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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O Campeonato Brasileiro é uma competição formatada com trinta e oito rodadas, fato que possibilita constantes mudanças de cenários, visto que, são poucas as equipes que conseguem manter uma regularidade, tanto na parte de cima, como na parte de baixo da tabela.
As possibilidades existem, e são reais. Algumas chegam a surpreender como um ponto fora da curva. São registros pouco prováveis, que têm um protagonista diferente a cada edição da competição. Para um melhor entendimento das tendências, os analistas dividem a competição em ciclos de cinco rodadas, ou seja, ao final de cada ciclo é possÃvel que haja uma mudança de cenário. Tudo depende da regularidade dos times distribuÃdos em cada ponto da tabela.
Quando não existe mudanças numa sequência de dois ou mais ciclos, se cria as tendências, como bem nos ensina o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, craque no estudo das mutações.
Quando a tabela da Série A foi divulgada, teoricamente o primeiro ciclo de jogos do Sport lhe dava a oportunidade de fazer uma boa soma de pontos. Afinal, os adversários, América/MG, Botafogo, Paraná, Bahia e Cruzeiro, viabilizam tal possibilidade. Como no futebol não existe uma verdade absoluta, o confronto com o América Mineiro apresentou um resultado pouco provável por conta da elasticidade do placar: 3x0 em favor do time mineiro. Mas os Leões se reabilitaram fazendo uma boa apresentação diante do Botafogo, jogo que terminou empatado (1x1); e em seguida venceu (2x1) o Paraná, em Curitiba.
Agora, o Sport tem dois jogos onde vai procurar contabilizar seis pontos: com o Bahia, neste domingo, na Ilha do Retiro, no que chamamos de clássico regional, que normalmente é apimentado pela rivalidade existente entre o futebol pernambucano e o baiano, e conclui o primeiro ciclo enfrentando o Cruzeiro, no Dia das Mães, as 11h, no Mineirão. Portanto, existe a possibilidade do time, agora treinador por Claudinei Oliveira, fechar o primeiro ciclo com 10 pontos ganhos, o que representa um aproveitamento de 65%, que fatalmente lhe deixaria posicionado na parte de cima da tabela de classificação.
Evidente que, por se tratar de futebol, onde as coisas não são tão previsÃveis, e precisas, é prudente levar em consideração as outras possibilidades, ou seja, a de empatar os dois jogos; perder as duas partidas, ou seja, deixar espaço aberto para todas as combinações possÃveis.
O cenário do primeiro ciclo mostra um Sport com um desempenho do tamanho da sua estatura. O clássico com o Bahia, por ser na Ilha do Retiro, credita ao Leão a vantagem do mando de campo, que, em confrontos regionais, pesa mais que o normal. Contabilizar os 3 pontos em disputa neste domingo, deixará o Sport com um saldo positivo no primeiro ciclo, independente do que venha acontecer em Belo Horizonte, na próxima semana, na queda de braço entre a Raposa e o Leão.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
O Brasil tinha tudo para se tornar um grande paÃs, mas parou no tempo e no espaço pela ausência de um projeto de desenvolvimento nacional que o transformasse em uma grande potência.
Teve piques de evolução, mas esses perderam=se no caminho e nesses últimos anos o virus da corrupção tomou conta de todos os seus segmentos, levando=o ao fundo do poço.
Começamos esse artigo que não tem uma ligação direta com os esportes em geral, embora esses façam parte do contexto, por conta do impacto que tivemos em uma cidade que ainda não conhecÃamos, o Porto, em Portugal.
Não é a capital, mas tem uma estrutura que nos deixou surpresos, inclusive com o número de turistas pelas ruas limpas e organizadas. Os serviços são da maior qualidade, com um metrô com estações de alto nÃvel, ligando=o de ponta a ponta aos seus bairros.
O patrimônio histórico e cultural bem conservado, e serve de atração para quem visita a cidade. Algo sensacional. Um lugar onde a civilidade é latente.
Existem passagens para pedestres sem a presença de semáforos ou de policiamento, os motoristas obedecem, Se fosse em nosso paÃs as mÃdias seriam entupidas com notÃcias de atropelamento. O uso do metrô dá um respiro à s ruas e avenidas, com um bom fluxo dos veÃculos.
A sua população nos lembrou a do Brasil ao respirar o jogo do Porto no final da semana, que poderá lhe dar o tÃtulo de campeão.
Na realidade cidades como essa de um paÃs que já esteve no fundo do poço, e cujo PIB hoje avança todos os anos, deveriam servir de exemplo aos nosso governantes.
Nós temos tudo, mas a educação é precária, enquanto na Europa e em Portugal essa é a prioridade, e as ruas bem cedo mostram o número de jovens seguindo para as escolas.
