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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
No futebol não existe meio termo. Nem mesmo os profissionais pragmáticos que procuram trabalhar com o máximo de equilÃbrio, tentam planejar antes de colocarem os projetos em prática, conseguem seus objetivos porque o componente emoção, marca registrada dos gestores, acaba interferindo no trabalho e, muitas vezes bagunça o planejamento.
A pergunta que tomou conta das redes sociais nos últimos dias é em relação a queda de rendimento do Sport no Brasileiro da Série A. Diria que a queda se deu dentro da dinâmica do esporte. No esporte mais popular do planeta, o bem e o mal são separados por uma linha tênue.
Desde o ano passado que os bastidores da Ilha do Retiro são abalados por turbulências. Não são poucos os exemplos citados dando conta de que a gestão do presidente, Arnaldo Barros, é uma das mais negativas da história do clube. Muitos gritos de alerta foram dados no sentido de que o clube estava se tornando inviável. Entretanto, mesmo com o Sport descrevendo campanhas negativas, no Pernambucano e na Copa do Brasil, bastou um somatório de bons resultados nas 12 primeiras rodadas do Brasileiro da Série A, antes de a competição ser interrompida por conta da Copa da Rússia, para todos acharem que o clube estava flutuando num mar de rosas.
Enquanto em campo a bola estava parada, nos bastidores a gestão seguia cometendo equÃvocos que, mais adiante, iriam refletir, de forma negativa, na campanha do time no Brasileiro.
As causas existem desde que um presidente despreparado para assumir o cargo foi eleito. Os efeitos são traduzidos através do encolhimento do clube no futebol. A sensação que temos, ao analisarmos os comentários dos profissionais que são isentos, e a reação dos torcedores nas redes sociais, é de que o rei está nu, mas seus asseclas continuam a aplaudir a caravana da derrota.
A quem atribua a vertiginosa queda do Leão a saÃda de um único jogador. Outros preferem seguir o caminho mais fácil atribuindo o insucesso aos treinadores. Enfim, as análises são feitas em cima dos efeitos apresentados dentro das quatro linhas, quando as atenções deveriam se voltar para as causas.
Aliás, uma causa que já dura duas temporadas e vai deixar a Ilha do Retiro devastada. Muitos gritos de alerta foram emitidos, mas todos estavam surdos.
CLAUDEMIR GOMES
Os números atestam o equilÃbrio existente no confronto entre Sport e Vitória/BA. Os dois clubes rubro-negros são personagens desta rivalidade existente entre o futebol dos dois Estados. Ninguém sabe, ninguém viu quem criou, nem quando começou. O fato é que, quando de uma disputa envolvendo times pernambucanos e baianos os tambores do Olodum rufam e os clarins anunciam que as tribos estão em pé de guerra.
Hoje não poderia ser diferente!
Sport e Vitória/BA medem força, hoje a noite, no Barradão, em Salvador, com um propósito único: somar os três pontos em disputa para espantar a crise que ronda os dois clubes. O jogo é válido pela 15ª rodada do Brasileiro da Série A, que começou a ser disputada ontem, e já registrou um resultado que não foi nada bom para os planos dos rubro-negros pernambucanos: a vitória do Fluminense sobre o Palmeiras puxou o Sport para a parte de baixo da tabela.
Se não conseguir contabilizar esta vitória como mandante, diante de um clube de sua estatura, o rubro-negro baiano, fatalmente, entrará na zona de rebaixamento. Pressão total sobre o Leão da Boa Terra.
Este sofrimento dos clubes nordestinos faz parte do roteiro da Série A. Recentemente o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, postou um artigo mostrando a fragilidade do futebol do Norte/Nordeste. O modelo do futebol brasileiro é devastador. Os gestores, com a cumplicidade da maior empresa de comunicação do PaÃs, conseguiram transformar as regiões, Norte e Nordeste, em mercado consumidor. Excluiu vários Estados da cadeia produtiva do futebol.
