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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR
GOMES
"Eu quero entrar na folia meu bem. Você sabe lá o que é isso?". Este é um trecho do Hino de Batutas de São José, tradicional agremiação carnavalesca do Recife, e que traduz, com fidelidade, o sentimento que toma conta da Capital do Frevo na semana pré carnavalesca. A coisa parece que tem feitiço, porque neste sábado que antecede as festas de Momo, teremos desfile de blocos nos quatro cantos da cidade. A ordem é: "Deixa o frevo rolar, eu só quero saber se você vai ficar...".
Os gestores da federação Pernambucana de Futebol, na contramão dos foliões, não atenderam ao apelo expresso no Hino de Batutas, e marcou, para a tarde deste sábado, a primeira edição do Clássico das Multidões, o confronto entre Santa Cruz e Sport, os dois clubes donos das maiores torcidas do Estado. Só há uma explicação para tal insensatez: ou estão ruim da cabeça ou doente dos pés. Futebol e carnaval são dois dos maiores movimentos populares da cultura brasileira, mexem com a alma do povo, mas a folia tem um espaço que precisa ser respeitado, principalmente num Estado onde nasceu um dos ritmos mais quentes, que é o frevo, e tem uma diversidade que leva a gregos e troianos a vivenciarem a festa da forma mais intensa possÃvel.
O desafio desta edição do Clássico das Multidões, num sábado onde todos querem mesmo é fazer o passo, em perder o compasso, é levar um público de 10 mil torcedores ao estádio do Arruda. Não estou sendo pessimista. Apenas raciocino dentro de uma lógica que é apresentada pelos números. No clássico de abertura do Pernambucano o público pagante foi inferior a 3 mil torcedores. Em 51 partidas realizadas, até o momento, não se chegou a marca dos 30 mil torcedores pagantes nos estádios. A competição já foi rotulada como o "campeonato dos estádios vazios". Programar o Clássico das Multidões para concorrer com dezenas de prévias é uma falta de bom senso imperdoável.
O saudoso Capiba, um dos maiores compositores da história do frevo pernambucano, era amante do Santa Cruz. Certamente não marcaria presença num clássico enquanto o resto da cidade estava se esbaldando, fazendo o passo. Foi este o recado que ele repassou em A PISADA à ESSA.
"Quando a vida é boa
Não precisa ter pressa...
Eu quero ver queimar carvão
Eu quero ver carvão queimar...
A pisada é essa
Pra que vida melhor."
CLAUDEMIR GOMES
Na centenária história do Náutico não existe registros de confrontos com o Guarani de Juazeiro/CE. Portanto, o jogo de hoje a noite, válido pela primeira fase da Copa do Brasil, é inédito para os dois times. Em condições normais de temperatura e pressão creditaria um favoritismo ao alvirrubro pernambucano, em que pese a partida ser realizada na casa do adversário, no Estádio Mauro Sampaio, o Romeirão. Contudo, como o Timbu vem de uma sequência de três derrotas, a pressão em cima de Dado Cavalcanti e seus comandados pode levar o fiel da balança a pender para o lado do time cearense.
O novo regulamento da competição determina que, nesta primeira fase, o empate classifica o time visitante. Menos mal. Se jogar com tranquilidade e inteligência a vantagem é substancial. O difÃcil é buscar o equilÃbrio emocional em momento de turbulência. A situação do Náutico não difere da de muitos clubes brasileiros neste inÃcio de temporada. Não é fácil promover uma remontagem de elenco com dinheiro curto. As equipes que conseguem fazer resultados, ou seja, construir vitórias, saltam a "fogueira" sem se chamuscar, mesmo sem exibir um bom futebol. à a força do resultado. Vitórias e derrotas são determinantes para efetivação, consolidação ou anulação de trabalhos.
A insatisfação com a sequência de resultados negativos tem levado o torcedor alvirrubro a fazer uma comparação entre as trajetórias do Santa Cruz e do Náutico neste inÃcio de temporada. Enquanto no Arruda tudo conspira a favor de um acerto, fato que leva o grupo a acreditar na proposta do novo treinador, e obtém como resposta a autoconfiança e uma autoestima elevada, nos Aflitos, os resultados negativos deixam a impressão de que está tudo errado. Quando as análises são feitas em cima de vitórias e derrotas as comparações se tornam injustas porque não se avalia o desempenho, tampouco se analisa a qualidade do material humano que o técnico dispõe para trabalhar.
