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Maio 2012 ›› Blog do Rodrigo Mattos
A Caixa Econômica Federal priorizou clubes que estão na Libertadores e
previu bônus consideráveis pela conquista do torneio e pelo Mundial. O
investimento do banco em times já ultrapassa R$ 100 milhões em contratos
fechados para este ano. E há negociações em andamento que podem elevar
em até 50% esse montante, chegando a cerca de R$ 150 milhões.
Um levantamento do blog no Diário Oficial mostra que já foram feitos pelo menos 14 renovações ou novos contratos da Caixa no ano de 2017. A esses acordos, soma-se o patrocÃnio fechado com o Santos e ainda não oficializado.
No total, a previsão de investimento nos 14 contratos é de até R$ 116 milhões por conta das premiações. ExcluÃdos os bônus, os valores fixos ficam em torno de R$ 90 milhões. Com o contrato do Santos, de R$ 16 milhões, isso se eleva a pouco mais de R$ 100 milhões.
Há ainda negociações em aberto com o Vasco (estimativa -R$ 10 milhões), Botafogo (R$ 10 milhões), Corinthians (R$ 30 milhões) e a Chapecoense (sem valor definido). O acordo com a diretoria vascaÃna está encaminhado após reunião na última sexta-feira, segundo o clube. Se fechar com todos esses times, a Caixa ultrapassará o valor previsto de R$ 132 milhões. O Vitória tinha anunciado renovação, mas o blog não encontrou seu contrato no Diário Oficial.
A Caixa priorizou clubes que estavam na Libertadores, fora acordos de renovação. No ano passado, a Caixa tinha apenas dois times na competição. Agora, já conta com quatro (Atlético-MG, Atlético-PR, Santos e Flamengo). E pode chegar a seis no total.
Para esses clubes, o banco estabeleceu bônus e premiações maiores do que para os outros pela importância do torneio. A conquista do campeonato sul-americano dá R$ 1,5 milhão, e do Mundial R$ 2 milhões.
Assim, os contratos de Flamengo, Atlético-MG e Atlético-PR têm previsão de empenho de R$ 5 milhões a mais do que o valor fixo. Isso explica a discrepância de R$ 3,5 milhões entre os montantes dos contratos entre os dois grandes paranaenses, e os dois grandes mineiros.
Não houve reajuste para nenhum clube, apenas a inclusão de bônus. A provável expansão do valor total investido pela Caixa resultará em maior número de times caros no cartel.
O Botafogo, por exemplo, já exibe o logo do banco sem ter contrato. ''Estamos em fase negocial. Na há pendência. Não posso te garantir que fomos beneficiados pela Libertadores porque não fechamos'', contou o presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira. Mas sua negociação é no patamar do Vasco que, normalmente, obtinha valores maiores por sua camisa.
O blog mandou perguntas para a assessoria da Caixa sobre os patrocÃnios aos times, mas não recebeu resposta. Além da Libertadores e Mundial, há prêmio de R$ 1 milhão para o Brasileiro, R$ 500 mil pela Copa do Brasil, e R$ 500 mil pela Série B, e R$ 300 mil pela Copa Nordeste. Há uma tabela padrão. Veja o valor fechado com cada clube já no diário oficial (com especificação de quanto é em premiação):
Flamengo - até R$ 30 milhões (R$ 5 milhões em premiações)
Atlético-MG - até R$ 16 milhões (R$ 5 milhões em premiações)
Cruzeiro - até R$ 12,5 milhões (R$ 1,5 milhão em premiações)
Atlético-PR - até R$ 11 milhões (R$ 5 milhões em premiações)
Bahia - até R$ 7,8 milhões (R$ 1,8 milhão em premiações)
Sport - até R$ 7,8 milhões (R$ 1,8 milhão em premiações)
Coritiba - até R$ 7,5 milhões (R$ 1,5 milhão em premiações)
Avaà - R$ 5,5 milhões (R$ 1,5 milhão em premiações)
Náutico - R$ 3,7 milhões (R$ 1 milhão em premiação)
Figueirense - R$ 3,4 milhões (R$ 1 milhão em premiação)
Ceará - R$ 3,4 milhões (R$ 1 milhão em premiação)
Paysandu - R$ 3,2 milhões (R$ 1 milhão em premiação)
América - até R$ 3 milhões (R$ 1 milhão em premiação)
CRB - até R$ 1,5 milhão (R$ 500 mil em premiação)
CLAUDEMIR GOMES
No dia 6 de abril o Sport faz sua estréia na Copa Sul=Americana, fato que o levará a disputar quatro competições simultaneamente: Campeonato Pernambucano; Copa do Nordeste; Copa do Brasil e Copa Sul=Americana. Tal excesso reserva para o Leão uma super agenda de jogos. No espaço de 43 dias (de 19 de março a 30 de abril), o técnico Daniel Paulista mandará seus comandados a campo 14 vezes. à como se o Sport disputasse um jogo a cada três dias. Este número absurdo será atingido se o clube leonino se classificar para as semifinais da Copa do Nordeste.
