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Maio 2012 ›› JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Ontem ouvimos uma frase bem interessante sobre uma doença que aflige o futebol brasileiro, e que só pode ser tratada por psiquiatras, uma vez que a sua patologia é de ordem mental.
Essa nova doença, que era desconhecida nos meios cientÃficos, é TOP: "Transtorno Obsessivo pelo Poder", que vem ocasionando a decadência desse esporte, e contaminando os seus consumidores e até jogadores.
A obsessão pelo poder é exercida pelas entidades que administram o esporte e os clubes filiados, onde os dirigentes estão mais afinados com as benesses do mando, e que esse representa para eles, e pouco se importando com o futebol.
Os jogadores deixaram de jogar bolar, e assumiram=se como produtos de marketing. Os craques são raros.
Por conta desse transtorno, o consumidor, a parte mais importante da cadeia, se tornou omisso, aceitando tudo sem reclamar nada. Foi afetado por essa rara doença.
No Brasil, na realidade, a omissão não está apenas no futebol, mas no geral, em que todos permanecem calados e submissos ao que acontece ao seu redor, em especial a corrupção.
Se o torcedor do futebol tivesse a consciência do seu poder, já teria dado um remédio muito eficaz para o TOP, com pressão contra o continuÃsmo podre que acontece no Circo Brasileiro do Futebol, contra o perverso monopólio dos direitos de transmissão, contra a má distribuição das receitas entre os clubes, contra os horários pornográficos, contra o insano calendário, abandonando os estádios.
Infelizmente isso não irá acontecer por conta de uma ausência que é patológica. A omissão dos torcedores do futebol é grave, muito maior do que outros setores.
Esses não se importam que Ricardo Teixeira renunciou a presidência do Circo, por conta da corrupção na FIFA, que José Maria Marin está preso nos Estados Unidos, também por propinas recebidas, ou que Marco Polo Del Nero foi banido do futebol por ter recebido comissões pelos diversos contratos dos direitos de transmissão.
Os cartolas dos clubes fingem que nada aconteceu, e nenhuma viva alma exigiu que esses devolvessem os recursos roubados do futebol.
Os torcedores não ligam com relação às péssimas gestões dos seus clubes, alguns tecnicamente falidos, desde que basta uma vitória sobre o rival, tudo que aconteceu é relegado, pois o peso da paixão se faz sentir com mais intensidade.
Todos estão contaminados pelo TOP, e vamos continuar a viver com um modelo ultrapassado corrompido e sem futuro.
CLAUDEMIR GOMES
Bem vindo Presidente Bolsonaro!
A vitória nas urnas traduz a vontade do povo brasileiro que estava clamando por mudança. E os vitoriosos foram as ruas comemorar o fio de esperança. O Nordeste foi um ponto fora da curva, na sua campanha exitosa, fato que considero positivo porque não vai lhe deixar com o sentimento de que pode tudo, como ocorreu com o ex=presidente, e hoje presidiário, LuÃs Inácio Lula da Silva, que por duas vezes foi eleito com mais de 20 milhões de votos.
Ouvi atentamente seu primeiro pronunciamento como presidente eleito. Podemos dizer que o senhor foi aprovado na verbalização. Mas o buraco é mais embaixo. Todos nós sabemos. O discurso populista lhe aproximou do povo, contudo, a avidez por mudança de cenário é tão grande que inevitavelmente surgirão cobranças difÃceis de serem atendidas.
Tudo no Brasil é prioritário, embora tal realidade não tenha sido mostrada na campanha. A campanha do whatsapp, uma terra sem lei, que nos lembra tempos remotos quando o homem procurava fazer justiça com as próprias mãos. Mas o Capitão não é uma Fake News.
Como sempre acontece, o desporto é pouco citado nas promessas de campanha. Mas tudo indica que o novo presidente irá diminuir o número de ministérios. Caso venha extinguir o Ministério dos Esportes estará dando um passo muito grande para o acerto. Este ministério foi criado no Governo Collor e acabou se transformando num grande guarda chuva para proteger corruptos.
De compra de tapioca a desvios em eventos da grandeza de uma Copa do Mundo e de uma OlimpÃadas aconteceu de tudo neste nosso Brasil brasileiro.
O mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, sempre nos fala do extinto, CND = Conselho Nacional de Desportos, para o qual ele deu grande contribuição com projetos e sugestões. O desporto brasileiro precisa ser administrado por um novo CND. Necessariamente não precisa ter a mesma sigla senão vão dizer que estamos retornando ao tempo do militarismo. Mas, quem quiser saber o que era o Conselho Nacional de Desportos pode consultar o José Joaquim. Ele está acima de qualquer suspeita até porque nada lhe identifica com o governo militar, muito pelo contrario.
Não posso dizer que a bola está quicando para o senhor fazer o gol presidente. Este jogo vai exigir muita habilidade de sua parte. Estamos falando de um clássico nacional. Primeiro será necessário um freio de arrumação para fechar as torneiras para um bando de confederações corruptas. Os desmandos são vistos em quase todas as modalidades esportivas. Ah! Nosso futebol está uma vergonha. E tudo começa com a CBF: um ex=presidente preso nos Estados Unidos e outros dois impossibilitados de sair do Brasil sob pena de terem o mesmo destino. Não é por acaso que o mestre José Joaquim a chama de Circo do Futebol Brasileiro.
Cuidado presidente!
No grupo de deputados que
lhe dará apoio no Congresso Nacional, tem a turma da Bancada da Bola, que o
senhor deve conhecer bem. Foi colega deles como deputado. Uma tropa capaz de barrar qualquer CPI.
Sabemos que o senhor não é nenhum Pelé, nem Romário e tampouco Ronaldo Fenômeno. Mas o povo está nas ruas comemorando sua vitória como se comemora uma conquista de Copa do Mundo.
Bom! A responsabilidade do GOL DA MORALIDADE fica por sua conta presidente.
CLAUDEMIR GOMES
As torcidas funcionam como caixa de ressonância dos clubes de futebol. Quando elas calam eles simplesmente desaparecem. A partir desta tese de sobrevivência começamos a questionar o futuro de Santa Cruz e Náutico, cujas permanências na Série C acarretaram em perdas imensuráveis com a falta de visibilidade.
Santa Cruz e Náutico são patrimônios imateriais do desporto e da cultura pernambucana. Também são patrimônios materiais porque possuem bens e ocupam espaço fÃsico com imóveis em pedra e cal (sede social e estádio). Mas se tornaram invisÃveis. Os dois clubes irão amargar três meses na condição de sujeitos ocultos.
O universo do futebol ganhou uma dinâmica fantástica com a evolução da internet, da quebra de barreiras e encurtamento de distâncias. O cardápio do futebol é farto e de boa qualidade. E é ofertado diariamente pela televisão, em variados horários. As novas ferramentas de comunicação criaram novos hábitos nos torcedores. A era da digitalização impôs as novas gerações o sentimento do aqui e agora. Se um clube sai de cena, mesmo que temporariamente, ele simplesmente desaparece, se torna invisÃvel.
Os patrimônios fÃsicos de Náutico e Santa Cruz existem, estão sólidos nos Aflitos e no Arruda, respectivamente, mas ninguém fala nos dois clubes porque os corações de ambos deixaram de pulsar. O futebol é o coração das duas agremiações. Com eles parados, tudo o que acontece é subjetivo dentro da ótica da visibilidade.
Ligo o rádio e busco novidades nas resenhas esportivas, que sempre dedicaram espaços generosos aos clubes recifenses. Nenhuma novidade. Os jornais enchem suas páginas de "linguiça" despertando pouco interesse nos seus leitores. Afinal, o futebol está parado.
A perda da visibilidade acarreta na perda da ressonância que é provocada pela torcida. Isto é imperativo. Se os gestores tricolores e alvirrubros não assimilarem tal sinal, e partirem para uma reflexão efetiva, seguida de um planejamento para tirar os dois clubes desta vala de falências em que se encontram, fatalmente, Náutico e Santa Cruz se aprofundarão num estágio de insolvência.
Momentaneamente estão invisÃveis.
ROBERTO VIEIRIA
Ainda que eu driblasse na ginga dos homens.
Ainda que eu cabeceasse nas nuvens com os anjos.