Dado Cavalcanti está com a cabeça a prêmio. Isto é fato. Chega a ser frustrante para aqueles que o viam como "salvador da pátria". A confiança e o otimismo da torcida alvirrubra em relação ao treinador que veio ocupar a vaga deixada por Givanildo Oliveira, tem como fundamento o trabalho realizado por ele em outros clubes. Por outro lado, para ele, a oportunidade de sucesso a frente de um clube pernambucano, se traduzia numa chance real de turbinar a sua carreira. Deixar o Náutico por imposição de uma sequência de derrotas pode representar o fechamento do mercado local para o técnico. A saÃda é buscar a reação a partir de hoje, no difÃcil confronto com o Guarani do Juazeiro.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO
No ano de 2010 a media de público do
Brasileiro da Série A foi de 15 mil pagantes. Em 2016 essa foi de 15,2 mil, ou
seja uma estagnação após seis anos, sendo que nesse último o futebol tinha as
arenas construÃdas para a Copa do Mundo.
Pelas estatÃsticas do IBGE, o futebol e cinema são as preferências nacionais entre as diversões fora de casa. O segundo cresceu com as novas salas e um único filme consegue levar um número maior de espectadores do que uma competição nacional anual, o primeiro continua emperrado.
Por outro lado, todas as pesquisas realizadas mostram que a maior causa que afasta o torcedor dos campos de jogos é a violência, que representa a ressonância de um estado sem lei e sem ordem.
A impunidade reinante é um exemplo nefasto para a sociedade brasileira. Uma operação de limpeza ética e moral, como a Lava Jato está sendo torpedeada pelos corruptos envolvidos. Tal modelo reflete nas ruas.
O paÃs não tem comando, não tem um Congresso respeitável, não tem um executivo com força e o somatório disso obviamente produz as mazelas dos tempos atuais.
Não existe uma melhor forma de lazer do que o futebol, seja ele profissional, como até de peladas, mas esse sofre com os seus péssimos dirigentes, e sobretudo por conta de marginais com camisas de torcedores que proliferam no paÃs.
O vandalismo que o Brasil assistiu no último domingo no entorno do estádio Nilton Santos, terminou com um morto, 08 feridos, e entre esses um em estado grave, representou a falência do estado nacional.
Aliás uma morte anunciada há tempo. O Rio de Janeiro é o estado mais bonito do paÃs, seu povo sempre foi feliz, mas nos últimos anos passou por um processo de rápida degradação graças a politica, com um governador na cadeia por corrupção.
O estado vive um momento de manifestações de mulheres de policiais impedindo a saÃda das viaturas dos batalhões e todos sabiam, inclusive os que fazem a Federação local, que não haveria um contingente satisfatório para o policiamento externo, fato esse comprovado com uma ata da entidade assinada pelos envolvidos, reduzindo a presença dos policiais nas ruas vizinhas ao estádio Nilton Santos.
Já tinham sido vendidos de forma antecipada 22 mil ingressos, uma quantidade bem razoável.
Para que se tenha uma idéia, à s 17h30, um pouco antes da partida, o policiamento era reduzido, sem a capacidade de conter as confusões desenhadas, e que minutos após começaram, sendo transmitidas para todo o paÃs e o mundo.
As organizadas chegaram sem a escolta como acontece em jogos maiores, e em determinado momento foi iniciada a guerra, com um confronto entre essas, e logo após com a participação dos policiais.
Centenas de pessoas armadas de barras de ferro, lixeiras, até das catracas do estádio, e o sangue começou a correr. Um bombeiro resgatou um dos participantes que iria ser queimado pelo rival.
A diretoria do Botafogo que era o time mandante do jogo, verificando o problema do policiamento, a o grande número de ingressos vendidos, solicitou da Federação local o cancelamento do jogo antes dos acontecimentos, mas a entidade negou. Deu no que deu.
A situação da Policia do Rio de Janeiro com as diversas manifestações nas portas dos quartéis era conhecida por todos. Além disso, o domingo teve a segurança das praias, e dos blocos carnavalescos, com multidões nas ruas, e não era um local propicio para uma competição com um bom numero de espectadores.
Se o futebol carioca tivesse bons dirigentes, certamente o jogo seria adiado, mas o que pesou não foi a segurança do torcedor, e sim a falta de datas por conta do maldito calendário.
Obvio que insistir em um evento sem garantia é crime, e foi isso que aconteceu no Rio de Janeiro, contribuindo mais para as ociosidades dos estádios.
Na realidade o Brasil necessita de homens que possam trazê-lo para dias bem melhores do que os atuais. Com o que temos certamente não conseguiremos vencer a luta contra a violência, e sobretudo contra a corrupção.
Foi mais uma derrota por 7x1.