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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
E o analista de arbitragem bagunçou o coreto!
Sinal dos tempos. Se não houvesse esta nova função na crônica esportiva, nada se contestaria na vitória do Sport (1x0) sobre o Náutico, na primeira partida da decisão do tÃtulo do Pernambucano 2019.
A jogada: Juninho individualizou e arriscou o chute, o goleiro Bruno, do Náutico, fez uma defesa parcial e o lateral Sander, do Sport, em posição irregular, aproveitou o rebote e deu o passe para Ezequiel marcar o único gol do jogo. O árbitro, Wilton Pereira Sampaio, FIFA/GO, validou o lance porque a assistente, Daniane Caroline Muniz dos Santos (MS), desatenta, também não percebeu a irregularidade.
Nenhum jogador do Náutico contestou o lance junto ao árbitro ou a assistente. Narradores, comentaristas e repórteres, não fizeram nenhuma alusão ao lance. Minutos depois o analista de arbitragem da Globo Nordeste mostra que, o lateral Sander se aproveitou de uma posição irregular para dar sequência a jogada que resultou no gol do Sport.
Resumindo: não adianta árbitro FIFA numa decisão se não houver o VAR. Clubes e Federação investiram na importação de um trio de fora, sob a alegação de que o quadro pernambucano não é de bom nÃvel, mas se perderam no varejo ao não investir numa tecnologia que respalda a arbitragem nas principais competições do mundo.
O erro de arbitragem, que somente foi detectado pela televisão, após analisar o replay, passou a ser o mote das discussões, e servirá para empanar os equÃvocos dos treinadores. O gol irregular vai minimizar a derrota de um time que não foi ousado, e mesmo jogando em casa, com o apoio da torcida, criou muito pouco ofensivamente. O Náutico agrediu o Sport durante dez minutos da etapa final antes de sofrer o gol. No mais, procurou ser eficiente na marcação.
Dentro de um nÃvel técnico baixÃssimo, o jogo nos mostrou um Sport mais incisivo nas jogadas ofensivas, mas desperdiçando oportunidades de ouro, fato imperdoável em decisões. Os rubro-negros foram mais insinuantes ofensivamente, deixando claro que o técnico Guto Ferreira dispõe de mais alternativas para tentar mudar o cenário do jogo. O Náutico do técnico Márcio Goiano buscou o gol numa única jogada: investida pelo setor direito e bola lançada no segundo pau. No momento em que pressionou e empurrou o adversário para seu campo de jogo, lhe faltou variações nas jogadas ofensivas.
O futebol tem suas ironias: em 2017 o árbitro, Wilton Pereira Sampoio cometeu um erro crasso na decisão do Pernambucano, envolvendo Sport e Salgueiro, por seguir a sugestão do VAR, na época em fase de implantação. Sport foi campeão. Hoje, por certo está amargando a ausência do aparato técnico que teria respaldado sua atuação evitando a falha que maculou a arbitragem do primeiro clássico decisivo.
CLAUDEMIR GOMES
O presidente do Sport, Milton Bivar, não tem nenhuma habilidade no trato com as palavras, e ontem (segunda-feira), ele foi protagonista de um episódio que seria cômico se a moldura não fosse tão grotesca, revelando como a notÃcia é manipulada nos bastidores antes de chegar ao consumidor final que, no caso do futebol, é o torcedor.
O renomado repórter, Jorge Soares, que tem um programa diário na Rádio Clube, 720AM, ligou, logo cedo pela manhã, para o presidente leonino, com o intuito de fazer uma gravação. Ainda irritado com a arbitragem do jogo onde o Sport venceu o Salgueiro por 3x1, Milton Bivar desconsiderou a força das palavras e disse que achava que o árbitro "havia roubado", e em seguida foi mais feroz ao proferir um sonoro "cabra safado".
Como o bom repórter não guarda notÃcia, de imediato o Jorge Soares colocou a gravação no ar, deu o furo no programa do Bocão, e fez chamada para o seu programa que vai ao ar à s 11h.
A partir daà o telefone do Jorge Soares não parou de tocar. Os pares do presidente Milton Bivar estavam em polvorosa. Afinal, declaração tempestiva como aquela poderia prejudicar o Sport na final. Alguém deve ter dito para o presidente leonino a célebre frase do Rei da Espanha, Juan Carlos, na XVII Conferência Ibero-Americana, no Chile, quando indagou o presidente venezuelano, Hugo Chaves: ¿Por qué no te callas?
Milton Bivar ligou para o Jorge Soares que acabou cedendo aos apelos. Apesar das chamadas feitas no programa do Bocão, ele passou uma hora no ar e não fez referência as agressões do presidente do Sport. Seus interesses se revelaram maiores que seu compromisso com a notÃcia, com o fato.
Na resenha esportiva, que foi ao ar logo a seguir, ninguém também fez referência ao fato, numa clara evidência de que a notÃcia foi "censurada" pela diretoria do Sport.
Alvirrubros e rubro-negros chegaram ao consenso de que o melhor para as finais do Pernambucano seria importar árbitros que fazem parte do quadro da FIFA.
