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Maio 2012 ›› JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Os artigos que estamos postando sobre o trabalho de formação em nossos clubes, suscitaram alguns questionamentos sobre o tema, e sempre com a mesma pergunta: O que fazer?
Durante esses anos no blog já comentamos várias vezes sobre o assunto e, em especial, da necessidade da interligação escola/clube no trabalho de formação dos atletas.
No Brasil os procedimentos são feitos de cima para baixo, sempre com objetivos mercantilistas, quando deixam de lado a base no processo de formação, que deveria estar incluÃdo no sistema educacional, como acontece em paÃses mais desenvolvidos, e que contribui para o alcance dos objetivos do desenvolvimento e de educação integral dos jovens.
Cuba, que é um paÃs pobre, com muitos defeitos e entre esses a ausência da democracia, é um bom exemplo para a comprovação dessa integração. Conhecemos o trabalho efetuado na Ilha, e sem duvida é excelente. Por sua vez, a Coréia do Sul, um paÃs democrático também apresenta um sistema de educação que visa a interligação escola/esporte.
Não se pode colocar uma criança em um campo de futebol, correndo atrás de uma bola com uma idade tenra, sem que esteja preparada para tal. Isso acontece em nosso paÃs.
Na escola a criança começa a se motivar para a prática desportiva, com conscientização de que o esporte poderá dar=lhe uma excelente contribuição para o seu futuro. Todas as opções são oferecidas. Trata=se da animação esportiva, que não irá formar praticantes de qualquer modalidade esportiva, contemplando crianças de 6 a 10 anos.
Após esse perÃodo, os jovens na faixa de 11 e 12 anos que já descobriram os esportes fazem uma opção de pelo menos dois segmentos, para que tenham a iniciação esportiva em um grau maior de maturidade, e entre os de 13 e 16 anos enfim estarão prontos para o trabalho técnico de formação, quando se fixarão em uma única modalidade.
Nesse momento entra a parceria com um clube, onde irão ter a especialização no esporte escolhido, iniciando o processo que termina no alto nÃvel.
Esse último sistema é o que se chama de categorias de base, que necessita de um apoio logÃstico, com profissionais de qualidade, que irão trabalhar nos aspectos técnicos, fÃsicos e táticos, com o acompanhamento do trabalho psicológico, nutricional para uma preparação completa.
Trata=se de uma cadeia simples de ser aplicada, mas no Brasil esbarra no açodamento, pela falta de qualidade da escola que não oferece nenhum desses conteúdos, inclusive o educacional.
A integração escola/clube é fundamental para o processo, mas tem a necessidade de um gerenciamento profissional competente, e esse é sem dúvidas o maior dos seus problemas.
Enquanto isso não acontece, iremos continuar com atletas mal formatados sendo entregues ao mercado, e que no passar dos anos desaparecem do sistema, sem deixar nada de produtivo, levando consigo enormes frustrações.
CLAUDEMIR GOMES
A nove dias do inÃcio do Campeonato Pernambucano, jornais, rádios e televisões do Recife só repassam para os torcedores notÃcias do Trio de Ferro da Capital: Sport, Náutico e Santa Cruz, fato que nos leva a um desconhecimento total do que acontece com os outros sete clubes participantes. Muitas são as explicações, os argumentos apresentados, para justificar a falta de foco dos noticiários numa competição que vem sendo "enterrada" pela mÃdia local.
Falta de visibilidade, de conhecimento por parte do público consumidor, decreta o fim de qualquer competição, em qualquer lugar do mundo. Isto é regra internacional. Afinal, ninguém consome o que não tem conhecimento. Pior: nenhum investidor aposta num produto que foi empurrado para debaixo do tapete.
Evidente que, Santa Cruz, Sport e Náutico são os donos das maiores torcidas, mas sem os outros clubes não se pode promover um campeonato. No máximo terÃamos um triangular insosso.
Por serem disputados simultaneamente, Campeonato Pernambucano e Copa do Nordeste, a competição doméstica, que já vinha em queda livre, por conta da nacionalização e internacionalização do futebol, foi empanada pela disputa regional. Definitivamente o Pernambucano passou a ser um apêndice, um estorvo.
Consultei os jornais em busca de notÃcias sobre o América, Central, Vitória, Afogados, Salgueiro, Petrolina e Flamengo de Arcoverde. Nenhuma informação. Mas fiquei sabendo que CR7 vai fazer DNA; que Neymar vai trocar de cabeleireiro; que o clube de Moscou mas investir uma fábula em reforços; que o Liverpool ainda não acertou o passo na Inglaterra... Enfim, o foco da imprensa local não está nas coisas nossas.
