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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O amigo, Sérgio Mota, costuma dizer que, "cada pessoa tem o seu tempo, e sua velocidade". à preciso respeitar tal realidade, e tirar o máximo de proveito das situações e possibilidades que se apresentam a medida que avançamos no tempo.
A oitava edição da Copa do Mundo de Futebol Feminino, que está sendo disputada na França, deve funcionar como um marco de mudança na história desta modalidade esportiva. A partir dos anos 80 é que o futebol feminino começou a mostrar sua cara. O primeiro Mundial foi em 91. Até o final da década de 70 o futebol era, por Lei, um esporte proibido para mulheres, aqui no Brasil. A época já fazÃamos parte do quadro de jornalistas do Diário de Pernambuco, fato que nos levou a condição de testemunha desta história.
A Copa da França tem se tornado um capÃtulo especial desta história, em virtude do salto que o futebol feminino deu no Século XXI, despertando o interesse do público. Os números são impressionantes e atestam as conquistas de espaço do esporte em todos os continentes.
O mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, diariamente posta artigos no seu blog sobre a parte organizacional, ou seja, a gestão do futebol, onde o planejamento é imprescindÃvel nos dias de hoje. O futebol passou a ser gerido como um grande negócio, e deixou de ser tratado unicamente dentro das quatro linhas, como acontecia na época do amadorismo.
O futebol feminino faz parte do novo tempo. Começa se consolidar como um grande produto. Os anos de luta serviram para quebras de paradigmas, dentro e fora de campo. Foi uma luta para as meninas manterem a unificação nas regras do futebol. Havia uma corrente defendendo um tempo de jogo menor; campos com medidas mais reduzidas; tamanho de trave reduzida... Enfim, no campo técnico havia uma série de suposições. As mulheres conseguiram convencer a FIFA que as regras deveriam ser únicas, para homens e mulheres. Uma vitória decisiva para a evolução da modalidade.
Os paÃses que planejaram o crescimento se transformaram, nesta fase de implantação e desenvolvimento, nas primeiras potências do futebol feminino. Os que apostaram apenas no talento não conseguiram dar sustentação ao crescimento, como é o caso do Brasil, que aposta sempre no talento individual das jogadoras, mas mantém a modalidade na indigência administrativa.
A visibilidade, a comunicação são imprescindÃveis para a evolução. Este ano, pela primeira vez, a televisão brasileira abriu as postas, de forma efetiva para o futebol feminino. Nunca um mundial teve uma cobertura neste nÃvel, fato que nos possibilita constatar o crescimento da modalidade em todas as vertentes.
Taticamente é notória a melhora na ocupação dos espaços em campo. A movimentação das jogadores dentro das propostas de jogo, tem tornado o espetáculo mais atrativo. Além do grande número de paÃses que estão transmitindo os jogos ao vivo, como é o caso do Brasil, a presença do público nos estádios atestam o aumento da popularidade do futebol feminino. Todos os ingressos para as semifinais e finais foram adquiridos antes de a bola começar a rolar na competição.
Diferentemente do futebol masculino, que primeiro evoluiu tecnicamente, através do talento individual dos jogadores; taticamente, e por fim na parte organizacional a partir da década de 90, quando passou a ser tratado como um grande produto, se transformando num dos maiores negócios do mundo atraindo grandes investidores, o futebol feminino segue um caminho inversos.
A Copa da França tem nos mostrado que, o produto final apresentado dentro de campo é a resultante de uma gestão planejada em busca de sucesso. Evidente que, o talento individual sempre será ressaltado, desde que venha a ser bem trabalhado em prol do coletivo. Esta é a nova ordem, ou melhor, a ordem das meninas.
CLAUDEMIR GOMES
Os dias que antecedem a oitava edição da Copa do Mundo de Futebol Feminino, que será disputada no perÃodo de 7 de junho a 7 de julho, na França, nos leva a uma reflexão sobre esta modalidade esportiva que, por mais que tenha evoluÃdo, precisa de uma "carta de alforria" aqui no Brasil, onde as meninas seguem presas a preconceitos e discriminações. O futebol feminino verde e amarelo é tratado como um subproduto.
A Lei Ãurea do futebol feminino no Brasil foi "sancionada" na década de 80. Em épocas passadas as mulheres eram proibidas de praticar o esporte restrito aos homens. Lembro do baixinho, Gerôncio Mendes, louco, apaixonado pelo Sport, fazendo suas incursões pelas redações de rádios, jornais e televisão para divulgar o futebol feminino que estava construindo seu alicerce na Ilha do Retiro.