Enquanto o foco nacional não for esse segmento iremos levar mais um século para atingir a fase de desenvolvimento. Nós temos um grande paÃs, mas a sua população ainda não entendeu que precisa mudar o modelo de gestão dando um chute nos corruptos e colocando nos devidos lugares pessoas que pensem no coletivo e não o de encher os seus bolsos.
Ainda existe esperança para todos nós, desde que ortugal também passou por um processo de corrupção , com um ex=primeiro ministro preso, mas deu a volta por cima e se tornou na verdade um paÃs do primeiro mundo e com o maior fluxo turÃstico da Europa.
As cidades são bem cuidadas, e se anda na rua sem olhar para traz com mede de ser assaltado.
O Brasil está em nossas mãos, e devemos mudá=lo para que não possamos ter decepção quando saÃmos para outros paÃses, inclusive na própria América Latina, que tem o Chile como referência.
Um desabafo feito por um brasileiro que já viu de tudo, e que ainda tem a esperança de que os futuros governantes pensem no paÃs.
CLAUDEMIR GOMES
Após um final de semana cinza, onde somente o Sport conseguiu um resultado positivo no Campeonato Brasileiro ( vitória de 2x1 sobre o Paraná), em jogo válido pela Série A, estamos vivenciando uma segunda=feira ingrata. Literalmente nublada, fato que conspira para que se faça uma reflexão sobre o tamanho do futebol pernambucano. Náutico, Santa Cruz e Salgueiro não foram bem na Série C, enquanto Central, Flamengo de Arcoverde e Afogados não brilharam na Série D.
Resultados são imprescindÃveis, têm uma importância vital, mas por conta do componente emoção, que é muito forte no futebol, qualquer análise se torna pueril quando embasada unicamente nos resultados dos jogos.
Domingo, ao chegar na Rádio Clube para comentar o jogo do Atlético/AC com o Náutico, um repórter bastante experiente tentou creditar à vitória (2x1) do Sport sobre o Paraná, lanterna da Série A, ao técnico Claudinei Oliveira. Evidente que ele estava sob efeito da emoção, uma vez que o jogo em Coritiba foi de uma pobreza técnica assustadora, e o time leonino apresentou um futebol abaixo do nÃvel da apresentação que fez no empate de 1x1 com o Botafogo, semana passada, na Ilha do Retiro, ainda sob o comando de Nelsinho Baptista.
O assunto dominante nas redes sociais é o vazamento de um áudio durante a transmissão do jogo do Náutico, quando o técnico Roberto Fernandes chamou um dos seus comandados de "Burro". Como o campeão pernambucano amargou uma nova derrota na Série C, e figura como lanterna da competição, o episódio transformou o treinador no vilão da vez. E todo o trabalho de recuperação que ele desenvolveu no clube alvirrubro, nos primeiros meses do ano, culminando com o resgate de um tÃtulo após 13 anos de jejum, foi posto de lado. Coisa da emoção.
A torcida do Santa Cruz não gostou da apresentação do time na estréia do treinador P C Gusmão, e protestou com uma sonora vaia ao final do jogo com o ABC, sábado, que terminou com um insosso empate de zero a zero. A emoção levou os tricolores a criar uma expectativa além do que o time poderia responder dentro das quatro linhas. Afinal, a simples troca de técnico não mudaria o cenário que observamos no Arruda desde o inÃcio da temporada.
Há muito tempo observamos os gritos de alerta emitidos através de sinais pelo mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, que conhece como poucos a essência do futebol pernambucano. Nosso campeonato estadual não serve de referência para as competições nacionais. Não é de hoje que se fala isso. Mas coisas irrelevantes seguem maquiando uma realidade que se torna mais cruel a cada ano.
Fatos pontuais dão sinais de evolução, contudo, a regularidade é que dar sustentação ao crescimento. E é isto que falta ao nosso futebol. Não existe regularidade sem investimento em qualidade e mudança de paradigma. A saturação do modelo é uma realidade que nos leva a esta fragilidade.
Analisar os fatos através dos impulsos da emoção é o efeito provocado pela falência do nosso futebol. Nada acontece por acaso.
CLAUDEMIR GOMES
A falta de um Centro de Treinamentos tem causado prejuÃzos incalculáveis para o Santa Cruz. Sem falar nos transtornos causados. Nos últimos dias vimos as dificuldades encontradas pelo Tricolor do Arruda, para encontrar local para os profissionais treinarem. Os fatos se repetem a cada temporada por mais de uma década, sem que se coloque a construção de um CT como a prioridade maior do clube, que precisa de tal célula para poder retomar o seu crescimento voltando a explorar sua vocação de clube formador.