Estamos falando de um calendário surreal que ressalta a preocupação única dos gestores e promotores com o lado comercial, sem observarem a dificuldade que criam para os clubes fazerem um planejamento racional para a temporada. Até o momento o Sport já faturou mais de R$ 5 milhões em cotas recebidas nas disputas em que está envolvido. Este é o fim que justifica os meios em um futebol que é tratado unicamente como negócio. Uma estratégia de risco e que tem um prazo de validade curto, e o maior exemplo disso é o êxodo dos torcedores dos estádios.
O futebol também é tratado como um negócio de alto rendimento. Afinal, pertence ao setor do entretenimento, que tem um percentual de crescimento dos mais expressivos no mundo dos negócios. A referência maior de êxito é o futebol europeu onde o setor comercial é prioritário tanto quanto o setor técnico que dar sustentação ao espetáculo. Sem qualidade, sem nÃvel de excelência, o futebol não tem sustentação na disputa com outras alternativas de entretenimento. O mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, tem emitido sinais sobre a fragilidade do produto futebol fazendo uma comparação direta com o cinema. A preferência do público pelas salas de cinema é impressionante.
A maioria desses 14 jogos a serem disputados pelo Sport, a começar pelo confronto de ontem com o Belo Jardim, no estádio do Arruda, será mostrado pela televisão aberta, fato que reforça a criação de um novo hábito que é o de assistir jogos na poltrona de casa. Hoje, o cardápio de jogos na televisão atende a todos os gostos e preferências. Esta competição de partidas na telinha tem na qualidade do espetáculo o diferencial. A oferta de jogos de alto padrão técnico é muito grande, fato que leva os que gostam do futebol como entretenimento a descartarem os produtos de qualidade inferior. A longo prazo o futebol de poltrona será decisivo para a diminuição dos torcedores dos clubes medianos como os três grandes do Recife: Sport, Náutico e Santa Cruz.
Um jogo a cada três dias é insanidade. Dose pra leão.
CLAUDEMIR GOMES
A sétima rodada do hexagonal do tÃtulo serviu apenas para ratificar o que estamos escrevendo desde o primeiro momento em que a bola começou a rolar na competição estadual: esta é a pior edição da história do Campeonato Pernambucano. O clube de maior torcida no Estado, segundo as últimas pesquisas, jogando na sua cidade, o Recife, levou apenas 263 pagantes ao estádio do Arruda. Eis o decreto da falência da competição. O público total de Belo Jardim 0x1 Sport foi de 437 torcedores. Lamentável.
Embora ainda existe chance matemática para uma mudança de cenário, podemos dizer que, neste caso a lógica não será contrariada, e podemos cravar as classificações de Salgueiro, Sport, Santa Cruz e Náutico para as semifinais do Estadual como ponto pacÃfico. LÃder isolado com 16 pontos, quatro a mais que Santa Cruz e Sport, seus seguidores mais próximos, o Salgueiro tem tudo para fechar o hexagonal como primeiro do grupo. Afinal, dos três jogos que lhes restam dois serão contra os limitados Central e Belo Jardim. A partir das semifinais o Pernambucano passa a ser disputado pelo sistema mata, mata, o que aumenta as chances do clube sertanejo vir a levantar o tÃtulo, criando um fato novo na centenária história da combalida competição.
A goleada do Santa Cruz sobre o Central (5x1), ontem a tarde, no Arruda, na abertura da rodada, impressionou dentro do conceito de futebol de resultados por conta do número de gols, entretanto, contudo, não chegou a revelar uma evolução do time tricolor ante a fragilidade do adversário.
O Náutico foi ao Sertão enfrentar o Salgueiro no Cornélio de Barros e tropeçou nos próprios erros, e no equÃvoco do treinador que escalou um time com três volantes para buscar uma vitória. A equipe alvirrubra não teve criatividade no meio campo e foi inoperante no ataque, sem falar nos erros de posicionamento da defesa. A vitória do Salgueiro por 2x0 traduziu com fidelidade a história da partida, onde os donos da casa tiveram o domÃnio das ações durante os 90 minutos.
