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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
No futebol, algumas coisas não estão inseridas nas regras do jogo, tampouco fazem parte dos regulamentos das competições. Mas estão intrÃnsecas em algumas disputas como condição sine qua non para alcançar as metas definidas. No Brasileiro da Série B, vencer os jogos na condição de mandante, ou seja, fazer bem o dever de casa, é o primeiro passo para o sucesso.
Tal "regra" explica o fato de, em 28 partidas disputadas até o momento, terem sido registradas apenas duas vitórias de times visitantes. A marca de 14 empates e 12 vitórias de mandantes serve para ressaltar o equilÃbrio que deverá ser a tônica da disputa até sua última rodada.
O emparelhamento dos clubes leva os analistas a ressaltarem, com bastante frequência, que "empatar um jogo na casa do adversário é um resultado positivo". Se partirmos do princÃpio de que somar pontos em todos os confrontos é o objetivo de todos os clubes, tal "verdade" se torna absoluta. Entretanto, em algumas circunstâncias, o empate, mesmo na condição de visitante, é uma demonstração de fraqueza, de limitação.
O fato de o futebol pernambucano estar sendo representado por dois clubes - Náutico e Sport - nesta edição da Série B, tem me levado a assistir vários jogos, de diferentes equipes. Para formar nossa opinião precisamos ter conhecimento do potencial dos nossos representantes, e dos seus adversários. Naturalmente que, neste inÃcio de disputa, onde apenas três rodadas foram disputadas, todo e qualquer prognóstico não passa de mera especulação.
Sabemos que, o atual cenário não será o mesmo na décima rodada, e apresentará mudanças radicais a partir da vigésima, quando as tendências começam a serem definidas. Como diria o "espetacular" narrador, Bartolomeu Fernando, da pioneira Rádio Clube, "a partir daà vamos ver quem tem garrafa pra vender, quem tem lenha pra queimar".
Apesar de ostentar uma invencibilidade, junto com os outros três clube - Bahia, Ituano e Chapecoense - que atualmente formam o G4, o Sport precisa de alguns ajustes. à notória a carência de meia armador, assim como, o acerto na definição do posicionamento de algumas peças que não estão rendendo o que podem, em virtude de equÃvocos cometidos pelo treinador na definição do plano de jogo.
No Náutico, os jogadores ainda não tiveram tempo suficiente para assimilar a filosofia que está sendo imposta pelo técnico Roberto Fernandes, que conhece bem os mandamentos da competição. A vitória (2x0) sobre o Operário foi o sinal de que uma evolução está em curso, fato que aumenta a expectativa do torcedor alvirrubro em relação ao jogo com o CRB, programado para a quarta-feira.
Vencer fora de casa é o plus que assegura aos clubes que têm metas ousadas, os pontos necessários para brigar pelo acesso à Série A. Caso os comandados de Roberto Fernandes consigam contabilizar os três pontos em disputa, na próxima partida, em Maceió, o Náutico dará um salto considerável na tabela de classificação.
Somar um ponto na casa do adversário é positivo, contudo, o fato de os alvirrubros terem amargado duas derrotas nos dois primeiros jogos, nos leva a dizer que, vencer o CRB é preciso. A coisa é circunstancial. Por enquanto, nada é determinante.
CLAUDEMIR GOMES
O Retrô venceu o Náutico - 1x0 - no primeiro jogo válido pela decisão do tÃtulo do Campeonato Pernambucano 2022, na tarde desta quinta-feira, nos Aflitos, e conquistou a vantagem do empate, para segundo jogo, programado para o dia 30, na Arena Pernambucano.
O resultado fez com que a Fênix Pernambucana mantivesse a escrita de vencer os confrontos com os grandes clubes do Recife - Sport, Náutico e Santa Cruz - nesta edição do Estadual.
Como foi o jogo?
Diria que foi bom pra cachorro.
Próximo do final, quando o Náutico já estava inferiorizado no placar, num imperdoável vacilo de um soldado da PM, um cachorro policial, raça pastor alemão, invadiu o gramado exibindo sua grande disposição de brincar. Seu adestrador deve ter lhe ensinado que futebol é uma coisa lúdica. Correu de um lado para outro, não agrediu ninguém, mas só parou sua busca quando, enfim, conseguiu segurar a bola com a boca. Deixou o campo com ela, sob os aplausos dos torcedores.
Aliás, este foi o único momento que a torcida alvirrubra, que compareceu em bom número ao estádio, se viu motivada a aplaudir. Na margem do campo, no espaço que lhe era permitido se movimentar, o técnico Roberto Fernandes, que fez sua estreia no comando do time, esteve à beira de um ataque de nervos ao testemunhar a incompetência dos seus comandados no fundamento finalização.
O Retrô foi a campo consciente de todas as adversidades que iria enfrentar. Montou uma boa estratégia defensiva, contou com um goleiro em tarde inspirada fazendo grandes defesas, jogou todo o tempo por uma bola e teve seu plano de jogo coroado após eficiente jogada aérea. A cabeçada do zagueiro, Guilherme ParaÃba tinha endereço certo, mas convenhamos: o zagueiro alvirrubro, que dava respaldo ao goleiro, não saiu um palmo do chão.
