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Maio 2012 ›› JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Um dos mais longevos jornalistas do Brasil, Alberto Dines, tem uma frase antológica, que reflete as dificuldades do jornalismo esportivo e a sua falta de independência.
"O jornalismo esportivo pode ser crÃtico, veemente rigoroso até certo ponto mesmo estando desiludido obriga=se a manter algumas ilusões básicas. Para consumo interno e externo. A não ser que queira transferir=se para outras editorias", escreveu Dines.
Nada mais real do que essa frase, e os exemplos são bem claros no nosso dia a dia. Na transmissão de um jogo de qualidade duvidosa, os narradores e comentaristas fazem pequenas ressalvas, desde que não pode analisá=los de forma correta, por conta dos valores que são cobrados pelos patrocÃnios que poderão perceber que compraram um gato por lebre.
A notÃcia publicada é produzida de forma estática, sem que aconteça uma análise de seus reflexos. O jornalismo esportivo na televisão tornou=se um programa humorÃstico, onde os gracejos imperam, e os esportes ficam de lado.
Por outro lado, perdeu a liberdade de questionar, e faz parte de um novo sistema de encenação, quando compactua com o errado sem as devidas condições de constestá=lo.
Sentimos falta do repórter que saia em busca das fontes, daquele jornalista furão que procurava uma agulha no palheiro para sua matéria, mas isso deixou de acontecer, desde que essa só será divulgada com a autorização do editor e, por sua vez, tem que consultar o editor chefe, que procura o diretor, e esse o dono da empresa que irá dar a palavra final, caso a notÃcia não tenha ligação com um amigo.
Por conta disso as redes sociais estão tomando conta do processo, quando divulgam os fatos como aconteceram de forma independente.
O atual modelo do futebol brasileiro ainda persiste por conta da ausência de um jornalismo investigativo e analÃtico, desde que hoje os questionamentos rarearam, a busca dos fatos e das denúncias foram trocados pela internet, e as mazelas continuam livres e felizes habitando o sistema vigente.
Não pode haver clubismo como acontece de forma bem aberta, ou amizade com atletas e dirigentes, e sim a notÃcia e sua verdade, que checada com boas fontes teria que ser divulgada doa a quem doer. Isso é quase impossÃvel desde que os poderosos não iriam permitir. Esses só gostam de elogios, como a madrasta de Branca de Neve.
A imprensa livre é fundamental para a democracia, e o exemplo está na divulgação da corrupção que assolou o paÃs.
Sabemos da vida dura de um jornalista esportivo, em especial o setorista de um clube, que se contar a verdade do que observa e ouve, certamente seria expulso e com um pedido dos cartolas para demiti=los.
Na verdade hoje são assessores de imprensa, divulgando o prato feito que lhes é entregue.
Numa região medieval como a nossa, o fato é ainda mais grave, com suseranos que não admitem crÃticas e tem o poder junto ao dono de um veÃculo de comunicação para demitir aquele que ousou divulgar algo que não seja do seu interesse.
à lamentável mas faz parte da nossa dura realidade.
CLAUDEMIR GOMES
Vitórias sempre funcionam como antÃdotos para tudo de ruim, ou negativo, para o futebol. E este foi o maior ganho do Sport na vitória (3x0) sobre a Chapecoense, na noite na quinta=feira, na Arena Pernambuco. Evidente que, o fato de o time comandado por Vanderlei Luxemburgo ostentar uma invencibilidade de sete jogos, uma sequência de quatro vitórias no Brasileiro da Série A, instiga o torcedor leonino que deu mais uma demonstração de força e fidelidade ao comparecer, em grande número, ao estádio em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Contudo, o lucro maior da vitória sobre a Chape foi afastar a nuvem negra que pairava sobre a Ilha do Retiro com episódios envolvendo o jogador, Diego Souza, maior referência do elenco.
O gol marcado pelo atacante da Seleção Brasileira espantou uma iminente crise. Luxemburgo sempre agiu com muita habilidade durante toda a turbulência criada no perÃodo em que o jogador se ausentou do clube. No jogo de ontem, mais uma vez, deu uma mostra de sensibilidade e sabedoria. Não escalou o craque de frente, lhe poupando de qualquer tipo de cobrança, que por ventura viesse acontecer, e o acionou na hora certa. Diego funcionou como ponto de desequilÃbrio, marcou um dos gols da vitória e foi festejado pela torcida. Pronto! Tudo resolvido. Gol e vitória. Essa associação é infalÃvel.
E o torcedor rubro=negro ainda festeja o fato de a defesa do Sport não sofrer gols há cinco partidas. São muitos os efeitos provocados por uma sequência de resultados positivos, a partir do respeito imposto aos adversários. Campanha vitoriosa é imperativa em qualquer competição do mundo. O que há de mais relevante nessa sequência de resultados positivos do Sport é a identificação do grupo com a proposta do técnico Vanderlei Luxemburgo. A medida que foi conhecendo o potencial do grupo, o treinador foi definindo as variantes táticas. As vitórias foram determinantes para a conquista da confiança do grupo. Mais que um padrão, o Sport começa a definir uma filosofia de jogo, coisa que há muito tempo não observamos na Ilha do Retiro.
Experiente, Luxemburgo vem operando uma "limpeza" sem traumas e alardes. O treinador leonino não precisou de muito tempo para enxergar que o elenco do Sport estava recheado de profissionais que foram recrutados de forma equivocada, que não tinham nada a agregar a um clube cuja meta é se estabelecer no top 10 do futebol brasileiro. Separar o joio do trigo não é tarefa fácil, normalmente causa ruÃdos e deixa fissuras no grupo. Na Ilha do Retiro ela está sendo realizada com uma discrição elogiável sob a coordenação do professor Luxemburgo.