Com uma injusta distribuição de renda, e uma polÃtica que só dar visibilidade aos grandes clubes do Sul e Sudeste, vários Estados praticamente sumiram do mapa geográfico do nosso futebol. Passaram a ser subprodutos. Pernambuco e Bahia lutam, com extrema dificuldade, para manter um padrão de resistência, fato que explica o fato de os clubes dos dois Estados estarem sempre na iminência de queda, na disputa da Primeira Divisão Nacional.
Uma derrota, para qualquer dos dois clubes, hoje a noite, no Barradão, significa aproximar o pescoço da guilhotina. Tal fato transforma o embate entre os dois leões decisivo para o futuro de ambos na Série A. Mesmo faltando mais de 20 jogos para o final do campeonato.
Como diria o mestre Capiba: "A pisada é essa".
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO - blogdejjpazevedo.com
Com 14 rodadas realizadas o Brasileirinho chegou a 39,2% de seus jogos já realizados, e os números comparados aos dos demais anos a partir de 2006 com 20 clubes, já mostram uma tendência firmada na busca do tÃtulo.
à cedo ainda para definir as chances, mas nesses 12 anos de disputa, jamais um clube na 14ª rodada com uma diferença maior do que 6 pontos para o primeiro, conquistou o troféu de campeão.
Em 2009, o Flamengo era o 7º colocado com 22 pontos, 6 de diferença para o Atlético/MG com 28. Essa foi a diferença máxima.
Entre os anos de 2006 e 2017, seis times que estavam na liderança na 14ª rodada chegaram ao tÃtulo, ou seja, 50% do total.
Tal fato pode representar um caminho interessante, mas não se pode comemorar por conta da parcela restante de 50% que não liderou o Brasileiro nessa rodada.
Os campeões foram o seguinte:
São Paulo - 2006: 29 pontos;
Fluminense - 2010: 32 pontos;
Corinthians - 2011: 32 pontos;
Cruzeiro - 2014: 30 pontos;
Palmeiras - 2016: 29 pontos;
Corinthians - 2017: 36 pontos;
Nesse último ano o alvinegro paulista tinha uma diferença, para o segundo colocado (Grêmio), de 8 pontos, e de 14 para o Palmeiras, o 5º colocado. Com exceção de 2017, a pontuação entre os clubes permaneceu no mesmo patamar, entre 30 e 23 pontos.
Por outro lado uma boa sinalização para o lÃder nessa 14ª rodada, é que nos dois últimos campeonatos, os que o lideravam - Palmeiras e Corinthians - ocupavam a primeira posição
Não existe nenhuma força no mundo que possa destruir os números. As estatÃsticas mostram o caminho que irá ser percorrido.
No perÃodo analisado, somente um clube que não estava entre os cindo melhores nessa 14ª rodada, foi Flamengo de 2009, que era o 7º colocado.
Em 2007, o lÃder era Botafogo com 28 pontos. O São Paulo era o segundo e foi campeão.
Em 2008, o lÃder era o Flamengo com 27 pontos. O São Paulo era o 5º (23 pontos), conquistou o tricampeonato.
Na temporada de 2012 o Atlético/MG estava na primeira colocação. No final, o Fluminense, que era o terceiro colocado, levou o troféu para as Laranjeiras.
No Brasileirinho de 2013, quem liderava nessa rodada estudada era o Botafogo, que cedeu o lugar no final ao 2º colocado, o Cruzeiro.
Em 2015 o Galo Mineiro era o "pole position", mas perdeu a vaga para o Corinthians.
As estatÃsticas estabelecem as tendências e por conta disso não existe nenhuma dúvida, e isso garantimos, que o tÃtulo de 2018 irá ficar entre o Flamengo, São Paulo, Internacional, Cruzeiro, Atlético/MG e Palmeiras, sendo que o rubro-negro carioca e o tricolor paulista, pelo andar da carruagem, apresentam maiores chances.
A diferença dos 8º colocado, o Corinthians, para o Flamengo, é de 11 pontos, um espaço gigantesco que jamais foi ocupado.
Contra os números não existem argumentos.
