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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Com o futebol praticamente em recesso, lhe resta a Copa Pernambuco neste último trimestre da temporada, os tricolores se debruçam em estudos e análises para discutirem uma necessária mudança nos Estatutos do Santa Cruz Futebol Clube, agremiação centenária das mais populares do futebol brasileiro. Clube de massa, como gostam de chamar.
Mudar é preciso! Isto é fato. Colocar o clube em sintonia com a nova ordem é imprescindÃvel para a retomada do crescimento. Mas a mudança de modelo, de paradigma, exige bom senso, principalmente num clube que, por mais de um século tem sua estrutura alicerçada em três pilares: Poder Executivo; Poder Deliberativo e Comissão Patrimonial. Eis a razão da resistência dos tricolores mais velhos à chegada do novo, do desconhecido.
Nem tudo o que se aplica ao Clube A necessariamente é bom para o Clube B. A adequação dos estatutos ao novo tempo se faz necessária, assim como, é de fundamental importância que se respeite peculiaridades que sempre foram vitais para o Clube do Povo.
Certa vez, na década de 70, quando dava meus primeiros passos como cronista esportivo, o mestre Adonias de Moura me chamou, e revelou: "Hoje a noite vou lhe levar para conhecer a elite do Santa Cruz".
Fiquei ansioso no aguardo do final do expediente. Tão logo fechamos a edição do Caderno de Esportes do Diário de Pernambuco, seguimos para o edifÃcio AIP, na Avenida Dantas Barreto. Aquele era o domicÃlio da Comissão Patrimonial do Santa Cruz. Quando chegamos, Adonias de Moura foi recepcionado com muito carinho, respeito e atenção. E foi logo me apresentando ao jovem Marco Maciel, Aristófanes de Andrade, André de Paula, Henoch Coutinho, Rodolfo Aguiar, João Caixero de Vasconcelos...
Para mim foi memorável conhecer aquele time de notáveis que estavam transformando o sonho de milhares de torcedores numa realidade de pedra e cal. Sempre enxerguei a Comissão Patrimonial como o canal que tornava sonhos possÃveis.
Como tudo na vida oxida com a ação do tempo, o modelo de gestão do Santa Cruz precisa ser revisto, atualizado, até porque, há algumas décadas a máquina tricolor está emperrada, precisa ser azeitada para acompanhar a dinâmica dos dias de hoje.
O patrimônio fÃsico do Santa Cruz cresce como uma Torre de Babel. A obra se agiganta, mas os homens não falam o mesmo idioma. Eis a razão da queda livre na qual mergulhou o Gigante do Arruda.
O Estádio José do Rego Maciel precisa de uma requalificação urgente. Estamos falando do coração de um clube de futebol. Não menos necessário era a construção de um Centro de Formação de Atletas. Tal equipamento está sendo tocado pela Comissão Patrimonial com a participação dos amantes do clube, que num mutirão pela Internet viabilizou a obra.
Todos sabem que a história do Santa Cruz é pontuada por mutirões. A participação popular é uma marca registrada da Cobra Coral. Mas a multidão precisa de cabeças pensantes, razão pela qual se criou a Comissão Patrimonial, uma elite de pensadores que foi responsável pelo perÃodo de maior crescimento do Clube do Povo. E no presente está sendo responsável pelo soerguimento do equipamento que vai respaldar o futuro do clube: O Centro de Formação de Atletas Presidente Rodolfo Aguiar.
O desafio de toda mudança é a separação do joio e do trigo.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Na manhã de ontem conversamos com quatro ex-presidentes do Clube Náutico; um ex-presidente do Sport, o ex-governador Gustavo Krause e alguns outros desportistas de bom nÃvel.
Ãbvio que nesse momento raro, a conversa sobre o futebol local e nacional foi prioritária.
Um ponto que nos chamou a atenção foi o desencanto unânime com relação ao esporte da chuteira. O modelo pragmático adotado pelos treinadores foi o assunto mais discutido.
Sentimos que não estamos errados em nossas postagens.
Na verdade o futebol brasileiro ficou chato e banalizado. São tantos jogos, em datas bem próximas, que deixam os torcedores cansados de assistirem às mesmices.
Na última segunda=feira foram realizados três jogos, e todos de pouca qualidade, inclusive o do Avaà com o Bahia, que foi resolvido no primeiro com o placar de 2x0 para o time baiano. No segundo tempo o tricolor arrefeceu, e a equipe catarinense continuou no preparo para a foice da Caetana.
Temos chamado a atenção para o trabalho de Roger Machado, que ressurgiu após os comandos que não foram concluÃdos, com Grêmio, Atlético Mineiro e Palmeiras. O Bahia assumiu a sexta colocação na tabela de classificação com um futebol simples, e que aprendeu a jogar na transição. à uma cara nova no pedaço.
Há anos que estamos presos a um mesmo grupo de treinadores. à uma mesmice patológica e nada de novo aparece. Esses hoje, além de dirigirem as equipes assumiram os clubes. Os dois melhores em atividade no PaÃs são estrangeiros, Jorge de Jesus e Sampaoli.
As competições estão ficando enfadonhas, produzindo o desencanto do torcedor. O sistema que foi criado é o de que não se pode perder, e ganhar é apenas um acaso. Os jogos ficaram chatos, defensivistas e, principalmente sem gols, que é o mais importante entre todos os segmentos.
Dão entrevistas à jornalistas emocionados por estarem ouvindo-as , e com medo de perguntarem a realidade aos "professores"
Tite com seu "Titês"; Luxemburgo com sua sapiência; Scolari com a sua dureza nata; Mano Menezes com seus gestuais enganadores; Fábio Carille com cara de arrogância, como se fosse o dono da bola; Abel Braga se transformando num "paizão", entre outros, vão arrastando nosso futebol para o fundo do poço.
Com poucas exceções os técnicos brasileiros ficaram para trás, e bloquearam a presença dos mais novos que foram trucidados.
A simplicidade para a maioria dos nossos técnicos não existe. Eles se consideram como semideuses, e das suas cabeças surgem as táticas milagrosas que irão fazer os resultados.
Humildade não diminui a devida competência, e os bons não o são pela arrogância e sim pelo trabalho, fato esse que está em falta no futebol brasileiro.