São mais de 30 anos de luta. Valeu a pena! Claro que valeu. O simples fato de Marta ter sido eleita, em seis edições do prêmio, a melhor jogadora do mundo, é um reconhecimento que enaltece o talento das nossas jogadoras. Coisa de DNA. Mas em termos efetivos de organização seguimos no casulo.
Costumo dizer que o futebol feminino segue sendo jogado para debaixo do tapete. Certa vez o ex-presidente da FPF, Carlos Alberto Oliveira, disse que eu estava sendo injusto nas minhas crÃticas. Confesso que, na nossa aldeia, nunca consegui enxergar boa vontade generalizada em relação ao futebol das meninas. As coisas aconteceram por conta da luta, da insistência, persistência, e dedicação de alguns abnegados.
Se chegarmos junto dos mais fieis torcedores de Náutico, Sport e Santa Cruz, e pedirmos a eles para citar o nome de dez jogadoras de seus respectivos clubes, eles não conseguirão responder. O mesmo acontecerá com os cronistas esportivos. A imprensa também trata o futebol feminino como um subproduto.
Quando acontece o Campeonato Pernambucano os jogos são realizados em campos distantes e sem nenhuma divulgação. Parece até que as meninas são pragas que estragam gramados. Ervas daninhas.
Ano passado, a Prefeitura do Paulista promoveu uma edição do Campeonato Regional do Nordeste de Futebol Feminino. Tivemos representantes de quase todos os Estados nordestinos. Histórias fantásticas de superação chegaram ao nosso conhecimento. Feitos coletivos e individuais.
O presidente do Vitória, Paulo Roberto, optou por investir no futebol feminino. Seu projeto foi exitoso. O Tricolor das Tabocas se tornou uma referência nacional na modalidade. Mas lhe faltou uma base de sustentação. Os três grandes clubes recifenses - Sport, Náutico e Santa Cruz - não acompanharam o tricolor de Vitória de Santo Antão. Hoje, vemos o futebol feminino morrer de inanição no Estado.
A Seleção Brasileira chega a esta Copa da França escudada no talento de Marta, que ao que tudo indica, não estará na sua melhor condição fÃsica em virtude de uma lesão que a impossibilitou de participar da fase final de treinamentos. A "Canarinha" já esteve melhor cotada em outras edições. Nada podemos exigir de uma modalidade que vive na sarjeta em nosso PaÃs.
São poucos os colégios que oferecem o futebol feminino como alternativa para a prática esportiva. A maioria dos clubes de futebol entroncha a cara para as meninas que sobrevivem na sombra dos "padrinhos".
Converso com alguns amigos sobre o futebol feminino no Brasil e só aumenta a minha desilusão. Sinto-me como se estivéssemos retornado ao ponto de partida. Não consigo enxergar princÃpio, meio e fim. Os estádios brasileiros seguem equipados com "Campos de Sonhos", como eram vistos por Gerôncio Mendes.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejjpazevedo.com
Na história da Roma Antiga no Século I a.C., Pompéia foi a segunda esposa de Júlio César. Em 63 a.C., esse foi eleito para o cargo de PontÃfice Máximo, o sumo sacerdote da religião romana.
Pompéia realizou um festival em homenagem em sua casa ara a Boa Deusa, no qual nenhum homem poderia participar.
Públio Clódio Pulcro, um jovem patrÃcio conseguiu entrar disfarçado de mulher, com o objetivo de seduzi-la. Não conseguiu, foi preso e processado por sacrilégio. César não apresentou nenhuma queixa contra esse no julgamento, e ele foi inocentado.
Mesmo assim, Júlio César se divorciou de Pompéia, afirmando que, "a esposa de César não deve estar nem sob suspeita". Essa frase deu origem a um provérbio cujo texto é geralmente o seguinte: "A mulher de César, não basta ser honesta, deve parecer honesta".
Nos lembramos da história da antiga Roma para analisarmos o caso d Neymar com uma mulher brasileira, na cidade de Paris.
Essa acusou o jogador de estupro e agressão fÃsica e por conta disso prestou queixa na Delegacia da Mulher em São Paulo, inclusive com um dossiê gravado contra esse.
Não vamos fazer juÃzo de valor desde que as investigações ainda estão no inÃcio, mas Neymar é aquele paparicado pela mÃdia, que virou um milionário e como todos aqueles que não têm formação adequada, julga-se acima de tudo, inclusive da lei.
Não é a toa que as suas empresas tem um débito na Receita Federal brasileira de R$ 70 milhões, com vários processos na Espanha e no Brasil por conta de sua negociação com o Barcelona.
