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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Não há mais time bobo no futebol!
A frase acima, cujo autor ignoro, é uma das "máximas" do futebol, bastante utilizada para explicar o inexplicável. E se enquadra muito bem nesta fase de grupos da Copa do Catar, onde foram registradas algumas "zebras", e outros resultados que interferiram nas campanhas de seleções creditadas a serem absolutas nos confrontos iniciais.
Em épocas passadas, quando não havia a predominância da televisão, e a internet, sequer, era um sonho, as diferenças eram explicitas. Quando o mercado do futebol europeu era fechado, não podendo haver mais de dois jogadores estrangeiros no elenco de cada clube, a distância que separava as grandes das pequenas seleções era abissal.
Asiáticos e africanos sequer eram convidados para a festa maior do futebol.
Nos dias de hoje somos todos iguais nesta farra. A internet derrubou todas as barreiras e a televisão levou, a todos os recôncavos do planeta, a magia do futebol, um esporte que encanta e aproxima os povos. Evidentemente que, no reino da bola existirá sempre as diferenças que são impostas pelo talento e pelo virtuosismo dos craques que são divididos numa escala que os colocam em patamares de "deuses" a "pernas de pau".
Como nos ensinou o mestre, Adonias de Moura, um dos primeiros jornalistas pernambucanos a cobrir uma edição de Copa do Mundo, "em qualquer lugar do planeta existe primeiro e segundo".
Sendo assim, respeitem as diferenças.
O Mundial do Catar nos tem mostrado que, no pasto do deserto há lugar para "zebras". Mas vale lembrar que tais espaços são reduzidos. Eles traduzem a soma de conhecimentos adquiridos ao logo dos anos por africanos e asiáticos, que através de intercâmbios, buscam um aprendizado junto aos europeus e sul-americanos, que desde a criação da Copa do Mundo, brigam pela hegemonia do futebol.
Ao final desta fase de grupos, vamos observar que, uma ou outra, seleção credenciada a uma boa campanha, ficou pelo caminho, mas o tÃtulo seguirá cobiçado e disputado por europeus e sul-americanos. Não é regra. Contudo, as equipes dos outros continentes ainda não têm musculatura para carregar este andor.
O mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, alimentado pelas suas raÃzes lusas, acredita na chegada de Portugal a uma decisão histórica. França e Espanha foram as seleções que me deixaram boa impressão. A Seleção Brasileira sentiu a ausência de Neymar como referência, no jogo com a SuÃça. Tite cometeu alguns equÃvocos, mas apesar dos percalços, classificou para à s oitavas de final com folga. Croácia e Alemanha reagiram. Quanto a Argentina, se o técnico não errar tanto, deve passar pela Polônia.
Em Copa do Mundo, as "zebras" acontecem, e surpreendem. Mas os tÃtulos mudam pouco de mãos. Em vinte e uma edições tivemos apenas oito campeões.
Eis a diferença entre surpresa e novidade.
CLAUDEMIR GOMES
Em contagem regressiva para o inÃcio das disputas da Copa do Catar, as discussões nas variadas mesas redondas - nas rádios e em diversos canais de televisão - se tornam mais acaloradas. Alguns debatedores assumem postura de donos da verdade, esquecendo que estamos na era do smartphone, onde o cidadão comum é alimentado, o tempo todo, incessantemente, com um volume de informações absurdo, para que ele forme sua própria opinião, sobre o assunto em pauta.
Na Copa de 1958, primeira a ser conquistada pela Seleção Brasileira, o rádio era o grande veÃculo de comunicação. Narradores, comentaristas e repórteres eram os olhos dos torcedores brasileiros que se amontoavam para acompanhar as transmissões dos jogos. Em 1962, quando o Brasil conquistou o bicampeonato na Copa do Chile, a ordem era a mesma: ouvir os jogos pelo rádio. Numa das partidas da Seleção Canarinha, estava com meu pai, na Praça da República, ouvindo o jogo ao lado de um carro de som, da Rádio Jornal do Commercio, equipado com grandes cornetas. Cenário que não me sai da memória.
Detalhe: desde a Copa de 1938, na Itália, que o torcedor brasileiro acompanha as transmissões dos Mundiais de Futebol pelo rádio. De forma bastante precária, evidentemente. Tempos nos quais os comentaristas eram os donos da verdade, e tinham autoridade para formar a opinião dos ouvintes.
A partir dos anos 60, com a implantação da luz elétrica vinda de Paulo Afonso, fomos brindados com a chegada da televisão. O Mundial do México, em 1970, quando Pelé & Cia. conquistaram o tri, foi o primeiro a ser transmitido, ao vivo e em cores, pela televisão brasileira. Um deleite para os torcedores. Farra inesquecÃvel em plena juventude.
A conquista do tri motivou as empresas de comunicação a investirem maciçamente no produto futebol. Em 1974, pela primeira vez na história do jornalismo pernambucano, o Diário de Pernambuco enviou um jornalista para fazer a cobertura da Copa da Alemanha: seu editor de esportes, o conceituado Adonias de Moura. Ivan Lima e José Santana também integraram o pool forma pelos Diários e Emissoras Associados.
