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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O Brasileiro da Série A será reiniciado nesta quarta-feira com a disputa da 13ª rodada, onde o Sport enfrenta o Ceará, as 19h30, no estádio Presidente Vargas, em Fortaleza. A competição ficou paralisada durante 35 dias, perÃodo em que se construiu, no imaginário do torcedor rubro-negro, uma interrogação maior que a Ilha do Retiro: como voltará o time comandado por Claudinei Oliveira?
A incerteza não chega a ser um privilégio da torcida leonina, contudo, a expectativa em relação a uma provável mudança de cenário aumenta por conta das dificuldades financeiras que o Sport vivencia no momento. Antes da parada para a Copa da Rússia, o time da Ilha do Retiro surpreendeu a todos com uma campanha que lhe posicionou na parte de cima da tabela de classificação. Durante o recesso, as desejadas contratações para suprir algumas deficiências, não foram anunciadas, tampouco o time fez amistosos para não perder o ritmo de jogo. Para aumentar as incertezas, os jogadores começam a reclamar dois meses de salários atrasados.
Com a certeza de que o Leão não irá voar em "Céu de Brigadeiro", neste retorno do Brasileiro, o técnico, Claudinei Oliveira, deu o seu "Grito de Alerta" em relação a prováveis turbulências que porventura venham acontecer.
Diferentemente dos seus antecessores, o treinador leonino alerta os torcedores para a prioridade do clube que é de fazer uma campanha de manutenção na Série A. Um outro sinal emitido por Claudinei, e que deixa ressaltada, ainda mais, a sua precaução, e preocupação em manter o torcedor do Sport com os pés no chão, está nas entrelinhas de suas declarações quando ressalta a alternativa de disputar o restante do campeonato com os profissionais que estão trabalhando na Ilha do Retiro. Fica claro que o clube não tem recursos para investir em reforços.
Por fim, um fato raro, visto que, o torcedor rubro-negro é sempre muito otimista: as contas que se faz no momento é visando o ponto de corte, ou seja, quanto o clube precisa somar para exorcizar o fantasma do rebaixamento. Um comportamento que revela a falta de otimismo do amante do Sport em relação ao desempenho do time pós recesso de 35 dias.
O primeiro teste é o Ceará de Lisca "Doido".
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejjpazevedo.com
Quando o apito do árbitro autorizar o inÃcio do jogo entre Ceará e Sport, que é o primeiro no reinÃcio do Brasileirinho, a competição estará com 42 atletas a menos, que foram levados para o futebol do exterior durante a Copa do Mundo, perÃodo em que a Série A esteve em recesso.
Uma lacuna muito grande que mostra o erro da manutenção desse calendário catastrófico.
Quinze times foram afetados , e o que sofreu mais foi o Atlético/PR com cinco transferências. A lista foi completada com os seguintes clubes:
São Paulo - 4; Corinthians - 4; Atlético/MG - 4; Palmeiras - 4; Flamengo - 3; Grêmio - 3; Chapecoense - 3; Vasco - 3; Bahia - 2; Cruzeiro - 2; Paraná - 1; Sport - 1 e Ceará 1.
Botafogo, Internacional, Santos, América/MG e Vitória não foram afetados. O Botafogo perdeu o seu técnico Alberto Valentim.
OBS: Dados do FOX-Sports.
CLAUDEMIR GOMES
A Copa da Rússia ainda vai servir de mote para várias crônicas e embalar muitas prosas. Mas é hora de aportar novamente na nossa realidade. Na noite da segunda-feira tivemos vários jogos válidos pela Copa do Brasil e, aqui em Pernambuco, Náutico e Salgueiro mediram forças no Cornélio de Barros, em jogo válido pela 14ª rodada do Brasileiro da Série C.
Para quem passou um mês se deliciando com o melhor do futebol mundial, os jogos oferecidos no inÃcio da semana provocaram um choque de realidades. Nada que assuste. O desafio para encarar tudo com naturalidade é evitar comparações. Tal lição me foi repassada há muitos anos, pelo mestre, Adonias de Moura.
Em 1978, a Seleção Brasileira se preparava para disputar a Copa da Argentina, e na programação constava uma excursão pela Europa. Fui escalado para tal cobertura junto com o fotógrafo, MaurÃcio Coutinho. Nosso foco na cobertura era o atacante, Nunes, do Santa Cruz. A Seleção disputou amistosos na França, Alemanha, Arábia Saudita, Inglaterra, Itália e Espanha. No retorno ao Recife, a primeira pauta que me foi repassada pelo editor de esportes foi a cobertura do amistoso entre Sport e Vassoura, time amador formado por motoristas de taxis, que tinha no comunicador, Geraldo Freire, o maior incentivador.
Entendi o recado. Assimilei a lição que me veio à lembrança enquanto assistia ao confronto entre Náutico e Salgueiro, que terminou empatado em 1x1. Um resultado que não fere a lógica, uma vez que, sempre que os grandes clubes do Recife vão jogar em Salgueiro levam uma beliscada do Carcará. Embora os números das campanhas dos dois clubes fossem claros, e mostravam o melhor momento dos alvirrubros na competição, o jogo era uma questão de vida ou morte para o time sertanejo.
O Náutico, que vinha de uma sequência de cinco vitórias, buscava os três pontos em disputa que, basicamente, lhes assegurariam a passagem para a próxima fase da competição. Por outro lado, o Salgueiro precisava vencer para deixar a zona de rebaixamento. Dois times com objetivos distintos, mas que lutavam pelo mesmo resultado: a vitória.
