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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Segue o lÃder!
A palavra de ordem passou a ser corrente entre todos os alvirrubros, que estão se deliciando com a campanha irretocável que o Náutico vem descrevendo neste inÃcio de Série B.
Garantia de acesso? Evidente que não, mas é um bom presságio. Afinal, o assunto em pauta é um campeonato de tiro longo, de pontos corridos, e a contabilidade do time dos Aflitos está perfeita. Com um futebol envolvente, e objetivo, os comandados de Hélio dos Anjos adicionaram todos os pontos que disputaram a sua conta, estão fazendo caixa, poupando para alguma eventualidade que possa surgir no percurso desta longa disputa. E quando chegar o momento de, passar a régua e fechar a conta, ter saldo positivo para "adquirir" o direito de disputar a Série A, no próximo ano.
A contabilidade é simples, uma vez que requer eficiência em apenas uma operação: a soma. Mas muitos treinadores se perdem nesta equação. Por ser um técnico raiz, Hélio dos Anjos, permanece fiel a alguns princÃpios que são fundamentais para fortalecer e manter o grupo coeso e focado. Avesso ao modismo, ele abomina o "futebol reativo", tão apregoado pelos cronistas da moda.
O futebol tem seus mistérios, mas é fácil de entender, como nos ensinou Enio Andrade e Evaristo de Macedo. O desafio dos treinadores é estabelecer o equilÃbrio entre os setores e ter a força ofensiva como ponto de desequilÃbrio.
O torcedor alvirrubro que vivenciou as emoções da campanha do hexa, que após cinquenta anos segue sendo um luxo no futebol pernambucano, quando relembra aquele time poderoso, a primeira menção que faz é ao quarteto ofensivo da época: "Nado, Bita, Nino e Lala". Era pra deixar qualquer adversário em pavorosa. Mas o time ainda contava com Lula Monstrinho, Gena, Clóves, Fraga, Ivan, Salomão...
Quando se fala do Santos de Pelé, logo é ressaltado o trio: Coutinho, Pelé e Pepe. E que tal o Flamengo com: AdÃlio, Zico, Nunes e Tita? Não vamos esquecer o Santa Cruz de Fumanchu, Nunes e Joãozinho. São dezenas de ataques históricos por este Brasil afora, emoldurando os melhores momentos de centenas de clubes
Estamos na quarta rodada do Brasileiro da Série B, mas todos, torcedores e adversários, já carregam, na ponta da lÃngua, a formação do quarteto ofensivo do Náutico: Erick, Kieza, Jean Carlo e VinÃcius. Um ataque avassalador que é respaldado pelo excelente futebol de Rhaldney, pelos promissores, Hereda e Bryan e por uma zaga que "deu liga": Wagner e Camutanga.
Os méritos do comandante Hélio dos Anjos: Estuda as teorias do presente, mas não abre mão dos conhecimentos somados na prática. Hélio sabe que o cheiro da comida é mais embriagador que a composição literária das receitas.
O matreiro treinador alvirrubros respeita as preferências religiosas dos seus comandados, mas não abre mão dos seus credos: o banho de sal grosso no vestiário e o uso de defumadores ajudam na "limpeza". Superstição? Quem não as tem? Alguns cenários permanecerão no nosso futebol enquanto as raÃzes forem preservadas.
A receita do sucesso continua fiel aos princÃpios de cinquenta anos atrás: time equilibrado com ataque avassalador.
Eis o Náutico de Hélio dos Anjos.
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CLADEMIR GOMES
A notÃcia ecoou como uma BOMBA, hoje à tarde, na Ilha do Retiro: "O presidente executivo, Milton Bivar, enviou uma carta renúncia ao Conselho Deliberativo do Sport".
Como baratas tontas, os pares do presidente leonino tentaram esconder o fato. ImpossÃvel. Seria a mesma coisa dos Estados Unidos querer esconder do mundo, a bomba atômica que jogou na Hiroshima durante a Segunda Guerra Mundial.
Incrédulos, e com o gosto amargo de uma "traição", alguns conselheiros tentaram recolher os estilhaços da "bomba" cujos efeitos podem vir a ser devastadores para o clube rubro-negro.
"Quem não pode com o pote não segura a rodilha!"
Lembrou um experiente Leão, de garras afiadas e juba frondosa, recapitulando a série de equÃvocos cometidos pelo presidente durante o processo sucessório no clube da Ilha do Retiro, que culminou com sua reeleição.
A pretensa renúncia do presidente executivo foi tão surpreendente que os gestores do Conselho Deliberativo solicitaram tempo. De imediato o assunto foi repassado para um grupo de juristas que se debruçaram sobre o fato para buscar uma saÃda que não venha ferir os interesses dos que estão no comando do Executivo.
O pedido de licença evitaria a realização de uma nova eleição. Entretanto, se o vice-presidente também renunciar, tem que haver um novo pleito.
