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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Não é fácil quebrar paradigmas no conservador futebol brasileiro. Os cinco tÃtulos de Copas do Mundo inflaram os egos de torcedores, dirigentes, jogadores e cronistas esportivos. E todos passaram a acreditar que a transitória condição de melhor do mundo, cujo prazo de validade é de quatro anos, até que chegue a outra edição do Mundial, é eterna.
O ufanismo da verbalização não condiz com a prática. Não vamos cometer o exagero e afirmar que nosso mundo desmoronou e tudo correu por água abaixo. O Brasil segue sendo o celeiro de grandes jogadores. Nossas jazidas não entraram em colapso. O que precisamos é de um ajuste no nosso modelo de gestão, fora e dentro das quatro linhas.
O desafio é enorme, mas somente com grandes mudanças é que conseguiremos entrar em sintonia com o novo século. Afinal, após a conquista de 2002 tudo travou. A distância que nos separa do futebol europeu só aumenta. São quase 20 anos de estagnação.
De certo que evolução não se mede apenas com conquistas de tÃtulos. Entretanto, a falta de conquistas, assim como a ausência em decisões, atesta o enfraquecimento do trabalho desenvolvido. Nos últimos 15 anos o futebol brasileiro de apequenou de forma assustadora.
Embora defenda que, dentro das necessidades nossa prioridade seja uma revolução administrativa, os passos que estão sendo dados na busca de uma evolução tática, explorando a qualidade técnica da nossa matéria prima, podem nos recolocar no caminho do crescimento.
Eis a razão pela qual torço muito pelo sucesso dos técnicos, Jorge Sampaoli, argentino que vem fazendo um trabalho espetacular a frente do Santos; Jorge Jesus, português que está no comando do Flamengo, e muito mais pela sueca, Pia Sundhage, contratada para assumir a Seleção Brasileira de Futebol Feminino.
O primeiro desafio desses profissionais, cujos currÃculos lhes credenciam a trabalhos exitosos, é vencer a resistência do cronista esportivo, que se posiciona sempre como crÃtico mordaz. Não dão tempo para o trabalho fluir e se baseiam apenas nos resultados iniciais para formar a opinião. Sampaoli, que lidera o Campeonato Brasileiro com o Santos, parece ter superado o primeiro desafio. Jorge Jesus ainda se encontra em fogo cruzado. Pia chegou esperançosa em realizar um grande trabalho na seleção feminina, mas seu sucesso está condicionado a uma mudança de filosofia.
A evolução do futebol europeu, e do futebol dos paÃses asiáticos, começou pela gestão administrativa para depois chegar ao campo. Ao que tudo indica, estamos buscando melhoras no sentido inverso.
Não deixa de ser um fato novo que alimenta o otimismo por dias melhores.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejjpazevedo.com
Nesse final de semana as chuvas nos empurraram para a televisão, e por conta disso uma overdose de jogos das mais diversas divisões. Muitas partidas e pouco futebol, com o VAR e sem o VAR, com bola e sem bola, times alternativos sem o menor apreço pela competição, no caso da Série A, alguns narradores de rodeios e comentaristas de desfile de Escolas de Samba. Um sofrimento.
Os livros foram a nossa salvação.
Nos lembramos, na ocasião, de algumas frases do jornalista Carlos Siqueira, que era o responsável pelo blog Sanatório da NotÃcia, que tratava e assuntos polÃticos, e também enveredava pelo futebol. Separamos as mais interessantes.
Começa com uma pergunta:
"O brasileiro perdeu o jogo de cintura? Não! Perdeu a alegria de jogar futebol? Não! Há alguém no mundo que tenha tanta várzea e tanto peladeiro como o Brasil? Não! A Reforma Agrária não foi e nunca será feita, bolas. Tem campo de sobra pra qualquer brasileiro trocar os pés pelas mãos".
O jornalista faz uma outra pergunta, e também responde:
"Então o que há com o peru do futebol brasileiro? Ora, meus egrégios experts do mágico mundo da bola, o que há é cartolas demais.
Há procuradores e empresários demais. Há comentaristas demais, Há apitadores apitando demais. Há patrocinadores demais. Há redes de rádios e jornais demais. Há gestores demais. Há técnicos demais. E torcedores de menos.
Cada vez o torcedor brasileiro assiste mais ao futebol espanhol, ao futebol que fala alemão, inglês, francês, italiano... E cada vez há torcedores de menos no futebol brasileiro. E os que fazem parte da esmagadora minoria de entendidos não são ouvidos e respeitados. Isso tudo inibe o futebol espontâneo e moleque do brasileiro.
à mais uma ditadura que prende, que aprisiona, que comprime, plastifica e encaixota o jeito fácil e inimitável de jogar bola como ninguém que o brasileiro tem, e já não deixam mostrar".
Sobre os técnicos, Siqueira focou a realidade quando textualizou:
"O mal é que, sobre o jugo dos técnicos que servem a cartolagem, e aos interesses das redes de comunicação social, os craques brasileiros jogam reprimidos, com o medo de perder os seus empregos por não garantirem o emprego de seus treinadores.
