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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Gols em profusão! Eis a tônica da sétima rodada do Pernambucano, que foi encerrada nesta segunda-feira com a vitória (2x1) do Decisão sobre o Central, em Caruaru. A duas rodadas do final da fase de classificação, as tendências estão definidas. Os clubes que atingiram uma pontuação com dois dÃgitos, teoricamente estão classificados para a próxima fase. Afogados e Petrolina, que não contabilizaram nenhuma vitória em sete jogos disputados, foram engolidos pela "caetana", e estão rebaixados para a segunda divisão estadual em 2026, embora, matematicamente, exista uma esperança de salvação.
Maguary e Jaguar medem forças nesta quarta-feira, em jogo válido pela sexta rodada. O time de Bonito, que somou quatro vitórias em seis partidas disputadas, caso contabilize os três pontos em disputa, assume a vice-liderança do campeonato e se credencia para disputar a primeira colocação com o Santa Cruz, na última rodada. O outro jogo que tem a cumprir é com o Afogados, vice lanterna da competição. Com três partidas a disputar, o Jaguar pode chegar a 14 pontos. A depender da combinação dos resultados o representante de Jaboatão dos Guararapes pode obter a classificação com vitórias sobre o Petrolina e Afogados, respectivamente seus dois últimos adversários.
O Santa Cruz, que já disputou dois clássicos, voa em "Céu de Brigadeiro". à o único time que pode chegar aos 22 pontos ganhos no final desta primeira fase. Enfrenta o Central, domingo, no Arruda, e fecha sua participação num confronto com o Maguary, dia 22 na Arena Pernambuco.
Sport e Náutico jogam pela vitória no clássico que disputarão sábado, na Ilha do Retiro. Só a soma de três pontos manterá, um dos dois, no páreo para passar direto para as semifinais. Para conseguirem tal vantagem, rubro-negros e alvirrubros precisam vencer os dois jogos que ainda têm a cumprir, e de uma combinação de resultados que lhes beneficiem.
O Retrô chegou aos 11 pontos, assegurou sua participação nas oitavas de final, e irá enfrentar Decisão e Central, nos dois jogos que lhes restam. O time de Camaragibe pode chegar aos 17 pontos e acabar na frente de Sport ou Náutico, fato que lhe dará a vantagem do mando de campo na próxima fase da competição.
Três times buscam a quarta vaga para as oitavas de final: Decisão, Central e Jaguar. A julgar pelas campanhas descritas pelos adversários, o caminho que se apresenta menos pedregoso é o do Jaguar. A sorte está lançada para os três. Detalhe: existe um lugar no céu; um no purgatório e outro no inferno.
CLAUDEMIR GOMES
Entre os dias 2 e 3 de fevereiro existe uma noite. Nada mais óbvio e natural. Mas até a ordem natural das coisas sai do lugar comum, tal como ocorreu há 111 anos, quando um grupo de jovens, ungidos pelas águas abençoadas de Iemanjá, sonharam em fundar um clube de futebol. O sonho sonhado em noite de festa da Rainha do Mar foi transformado em realidade no dia 11 de fevereiro de 1914, com o nascimento do SANTA CRUZ FUTEBOL CLUBE.
Nasceu sem casa, numa calçada, num beco, por traz da Igreja de Santa Cruz. O novo clube era pobre, sequer tinha domicÃlio, como reza a lenda, mas aqueles jovens visionários lhes colocaram um sobrenome gigante: FUTEBOL CLUBE.
Bendito sobrenome!
E os nomes foram chegando: José, João, Carol, Fernando, AloÃsio, Gustavo, Rodolfo, Aristófanes, Romero, Edson, Waldomiro, Adonias, Spock, Forró, Bartolomeu, Armindo, Leduar, Alexandro, Umberto, Paulo, Napoleão, Luciano, Armando, Capiba, Nando, Vanildo, Nivaldo, Pedro, César...
Nomes que se multiplicaram e traduzem uma paixão: SANTA CRUZ. Paixão expressa no choro, no riso, no frevo, no xaxado, no baião, no forró, no funk, no samba, em todos os ritmos. Afinal, o clube que nasceu numa calçada no bairro da Boa Vista, no Recife, traz consigo o cheiro do povo. Um povo que tem swing, que acorda sob os sons dos clarins e dorme ouvindo os batuques dos maracatus. Um povo que é amante da glória.
O Santa Cruz de todos os nomes se mudou para o Arruda, zona norte do Recife, bairro pobre, no pé do morro, onde lá de cima, de braços abertos, a imagem da Virgem da Conceição lhe protege sempre.
"Eu sou Santa Cruz de corpo e alma", bradou o mestre Capiba num frevo que se eternizou, virou hino. Se transformou num grito de liberdade, pois quem é Santa Cruz é por inteiro. Eis a razão pela qual o clube nasceu numa calçada, sem paredes, sem amarras. Aprendeu a andar nas ruas de pedras irregulares, a superar obstáculos.