O episódio de ontem, envolvendo o presidente do Sport e o repórter, Jorge Soares, nos faz voltar ao tempo em que os grandes jogos do Pernambucano eram promovidos com insultos e provocações dos dirigentes dos clubes que ocupavam todos os espaços das resenhas nas diversas rádios.
Certa vez, testemunhei um fato junto com o conceituado repórter, Hélio Macedo, atualmente na Transamérica FM, que entrou para o anedotário do futebol pernambucano, mas que foi real.
Carlos Alberto Oliveira havia assumido a presidência da Federação Pernambucana de Futebol. Dias depois se apresenta no gabinete do presidente, um cidadão dizendo ser o representante do Santa Cruz. A conversa transcorria amistosamente quando, em determinado momento, o dirigente tricolor adverte o novo presidente da FPF:
"Presidente! Quero lhe dizer que, as vezes eu vou para as rádios e chamo os outros de ladrão, desonesto... mas depois eu peço desculpas e fica tudo bem. Coisa do futebol, o senhor sabe como é".
Carlos Alberto ficou em silêncio por alguns segundos, se levantou da confortável cadeira e bradou:
"Sou parecido com você, não levo desaforo pra casa. Com uma diferença: se alguém me chamar de cabra safado, ladrão... eu dou um tiro na boca dele. Infelizmente não vou ter como pedir desculpa ao morto".
Bom! Depois deste dialogo o Santa Cruz foi obrigado a escalar um outro represente para ser o seu porta-voz na Federação.
O modo de fazer futebol no Século XX não cabe mais nos dias de hoje. Portanto, aqui vai uma sugestão para os rubro-negros:
Tranquem o presidente!
CLAUDEMIR GOMES
Em dois jogos, na Ilha do Retiro, o Sport marcou sete gols no Salgueiro e sofreu apenas um. Portanto, os números atestam a superioridade do time rubro-negro, que teve a vantagem do mando de campo nos dois confrontos. O fato referenda o nosso prognóstico: final do Pernambucano com Náutico e Sport medindo forças. Estava escrito nas estrelas desde que as semifinais foram definidas com confrontos entre times do Interior e da Capital.
O Sport do técnico Guto Ferreira se credenciou para as finais do Estadual com propriedade, o mesmo acontecendo com o Náutico de Márcio Goiano que ostenta uma invencibilidade de 18 jogos. Enfim uma decisão de tÃtulo com o molho e a marca da rivalidade.
Tem quem defenda o fato novo como sendo positivo e importante para o futebol. Respeito os defensores de tal tese, contudo, não vejo evolução em clubes do Interior, em nenhum Estado brasileiro, a ponto de superar as forças tradicionais. As conquistas pontuais não chegam a ser determinantes.
O clássico entre Náutico e Sport deixará duas tribos centenárias em pé de guerra. Assim como acontecerá em Minas Gerais com a decisão entre Atlético/MG e Cruzeiro; em São Paulo com o Tricolor do Morumbi brigando por um tÃtulo que não conquista há 16 anos. E o que dizer da decisão do Carioca envolvendo Flamengo e Vasco? Os grandes clássicos têm a marca da rivalidade. à ela que aquece a disputa.
Todos sabem que o futebol brasileiro não vive um grande momento. O nÃvel técnico desta edição do Pernambucano foi baixÃssimo, mas chegamos a uma decisão que se prognostica como das mais equilibradas dos últimos anos. Até o dia 21, quando conheceremos o campeão, a grea vai rolar solta nas redes sociais e nos quatro cantos da cidade. Fato que não acontece quando temos um confronto final entre Capital x Interior.
A boa apresentação do Náutico diante do Ceará, sábado, em Fortaleza, quando surpreendeu o adversário com uma vitória por 2x0, não apenas colocou o alvirrubro pernambucano nas semifinais da Copa do Nordeste, como credenciou a uma boa disputa de tÃtulo com o arquiinimigo Sport. Os comandados de Márcio Goiano tiveram maturidade para suportar a pressão do alvinegro cearense, no primeiro tempo, e reagiram com inteligência e ousadia, na etapa final, construindo uma vitória memorável.
A falta de um melhor ritmo de jogo foi notória no time do Sport na vitória sobre o Salgueiro (3x1), hoje a tarde, mas a movimentação do conjunto, principalmente no setor ofensivo, evidenciou, mais uma vez, que o treinador, que segue invicto e com um aproveitamento de 100%, conseguiu estabelecer o equilÃbrio que tanto o torcedor leonino cobrava.
A manutenção da invencibilidade nos dois jogos finais levará o Náutico e Márcio Goiano a uma marca história, além de quebrar um tabu de mais de 50 anos, que é o de conquistar um tÃtulo na Ilha do Retiro, a casa do adversário.
A vibe da invencibilidade também será explorada no vestiário da Ilha do Retiro, onde o técnico Guto Ferreira tem nas mãos a possibilidade de ser campeão com apenas sete jogos, e de receber sua faixa com o carimbo de "invicto".