Os alvirrubros não fizeram uma boa apresentação, mas foram premiados com um gol de Robinho, o atacante mais brilhante e objetivo do time comandado por Márcio Goiano. O Salgueiro dominou todo o segundo tempo, fez da superação sua arma para chegar ao gol do empate. A soma de um ponto não atenuou a tensão que os donos da casa vivem nesta reta final do campeonato. Por outro lado, a quatro jogos do final desta fase de classificação, somar um ponto na condição de visitante, foi para o Náutico um feito positivo, visto que, seu passaporte pode ser carimbado no próximo sábado, diante da Juazeirense, na Arena Pernambuco, onde o Timbu canta de galo.
CLAUDEMIR GOMES
O tÃtulo conquistado pela França na Copa da Rússia é incontestável. Os atuais bicampeões do mundo não criaram um fato novo no universo do futebol, mas ratificaram uma verdade que vinha sendo contestada por um desvio de foco, a de que "futebol é um esporte coletivo".
O protagonismo de craques como Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar... em seus respectivos clubes, onde funcionam como pontos de desequilÃbrio, levou a maioria dos cronistas, de diversos paÃses, a cometer o equÃvoco de atribuir a eles o crédito de uma conquista coletiva.
Nada de novo no mundo da bola. A visão equivocada é provocada pela evolução da comunicação. Os feitos de Pelé - eleito Atleta do Século XX - não tiveram a mesma visibilidade dos de Messi e Cristiano Ronaldo. O Rei do Futebol fez a diferença na Copa de 70, nem por isso a conquista foi atribuÃda a ele, individualmente. O mesmo podemos dizer de Maradona, em 86, e Zinedine Zidane, em 98, que foram protagonistas em conquistas coletivas.
O fato de há dez anos virem dividindo a condição de Melhor Jogador do Mundo, colocou um peso nas costas do argentino e do português. Neymar, por ser um candidato a tal condição, também foi cobrado por um feito que não podia realizar. O futebol é um esporte coletivo. Seleções que trabalharam o grupo dentro de uma proposta de jogo, descreveram campanhas exitosas, e através delas surgiram novos protagonistas.
Não vimos nada de revolucionário na Copa da Rússia. Apenas um freio de arrumação, uma lição aos ufanistas que adotaram uma idolatria que não condiz com a função de um formador de opinião. O jornalista, Eduardo Ferreira, foi cirúrgico na sua análise: "Marqueting não transforma frouxos em heróis". O velho ditado popular nordestino também explica os erros cometidos pelos "analistas": Andorinha só não faz verão.
Nos próximos quatro anos vamos assistir uma infinidade de jogos, em todos os nÃveis, onde os sistemas defensivos se mostrarão cada vez mais sólidos. Os times jogarão, cada vez mais, por uma bola. E, tal como aconteceu na Copa da Rússia, a bola parada será fundamental na busca da vitória.
O coletivo se tornou mais forte, ou melhor, mais evidenciado.
O talento?
Sempre fará a diferença, mas a ele não cabe a cobrança da conquista. Isto é um feito de equipe. A França nos mostrou isso, tal como a Croácia e a Bélgica. Eis a verdade que nos trouxe à tona, a Copa que a comunicação transformou na mais espetacular da história.
CLAUDEMIR GOMES
"Colocar o coração no bico da chuteira!".
A frase é antológica, e já emoldurou muitos comentários na época do "futebol romântico", quando grandes escritores encontravam espaço para mostrar suas habilidades no trato com as palavras através de crônicas que tinham como mote o esporte mais popular do PaÃs.
Ontem, durante a disputa do jogo entre as seleções da Croácia e da Inglaterra, numa das semifinais da Copa da Rússia, o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, me manda uma mensagem via Whatsapp: "A Croácia joga com a Alma".
Ao final do encontro, os jogadores croatas foram comemorar o feito histórico - classificação para uma final de Copa do Mundo - perto da torcida, e o zagueiro, Domagoj Vida, pegou seu filho e colocou no ombro. A imagem virou sÃmbolo daquela conquista. Correu o mundo. Era a tradução do quanto aquela vitória representava para um povo. Era como se o triunfo estivesse anunciando um novo tempo, que vai mais além que o simples fato novo no futebol.
Os jogadores croatas, literalmente, colocaram o coração no bico da chuteira. Eles têm uma identificação com a nação, e expressaram, através do futebol, o quanto é importante a unidade. O conceito de famÃlia croata, onde todos são iguais, foi observado através dos gesto da presidente, que pagou suas despesas de viagem, e descontou os dias em que esteve fora do paÃs, em viagem de lazer para ver a seleção do seu paÃs jogar, e pela entrega e doação de uma geração de profissionais comprometidos com a história de um povo que procurou sempre se superar nas lutas em busca de uma soberania.
A Croácia não chegou à final por acaso. Apresentou um bom futebol. Teve capacidade para aproveitar os poucos erros cometidos pelo qualificado time inglês, mas conquistou o mundo pelo sentimento expresso através de atitudes dentro e fora das quatro linhas.
Já tivemos isso por aqui. Afinal, a frase - "Colocar o coração no bico da chuteira" - não foi criada aleatoriamente. Ela traduzia o sentimento dos jogadores que mantinham uma relação de amor e gratidão com seus clubes de origem.
Os protocolos criados para traduzir uma organização, que não existe no futebol brasileiro, servem apenas para distanciar os profissionais dos torcedores. Os beijos nos escudos, quando da apresentação dos jogadores em novos clubes, não são nada mais que exercÃcio demagógico de hipocrisia.
A Seleção Brasileira já não sente mais o cheiro do seu povo, como acontece com o heróico "exército croata" que foi a Rússia mostrar ao mundo que, em plena era digital ainda é possÃvel "Colocar o coração no bico da chuteira".