CLAUDEMIR GOMES
Hoje a tarde, na Ilha do Retiro, numa rápida conversa com os amigos, Ralf de Carvalho e Aroldo Costa, falamos sobre a nossa dificuldade em aceitar o momento de Náutico e Santa Cruz, que disputam o Brasileiro da Série C, ou seja, a Terceira Divisão Nacional. A tradição, o passado de glórias, a força da camisa, nos levam a enxergar as agremiações centenárias num patamar bem mais elevado, sem perceber a realidade dos fatos.
Ainda bem que os resultados dos jogos nos alertam sobre o pragmatismo dos números. E como os treinadores dizem que em Série C não se pode cobrar desempenho, e sim resultados, seguimos tal orientação acompanhando a combinação dos resultados, que neste domingo tirou o Santa Cruz da zona de classificação.
Para cada tropeço, uma explicação inconsistente que revela o despreparo dos "professores" que fazem treinos secretos num campeonato de terceira divisão. Nos jogos, o futebol apresentado pelos times revelam a limitação, ou incompetência, do mestre.
Futebol é uma matéria de fácil leitura e interpretação. Além dos mais, existe uma máxima que é universal: "primeiro é primeiro e terceiro é terceiro em qualquer lugar do mundo".
Santa Cruz e Náutico já praticaram futebol de primeira grandeza. Mas hoje o produto é de terceira qualidade. Evidente que isto não implica em amor e desamor. A paixão que se nutre por um clube não tem fim, muito menos prazo de validade. A torcida do Santa Cruz já deu mostras do seu amor incondicional quando o clube disputou a quarta divisão - Série D - e sua presença nos estádios chegou a ser manchete internacional.
Torcer por combinação de resultados para se manter no grupo de acesso chega a ser desconfortável, mas é a realidade atual do Tricolor do Arruda.
A nova ordem manda esquecer o retrovisor e olhar para frente, sempre. Há controvérsias. Afinal, quem tem um passado como referência, tem que preservar, e nunca apagar.
CLAUDEMIR GOMES
O talento resolve. O talento faz a diferença. Frases como essas são utilizadas com muita frequência para ressaltar qualidades de atletas em todas as modalidades esportivas. Mas, principalmente no futebol, vez por outra é possÃvel observar sinais de teimosia, como ocorreu ontem, no jogo do Náutico com a Juazeirense, quando o técnico, Márcio Goiano, deixou o atacante Ortigoza no banco de reservas. Os 45 minutos do primeiro tempo foram suficientes para ele rever seus conceitos e corrigir o equÃvoco.
Levanta e muda a história desse jogo!
Acredito que tenha sido, mais ou menos assim, que o treinador alvirrubro falou para o craque, maior goleador do clube na temporada, no vestiário.
Quando o Náutico voltou a campo, para o segundo tempo, e o torcedor timbu viu o craque em campo, as esperanças de uma nova vitória foram renovadas. E na primeira bola recebida o paraguaio mandou um recado: um chute forte, de longa distância, exigiu uma defesa espetacular do goleiro Tigre. E ele foi o protagonista de outras boas jogas até chegar o minuto final do jogo. Quando todos se mostravam impacientes e desconfortáveis com aquele empate em branco, no dia em que se comemorava o cinquentenário do hexa, o tÃtulo mais emblemático do clube, eis que uma bola é cruzada no segundo pau, onde estava bem posicionado o craque, que, com uma cabeçada certeira, marcou o único gol do jogo.
A vitória da classificação!
Os torcedores mais velhos presentes a Arena Pernambuco parecem ter mergulhado no passado vendo o gol de Ramos, o do hexa, que também foi oriundo de um cruzamento.
Os tempos são outros, e outras histórias são contadas em palcos diferentes. Mas uma coisa ninguém pode negar: a importância dos gols. Aquele de 1968 é inesquecÃvel, e deu ao Náutico o tÃtulo mais importante de sua história. O de ontem, do Ortigoza, basicamente carimba o passaporte alvirrubro para as quartas de final desta edição da Série C do Brasileiro.
A vitória (1x0), sobre a Juazeirense do iluminado goleiro Tigre, foi uma lição para o técnico Márcio Goiano, que a partir de agora sabe que o craque também é uma espécie de amuleto que leva os times ao tÃtulo. Se esta possibilidade existe, o aconselhável é apostar no Ortigoza.