O equÃvoco na definição de focos é o que tem levado a imprensa pernambucana a patinar na crise que tem provocado centenas de demissões nos últimos anos. à preciso enxergar fora da caixa. Os jornais abandonaram o noticiário local e passam a repetir um noticiário internacional e nacional que a internet oferece com mais velocidade. Os Estados Unidos é um paÃs tão continente quanto o nosso e os jornais, com exceção das "locomotivas" que cobrem todo o paÃs, se voltaram para o noticiário local. à justamente isso que falta no Recife, mas os gestores não querem enxergar.
Desculpem por ter dado essa tergiversada, mas é que a falência do Pernambucano também está ligada diretamente ao descaso como a competição vem sendo tratada pela grande mÃdia.
No final da temporada passada participei de um Seminário para discutir o futebol pernambucano. A idéia foi dos treinadores, Roberto Fernandes e Dado Cavalcanti. Na mesa que tratou da comunicação, pouco, ou quase nada, foi discutido sobre o modelo em curso. As filigranas foram mais valorizadas que o conteúdo da obra.
O mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, canta essa pedra há muito tempo. Não foram poucos os gritos de alerta dados por ele em relação a criação desenfreada de competições; ao inchaço das disputas e a queda do nÃvel técnico que afugenta o público consumidor.
O Pernambucano é disputado pelos grandes clubes do Recife e mais sete coadjuvantes que numa comparação direta com os reais postulantes ao tÃtulo, são indigentes em busca de uma janela que lhes permitam uma maior visibilidade.
Não é fácil imaginar demanda para um produto que é depreciado em todas as vertentes.
CLAUDEMIR GOMES
Um anúncio grotesco, postado nas redes sociais, comunicava a transmissão do amistoso do Treze com o Santa Cruz, pela Fox, canal fechado de televisão. A peça nos chamou a atenção pela pobreza de sua confecção; pela falta de clareza nas informações, e, principalmente, pelo fato de uma rede de televisão investir numa partida de pouco atrativo, num mercado como o Nordeste, onde o futebol está cada vez mais encurralado.
As chegadas do Fortaleza e do CSA à Série A, do Campeonato Brasileiro, foram bastante comemoradas no final da temporada passada. Contudo, é preciso observar que, os dois clubes apenas ocuparam as vagas deixadas por outros nordestinos: Sport e Vitória/BA, que foram rebaixados para a Série B.
Acompanho, com bastante curiosidade, os noticiários sobre os clubes pernambucanos. à inevitável de que nossos clubes, assim como os demais da região, com raras exceções, estão encurralados. Os horizontes foram reduzidos e as possibilidades de evolução diminuÃram pela ausência de referências.
Campeonato Pernambucano; Copa do Nordeste; Copa do Brasil e Brasileiro das Séries B e C. Eis o nosso calendário.
O nÃvel técnico do Pernambucano, a exemplo dos outros estaduais da região, não serve de parâmetro para avaliar o potencial das equipes que vão disputar o Brasileiro das Séries A e B. A Copa do Nordeste, depois que foi inflada, sofreu avarias na parte técnica, enquanto a Série C, que abriga a maior parte dos clubes da região, parece um prolongamento das competições domésticas.
O atual modelo da Copa do Brasil descartou qualquer possibilidade de um clube nordestino vir a disputar o tÃtulo, embora saibamos que no futebol não existe uma verdade absoluta. Mas é tão desproporcional as forças dos clubes que entram na competição a partir das oitavas de finais, que para uma equipe do Nordeste conseguir o feito do Sport em 2008, é necessário que tudo o que existe no universo futebolÃstico conspire a seu favor.
"Nordeste Independente" é um dos grandes sucessos da cantora, Elba Ramalho. Mas não podemos esquecer que é uma obra de ficção. Neste caso especÃfico, a vida não copia a arte. O atual modelo do futebol brasileiro, não sei se com planejamento ou não, acabou criando uma segregação para o futebol nordestinos. Nossos clubes morrem de inanição por terem sido encurralados na Copa do Nordeste, na Série C e nos famigerados Estaduais.
GILBERTO PRADO
"Tamanduá come
formiga e elefante leva a culpa".
O jargão jocoso aplica-se, como metáfora, à atual situação
principais jornais de Pernambuco.
Não precisa ser pitonisa ou tampouco pisar em rastro de
cigano para prever que dentro de pouco tempo os três estarão fora de circulação.
Isso tudo diante de uma irritante explicação para o triste
epÃlogo.
O avanço da informática.
O que daria asas à televisão e redes sociais, transformando o
jornal impresso em um produto obsoleto.
Isso quando as verdadeira razão é outra.
Chama-se incompetência.
Deliberada, o que caracteriza má fé, ou incompetência mesmo.
Desconhecimento total do exercÃcio profissional.
A questão é que inverteram os papéis. Deixaram grupos
empresariais transformarem os avanços tecnológico em armas mortais contra a
existência da "comunicação raiz". A impressa. Mãe de todas.