Apesar dos incansáveis, João Caixero de Vasconcelos e Rodolfo Aguirar, a CP me parece incapaz para lidar com o desafio gigantesco, que exige ações ousadas. A insistência de buscar recursos num varejo primário (venda de bolo de rolo e pequenos souvenirs), para poder tocar o empreendimento, ressalta o descaso com que os outros poderes tratam um assunto vital para a vida do clube. Dias atrás, mesmo estando ainda no nascedouro, o Centro de Formação de Jogadores Rodolfo Aguiar já esteve em pauta para ir a leilão.
O Santa Cruz volta a campo neste sábado, e, durante toda a semana foi uma luta para arranjar local para o time treinar. Também não foi fácil transferir o jogo para a Arena Pernambuco. Tudo por conta da falta de um CT. Sport e Náutico também passaram por esse sufoco quando não tinham centro de treinamentos. Enfim, o essencial na estrutura do clube ainda não foi priorizado pelos dirigentes corais.
Quando conversamos com os gestores do Santa Cruz chegamos a conclusão de que tudo é prioridade no Arruda. Mas a prioridade das prioridades é um consenso entre os três poderes: Comissão Patrimonial; Conselho Deliberativo e Diretoria Executiva. Para completar, Tonico Araújo, atual vice=presidente executivo, criou um quarto poder que funciona paralelamente, mas tem uma participação tão efetiva quanto os poderes oficiais: o chamado Grupo de Empresários. Trata=se de um grupo formado por empresários e altos executivos que estão sempre dando injeções financeiras no sentido de melhorar a "saúde" do clube. A fração de poderes criou várias vertentes de pensamentos, fato que inviabiliza a concentração em um só foco.
Nos últimos anos, os investimentos feitos são em paliativos que visam conquistas ou campanhas. Coisas do futebol de resultados. Quando o assunto passa ser patrimônio, a construção do CT, é como se a fonte tivesse secado. O que é de mais importante para um clube de futebol como o Santa Cruz tem sido tratado de uma forma amadorista inconcebÃvel nos dias de hoje. à bem verdade que já existe projeto encaminhado ao Ministério dos Esportes e Ministério da Educação, mas que andam a passos lentos, necessitando de uma interferência polÃtica.
Me desculpem os que esperavam que eu fosse falar da estréia do técnico P C Gusmão, mas é que para mim a falta de um CT é um assunto bem mais importante.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
O Conselho Deliberativo do Sport, sem analisar ou conhecer, o que o Balanço de 2017 tinha no seu conteúdo, o aprovou com apenas quatro votos contrários. Fato que acontece na maioria das entidades do PaÃs.
Já postamos um artigo sobre o tema, com base no relatório da auditoria que é paga pelo clube.
Por outro lado, ao analisarmos o Balanço Geral, observamos alguns detalhes que mereciam um maior debate e esclarecimentos.
O primeiro está relacionado aos membros do Conselho Fiscal que o aprovaram. Qual a razão de apenas um titular ter assinado, na companhia de dois suplentes? O Conselho Deliberativo deveria ter convocando=os para tomar conhecimento da razão dessas ausências.
O ponto mais importante está libado a uma manobra no Ativo ao superestimar o ATIVO INTANGÃVEL, que é aleatório, com algo não identificável, sem substância fÃsica.
Nesse balanço do Sport houve uma valorização dos direitos econômicos dos atletas no total de R$ 78.009,673, o que não condiz com a realidade.
A alocação do INTANGÃVEL foi para equilibrar o Ativo com o Passivo. Na verdade a situação era de um Passivo Descoberto, ou uma situação LIQUIDA NEGATIVA, quando o Ativo não é suficiente para cobrir as obrigações.
Uma maquiagem mal feita.
Enquanto isso o clube teve uma receita de R$ 105.471,727, que não conseguiu pagar as despesas, deixando um déficit de R$ 18.313,64. Na verdade quem cobriu esse rombo foram os empréstimos no total de R$ 15.810.836, e o adiantamento de Receitas de R$ 3.488.052.
Por conta dos financiamentos o Sport pagou R$ 16.323.436. de juros, que somados as despesas financeiras totalizam R$ 18.085.115. ou seja, mais de 10% das receitas que seguiram para o pagamento de tais encargos, que em factorings são exorbitantes.
Os custos com o futebol somaram R$ 62.592.868, que representa 60% da Receita Total.
Na realidade, o Balanço apresentado não mostra a realidade do clube, que é muito pior do que se imagina, e certamente a situação irá piorar, desde que não se vislumbra a captação de recursos limpos para leva=lo por um caminho menos tortuoso.
O ATIVO INTANGÃVEL foi o salvador da pátria e merece os aplausos.