Jogam para trás na hora do drible para frente; ai deles que não atrasem a bola para o zagueiro, que, sem saber sair jogando, toda a bola para o lado mais próximo transferindo a responsabilidade ao invés de contra-atacar, ainda que já defasado em tempo e ousadia.
Pergunto e respondo, mais uma vez: quantas atrasadas de bola Pelé deu na carreira dele. Nenhuma. Em que paÃs do mundo, um árbitro apita perigo de gol, ou dá sinal amarelo por simulação? Nenhum. Em que estádio do planeta Terra a torcida organizada manda na diretoria do clube? Nenhum".
As colocações são antológicas, desnudam o atual futebol brasileiro que vivenciamos, e não os dos sonhos que são vendidos por alguns ilusionistas de plantão.
CLAUDEMIR GOMES
A tabela do Brasileiro da Série B, pós Copa América, impõe uma mudança de hábito à torcida do Sport. Os leoninos que este ano ficaram impossibilitados de verem o time jogar aos domingos, pois não há espaço para jogos da Segunda Divisão na grade da TV, passaram a ter as noites das segundas-feiras como o momento de entretenimento. O Leão jogou no dia 8 de julho, no dia 15, joga hoje a noite e também na próxima semana abrindo mais uma rodada.
A maluquice da tabela nos leva a dedução de que não foi contestada pelos dirigentes do clube, nem da Federação Pernambucana de Futebol que deveria ter advogado em favor do filiado. Os "Inocentes do Rosarinho" irão dizer que tanto faz jogar na segunda-feira como na terça, na quarta, na quinta, na sexta ou no sábado. Ledo engano. Numa disputa equilibrada, parelha, como está sendo a desta edição da Série B, quem abre a rodada se posiciona como "caça".
Algum "sábio" pode contra-argumentar afirmando que, "se o time faz a parte dele, não importa jogar no abre ou no fecha da rodada". O futebol tem seus mistérios, e nem sempre a simplicidade da teoria é seguida na prática. O impacto psicológico produzido pelos resultados nesta disputa acirrada por posições na tabela de classificação reflete no rendimento do grupo.
Vejamos: Este confronto com o Brasil de Pelotas, nesta segunda-feira, na Ilha do Retiro, coloca o Sport, pela terceira vez consecutiva, como a "locomotiva" da rodada. O rubro-negro pernambucano, que é um dos cotados ao acesso, joga primeiro que seus concorrentes. Semana passada, após o empate com o Cuiabá (1x1), o time comandado por Guto Ferreira passou a integrar o G4, fato que deixou a torcida leonina em estado de graça. Ao final da rodada o Sport passou a ocupar o oitavo lugar, caiu quatro casas na tabela.
Futebol não é uma ciência exata como a matemática. Portanto, neste jogo onde todos acreditam em sorte e azar, a ordem dos fatores altera o produto. Caso isto não fosse uma realidade, as semifinais e finais das grandes competições, não aconteceriam no mesmo horário. Sempre que possÃvel é tudo junto e misturado.
Não é por acaso que nas decisões por pênaltis, a ordem de quem começa as cobranças é definida na moedinha, ou seja, no cara ou coroa. A era digital não interfere na pressão psicológica. Tem coisas que são imutáveis, e acontecem desde que a bola começou a rolar, na China, na Inglaterra, na Jamaica e até na minha Carpina, onde existia uma rivalidade danada entre o Santa Cruz e o Colonial.
O VAR ainda não foi apresentado a Série B, fato que nos leva a conviver com erros grotescos de arbitragem. Erros que não são corrigidos, o que é pior. As aberrações de tabela merecem, no mÃnimo, alguns brados de contestações. Não nos dias dos jogos, mas tão logo a ordem das partidas é divulgada.
O amigo, Pedro LuÃs, mudou o dia do desfile do seu bloco carnavalesco em Olinda - o SEGURUCU - para a terça-feira sob o argumento de que, "segunda-feira até a de carnaval é morgada!".
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejjpazevedo.com
Os analistas do futebol brasileiro precisam entender as mudanças que aconteceram nesse esporte quando a paixão abriu espaço para a razão. O amadorismo do passado cedeu o lugar a uma participação maior na indústria que mais cresce no mundo: a do entretenimento, que necessita de novos mecanismos.
Um clube de futebol não pode se mais um brinquedinho de alguns dirigentes, ou mesmo uma entidade representada por um pedaço de papel, e cuja documentação vive debaixo do braço de seu dono.
Para que se tenha um time TOP 10, de linha disputando os tÃtulos, mesmo em perÃodos de vacas magras os custos são bem elevados.
Quem os pagam? Os seus consumidores, de forma direta ou indireta, quando se associam, pagam os ingressos para os jogos, compram camisas e demais produtos licenciados.
As agremiações que não conseguem receitas compatÃveis montam equipes mais frágeis, participam de competições estaduais e divisões menores, e quando ascendem tem dificuldades de manutenção. Os exemplos são latentes.