Como efeito, o papel ridÃculo que o jornalismo pernambucano
está fazendo. Transformando o que veio para aperfeiçoar em instrumento de
destruição.
Com um agravante.
A anomalia tem sempre a assinatura de um jornalista
profissional de carreira.
Com toda certeza, ninguém disse aos empresários envolvidos
que o jornal. além de um bom "balcão de negócios", é um órgão
rentável. Desde que acompanhe as transformações.
Que em paÃses desenvolvidos os jornais ainda são as
principais referências. Que houve apenas uma nova forma de condução, diante das
inovações.
Nos EUA, por exemplo, os grandes matutinos --
"Washington Post", "New York Times", "US Today",
entre outros -- assumiram o noticiário macro.
Por sua vez, os jornais dos estados priorizaram para os seus
leitores os acontecimentos locais ou regionais.
Deu certo.
Isso com o suporte das TVs e rádios, que são parceiras e
nunca concorrentes.
Daà o lógico resultado.
O número de leitores é crescente. Havendo leitores há
anunciantes. Havendo anunciantes, há superavit. Havendo superavit, desaparecem
as demissões.
No Brasil não é diferente. Nos Estados cujos proprietários
"são do ramo" ou assessorado por profissionais competentes já aplicam
essa receita.
Aceitam as lideranças de "O Globo",
"Estadão" ou "Folha de S. Paulo", por exemplo, e priorizam
o noticiário local.
Lamentavelmente, no Recife, ocorre o inverso. Aqui, "o
rabo balança o cachorro". Os jornais se autodestroem subestimando os
leitores. .
Que em paÃses desenvolvidos os jornais ainda são as
principais referências. Que houve apenas uma nova forma de condução, diante das
inovações.
Nos EUA, por exemplo, os grandes matutinos --
"Washington Post", "New York Times", "US Today",
entre outros -- assumiram o noticiário macro.
Por sua vez, os jornais dos estados priorizaram para os seus
leitores os acontecimentos locais ou regionais.
Deu certo.
Isso com o suporte das TVs e rádios, que são parceiras e
nunca concorrentes.
Daà o lógico resultado.
O número de leitores é crescente. Havendo leitores há
anunciantes. Havendo anunciantes, há superavit. Havendo superavit, desaparecem
as demissões.
No Brasil não é diferente. Nos Estados cujos proprietários
"são do ramo" ou assessorado por profissionais competentes já aplicam
essa receita.
Aceitam as lideranças de "O Globo",
"Estadão" ou "Folha de S. Paulo", por exemplo, e priorizam
o noticiário local.
Lamentavelmente, no Recife, ocorre o inverso. Aqui, "o
rabo balança o cachorro".
Os jornais se autodestroem subestimando os leitores.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Estamos assistindo alguns jogos da Copa São Paulo e poucos são os talentos apresentados em um universo de mais de 2.500 atletas. As goleadas são grotescas e a bola vem sendo maltrata nos gramados.
O berço do futebol é a sua formação, e essa na quase totalidade vem sendo realizada nos clubes de forma equivocada. Já começa quando o trabalho é entregue a um treinador sem grande experiência no setor, muitas vezes são ex=jogadores. Continua errando na sua formatação, desde que os atletas são preparados para a conquista de tÃtulos, o que na verdade de nada valem.
O objetivo do trabalho de base é o de preparar. à o de substituir o campo de várzea, e não ser formatado na obrigação de se ganhar um Brasileiro. O futebol se apequenou.
O Brasil produz raros craques, e a maioria é de brucutus que entram em campo determinados a atender as "táticas" dos seus treinadores, com o novo sistema de nunca perder e ganhar se puder.
O driblador é deixado de lado, dando lugar ao marcador, aquele que não perde a jogada, fazendo uma falta para conter o adversário.
Não existe o trabalho de aperfeiçoamento técnico e dos fundamentos do futebol. O jogador formado na base não sabe conduzir uma bola, ou mesmo cabecea=la, desde que não recebe o ensinamento para tal.
A conversa hoje dos responsáveis pelas bases está resumida a pegadas e pegadas. Quem não pega, não joga. Aquele número 8 que carregava a bola e partia para cima dos adversários desapareceu, foi assassinado. O mesmo aconteceu com os pontas.
Enquanto não houver conscientização de que o objetivo da formação é o de revelar, e não de conquistar grandes tÃtulos, já que muitas vezes um time é campeão e não consegue alimentar o profissional com novos talentos, que na verdade é a essência do trabalho, iremos continuar nessa mesmice que estamos vivenciando.
Uma revolução na formação é o ponto de partida para a melhora do futebol brasileiro, para que não tenhamos o constrangimento de assistirmos tantos jogos com passes errados, muitas faltas, chutões, que mostram de forma clara a falta de preparo na fase inicial dos jogadores.