CLAUDEMIR GOMES
A grande mÃdia utiliza o mote de - Capital x Interior - para divulgar os jogos das semifinais do Pernambucano. Um esforço para azeitar uma competição insossa cuja média de público é a menor da história. Você muda o rótulo mas os insumos do xarope continuam os mesmos. Portanto, prefiro dizer que o que temos é um confronto do óbvio com o improvável.
Apesar da evolução do Salgueiro, único clube do Interior que por vários anos se mantém no calendário nacional, deixando de um time sazonal, ainda existe uma distância muito grande que o separa dos tradicionais clubes da Capital, os donos de todos os tÃtulos estaduais: Sport, Santa Cruz e Náutico. O Central, que este ano entra para o grupo dos centenários, apesar dos esforços, não consegue dar o salto de qualificação que lhe colocaria em um outro patamar.
No confronto entre Náutico e Afogados, vitória do óbvio. O limitado time do Afogados ainda teve contra si uma desastrosa arbitragem, como bem definiu o presidente da FPF, Evandro Carvalho. O mandatário disse o que todo mundo viu ao vivo e a cores, mas não precisava carregar nas tintas. Soou como demagogia sua afirmativa de que torce para ver um clube do Interior ser campeão.
A necessidade de turbinar as bilheterias nas finais do Estadual é imperiosa. Portanto, só existe um meio de casa cheia no primeiro e no segundo jogo: o clássico entre Sport e Náutico. Quem falar outra coisa é porque está querendo jogar conversa fora.
A expectativa agora é com relação ao jogo do Sport com o Salgueiro, domingo, na Ilha do Retiro. O Carcará, vez por outra, dá uma beliscada no Leão, mas isso acontece, principalmente quando joga em casa, no Sertão. O mando de campo sempre faz a diferença. Na Ilha do Retiro, com o apoio substancial de sua torcida, que passou a acreditar no time pós chegada de Guto Ferreira, o Sport é franco favorito. Obviamente que favoritismo não é sinônimo de vitória. à apenas crédito.
O presidente, Milton Bivar, declarou esta semana que o "tÃtulo do Pernambucano é prioridade para o Sport". Valorizaram tanto a declaração que para mim ele estivesse se referindo a um tÃtulo brasileiro. Evidente que, disputando apenas uma competição no momento, o clube não tem outra prioridade. Na Série B, competição que começa a disputar no final do mês de abril, onde a meta é o acesso. O tÃtulo funciona como um plus a exitosa campanha que porventura seja desenvolvida.
No atual cenário do futebol pernambucano, e no futebol o que conta é o momento, Sport x Salgueiro, a segunda semifinal do Pernambucano 2019, não é outra coisa senão o confronto do Ãbvio com o Improvável.
E a FPF torcendo por casa cheia.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejjpazevedo.com
O nosso futebol tem momentos de profissionalismo ao mesmo tempo que envereda para o amadorismo.
O maior exemplo dessa metamorfose se retrata na forma como o seu maior torneio é programado. As datas mudam ao sabor dos ventos.
Os clubes que disputam outras competições têm seus jogos remarcados. De repente, alguns estão em uma certa rodada, enquanto outros estão com jogos atrasados. Na tabela de classificação aparece o asterisco.
O futebol europeu vende com antecedência de quase um ano os ingressos para toda a temporada. Lá se tem o conhecimento real que o jogo Chelsea x Manchester United será realizado em tal data, e isso realmente acontece. No Brasil, algumas partidas que estão marcadas para determinadas datas, são realizadas quase um mês depois.
Como poderemos vender ingressos antecipados, se não cumprimos com o calendário dos jogos. Os cartolas acham mais conveniente o modelo grotesco que é adotado na aquisição dos bilhetes em nosso futebol. São raros os clubes que adotam a internet como veÃculo de vendas.
Começa a competição, e os jogos são programados para 21 horas do sábado. Como não acontece a boa demanda de público nem a audiência para a televisão, modificam e colocam para 18 horas, sem consultar os maiores interessados: os consumidores.
Por outro lado, o futebol brasileiro passou a fazer parte da grade de televisão, e por conta desse fato os jogos do meio da semana são programados para 21h30.
O futebol é tratado como um produto de segunda qualidade, desde que depende da novela, e as partidas só começam após o seu final, Um torcedor noturno chega em casa de madrugada, e obvio que irá optar pela televisão, reduzindo a demanda do jogo e apequenando as receitas. Por isso a média de público do Brasileiro é menor do que a do Campeonato da Segunda Divisão da Inglaterra.
Retrato de uma realidade existente com dirigentes sem a altivez para o combate de tais procedimentos. Os recursos distribuÃdos por conta dos direitos de transmissão calam as suas bocas.
O problema maior é que somos um futebol dito profissional, dirigido por amadores, e em alguns casos por espertalhões.
O esporte da chuteira no Brasil se apequenou, com os atletas muito mais preocupados com os seus cabelos, com as suas tatuagens, recebendo para isso o apoio de uma mÃdia juvenil, e esquecem o fundamental, que é o de jogar futebol.
O Brasileiro está bem próximo do seu chute inicial, e esperamos que os amadores o olhem como um verdadeiro esporte profissional, e não uma brincadeira de João e Maria.
São coisas do Brasil.