Ainda que eu marcasse mil gols no Maracanã.
Sem o amor de Dondinho e Celeste eu nada seria.
Seria como Mané de pernas tortas.
Perdido nas fintas de si mesmo.
Seria como Heleno, rico e exilado.
Sozinho nas curvas de Barranquilla.
Pois.
Ainda que eu driblasse na ginga dos homens.
Ainda que eu cabeceasse nas nuvens com os anjos.
Ainda que eu marcasse mil gols no Maracanã.
Sem o amor de Dondinho e Celeste eu nada seria.
à solitário jogar pra tanta gente.
à um não contentar=se de contente.
à cuidar que se ganha e se perder.
Mas.
Ainda que eu driblasse a ginga dos homens.
Ainda que eu cabeceasse nas nuvens com os anjos.
Ainda que eu marcasse mil gols no Maracanã.
Sem o amor de Dondinho e Celeste eu nada seria.
E ainda que eu tivesse o dom da tabelinha.
Ainda que eu tivesse a ciência da paradinha.
Ainda que eu tivesse a fé que conquista a Jules Rimet.
Sem o amor de Dondinho e Celeste.
Eu nada seria...
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
A temporada de 2018 está na sua reta final faltando muito pouco para o seu encerramento. O futebol apresentado foi medÃocre e os gols sendo resolvidos por algo muito antigo: as bolas paradas.
As péssimas arbitragens e o trucidamento dos jovens treinadores são os maiores destaques da competição maior do futebol nacional.
Das caras novas que surgiram nos diversos bancos dos clubes o único sobrevivente é Jair Ventura, do Corinthians, embora tenha sito demitido do Santos. Com a atual situação do time alvinegro, fatalmente será a próxima vitima da famosa dança das cadeiras.
Surge uma pergunta: Qual a razão da não formação de treinadores a partir das categorias menores, pois se formam atletas, por que não conseguem com técnicos?
A escola de um jogador é a base. Começa no Sub=15, vai para o Sub=17 e chega ao Sub=20. São degraus que vão sendo alcançados. No final são profissionalizados de verdade.
Os futuros técnicos deveriam nos clubes obedecer a mesma escola. Começariam na base menor, chegariam aos juniores e um passo maior como assistente de um treinador, e posteriormente o acesso ao cargo maior.
Durante a escalada, o diploma de educação fÃsica seria conquistado, até de curso de mestrado ligados ao futebol, estágios em clubes maiores, inclusive no exterior. Antes de assumir um time de maior porte deveria passar por um menor.
Hoje um pretendente a ser técnico de futebol faz um curso qualquer, inclusive o ministrado pelo Circo do Futebol Brasileiro, que não tem a menor qualidade. Com canudo nas mãos se aventura em um time de ponta, onde a pressão é grande, fato que acaba provocando sua degola.
Rogério Ceni é um bom exemplo, optou pelo São Paulo, um clube exigente, de grande torcida, e foi um fiasco. Voltou a realidade quando assumiu o Fortaleza, e está muito próximo de levar o time cearense à Série A Nacional.
Nada na vida começa pelo andar de cima. Tem uma estrada longa a ser percorrida até chegar ao ponto ideal.
Se os clubes brasileiros tivessem projetos como esse, certamente estariam dando uma contribuição para mudanças no mercado de trabalho, e as mÃdias não estariam perdendo tempo com hipóteses sobre contratações e demissões de treinadores.
Aliás esse sistema criaria um sentimento clubÃstico que hoje deixou de existir, e a quebra do paradigma de que só os famosos poderão levar os clubes a grandes conquistas.
Por sua vez a formação de treinadores serviria para contribuir na redução dos custos do futebol, desde que os salários que são pagos aos chamados TOPs beiram a irracionalidade, e os valores menores também afetariam o marcado com a aplicação da lei da oferta e procura.
Trata=se de um processo lógico e racional, que deveria fazer parte do planejamento dos clubes, sobretudo na escolha de profissionais para as suas bases.
O futebol brasileiro se perdeu no rumo que foi tomado e necessita de novos procedimentos para encontrar o caminho certo, e a formação de treinadores é um que poderá dar uma grande contribuição ao processo.