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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
A primeira rodada do Brasileiro Série A será concluÃda nesta segunda-feira, mas com a disputa de nove partidas é possÃvel fazer uma análise da largada de uma competição que se prolongará até o dia 21 de dezembro. Afora o confronto entre Bragantino e Ceará, que acontecerá hoje a noite, não foi registrada nenhuma vitória de clube visitante, fato que ressalta a valorização do mando de campo.
Num campeonato de trinta e oito rodadas não é recomendado fazer previsão logo na largada, embora tenha visto, antes de a bola rolar, postagens com estudo de probabilidade de queda de alguns clubes. Análise de desempenho no pressuposto para mim é novidade. Culpa dos mestres! Eles sempre me ensinaram a analisar fatos.
Não é de hoje que a preocupação número um de qualquer treinador é com a marcação. Isso virou conceito universal. A partir daà as equipes começaram a jogar com dois volantes; evoluÃram para duas linhas de marcação com quatro jogadores, e agora, observamos até em equipes de alta performance, e em seleções, a formação da segunda linha com cinco jogadores quando o adversário está de posse da bola.
A ordem é fechar os espaços.
Como quebrar a marcação que a cada dia está mais compacta?
Através de uma transição rápida, ou explorando o potencial técnico e individual de cada jogador.
A partir daà são montados os planos de jogo. O que determina a transição rápida é a dinâmica imposta pelo time. Este é o ponto de desequilÃbrio. Lentidão facilita marcação. Isto é fato.
Se uma equipe não possuir jogadores ágeis e velozes encontrará muitas dificuldades para armar contra-ataques. Na sua estreia diante do São Paulo, no Morumbi, embora o zero a zero seja considerado um bom resultado, uma vez que jogou como visitante, o Sport errou muitos passes curtos. Perdeu quase toda disputa pela segunda bola.
A rodada de abertura do Brasileiro nos levou a uma maratona diante da televisão. Além do jogo do São Paulo com o Sport, também vi o confronto do Flamengo com o Internacional; o clássico entre Palmeiras e Botafogo, e ainda tive folego para ver Bahia x Corinthians.
As águas vão rolar! Quando elas começarem a passar por baixo da ponte se tornarão turvas e os cenários mudarão a cada ciclo de cinco rodadas. Entretanto, uma coisa podemos prever: os barcos que tiverem a tripulação mais dinâmica se manterão na ponta. Afinal, intensidade é fator de sucesso no futebol moderno.
A rodada de abertura do Brasileiro Série A foi uma boa mostra sobre este "novo" conceito.
CLAUDEMIR GOMES
O que faz o mundo girar são as mudanças. Isto é fato. Nós somos mutantes. Até a Branca de Neve deixou de ser branca. Na nova versão do clássico da literatura infantil, a Walt Disney Studios, para entrar em sintonia com a nova ordem, trocou a pigmentação da musa dos sete anões e de nós todos. Entretanto, há coisas que resistem a ação do tempo e se tornam imutáveis, ou imexÃveis, como a rivalidade existente ente o futebol brasileiro e o futebol argentino.
Nesta terça-feira teremos mais uma edição do clássico - Brasil x Argentina - válido pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. Na véspera deste que é um dos maiores confrontos do futebol mundial, independentemente dos protagonistas que estejam vestindo as camisas das duas seleções no momento, o assunto dominante foi a lÃngua ferina do atacante brasileiro Rafinha, que ao ser entrevistado pelo ex-jogador, e atual senador, Romário usou expressões como "Fodam-se eles", "Porrada neles".
Coisa da rivalidade.
Virou moda no futebol brasileiro, ex-jogadores serem transformados em comentaristas, comunicadores, ancoras de programas esportivos. à como se fosse uma regra imposta pela "guerra" em busca da audiência: se foi craque com a bola nos pés, também será craque com o microfone nas mãos.
Como jogador Romário foi fantástico dentro das quatro linhas, mas nunca demonstrou habilidade no trato com as palavras. Suas declarações bombásticas deixavam dirigentes em polvorosa, irritavam ou intimidavam adversários.