O Sport voltou a utilizar uma equipe alternativa para medir forças com o limitado time do Belo Jardim. O confronto foi marcado pela apatia que dominou o conjunto leonino. O placar de 1x0 foi o mesmo do primeiro confronto entre os dois times, ocorrido na Ilha do Retiro, e para reforça a coincidência, o autor do gols das duas vitórias foi o mesmo: Paulo Henrique. Como sempre acontece, ao final da partida, na coletiva de imprensa, o técnico Daniel Paulista disse ter gostado da atuação do time rubro=negro. à querer tapar o sol com a peneira.
Os três jogos da sétima rodada do Pernambucano teve como marca registrada a pobreza técnica, que é um forte componente nesta engrenagem que está triturando, e tornando em pó uma disputa que já teve seus encantos.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Ao assistirmos, ontem, o programa Bola da Vez, da Espn, com o convidado Eurico Miranda, presidente do Vasco, ficamos convictos de que o brasileiro adora a cultura do salamaleque, oriunda do império.
Observamos tal fato nas entrevistas que são realizados com personagens importantes, quando as perguntas efetuadas tem um único sentido, o de não desagradar.
Essa cultura é disseminada, e isso acontece no futebol e outros esportes, nas entrevistas coletivas que são realizadas com dirigentes, profissionais dos clubes ou outras envolvidas no segmento.
Sem dúvida, o Brasil é o maior paÃs "salamalaqueiro" do mundo.
Nas coletivas existe um certo receio de se questionar os personagens.
Quantas vezes sentimos o constrangimento quando uma pergunta mais profunda é realizada, levando aquele que está assim procedendo a fazer uma abertura cheia de salamaleques, quase pedindo desculpas pelo seu procedimento.
Na realidade estamos citando um segmento que vive pressionado, desde que os dirigentes e profissionais detestam crÃticas, e quando uma pergunta sai do script preparado, a reação é imediata, chegando a intimidar quem ousou sair da linha programada. No final, quem ainda aguenta ouvir tais entrevistas, observa que foi uma festa de salamaleques.
Por conta disso, essas perdem o conteúdo. Esses só gostam de elogios, e, do outro lado os torcedores recebem uma carga de fatos que não esclarecem os acontecimentos. Eles são divinos.
A vida de um jornalista esportivo não é fácil, inclusive com um mercado difÃcil com poucas opções, e além disso tem que contar com as pressões que são grandes, e ficam tolhidos de serem investigados, e quando tentam são ameaçados.
Temos um caso pessoal sobre isso, embora não sejamos jornalistas, fomos ameaçados de morte por conta de nossa participação em um programa esportivo. Essa é a triste realidade, imagine o que acontece com aqueles que vivem da profissão.
Dirigente esportivo tem suas raÃzes na Casa Grande, com o chicote nas mãos, detestando confrontos. O jornalismo polÃtico e econômico é bem diferente do esportivo, desde que as crÃticas são formuladas, o sistema investigativo funciona, trazendo uma maior audiência por conta das verdades.
O futebol brasileiro vive na Ilha da Fantasia.
Estagnado, apequenado em relação aos grandes centros, e todos continuam felizes, e não conseguem ousar, criticar os cartolas, pois poderão encontrar pela frente alguém que baixará um ato proibindo as suas presenças no clube, ou então um outro que tentará cooptá=los, trazendo=os para o seu lado.
Falta ao futebol brasileiro um jornalismo que busque nas suas entranhas, que denuncie as suas mazelas, posto que somente assim esse esporte poderá sair do atoleiro em que se encontra.
Quando abordamos o tema nos lembramos de alguns personagens do jornalismo esportivo de outras épocas, que tiravam as notÃcias debaixo do tapete como Geraldo Freyre, José Menezes, Amaury Veloso, aulo Morais, Claudemir Gomes (esse último ainda na ativa no setor), e tantos outros cujos nomes fugiram da memória, que nos seus trabalhos enfrentavam a todos com perguntas duras, éticas, e que deixavam os torcedores com o conhecimento de tudo o que acontecia na realidade
Os muçulmanos, tão perseguidos hoje por Trump, foram aqueles que deram origem a esse termo há centenas de anos, quando saudavam um visitante com "As Saaçamu Aleikum", ou seja, "Que a paz esteja contigo". O Brasil colônia mudou o sentido e a transformou em um beija=mão.
Bons tempos que não voltam mais.