Todo o sistema existente bate com a lógica do mercado. Quanto mais torcedores e quanto mais recursos eles tiverem, mais receitas que o clube absorverá, e o ciclo continua com maiores investimentos, que produz uma melhor qualidade, e os seus produtos e serviços podem ser cobrados com preços mais elevados.
O futebol precisa de pensadores que entendam desse processo, para observar uma simples analogia, desde que com a maior quantidade de consumidores pagantes, mais receitas o clube terá para investir e competir com outros no mercado.
Com uma boa equipe, as participações nos eventos são melhores, e com isso estimula o patrocinador para estampar a marca em suas camisas, com a relação custo x benefÃcio, e o retorno do aumento de suas vendas.
O maior número de torcedores está relacionado às cotas da televisão e ao sistema de pay-per-view. Quanto maior, mais dinheiro, sendo esta realidade do que acontece hoje no segmento, que atua com um membro ativo do mercado.
Quem atua é o potencial de mercado e isso faz que um clube de um estado de maior população tenha maiores condições de competição do que os de menor.
Esses são os desafios do mercado que estudamos profundamente, e que obrigam a clubes emergentes como os nossos, com demandas mais reduzidas, a se organizarem, trabalharem no incremento maior dos consumidores, e assim dentro de suas capacidades financeiras formatarem equipes que possam se manter na divisão maior, e chegar pelo to TOP 5, que sem dúvida será um grande feito.
No final o futebol de hoje, com o mundo transformado em plano, é mais um componente do mercado de consumo, e para sobreviver tem que entendê-lo, necessitando de uma estrutura que não seja debaixo do braço como um violão do antigo boêmio.
CLAUDEMIR GOMES
A surpreendente vitória do Náutico (1x0) sobre o Ferroviário/CE, lÃder do Grupo A, em Fortaleza, não apenas recolocou o alvirrubro pernambucano na briga por uma vaga de acesso a próxima fase do Brasileiro da Série C, como serviu para ressaltar as dificuldades que o Santa Cruz terá pela frente para conseguir a cobiçada classificação. A seis rodadas do final da primeira fase, o Tricolor do Arruda precisa ter um aproveitamento de 60%, fato pouco provável visto que, nas doze partidas disputadas teve apenas 47%.
Os números conspiram contra o time comandado por Milton Mendes. Nos seis jogos restantes desta fase de classificação, o Santa Cruz fará quatro apresentações na condição de visitante, detalhe que torna o desafio maior, visto que, nas cinco partidas que disputou fora do Arruda contabilizou apenas uma vitória. O momento se torna mais dramático porque nas cinco últimas rodadas, dentre os clubes que almejam classificação, o Tricolor do Arruda foi o que teve o pior aproveitamento: duas derrotas, dois empates e apenas uma vitória, campanha similar a do Botafogo/PB, que também vem em queda livre.
Para tornar o cenário ainda mais cinzento, a última rodada da fase de classificação põe em confronto os dois representantes pernambucanos. A esta altura do campeonato a tabela se apresenta como um carrasco para um dos dois clubes. Como futebol não é ciência exata, existe a possibilidade dos dois escaparem, assim como, a de ambos não passarem para a próxima fase. Entretanto, o cenário do momento credita o Náutico à classificação. O site, Chance de Gol, aponta o Náutico com 60% de chance de passar para a próxima fase, e o Santa Cruz com 24%.
A torcida tricolor está dividida: os que seguem cegos pela paixão apostam numa reação do time nesta reta final, onde 18 pontos serão disputados. Para os que defendem a tese de que o futebol tem lógica, a permanência do Santa Cruz na Série C é fato consumado.
E surge a pergunta: "Qual a justificativa para um clube de massa, com um potencial tão grande como o Santa Cruz, viver patinando na escuridão por tanto tempo?".
A pessoa mais indicada para responder tal indagação seria o próprio presidente do clube, Constantino Júnior, que conhece, como poucos, os corredores, os labirintos e os fantasmas do Arruda. Mas que é apontado como um dos personagens central da crise tão duradoura.
Constantino Júnior chegou ao futebol do Santa Cruz em 2006, quando o clube tricolor ascendeu à Série A. De lá pra cá - 14 anos - o time coral disputou duas edições de Série A (2006 e 2016); quatro edições de Série B (2007, 2014, 2015 e 2017); cinco edições da Série C (2008, 2012, 2013, 2018 e 2019) e três edições de Série D (2009, 2010 e 2011). No momento, a probabilidade maior é de que em 2020 o clube siga na Série C.
A debacle do Santa Cruz começou na década de 90, quando a nacionalização se consolidou no futebol brasileiro, passando os estaduais e os regionais para um segundo plano. Faltou planejamento, O clube seguiu com o seu perfil doméstico e foi se apequenando. A resultante dos equÃvocos administrativos, e da falta de pensadores, foi a transformação daquele "gigante" que era referência no cenário nacional na década de 70, em um nanico que sente dificuldade até para se consolidar como clube de Série B. Os números atestam tal realidade.
A retomada do crescimento exige que o clube seja repensado e reconstruÃdo. Somente assim será possÃvel colocá-lo em sintonia com o Século XXI.