O sucesso da cobertura levou Adonias de Moura a um projeto ousado. Em 1978, no Mundial da Argentina, com a benção do diretor, Antônio Camelo, Adonias formou uma equipe composta por quatro profissionais: Ele (Adonias), Valdir Coutinho e os fotógrafos, Francisco Silva e MaurÃcio Coutinho.
Tive o privilégio de ser escalado para cobrir as Copas de 1982; 86; 90; 94 e o Torneio da França (Copa das Confederações), criado para testar a estrutura do Mundial de 98.
Neste perÃodo vivenciamos a era do telex, passamos pelo fax, que para o jornalismo impresso teve vida curta, e chegamos a era da informática quando a internet passou a ser de domÃnio público a partir dos anos 90. O Mundial de 94, nos Estados Unidos, foi o primeiro que trabalhos com um laptop numa cobertura internacional para o Diário de Pernambuco.
O Mundial da Espanha, em 1982, foi o primeiro a ofertar, aos jornalistas credenciados, um banco de dados. O fato representava os primeiros passos da informatização. IBM, Kodak e Cannon eram as empresas que integravam o consórcio de investidores no futebol. Consórcio este iniciado pela Adidas e Coca-Cola.
O futebol crescia a passos largos como produto, fato que atraia, cada vez mais, empresas de comunicação. A ordem era pegar uma fatia do bolo cujo crescimento era imensurável. Em 1994, o número de emissoras de rádio, televisão e jornais inscritos para a cobertura do Mundial dos Estados Unidos, foi tão grande que a FIFA criou uma Central de MÃdia, onde reunia as emissoras de rádio e televisão. Poucos profissionais tinham assentos assegurados nos estádios. De Pernambuco, apenas dois profissionais da Rádio Jornal do Commercio, cuja equipe, a época, fora comandada pelo radialista Adherval Barros, acompanharam, dos estádios, todos os jogos da campanha do tetra brasileiro.
Na condição de enviado especial do DP, também estive presente a todas as partidas, participando de todas as coletivas de imprensa, e com passe livre para as zonas mistas.
Alguns profissionais vão aos Mundiais sem serem credenciados pela FIFA. Fazem uma cobertura ambiental, no paÃs sede, mas não têm acesso aos Centro de Imprensa e outros espaços estritamente reservados aos que foram credenciados pela entidade que rege o futebol mundial.
No Mundial do México, em 1986, o Diário de Pernambuco inovou com a presença do chargista, Humberto Araújo, fato inédito que agregou para a consolidação do veÃculo pernambucano, como um parceiro da Seleção Brasileira.
O avanço das comunicações proporcionou a maioria das empresas de comunicação a realização de um trabalho de transmissão das atuais edições da Copa do Mundo. Evidentemente que, somente poucos profissionais estão presentes na sede dos jogos. A grande maioria está on-line, recebendo as mesmas informações que você recebe pelo seu smartphone.
Em sÃntese: a bola agora está com você. Portanto, forme a sua opinião.
CLAUDEMIR GOMES
O sonho de todo cronista esportivo é cobrir uma Copa do Mundo. Digo mais: nove entre dez brasileiros gostariam de vivenciar o clima de um Mundial de Futebol no paÃs sede. Afinal, estamos falando de um dos maiores espetáculos da terra; de um dos eventos mais midiáticos do planeta.
Enganam-se aqueles que pensam, que uma Copa do Mundo se restringe ao espetáculo protagonizado pelos jogadores dentro das quatro linhas. Naturalmente que, os encantos e a magia da disputa, seguem restritos ao que os virtuosos podem fazer com a bola. Até a subversão da lógica, coisa que só acontece com o futebol entre os esportes coletivos, é instigante.
Por ser considerado o "PaÃs do Futebol", a disputa de uma Copa do Mundo sacoleja o Brasil de Norte a Sul. Nestes dias que antecedem o inÃcio das disputas da Copa do Catar, uma nova aura paira sob o céu brasileiro. Bendita aura! Afinal, estamos precisando espantar as nuvens negras deixadas pelas recentes eleições que tiveram como marca registrada um abismo separatista.
A Copa do Mundo é o assunto dominante em todo o planeta. Esta edição nos Emirados Ãrabes Unidos é a conclusão de expansão do projeto da FIFA, de levar a competição a todos os continentes. Isto era um sonho do ex-presidente, João Havelange, que levou o suÃço, Joseph Blatter, para ser secretário geral da entidade e que acabou lhe sucedendo na presidência no perÃodo de 1998 a 2015.
As gestões de Havelange e Blatter foram marcadas pelo crescimento astronômico do futebol, que se transformou num dos maiores negócios do mundo; por negociatas; uma série de escândalos de corrução e tomadas de decisões polÃticas na contramão da história, como a edição do Mundial de 1978, na Argentina, quando o paÃs vivia sob o peso de uma ditadura militar. Pecados também cometidos quando das escolhas da Rússia, e do Catar, como sedes das edições de 2018 e 2022.
