017

CLAUDEMIR GOMES

 

O Santa Cruz deu um salto do inferno para o céu e levou seu torcedor à loucura. Futebol de resultados tem dessas coisas: emoção pra valer. E o povão acordou sorrindo. Muitos dos fieis torcedores tricolores foram dormir injuriados, com raiva porque o Clube das Multidões estava perdendo para o Central. Tudo fazia crer que, faltando cinco minutos para o final da partida, e com o placar (2x1) a favor da alvinegro caruaruense, o Santinha iria amargar a primeira derrota no Pernambucano. O melhor era desligar o rádio e ir dormir. Foi o que fez muita gente. Mas como no futebol não existe uma verdade absoluta, os corais precisaram de apenas oito minutos para mudar o curso da história. E aconteceram os três gols relâmpagos que nem o mais otimista dos torcedores imaginava que pudesse acontecer.

E o dia amanheceu feliz. Fui ao Mercado de Boa Viagem, passei pela padaria Diplomata da Conselheiro Aguiar, onde sempre tem gente para fazer uma boa "resenha", e fiquei a observar alguns populares externando uma alegria que é reservada aos vencedores. O manobrista, que todos o chamam de "jogador", apelido que o faz se sentir o melhor dos boleiros, não deixou barato e foi logo exclamando quando me viu: "O campeão acordou!". E os números do jogo estão aí para provar. Nada a contestar. Lembrei do amigo Costinha, amante incondicional do Sport, que sempre afirma: "Vencer é o céu".

A vitória do Santa Cruz sobre o Central, da forma como foi construída, reforça a nossa tese de que os semifinalistas do Pernambucano = Sport, Náutico, Santa Cruz e Salgueiro = estavam escritos nas estrelas mesmo antes de a bola rolar. E nos mostra que, mesmo considerando o Sport favorito ao título por possuir um elenco mais qualificado e ajustado, existe a possibilidade de o Tricolor do Arruda vir a comemorar o tricampeonato, que se confirmado, será o segundo na atual década. Como as semifinais e a final são disputadas pelo sistema de mata, mata, as chances de um time menos qualificado tecnicamente arrebatar a taça são reais. Ontem a noite o décimo=segundo jogador coral foi o imponderável do futebol, haja vista que não havia quase torcedor na Arena Pernambuco.   

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Acontece
Investimento semanal milionário
postado em 10 de fevereiro de 2017

MÁQUINA DO ESPORTE = Adalberto Leister Filho


O governo do Qatar divulgou investimento semanal de US$ 500 milhões para a realização da Copa do Mundo de 2022 no país. Em entrevista à agência France Presse, o ministro das Finanças, Ali Sherif Al Emadi, afirmou que essa média de gastos será mantida nos próximos três ou quatro anos.

"Isso não quer dizer que só iremos investir em estádios. Estamos falando de estradas, linhas de trem, portos, aeroportos, hospitais e outras obras de infraestrutura", afirmou o ministro.

No ano passado, o país teve déficit pela primeira vez em dez anos graças à queda no preço do petróleo, principal produto do país. 



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