Caiu e se levantou; caiu e se levantou... Criou calo, musculatura, se agigantou alimentado pelo grito do povo.
O Santa Cruz não é clube!
à religião.
à mistério indecifrável de uma Noite de Iemanjá.
E já são 111 anos de louvação de todos os nomes.
Parabéns!
CLAUDEMIR GOMES
A semana começou com o presidente da Federação Pernambucana de Futebol chamando torcedores de fdp, e dizendo que eles não tinham coragem de trocar bala e trocar tapa. Uma violência verbal sem precedente no currÃculo de um comandante do futebol pernambucano. Oito dias depois a resposta acontece em forma de barbárie: sangrenta, aterrorizante, mortal. Assim foi o "esquente" do Clássico das Multidões promovido pelas torcidas do Santa Cruz e do Sport.
Os bairros da Torre e da Madalena foram transformados em praça de guerra. Imagens da selvageria tomaram conta das redes sociais. As cenas de violência provocadas pelos barbaros dos século XXI inibiam qualquer filme de terror exibido na Netflix, Globoplay, Amazon...
Da forma mais aterrorizante possÃvel, os selvagens que se diziam representantes das tribos tricolor e rubro-negra, mostraram ao mundo que não tinham medo se trocar tapas. Mais que isso, exibiram uma sede de sangue, e uma satisfação em matar bem maior do que se via nos gladiadores em épicos confrontos nos antigos circos romanos.
Em tempos de Inteligência Artificial a sensação é de que o setor de inteligência dos orgãos responsáveis pela segurança pública é burro. à do conhecimento de todos que essas gangues, que são chamadas de torcidas organizadas, programam seus duelos pelas redes sociais. Mas nada pára esses selvagens que tocam terror nas ruas recifenses há anos, em dias de jogos.
Aqui já se criou Juizado do Torcedor; grupos para estudar e coibir violência, se criou de tudo, e nada funcionou a contento. A violência só aumentou.
Não sei se existe uma meta a ser batida com o registro de óbitos no futebol pernambucano. Bom! Na barbárie deste sábado foi mais um para a conta. A emergência do Hospital da Restauração atendeu mais de dez feridos na "Guerra da Torre".
Depois que o sangue manchou as ruas da cidade, que o pânico tomou conta da população, medidas foram tomadas. A governadora Raquel Lyra informou nas suas redes sociais que foi providenciado um reforço de 700 PMs. Como sempre, as medidas são adotadas para atenuar os efeitos.
Quando será que os responsáveis pela segurança serão proativos nessa cruzada com as organizadas?
Os próximos dias colocarão muitos polÃticos sob os holofotes. A violência que assustou o Recife neste histórico sábado sangrento servirá de mote para inúmeros protestos. Torço para que os "gritos" ecoem de alguma forma, pois em anos de confronto, a violência das organizadas tem vencido de goleada.
O jogo?
O que tenho a dizer é que o Santa Cruz jogou com a garra de um leão e venceu (1x0) um Sport que se movimentou como uma minhoca despretenciosa. Os tricolores festejaram a quebra de um tabu que já durava quatro anos.
CLAUDEMIR GOMES
Os clássicos fazem a diferença em qualquer competição do mundo. Isto é fato. No Campeonato Pernambucano, onde os alicerces têm três pilares de sustentação - Sport, Náutico e Santa Cruz - a liturgia do futebol também é respeitada e segue sendo louvada pelas grandes torcidas. Comportamento fácil de se constatar através do burburinho observado na cidade por conta do Clássico das Multidões - Santa Cruz x Sport - que será disputado na tarde deste sábado, no Estádio do Arruda.
Embora o Estadual tenha se tornado um torneio mequetrefe, os clássicos seguem agitando as torcidas. Fato que justifica o sucesso da venda antecipada dos ingressos.
Tricolores e rubro-negros chegam para o primeiro confronto entre ambos na temporada, e que pode vir a ser o único também, com números expressivos que alimentam a confiança das torcidas. O Santa Cruz é lÃder, enquanto o Sport é o único time que se mantém invicto após a disputa de cinco rodadas.
Não consta nos regulamentos das competições, mas sabemos que, o time que vence os clássicos fatalmente coloca a mão na taça. Até a década de 80, do século passado, o Pernambucano era recheado de clássicos. Em 1983, por exemplo, quando o Santa Cruz foi tri-supercampeão, o Estadual foi disputado em três turnos com duas fases, cada um. Com espaço para um jogo extra, para decisão do turno. Foi uma enxurrada de clássicos.
A partir dos anos 90 surgiram novas competições e os espaços dos Estaduais tiveram que ser compartilhados. Nos dias de hoje, as competições domésticas, que se tornaram apêndices indesejados pelos grandes clubes, são realizadas no curto espaço de dois meses.
Este ano, com o futebol pernambucano tendo apenas dois clubes na Copa do Nordeste - Sport e Náutico - e com o Trio de Ferro disputando o Brasileiro em séries distintas - A, C e D - os clássicos do Estadual ganharam importância. Coisa da rivalidade. Além do mais, a disputa caseira é a única onde nossos clubes têm a real chance de chegarem ao tÃtulo.