Pois bem! O baixinho Romário, ciente de que a Seleção Brasileira não vive um bom momento, e nem tem jogadores casca grossa no atual grupo, lançou mão de sua malÃcia para instigar Rafinha no jogo com as palavras. O atacante do Barcelona escorregou na "casca de banana" e liberou a lÃngua ferina. Os insultos ecoaram na terra do tango. Dizem que até Maradona estremeceu no seu túmulo.
Ninguém sabe o que vai acontecer no "baile" de hoje à noite no Monumental de Núñez.
Durante vinte e tantos anos como jornalista esportivo do Diário de Pernambuco, tive a oportunidade de cobrir diversas edições do clássico Brasil x Argentina. Em todos os cenários a rivalidade falava mais alto. Testemunhar, a poucos metros, a troca de solavancos entre Ricardo Rocha e Caniggia, na Copa América do Chile, em 1991, quando as duas seleções estavam perfiladas para entrar em campo, foi a melhor tradução que vi da rivalidade que emoldura este clássico.
A Disney mudou o estereótipo dos personagens do Clássico Branca de Neve. As mudanças dividem opiniões, como era esperado.
No futebol brasileiro, enquanto não mudarem o DNA dos dirigentes da CBF, vamos ter que nos contentar com Romário sendo referência de comunicação, e Rafinha chutando o chão com as palavras.
Vamos ao jogo!
CLAUDEMIR GOMES
O Sport amassou o Santa Cruz no segundo clássico válido pelas semifinais do Pernambucano, sábado, no Arruda. O placar (1x0) não traduz o domÃnio, nem a forma como o time leonino conduziu a partida. A distância técnica que separa os dois grupos nos dava a certeza da vitória do clube rubro-negro, assim como levou o torcedor tricolor ao entendimento dos fatos.
Na outra semifinal o Retrô também fez valer sua melhor qualidade técnica e a experiência de um time que, pela terceira vez chega a condição de finalista, nas últimas quatro edições do Estadual. Não sei se desta feita a bola irá entrar, pois já bateu na trave duas vezes. O time de Camaragibe foi vice-campeão em 2022 e 2023. Seu protagonismo impõe respeito, basta analisar a escalada de crescimento que o levou a últrapassar os limites domésticos.
Assisti ao Clássico das Multidões na companhia dos amigos, Ricardo Brito e Severino Otávio (Branquinho). As divergências dos dois a respeito das preferências por alguns jogadores, me deixaram com o sentimento de que o Sport precisaria, no atual estágio, onde o técnico Pepa começa a definir seus titulares, de um teste maior, que sirva de parametro para uma avalição visando o Brasileiro da Série A, cujas disputas se iniciam no final do mês.
Bom! Nesta quarta-feira o Sport vai a Salvador medir forças com o Vitória, outro nordestino que vai disputar a Série A. Um bom teste para ambas as equipes. Confesso que estou curioso para ver em qual rotação os dois times irão atuar. Digo isso porque tenho visto os clássicos decisivos entre clubes do Sudeste e a dinâmica é bem diferente da que observamos, neste inÃcio de temporada, no futebol nordestino.
Vitória, Bahia, Fortaleza e Ceará, como também o Sport, são os nordestino da Série A em 2025. Cearenses e baianos têm a vantagem de jogarem entre si nos respectivos estaduais. O rubro-negro pernambucano não teve nenhum parametro no Pernambucano. Sua superioridade técnica na disputa caseira é tamanha que, mesmo girando na baixa alcançava seus objetivos. A dinâmica que o Sport irá desfilar no Brasileiro segue sendo um ponto de interrogação.
A cobrança de uma maior dinâmica tem formado um coro unÃssono na torcida leonina. A carência de um ritmo forte leva o sertanejo, Bernardino Magalhães, a sapecar comentários no pé do ouvido de meio mundo de gente.
