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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Sport e Náutico disputam, hoje a noite, na Ilha do Retiro, o "Clássico Ressaca", que a exemplo dos jogos disputados, até o momento, no Pernambucano, não deve ser prestigiado por um bom público. Afinal, na Terra do Frevo, onde ainda é possÃvel ouvir os últimos acordes em vários pontos da cidade, graças aos incansáveis e irresponsáveis foliões, imaginar um estádio cheio em plena quarta=feira de cinzas é pura alucinação. Ademais, a televisão exibirá o "espetáculo", ao vivo e a cores, a partir das 21h45, quando a maioria dos amantes do futebol estará em pleno repouso para reiniciar a jornada de trabalho a partir da quinta=feira.
O futebol pernambucano vive numa ressaca permanente, fato que lhe levou a ficar pequeno. Os "iluminados" dão um "show", na confecção do regulamento e da tabela. O resultado de tanta lambança é este estado de coisas que estamos testemunhamos: clássico na quarta=feira de cinzas com um dos clubes mandando a campo um time alternativo (reserva). O Sport adotou uma coerência seletiva, ou seja, quando enfrenta adversários considerados tecnicamente inferiores, poupa os seus titulares. No clássico que disputou com o Santa Cruz os leoninos foram a campo com a força máxima. Neste confronto com o Náutico estão desdenhando do adversário.
Quem teve a curiosidade de consultar a programação do carnaval recifense observou que, o ponto final da folia não aconteceu na terça=feira, como mandava a tradição. O movimento popular cresceu, e nos dias de hoje os desfiles de blocos só terminam na quarta=feira que há muito deixou de ser ingrata para se incorporar aos dias de festa. A justificativa para a lambança de programar um clássico para a quarta=feira de cinzas é a mesma que já foi utilizada para explicar outros equÃvocos: "falta de datas no calendário".
Em 1957 o compositor, Luiz Bandeira, fez um frevo antológico se referindo a quarta=feira de cinzas: "à de fazer chorar". Um tÃtulo bastante atual quando transferido para o futebol pernambucano.
CLAUDEMIR GOMES
A boa vitória do Sport = 3x0 = sobre o limitado Sete de Setembro/MT, em jogo válido pela segunda fase da Copa do Brasil, foi testemunhada por 2.020 torcedores. Hoje a noite teremos um confronto entre Náutico e Campinense, pela Copa do Nordeste, na Arena Pernambuco. Qual a previsão de público para esta partida numa noite em que o frevo está rolando no Marco Zero do Recife e nas ladeiras de Olinda? Concorrer com o carnaval é uma insanidade. A concorrência também estará presente na ressaca. Para a quarta=feira de cinzas está programado o clássico entre Sport e Náutico, às 21h45, na Ilha do Retiro. O horário do jogo é um anúncio subliminar de que o mesmo será mostrado, ao vivo, pela tv aberta.
Quando foi anunciado o público presente nesta quarta=feira, na Ilha do Retiro, fui indagado por Bartolomeu Fernando, narrador da Rádio Globo, se eu estava surpreso com o pequeno número de pessoas presentes no estádio. De pronto respondi que não. As competições em curso = Pernambucano, Copa do Nordeste e Copa do Brasil = têm ofertado, em suas respectivas fases iniciais, jogos de uma pobreza técnica assustadora, para os quais não existe demanda. Os modelos das disputas e o excesso de jogos, em todos os nÃveis, apresentados pela televisão, são outros componentes que contribuem para o êxodo do torcedor dos estádios. Evidente que existem outros fatores que interferem, contribuem para o esvaziamento das praças de esportes, como violência urbana, crise financeira, etc. Mas me detenho apenas a duas coisas: a concorrência com o carnaval numa cidade como o Recife, e a qualidade do espetáculo.
Como repórter tive a oportunidade de cobrir algumas edições da Copa do Mundo, e no inÃcio ficava intrigado com o pequeno público registrado em algumas partidas. Quando tomei conhecimento do processo comercial da competição passei a entender o conceito do grande negócio que é o futebol. Mas o que se emprega numa competição de elite, necessariamente não dará certo em disputas onde inexistem grandes investidores. Com exceção dos que disputam o Brasileiro da Série A, os clubes nordestinos dependem, e muito, das receitas da bilheteria. A constatação dos estádios vazios em jogos do Estadual e da Copa do Nordeste abriu um leque de discussão entre os gestores dos clubes.
O slogan da extinta Rádio Clube dizia: "Sem Clube não há futebol". Apesar do dúbio sentido, a frase é por demais verdadeira. Assim como também é verdadeiro, que o futebol com estádio vazio é triste de se ver. Futebol é um movimento popular. Portanto, a participação do povo nas arquibancadas é imprescindÃvel, em qualquer lugar do mundo.
CLAUDEMIR GOMES
Milton Cruz aportou nos Aflitos e bons ventos sopraram a favor do Náutico no Arruda, onde o time alvirrubro interrompeu uma sequência negativa de quatro derrotas com uma vitória - 2x0 - sobre o Belo Jardim. Um bom presságio, e a mÃdia não deixou por menos, ao lincar o resultado do jogo aos bons fluÃdos que porventura foram trazidos pelo novo treinador. O futebol tem espaço para superstições, mas não podemos misturar as coisas. O Belo Jardim amargou mais uma derrota no Pernambucano por conta da incompetência dos seus atacantes que perdem gols incrÃveis. Não foram poucas as chances que criaram, mas ninguém acerta a última bola. E, dentro da máxima de que, "quem não faz, leva", o Náutico, que tinha Levi Gomes no comando, marcou dois gols para marcar a chegada de um novo tempo.
A contratação de Milton Cruz é uma aposta dos dirigentes do futebol alvirrubro, que contrariaram o presidente, Ivan Bronde, que não se mostrou satisfeito com o salário do novo treinador: R$ 100 mil. O meia, Marco Antônio, recebe R$ 90 mil por mês, e o presidente começou a se preocupar com a folha. Afinal, a chegada de um novo técnico representa investimentos em um assistente técnico e prováveis reforços. A ordem parece ser regra no futebol. Milton fará seu "vestibular" de treinador no futebol pernambucano. Embora tenha passado 19 anos no São Paulo, a maior parte do tempo como assistente técnico do profissional, somente agora ele será cobrado como técnico. Nos ombros dos interinos não recai nenhum tipo de cobrança.
Bom! Segundo alguns "analistas" ele tem sorte. à um bom começo.