Para chegar a Doha, o futebol atravessou um mar de lama, mas apesar dos pesares, se espera um bom legado nesta edição da Copa do Mundo, cujo primeiro jogo será disputado domingo (20/11/2022), e tem como pano de fundo, a quebra de paradigmas e o ineditismo.
As novidades começam pelo perÃodo de disputa: novembro/dezembro. Até então, todos os Mundiais foram realizados nos meses de junho/julho.
Pela primeira vez vamos ter mulheres atuando como árbitros assistentes num Mundial de Futebol Profissional Masculino; todos os estádios foram construÃdos numa mesma cidade; todas as seleções ficarão hospedadas e treinarão no mesmo municÃpio; o VAR também será usado para mostrar a linha de impedimento; a Rede Globo, que detém os direitos de transmissão dos jogos para o Brasil, escalou, pela primeira vez na história mulheres para transmitir e comentar jogos; e pasmem: desde a edição de 1930, que foi realizada no Uruguai, a festa será num paÃs onde é proibido o consumo de bebida alcoólica.
Isso pode Arnaldo?
Pode tudo! Hoje em dia, diferentemente de como cantou Tim Maia, pode até homem com homem, e mulher como mulher. Cuidado! No Catar não pode. O islamismo não permite.
Uma Copa cheia de novidades. Será que vamos ter um novo paÃs ingressando no seleto grupo dos campeões? Chegou a vez da Holanda?
Essas e tantas outras indagações somente serão respondidas com as disputas dos jogos. Afinal, como diz o mestre, Lenivaldo Aragão: "No futebol não existe verdade absoluta".
Principalmente numa Copa do Mundo.
CLAUDEMIR GOMES
A história nos mostra que, convocar uma Seleção Brasileira para disputar uma Copa do Mundo nunca foi tarefa fácil. A começar da primeira edição, em 1930, no Uruguai, onde o Brasil foi representado por um grupo onde não havia nenhum jogador de São Paulo. Imagine você, caro leitor, nos dias de hoje, onde a maioria dos bons jogadores nacionais atuam em clubes do futebol europeu.
Dentro deste contexto, o técnico Tite, convocou nesta segunda-feira, os 26 jogadores que vestirão a camisa da Seleção Brasileira que busca o seu sexto tÃtulo mundial na Copa do Catar, cuja marca registrada é o ineditismo.
O mestre, Adonias de Moura, que cobriu várias edições de Copa do Mundo para o Diário de Pernambuco, costuma dizer que, "a Copa começa quando o treinador faz o anúncio dos convocados". Sendo assim, podemos afirmar que, o primeiro Mundial a ser disputado no Oriente Médio começou, a todo vapor, com uma grande discussão nas redes sociais.
Dentre os convocados, apenas três profissionais atuam em clubes brasileiros: Weverton (Palmeiras); Everton Ribeiro (Flamengo) e Pedro (Flamengo). O Palmeiras, que conquistou o tÃtulo brasileiro com várias rodadas antes do final, teve apenas o goleiro convocado. Em contrapartida, o treinador chamou, o veterano Daniel Alves, lateral de passado brilhante, e de presente discreto no mexicano Pumas.
No grupo dos 26 jogadores convocados, 12 disputam a Premier League, o cobiçado campeonato inglês da primeira divisão. Na sua montagem, o treinador brasileiro buscou o equilÃbrio, uma vez que, 14 dos selecionados nunca disputaram uma edição de Copa do Mundo.
Muitos dos jogadores convocados por Tite são desconhecidos dos torcedores brasileiros. Este é o efeito do fenômeno chamado "estrangeirismo", provocado pelo êxodo dos jogadores sul-americanos para o futebol europeu. Nos dias de hoje, os jogadores sul-americanos, de bom nÃvel técnico, logo que despontam, são recrutados por clubes da Europa. Uma rápida olhada nas convocações das seleções do continente, que disputarão a Copa do Catar, logo se observará que grande parte dos atletas estão vinculados a clubes europeus.
Pela primeira vez na história teremos uma edição de Copa do Mundo onde todos os jogos serão realizados numa mesma cidade; todas as seleções estarão hospedadas no mesmo municÃpio, fato que elimina o desgaste provocado por grandes viagens. A expectativa é de que, como o torneio será disputado nos meses de novembro e dezembro, as seleções apresentarão um melhor condicionamento fÃsico, fato que pode concorrer para uma elevação de nÃvel técnico.
Daqui pra frente, até o dia 18 de dezembro, quando será disputada a grande final, o assunto Copa do Mundo estará cada vez mais presente em todos os lugares. à a magia do Mundial. Assim é o futebol, onde todos dão pitaco, mesmo sem saber patavina sobre o esporte mais popular do planeta.
Dulce Maria é uma pedóloga, profissional com grande competência no que faz, uma das preferidas do Doutor dos Pés. Pois bem, logo que a convocação foi anunciada pelo técnico Tite, ela me ligou e protestou:
"Convocar Daniel Alves é demais!".
Tal como Dulce, milhões de torcedores brasileiros ficaram sem entender a preferência do treinador, que não foi nada convincente nas suas explicações. Convocação de Seleção Brasileira para Copa do Mundo jamais será uma unanimidade.
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