O lance do cachorro invadindo o campo foi hilário, logo se transformou no mote número um para as gozações nas redes sociais. Afinal, uma decisão com nÃvel técnico tão baixo, tem mesmo é que ser encarada como piada.
Como bem diz o experiente treinador, Givanildo Oliveira, "qualquer vantagem em decisão é substancial". Sendo assim, e levando em conta o retrospecto da competição, podemos lançar mão de uma frase que é jargão no futebol brasileiro:
"O Retrô está com uma mão na taça".
Esperemos o dia do juÃzo final: 30 de abril.
CLAUDEMIR GOMES
O mestre, Raimundo Carrero, um dos maiores escritores da atualidade do nosso Brasil brasileiro, passou um tempo sumido do facebook, e quando voltou a dar o ar de sua graça, fez uma revelação que me deixou pra lá de lisonjeado: "Sinto falta das análises de Claudemir". Fiquei feliz.
Após uma rápida troca de palavras, ele finalizou: "Você tem autoridade para escreve".
Pensei cá com meus botões: Como posso definir tal fato?
Fui buscar a resposta na obra do próprio Carrero - O Misterioso Encontro do Destino com a Sorte. Este o tÃtulo de uma peça teatral escrita na década de 70, no século passado.
Tive o privilégio de ser companheiro de redação de Carrero no Diário de Pernambuco, onde aportei em 1975, para integrar a equipe de esportes comandada pelo mestre, Adonias de Moura. O time de repórteres era de primeira: Lenivaldo Aragão, SÃlvio Oliveira, Amaury Veloso, Robson Sampaio, Júlio José...
Carrero, sertanejo de Salgueiro, discÃpulo de Ariano Suassuna e Gilberto Freyre, era tão rubro-negro quanto os seus mestres, digo, torcedor do Sport. Em 75 lançou seu primeiro tÃtulo: A História de Bernarda Soledade: A Tigre do Sertão. O primeiro passo daquele que, no futuro se tornaria um dos maiores escritores do PaÃs, enchia seus companheiros de redação de orgulho. Adonias de Moura sempre lhe cumprimentava com um sonoro: "Tigresa!". E ele liberava sua risada mais gostosa.
Como todo bom torcedor do Sport que se preza, Carrero sempre foi intenso. Certa vez, tentou invadir o campo para agredir o árbitro, tendo sido contido por seu filho, Rodrigo, e outros torcedores que estavam por perto. Aquele rompante foi um dos tantos exemplos de que o futebol é capaz de transformar pacatos cidadãos em pessoas agitadas.
Os anos passavam e minha admiração pelo companheiro de redação aumentava na mesma proporção. Conversar com ele era somar conhecimentos. Nossa pauta embora de assuntos diversos, sempre era concluÃda com o futebol. Mesmo quando havia divergência de pensamento, o respeito era imperativo.
"Somos pedras que se consomem".
O tÃtulo acima rendeu vários prêmios de literatura a Carrero, nos leva a uma reflexão. Como sempre optei pelo jornalismo esportivo, meus textos, mesmo alusivos ao futebol, como diz o amigo, Humberto Araújo, "são reflexivos".
Na rodada do Brasileiro neste final de semana, nas Séries que constam times pernambucanos - B e D - tivemos apenas o registro de uma vitória em cinco partidas disputadas.
Um cenário bem diferente, amigo Carrero, daquele que lhe levava a frequentar os estádios. Sport, Náutico e Santa Cruz deixaram de ser temidos. Nosso futebol não impõe mais respeito na região, e o quadro de dirigentes - Clubes e Federação - é de uma pobreza franciscana. Até parece que todos estão com a boca escancarada esperando a "caetana" chegar.
Quando do confronto entre Sport e Salgueiro, para ver qual dos dois times iria disputar a semifinal do Pernambucano com o Retrô, passei a imaginar como estaria o coração de Carrero. Embora saiba da sua fidelidade ao lema: "Pelo Sport, tudo!".
Gosto muito de escrever, e amo o futebol.
A vida segue mesmo quando as águas estão turvas. Afinal, como nos ensina o mestre Carrero:
"O amor não tem bons sentimentos".
CLAUDEMIR GOMES
O final de semana foi marcado pelo inÃcio das disputas do Campeonato Brasileiro. Os pernambucanos têm interesse maior pelos jogos da Série B, onde Náutico e Sport são os representantes do Estado. Nesta edição de 2022 não há nenhum representante de Pernambuco na divisão de elite - Série A - fato que atesta o apequenamento do nosso futebol.
Na rodada de abertura da Série B - Segunda Divisão Nacional - nas oito partidas realizadas, o registro de quatro empates e quatro vitórias dos clubes mandantes. Nenhuma vitória de visitante: prenuncio de equilÃbrio e de disputa acirrada nas 38 rodadas que compõem o campeonato.