ROBERTO VIEIRA
Oh, yeah!
Hoje é Dia do Rock?
Poderia ser do samba.
Samba que é o rei do paÃs de Pelé.
Como poderia ser o Tango.
Nas milongas argentinas e uruguaias.
Futebol que já foi Valsa nos pés de Wunderteam.
La vie em rose na careca de Zidane.
Ãpera de Verdi, Meassa e Rossi.
Porém, for those about to play?
We salute you!
Rock'n roll.
O futebol é rock nas veias e nas imagens uniersais.
Beatles e Brasil de 58 e 70.
Ducan Edwards e Buddy Holly.
A estrada para o céu dos uruguaios em 50.
A estrada para o inferno de Barbosa.
George Best e Dylan embriagados nos anos 60.
Puskas e a canhota de Hendrix.
Crujff polivalente tal qual Oldfield.
Hooligans, organizadas e Sex Pistols.
O magic bus nos conduzindo ao teatro dos sonhos.
RuÃnas de um domingo sangrento domingo.
Quantos de nós atingimos o Nirvana nos 90 minutos?
Quantos de nós não cantamos We Are The Champions?
We Will Rock You?
O rock se traduz em gols e defesas milagrosas.
A glória de uma Space Oddity.
A derrota no dark side of the moon.
Quando enlouquecidos como Barret vagamos pelas alamedas da mente.
Mutantes.
Legiões urbanas.
ClaptomanÃacos do ingresso da bola.
Pois não existe Satisfaction sem futebol.
Futebol que nunca se recusa to spend the night together.
Futebol nascido de três acordes básicos.
Futebol que se tornou psicodélico, punk e progressivo na infinita highway.
CLAUDEMIR GOMES
Hoje é o Dia do Rock. Sou de uma geração que amava os Beatles e Rolling Stones, que se embalou com Cazuza, Renato Russo, Capital Inicial, Barão Vermelho... e que também amava o futebol arte praticado no Brasil. Futebol é território do samba, do pagode e do rock. Enfim, abriga todas as tribos. Quando um astro da música revela o seu amor por uma bandeira, ele passa a ser identificado, não apenas pelo seu excelente trabalho, mas também como torcedor de tal clube.
E quantos craques já foram imortalizados em músicas. O próprio futebol já foi cantado em prosa e verso. O rock foi um gol de placa que encheu nossos corações depois da Bossa Nova. Evidente que o ritmo alucinante já leva a juventude à loucura na década de 50 nos Estados Unidos. Bom! Ninguém melhor que o mestre Roberto Vieira para falar sobre isso. Além da habilidade no trato com as palavras, conhece como poucos as histórias do rock e do futebol.
O companheiro, José Gustavo, com quem participamos de um debate esportivo, todos os dias na Rádio Clube (das 13h as 14h), o Bate Bola, é um roqueiro de carteirinha. Fez suas incursões no mundo da música como baterista, mas na hora da decisão optou pelo jornalismo. O amigo, Henrique Queiroz, jornalista esportivo que por três décadas trabalhou no Jornal do Commercio, também é um roqueiro que está sempre de plantão. Certamente a confraria da qual faz parte estará reunida hoje a noite para brindar o Dia do Rock.
Esse espaço é para falar sobre as coisas referentes ao futebol, mas permite esse tipo de tergiversada, como bem diz o mestre, José Teles, que de rock entende um bocado.
CLAUDEMIR GOMES
Empate não encurta distância. Este foi o ensinamento repassado para Santa Cruz e Náutico na 13ª rodada do Brasileiro da Série B. Com metas distintas, os dois representantes pernambucanos na competição nacional, tinham como objetivo, encurtar a distância que os separam de clubes que têm o mesmo objetivo. Ao empatar em 2x2, com a Luverdense, mesmo jogando na condição de visitante, o Santa Cruz caiu duas casas na tabela de classificação, e viu o espaço que o separa do Vila Nova, quarto colocado no grupo de acesso, aumentar para cinco pontos, antes a distância era de três pontos.
O futebol de resultados nos leva a várias leituras. Empate fora de casa sempre foi tido como um bom resultado. Bom! Há controvérsia. No atual cenário não foi positivo para o Santa Cruz. Primeiro, o time comandado por Givanildo Oliveira não fez uma boa apresentação, adotou uma postura equivocada no inÃcio do jogo quando ficou vulnerável e passivo ante as ações dos donos da casa. Vale salientar que os tricolores estavam medindo força com um time que está na penúltima posição na tabela de classificação. Um clube que tem o acesso como meta tem que ser altivo sempre, em determinadas situações. A vivenciada ontem era uma delas, para o Santa Cruz, fato que não aconteceu, e que levou o empate de 2x2 a ser visto, equivocadamente, como bom, por alguns analistas. Faltam seis rodadas para o final do turno. Dessas seis partidas, o Santa Cruz fará quatro no Recife, o que representa uma vantagem substancial que pode levar o Tricolor do Arruda ao G4.
A desastrosa campanha descrita pelo Náutico, até a 12ª rodada, tem levado o torcedor alvirrubro a comemorar as pequenas mostras de recuperação do time. Dentro deste contexto, o empate de 1x1 com o lÃder Juventude foi assimilado como um fato positivo, embora a partida tenha sido disputada na Arena Pernambuco, ou seja, com o Alvirrubro na condição de mandante. O fato mais relevante do que o time disputar o segundo jogo sem amargar uma derrota foi o bom rendimento apresentado pelos comandados de Beto Campos. As circunstancias dos momento é que ditam se o empate foi bom, ou não. Afinal, como bem diz o Billy Blanco no seu Canto Chorado:
"O que dá pra rir, da pra chorar
Questão só de peso e medida
Problema de hora e lugar..."