Em alguns momentos é possÃvel ouvir, de algum pseudo cronista, ou trainee de dirigente, a classificação de confrontos intermediários como sendo clássicos. Coisa de emergentes despreparados. No futebol pernambucano os clássicos se resumem aos confrontos diretos entre Náutico, Sport e Santa Cruz. Nada mais que isso.
Hoje cedo, na "resenha" diária do café da manhã da Padaria Diplomata, o assunto dominante era o Clássico das Multidões. Os tricolores, como se já estivessem degustando os "milhões" que os empresários da SAF prometeram injetar no clube, apostam no poder da superação, que por enquanto vem no grito da torcida. Os rubro-negros simplificavam o sentimento numa frase: "à preciso ter Paciência".
Como estamos na era das Bets, os novos analistas do futebol se escudam nos números como se o futebol fosse uma ciência exata. A turma das estatÃsticas desconhece que os clássicos transcendem, em muito, as barreiras da burocracia.
O romantismo do passado nos deixava mais embriagados com as essências dos clássicos da época. Sendo assim, acreditando que teremos um sábado especial para o futebol pernambucano, encerro com VinÃcius de Moraes e seu fantástico DIA DA CRIAÃÃO:
"Porque hoje é sábado
Há um espetáculo de gala
Há um renovar-se de esperanças
E há uma tensão inusitada
O dia é sábado...".
CLAUDEMIR GOMES
Após a disputa do primeiro clássico - Náutico 2x1 Santa Cruz - no Pernambucano 2025, meu sentimento é de que retroagimos no tempo. Caso contrário, encontramos a justificativa para a desidratação do futebol pernambucano nos últimos anos. A verdade é que paramos no tempo e no espaço. Não acompanhar as mudanças impostas pela nova era é doloroso e cruel.
Ninguém de sã consciência cobrou, de alvirrubros e tricolores, um futebol de excelência. Ambos os times não estão capacitados para tal. A entrega e o esforço observado pelos profissionais dos dois lados eram suficientes para a satisfação do público presente ao estádio dos Aflitos, e os milhares de telespectadores que acompanharam a partida pela televisão.
O espetáculo foi arranhado pelos erros crassos cometidos pela árbitra Deborah CecÃlia e seu auxiliar, José Romão. "Pecados capitais", pois interferiram no resultado do jogo. Para tamanha lambança não existe perdão, e sim, punição, razão pela qual ambos foram suspensos pela Comissão Estadual de Arbitragem por tempo indeterminado.
Entretanto, o que aconteceu de mais grotesco, abominável até, foi um áudio do presidente da FPF que vazou nas redes sociais:
"Por que vocês não vão tomar... Vocês são uns babacas, tudo frouxo. Não têm coragem de trocar tapa, trocar tiro, ficam falando besteira no celular. Vai tomar no ...".
Fica a indagação: Qual a punição para tal destempero?
Num passado longÃnquo, quando o rádio dominava a comunicação do futebol, cada "tribo" tinha seu bobo da corte. Eles usavam de todos os expedientes para motivar, inflamar as torcidas, principalmente em véspera de clássicos. A ordem era instigar a rivalidade. Nada acontecia nos estádios, e nas ruas da cidade, porque não havia ainda as gangues que são chamadas de Torcidas Organizadas.
Certa vez, chegou um cidadão na Federação Pernambucana de Futebol e se apresentou ao presidente, Carlos Alberto Oliveira, como representante do Santa Cruz. Oliveira lhe deu as boas vindas e o tricolor saiu-se com essa:
"Olhe presidente, eu costumo esculhambar quando julgo que meu clube foi prejudicado. Portanto, se eu disser na resenha que aqui na FPF tem corno ou fdp, na outra resenha eu peço desculpas e fica tudo certo".
Sem querer acreditar no que estava ouvindo, o presidente Carlos Alberto Oliveira abriu a gaveta do bureau e respondeu:
"Eu lhe entendo. Mas tem um problema: no dia em que um sujeito chegar numa rádio e me chamar de corno ou fdp, eu dou um tiro na boca dele. Infelizmente não vou ter como pedir desculpas".
O cidadão arregalou os olhos, deu meia volta e nunca mais cruzou os batentes da Federação. O episódio, mais que verdadeiro, testemunhado por mim, e por outros profissionais da imprensa, foi tão cômico que entrou para o folclore do futebol pernambucano.
Mas vale lembrar que estamos em outros tempos. Chegamos a era das redes sociais e, ao que tudo indica, o presidente Evandro Carvalho, que ocupa cargos na FPF há 38 anos, não se deu conta das mudanças.
Este ano, todas as vezes que resolveu dar entrevista vomitou alguns absurdos. Neste final de semana, ultrapassou a fronteira da tolerância.
Por que não de calas?
à um show!