Não é regra, mas um clube que almeja o acesso à Série A tem a obrigação de fazer bem o dever de casa, ou seja, vencer os jogos na condição de mandante. Afinal, a matemática da classificação segue a mesma: 19 vitórias e 8 empates. O time que conseguir tal façanha contabilizará 65 pontos, por conseguinte, carimba seu passaporte para o grupo de elite em 2023.
Os resultados da primeira rodada não dizem nada em relação ao futuro, sequer servem de sinal de alerta numa competição de tiro longo. Como cita o grande, Guimarães Rosa, no clássico - Grande Sertão: Veredas: "O real não está na saÃda, nem na chegada: ele se dispõe para a gente no meio da travessia".
Resumindo: Muita água vai rolar nas 37 rodadas restantes. Nem todos os clubes têm propostas de acesso, contudo, a luta pela manutenção na Série B os transforma em complicadores para os que disputam a competição com ambições mais ousadas. De uma coisa são sabedores: superação é a palavra de ordem, para todos os times, em todos os confrontos.
A maioria dos clubes ainda ajustam seus elencos. A exemplo do que aconteceu em edições anteriores, o nÃvel técnico de algumas equipes tende a melhorar, mas como no futebol não existe uma verdade absoluta, isto não lhes assegura o acesso, pois na Série B, a entrega tem um papel preponderante. Não adianta ter um toque refinado se não tem garra suficiente para se superar na batalha campal. A técnica é um fator para ser explorado como ponto de desequilÃbrio. A garra e a determinação asseguram a subsistência.
Os clubes alagoanos - CSA e CRB - não disputaram a primeira rodada, seus jogos foram transferidos para o dia 4 de maio. Ambos farão suas estreias no próximo sábado. Os dois são respeitados por aparecerem como complicadores: em suas campanhas de manutenção costumam tirar pontos preciosos e frustrar planos dos que sonham com a Série A.
O equilÃbrio, que normalmente marca as disputadas da Segunda Divisão do Brasileiro, a cada fechamento de rodada, leva os torcedores a consultarem a tabela de classificação. Tal fato nos leva a recordar o saudoso plantonista da Rádio Jornal, Mané Queiroz, que se vivo estivesse, fatalmente teria fechado a jornada com o "mantra" por ele criado: "Se o campeonato terminasse hoje...". Não importava se a rodada em questão era a primeira, a décima ou a trigésima-sétima.
Coisas de um futebol que está órfão de grandes emoções.
CLAUDEMIR GOMES
O Campeonato Pernambucano pede socorro. Isto é fato. E a maior prova de que a competição precisa ser reinventada é esta edição que está em curso, onde nada reverbera. Ao torcedor pernambucano foi oferecido um produto de terceira qualidade que passou todo o tempo sendo negligenciado, abafado e ofuscado por jogos de outras competições: Copa do Nordeste, Copa do Brasil, e agora na fase final, pelo Brasileiro da Série B, cujas disputas começam na próxima sexta-feira.
Achatada, a competição doméstica foi transformada num "samba do criolo doido". A sensação que fica é de que, nesta história, o posfácio foi exibido antes do prefácio. A resultante de tantos equÃvocos cometidos é a falta de eco no meio dos torcedores. No final de semana tivemos um jogo entre Náutico e Santa Cruz, válido pelas semifinais do Estadual, com um nÃvel técnico tão baixo que me recuso a chamar de "Clássico". O produto se deteriorou tão rápido que deixou a impressão de que o jogo não acabou pela falta do depois. Toda partida de futebol tem o antes, o durante e o depois. Três etapas que são bem vivenciadas pelos torcedores.
Amanhã teremos um confronto entre Sport e Salgueiro, para saber quem irá disputar a outra semifinal com o Retrô, que há quase um mês descansa a espera do seu adversário. A partida é de uma importância vital para os dois times que almejam adicionar mais um tÃtulo estadual em seus respectivos currÃculos, contudo, no seio da torcida leonina os assuntos dominantes ainda são as queixas contra os erros de arbitragem ocorridos no jogo com o Fortaleza, na decisão da Copa do Nordeste, e a estreia do Leão Pernambucano na Série B, no próximo sábado, diante do Sampaio Correa.
O ocaso do Campeonato Pernambucano é atribuÃdo ao curto espaço - doze datas - reservado pela CBF para a realização da disputa. Mas existem saÃdas para se oferecer algo melhor aos torcedores. Alternativas inteligentes que para serem postas em prática será necessário não ceder a pressões. O momento é imperativo, exige atitudes e decisões pragmáticas.
Os dois jogos da final, seja lá quando forem disputados, devem atrair um bom público. Principalmente se estiverem em confronto Náutico e Sport, adversários centenários que, no caso, estariam reprisando a decisão do ano passado. Afinal, se trata de uma disputa de tÃtulo temperada por uma rivalidade histórica.
Diante do cenário do último ato, os autores desta tragédia futebolÃstica, bradarão nos quatro cantos que, o "Pernambucano 2022 foi um sucesso".
E assim o Estadual vai apodrecendo.