A vitória do Sport sobre o Santa Cruz (1x0), no final de semana, era tão previsÃvel que, nem a torcida rubro-negra se esbaldou em comemorações, nem a torcida tricolor se decepcionou com o resultado.
Enfim, todos esperavam. Sequer houve festival de memes nas redes sociais.
Coisas do futebol!
Rivalidade só aquece quando existe equilÃbrio. Simples assim!
CLAUDEMIR GOMES
Os Estaduais estão chegando ao fim, o que possibilita algumas análises sobre os clubes que se preparam para as disputas do Brasileiro, cujo inÃcio está previsto para o final do mês. Por ser o Sport o único representante pernambucano na Série A, o rubro-negro pernambucano atrai para si as atenções dos "analistas". Vale salientar que, em tempo de rede social, a turma do achismo se multiplica numa velocidade assustadora.
Sinais dos tempos! Todo mundo acha, todo mundo faz live, podcast, mas poucos enxergam a realidade dos fatos. Aliás, o amigo Adherval Barros, numa de suas últimas postagens, disse, ao seu jeito, uma porção de verdades. Adherval, se preciso for, cospe fogo, e isso queima muita gente, razão pela qual já foi apelidado de "coveiro do futebol pernambucano". Não se chega as flores sem passar pelos espinhos! Mas poucos aceitam isso.
O pelotão dos cronistas mais experientes, me incluo nessa seleção, analisa os fatos por óticas diferentes. Sinto-me confortável quando a opinião dos "velhos" companheiros coincidem com a minha. Isso nos deixa com a certeza de que não somos estranhos no ninho.
Com a internacionalização do futebol temos a oportunidade de assistir a jogos de inúmeras competições estrangeiras. Campeonatos de vários paÃses em diferentes continentes. Entretanto, esta semana me concentrei no futebol brasileiro. Vi vários clássicos. Duas coisas têm feito a diferença: a qualidade técnica, que sempre foi ponto de desequilÃbrio, e a dinâmica do jogo, que é uma questão coletiva.
O posicionamento tático é basicamente o mesmo. Não podemos esquecer que o mundo vive interligado. Marcação em duas linhas de quatro jogdores; quando a marcação é baixa a segunda linha tende a ganhar mais uma peça... Uma marcação feita por uma equipe que pratica um futebol de alta performance é bem diferente da exibida por um time de baixa qualidade técnica.
Algumas coisas parecem imutáveis no futebol. Desde sempre, em jogos parelhos e decisivos, a marcação é priorizada pelos treinadores. O que vai desequilibrar é a qualidade técnica dos jogadores. De forma equivocada, algumas pessoas afirmam que "fulano é muito habilidoso, mas não marca ninguém". Ora, se sua habilidade for suficiente para atrair a marcação de dois adversários, ele já está minando e limitando a ação do adversário.
Sport e Santa Cruz vão para o segundo clássico, neste sábado, válido pelas semifinais do Pernambucano. A superioridade técnica do conjunto rubro-negro é indiscutÃvel. Os tricolores vão tentar se impor pela dinâmica. Anos atrás não se falava em autoajuda. Os treinadores usavam frases de efeito. Uma bastante usual era: "Quem tem vontade carrega meia vitória!"
Traduzindo: O time que for a campo com garra, determinação e muita entrega está mais próximo do sucesso. Foi justamente isso que aconteceu no Clássico das Multidões, na fase de classificação, quando o Santa Cruz venceu o Sport. Naquela partida, o conjunto leonino estava girando na baixa, por outro lado, o time tricolor girou na alta o tempo todo.
No primeiro confronto das semifinais o Sport se apresentou com outra dinâmica e sua qualidade técnica desequilibrou. Tem quem afirme que: "2x0 é placar de otário". Nunca consegui assimilar tal princÃpio. Pergunto: quem é o otário, quem construiu a vantgem, ou quem está em desvantagem? Posso está equivocado, mas acredito que todo treinador gostaria de ir para uma decisão com a vantagem de dois gols. Fico com a sabedoria de Givanildo Oliveira: "Toda vantagem numa decisão é substancial".