Vale lembrar que, antes de ser deflagrado o processo de sucessão, o presidente, Milton Bivar, estava licenciado. Depois reassumiu o cargo para concorrer a eleição, fato que surpreendeu a época, pois havia revelado que não iria encarar a reeleição. O candidato da situação seria Fred Domingos. Neste vai e fica, Milton anunciou que disputaria a eleição. Fred saiu do páreo, e sequer foi convidado para ser o seu vice.
Reeleito com o apoio da Torcida Jovem, uma temida organizada, o presidente comeu o peixe e bebeu o vinho da páscoa no cargo que não lhe parece mais confortável. E é longe dele que espera comer a pamonha do São João.
Não há Leão que durma com um barulho desse!
CLAUDEMIR GOMES
"Comissão de Ãtica da CBF afasta o presidente, Rogério Caboclo, do cargo, por um perÃodo de 30 dias. A medida é para que ele possa se defender das acusações de assédio sexual, feito por uma funcionária da entidade".
A notÃcia repercutiu, nos meios esportivos, como uma morte anunciada. A surpresa fica por conta do acordar desta Comissão de Ãtica, que durante décadas se mostrou passiva, ao ficar inerte ante tantas crises morais que macularam a entidade que comanda o futebol brasileiro.
Tudo começou lá atrás, no ano de 1986, quando da eleição para escolha do sucessor do então presidente, Giulite Coutinho. Os candidatos: Medrado Dias, da situação, e Nabi Abi Chedid da oposição. Foi como se tivessem colocado lenha na fogueira para esquentar a histórica disputa entre paulistas e cariocas pela hegemonia do futebol verde e amarelo. Nunca na história da CBF se viu uma eleição tão equilibrada. O jogo foi pesado. A eleição foi decidida por um voto, mas havia a suspeita de que o pleito terminasse empatado. Sendo assim, assumiria o candidato mais velho, como constava no Estatuto da entidade. Tal fato levou os oposicionistas, no dia da eleição, a trocarem Nabi Chedid por Otávio Pinto Guimarães, que durante muitos anos havia comandado o futebol do Rio de Janeiro. E todos brindaram a vitória de Otávio Guimarães.
Nos bastidores desta eleição, rolou de tudo, até "sequestro" de presidente de Federação, no Norte do PaÃs. O poder não tinha preço.
O presidente de direito era Otávio Guimarães, mas de fato, quem mandava no futebol era Nabi Abi Chedid. Contra ele, mil acusações. O desgaste foi inevitável, abrindo espaço para o surgimento de Ricardo Teixeira, a época, apresentado como genro de João Havelange, presidente da FIFA.
Teixeira transformou a Seleção Brasileira na sua "Galinha dos Ovos de Ouro". Foi o presidente que mais conquistou tÃtulos para o futebol brasileiro. As conquistas serviam para empanar negócios escusos. Enquanto a bola rolava nos gramados, um mar de lama invadia os bastidores da entidade, com o aval de polÃticos que transformaram uma CPI em pizza, e de boa parte da mÃdia que se locupletava de favores. Os escândalos foram denunciados por um jornalista estrangeiro e Teixeira só foi afastado do futebol por conta da pressão da Justiça dos Estados Unidos.
Seu sucessor, José Maria Marim, que fazia parte do grupo de Nabi Abi Chedid, nos anos 80 do século passado, não teve a mesma sorte, e acabou preso na SuÃça, de onde foi extraditado para os Estados Unidos.
A podridão era tremenda, mas em nome de uma Copa do Mundo, o Governo Brasileiro fazia vista grossa, o mesmo acontecendo com governadores e deputados. Afinal, se tratava de uma oportunidade para provar dos ovos de ouro de uma "galinha" chamada futebol.
A Comissão de Ãtica dormia o sono da Bela Adormecida.
O sucessor de Marim foi o advogado, Marco Polo Del Nero, cujas primeiras manchetes foram sobre suas belas namoradas. Nos corredores da CBF, a lama só aumentava. Del Nero não se segurou no cargo, e, para surpresa geral, quem assumiu o comando do futebol brasileiro, foi Rogério Caboclo, até então um mero carregador de pasta de Del Nero.
Caboclo foi seguir seu mentor, mas não tinha gabarito para ser conquistador. Dizem que foi cantar a namorada de Del Nero (fofoca de bastidores). A moça não gostou. As gravações são estarrecedoras. Tão grosseiras que acordaram os senhores da Comissão de Ãtica.
Ela existe e não consta só no papel. Resta saber se, com este "despertar" vamos ter o inÃcio de um novo tempo no futebol brasileiro.