Todos estão lembrados do soco que esse deu em um torcedor após um jogo na França.
Não sabemos se tudo foi armação ou não, mas a fita da agressão está com a polÃcia, e possivelmente quando o segredo de Justiça foi quebrado todos tomarão conhecimento dos fatos.
O jogador postou um vÃdeo com voz lamuriosa se defendendo, sem a sua arrogância natural, e nessa ocasião cometeu um erro grave, ao expor a foto da garota nua, que é um crime de acordo com nossa lei.
Neymar há muito tempo deixou de ser futebolista, para se tornar uma celebridade, se arriscando de maneira totalmente irresponsável a aventuras como essa.
Obvio que a blindagem do Circo é um estimulante para o jogador, inclusive o "Encantador de Jornalistas", que o defendeu, com um único sentido, a da manutenção do seu emprego.
Esperamos que a PolÃcia trate o assunto como o faz com os Joões da vida, e não pelo que o atleta representa para o nosso futebol.
Embora esteja ainda em uma acusação, mas o Instagram é grave e já merecia um afastamento do time do Circo.
Neymar como uma estrela de futebol deveria cuida da sua imagem, e deveria oferecer bons exemplos para os mais jovens, mas atitudes como essa certamente se enquadra como a Mulher de César.
GILBERTO PRADO
Apesar de contar com uma excelente equipe, disputando o Campeonato Paulista de 1965, a Ponte Preta não vivia um bom momento. Disputava a Série B, quando o seu principal rival em Campinas, o Guarani, estava acima, na Série A. Essa desigualdade não podia continuar. Feria os brios do torcedor da "Macaca".
Conscientes da situação, seus dirigentes acreditavam em uma boa campanha. Mas isso não era suficiente. Pelo regulamento imposto pela Federação Paulista, somente uma equipe teria acesso à Primeira Divisão. Havia necessidade d garantir a difÃcil conquista, mesmo apelando, caso possÃvel, para o "extra campo".
Apesar de ter toda estrutura no Majestoso, seu estádio, os pontepretanos reuniam-se no Ãden Bar, no Largo do Rosário, centro de Campinas. Foi lá que alguém procurou o então diretor de futebol, Pery Chaibe, informando que, no quadro da FPF, havia um juiz chamado José Marreiro que, diante de uma "compensação financeira" ajudaria a "Macaca" nesse seu intento. Idéia encampada imediatamente.
Pery logo autorizou o representante da Ponte Preta na Federação, José Bertazzoli, conhecido como "Zé do Pito", e o advogado Pedro Lobo para a execução da missão. "Zé do Pito" escolheria o juiz e Pedro se encarregaria dos acertos financeiros com o "contratado".
Tarefa fácil. Marreiro não apenas aceitou a oferta, assim como local do pagamento da propina. Sempre em um bar nas imediações do Rio Piracicaba.
Piracicaba era sempre caminho de todos os jogos fora, pois a Ponte estava na chave da Região Nordeste do Estado, contra times de Ribeirão Preto, Jaú, Araraquara, etc.
O primeiro jogo foi contra o XV de Jaú. Vitória da "Macaca". E conforme acertado, Pedro Lobo aguardou José Marreiro e entregou o valor acertado. Feito isso ouviu do juiz: "Olhe doutor Pedro, o pessoal do XV de Novembro tentou me comprar, mas não aceitei. Eu sou honesto. Quando acerto que vou ajudar um time não adiante ninguém me procurar".
Vários jogos foram realizados e a Ponte vencendo "fora de casa" com Marreiro no apito. Ele sempre relevando a sua fidelidade aos acertos. "Vieram me comprar, mas eu estava vendido ao senhor e não aceitei, doutor Pedro. Eu sou honesto".
Encerrada a disputa dos grupos. A Ponte Preta venceu e decidiria em um só jogo contra a Portuguesa Santista, vencedora do outro Grupo.
Decisão do Campeonato Paulista "Série B", marcada para 7 d março de 1965. "Zé do Pito" não teve a menor dúvida, escolheu Marreiro na FPF. A Portuguesa aceitou. Era justamente o que o dirigente queria.
Pedro Lobo, por sua vez, procurou o juiz para os acertos finais e ouviu: "Doutor Pedro, o senhor vai me desculpar, mas eu já estou vendido à Portuguesa. Quando digo que estou vendido a uma equipe, não tem dinheiro que faça eu mudar. Eu sou honesto".
A Portuguesa venceu de um a zero. Gol de Samarone.