De uma coisa tenho certeza: a torcida tricolor vai comparecer em peso ao Arruda. Todos os ingressos postos a venda serão adquiridos. O Santa Cruz vai usar a energia que é gerada nas arquibancadas para aumentar sua rotação. O Sport, mais uma vez, vai usar sua melhor qualidade técnica para chegar as finais.
A ansiedade e o nevorsismo serão iguais aos dos clássicos de antigamente. Pertencem ao DNA do futebol.
CLAUDEMIR GOMES
Em qualquer lugar do planeta bola, os clássicos sempre foram o suprassumo das competições. Isto é fato. E explica o frisson que se observa no futebol carioca com a iminência de se ter uma final do Estadual entre Flamengo e Fluminense. O mesmo acontece em São Paulo onde, depois de muitos anos, as semifinais do Paulista reúne as quatro maiores bandeiras do futebol bandeirante: Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos.
Nesse contexto, Sport e Santa Cruz, que a partir deste sábado começam a medir forças numa das semifinais do Pernambucano, serão protagonistas do que podemos chamar de final antecipada. Isso porque, por mais que se respeite as "imposições" do futebol, o vencedor deste duelo fatalmente será o campeão de 2025. O Retrô, vice-campeão em 2022 e 2023, faz a outra semifinal com o surpreendente Maguary.
O feriado da Carta Magna - comemoração da Revolução Pernambucana de 1817 - na quinta-feira, serviu para o pernambucano baixar o som do frevo possibilitando a volta do ti,ti,ti do futebol. Afinal, a "decisão" do Estadual volta a ser protagonizada pelos donos das duas maiores torcidas da nossa "república".
Quem será o campeão?
A pergunta que não quer calar nos quatro cantos do Estado. De um lado, os rubro-negros se escudam na condição do Sport, único clube do Estado a figurar no Brasileiro da Série A. Do outro, os tricolores apostam no momento do Santa Cruz, que na fase de classificação amargou apenas uma derrota para o Náutico, a qual se deve creditar um erro crasso da arbitragem.
Há oito anos que Sport e Santa Cruz não se cruzam numa final de campeonato. A última vez foi em 2016, quando o Tricolor do Arruda conquistou seu último tÃtulo estadual. O Sport busca a sua 45ª conquista do Pernambucano. Os leoninos que foram campeões logo na sua primeira participação na competição, em 1916.
O Santa Cruz disputa o Estadual desde a sua primeira edição, em 1915, quando foi vice-campeão. O Tricolor do Arruda esperou dezessete anos para conquistar o seu primeiro tÃtulo de campeão pernambucano. Este ano, o Time do Povo busca a sua 30ª conquista.
Apesar dos números lhes serem favoráveis, corre na boca do povo que, "o Sport treme quando tem que medir forças com o Santa Cruz". Para rebater as provocações, os leoninos dizem que "começou a quaresma, tempo de jejuar", em alusão aos oitos anos que o time do Arruda não levanta nenhuma taça.
Afora os 17 anos que os tricolores aguardaram para conquistarem o primeiro tÃtulo estadual, na sua história constam o registro de mais três grandes hiatos: 1947/1957; 1959/1969; 1995/2005.
A maior "seca" de tÃtulos vivenciada pelos leoninos foi a de 1962/1975, quando o time da Ilha do Retiro passou doze anos sem ser campeão.
Os registros históricos servem apenas para alimentar a rivalidade existente entre as duas maiores tribos do futebol pernambucano. Em mais de cem anos de história tudo mudou. O mundo deixou de ser analógico. Estamos em plena era digital, onde a velocidade dos fatos triplicou. Barreiras foram quebradas, distâncias encurtadas. Uma das poucas coisas que seguem imutáveis é a paixão do torcedor pelo seu clube de futebol.
Um patrimônio imaterial que enriquece a cada conquista, a cada tÃtulo.