CLAUDEMIR GOMES
A primeira rodada do Brasileiro Série A nos trouxe um cenário inusitado na história da disputa que este ano chega ao cinquentenário: a presença de três clubes do Nordeste entre os quatro que ocupam os primeiros postos na tabela de classificação. Se vivo estivesse, o comunicador, Mané Queiroz, um dos melhores plantonistas da história do rádio esportivo pernambucano, teria concluÃdo sua jornada de trabalho da seguinte forma:
"Se o Campeonato Brasileiro terminasse hoje, Bahia, Fortaleza e Ceará iriam disputar a Libertadores da América. O Sport, que empatou com o Internacional, e está na oitava colocação, vai disputar a Copa Sul-Americana".
Mané seguia o princÃpio de que futebol é o momento. Sendo assim, a ordem é viver, com intensidade, os bons momentos do seu clube. Numa competição de tiro longo como o Brasileiro, onde os times vão a campo trinta e oito vezes, para a disputa de 380 jogos, as mudanças de cenários são corriqueiras.
A rodada de abertura do Brasileiro 2021 foi alvissareira para os clubes da região - Bahia, Fortaleza, Ceará e Sport - porque nenhum deles amargou derrota em suas respectivas estréias. Historicamente, por uma série de fatores, dentre eles uma injusta divisão de cota de patrocÃnio, os times nordestinos figuram na parte de baixo da tabela, onde travam "brigas homéricas", para fugirem do rebaixamento.
O saudoso plantonista da Rádio Jornal - Mané Queiroz - não se perdia em elucubrações, tampouco se arriscava em projeções. Como bom analista, se detinha aos fatos. Por ser fiel aos princÃpios do bom jornalismo, criou a frase que se tornou sua marca registrada: "Se o campeonato terminasse hoje...". Para ele pouco importava se a disputa estava no principio, ou no fim. O jargão era o mesmo.
Não vamos nos iludir com o canto da sereia, mas esta arrancada dos times nordestinos é histórica. As torcidas do Bahia, Fortaleza, Ceará e Sport receberam o "bonus" de uma semana para zoarem com os outros clubes. Até sábado, quando começam as disputas da segunda rodada, os nordestinos estão voando em Céu de Brigadeiro, sem nenhuma turbulência.
Como estarão na quinta, na décima, na vigésima ou na trigésima-oitava rodada? Ninguém é vidente para responder. O importante nestes primeiros dias de junho é:
"Se o Brasileiro terminasse hoje terÃamos três nordestinos na Libertadores".
à verdade Mané!
CLAUDEMIR GOMES
No final do ano passado, o amigo, Givanildo Guedes(Gil), me surpreendeu com a notÃcia de que, o vereador, Ricardo José Bezerra de Freitas(Kakai), pretendia me homenagear com a MEDALHA DE HONRA AO MÃRITO DA CIDADE DO CARPINA, maior homenagem que a Câmara Municipal do Carpina presta aos filhos da terra.
Fiquei bastante lisonjeado. Guardei a boa nova como se guarda um segredo a sete chaves. No aguardar dos fatos, vez por outra, me surpreendia pensando na grande homenagem. Foram muitos mergulhos num passado enriquecido por boas e saudosas lembranças.
Na manhã desta terça-feira (01/06/2021), recebo uma mensagem, via whatsapp, de Wanessa, filha de Kakai, me informando que, o requerimento do seu pai havia sido aprovado, por unanimidade, por todos os vereadores que cumprem mandato na Casa Dr. Murilo Silva.
Confesso que fiquei emocionado com o presente do amigo Kakai. A generosidade da bancada me deixou envaidecido. Minha mulher, conhecedora de todas as minhas reações, foi cirúrgica: "Dentre todas as homenagens recebidas por você, até hoje, está foi a que mais tocou seu coração".
Verdade!
Repassei a notÃcia para os filhos, minha irmã Carolina, meus sobrinhos e alguns amigos carpinenses, evidentemente. A cada reação expressa por eles, me sentia traÃdo pela emoção. Lembrei de uma frase dita pelo meu tio, Ramilton Albuquerque, quando certa vez fui lhe buscar no Hospital do Câncer para passar o final de semana em casa. Encabulado por não ter conseguido segurar as lágrimas provocadas pela emoção, revelou: "A gente quando fica velho, fica frouxo também. Chora por besteira".
O amigo, Carlos Lapa, tem toda razão quando afirma que, "quem bebeu da água do Sr. Bione, não perde o vÃnculo, nem o amor por Carpina".
Há horas que "viajo" no passado. Lembro dos amigos de infância e da juventude. As lembranças vão descortinando um mundo vivido por MIMO e que nunca fora enterrado pela realidade de um outro mundo vivenciado por Claudemir Gomes. à como se eu tivesse duas vidas. Nada se compara a pureza e a simplicidade da minha Carpina, onde a felicidade estava em cada esquina. O tempo passou, e mesmo a distância, posso assegurar que o amor por minha terra não oxidou.
ImpossÃvel descrever a satisfação quando alguém, em qualquer lugar, me chama de MIMO. à a marca registrada da terra que me ensinou tudo, inclusive, a ser grato.
Obrigado Carpina!.