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Maio 2012 ›› JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Será que os dirigentes do Sport, Náutico e Santa Cruz se lembram que faltam apenas 39 dias para o inÃcio do Campeonato Brasileiro das Séries A e C?
Será que já fizeram uma análise detalhada dos seus times, e chegaram a alguma conclusão?
São perguntas bem pertinentes e que merecem uma resposta.
Na realidade o momento atual de nosso futebol não alimenta nada de positivo para o futuro dos times disputantes.
O Sport está na maior divisão nacional e tem um elenco que não consegue ganhar de um time da Série D, como o Ferroviário do Ceará. No Estadual com a maior folha salarial tinha a obrigação de ter disparado na tabela, mas continua atravancado no segundo lugar com uma campanha medÃocre de 4 vitórias, 4 empates e uma derrota.
Entre os adversários locais existem times sem divisões, e nenhum da Segunda. Se o rubro=negro não conseguiu vencer por cinco vezes em jogos com essas equipes, como poderá pensar em vitórias para os clubes de sua série no Brasileiro, cuja maioria está num patamar bem mais alto.
Até o dia de hoje o técnico, Nelsinho Baptista, não conseguiu formatar um plano de jogo, e a contrapartida se dá nos seus resultados.
elo que está acontecendo o prognóstico para o seu futuro é o rebaixamento.
O Clube Náutico é o lÃder da competição com 5 vitórias. Conseguiu chegar à terceira fase da Copa do Brasil, e é lanterna do seu grupo na Copa do Nordeste. A sua base tem sido o sustentáculo na maratona em que se meteu.
O campeonato local não é referência e com o atual elenco não terá vida fácil na Série C, assim como o Salgueiro que perdeu a qualidade do ano passado quando foi o campeão moral pernambucano, desde que o apito amigo do árbitro de vÃdeo não permitiu que ele fosse o campeão de fato e de direito. Houve um grande desmanche no grupo. As contratações ficaram bem abaixo das necessidades.
Por outro lado o Santa Cruz que vai bem na Copa do Nordeste, mas no Estadual está penando e com alta possibilidade de ficar de fora do G4, perdendo o direito de disputar as quartas de final, em casa, no único confronto. Na Copa do Brasil já foi eliminado.
Em nove jogos disputados no Pernambucano, o Tricolor do Arruda somou apenas duas vitórias ocupando a sétima posição na tabela de classificação onde tem um saldo de gols zerado.
Como um time que não consegue ganhar de adversários frágeis, semiprofissionais, pode pensar em algo positivo na Série C, que tem disputantes melhores do que os clubes do Interior pernambucano?
Os representantes Pernambucanos terão 39 dias para que possam melhorar, fato esse que só um milagre fará acontecer.
As equipes são fracas e com pouco conteúdo.
A temporada 2018 se vislumbra como de sofrência para os nossos clubes no Campeonato Brasileiro, a não ser que aconteça um milagre.
CLAUDEMIR GOMES
Com cinco clubes já classificados para as quartas de final, as duas últimas rodadas da fase de classificação do Campeonato Pernambucano servirão para definir posições na tabela de classificação. Como no regulamento da competição reza que, os quatro clubes com as melhores pontuações nesta primeira fase serão mandantes nos jogos da próxima etapa. Quem fechar o pacote dos dez jogos iniciais como lÃder, será eleito mandante até a final, caso chegue à decisão do tÃtulo. Como o mando de campo tem sido determinante no Estadual, as partidas as duas últimas rodadas desta fase passam a ser de caráter decisivo.
O fato novo é o Santa Cruz, um dos componentes do Trio de Ferro da Capital, ainda não ter carimbado seu passaporte para as quartas de final. O Tricolor do Arruda, em 8 jogos disputados somou 6 empates, uma vitória e uma derrota. Uma campanha linear, mas que revela a falta de evolução do time coral. Os comandados de Júnior Rocha, que ainda não venceram um jogo como mandante nesta fase inicial, enfrentam o Belo Jardim, neste domingo, no Arruda, e encerram a primeira fase do campeonato medindo forças com o Sport, na quarta=feira, na Ilha do Retiro. O Belo Jardim não contabilizou nenhuma vitória, somou 5 pontos em 24 disputados, e é sério candidato ao rebaixamento.
O Náutico já disputou 9 dos 10 jogos que tem a cumprir nesta primeira fase, folga na rodada deste final de semana, fato que abre espaço para o Sport retomar a liderança do campeonato. Náutico e Sport são os dois únicos clubes que podem chegar aos 21 pontos. Apesar de tais possibilidades, alvirrubros e rubro=negros precisam ratificar tal vantagem dentro das quatro linhas. Isso porque, Central, Vitória e Salgueiro podem chegar aos 19 pontos e se beneficiarem de tropeços de Náutico e Sport, caso ocorram, nas últimas rodadas. As probabilidades existem, fato que torna as próximas rodadas bem atrativas.
O Sport, que ainda não venceu como visitante, vai ao Sertão enfrentar o Salgueiro. O último encontro do Leão com o Carcará no Cornélio de Barros foi na decisão do tÃtulo estadual de 2017, quando o Salgueiro foi garfado pelo árbitro de vÃdeo, fato inédito no futebol mundial. Uma partida de difÃcil prognóstico, uma vez que, mesmo com o Sport focado na liderança, fato que atesta sua melhor condição técnica, o Salgueiro ostenta uma invencibilidade como mandante. Este jogo será o único a ser disputado em horário diferente (17h), os demais jogos estão programados para as 16h.
Vitória e Central, que se constituÃram em gratas surpresas nesta fase de classificação do Estadual, podem chegar a 19 pontos, a exemplo do Salgueiro, uma pontuação expressiva, e que a depender de tropeços de Náutico e Sport, apontará o lÃder. Na rodada deste final de semana o Vitória medirá forças com o Afogados, enquanto o Central enfrentará o Pesqueira. Mesmo atuando na condição de visitantes, o Tricolor das Tabocas, e o Alvinegro Caruaruense são tidos como favoritos para contabilizarem os pontos em disputa, resultados que lhes aproximam da meta estabelecida.
Flamengo de Arcoverde e América fazem o jogo dos desesperados, neste domingo. O mando de campo pode, mais uma vez, ser um fator determinante para o rubro=negro do Agreste, que, jogando em casa, conseguiu dois resultados surpreendentes nesta fase de classificação, ao empatar com o Sport e com o Santa Cruz.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
No site da federação de futebol local encontramos algo que deixa bem claro a falência desse esporte, com um pleito de filiação do Nabuquense Futebol Clube, um time da cidade de Joaquim Nabuco, da Mata Sul do nosso Estado.
Nada contra o clube interiorano, mas na realidade a cidade não tem a estrutura adequada para comportar uma equipe profissional.
A municipalização seria o caminho para agremiações como essa, mas os que fazem o futebol brasileiro não entenderam a importância de tal rota.
Filiar um clube não é brincadeira de criança. Cada vez mais ficamos convictos que o modelo adotado pelo futebol brasileiro se exauriu totalmente e certamente necessita de uma total reestruturação, e que esse é um caso de validade vencida.
As entidades que comandam o futebol do PaÃs são apenas cartórios arrecadadores de recursos, e os gastam na maioria das vezes em coisas inúteis e não republicanas. Se perguntarem, hoje, a um consumidor do futebol para que servem as administradores desse esporte no aÃs, a resposta será única: "Para nada".
O esporte necessita de profissionalização, que possa pelo menos lhe deixar competitivo. O que vemos hoje são as entidades ricas, sem terem um time de futebol, e os clubes endividados em sua grande maioria. Isso é sem dúvida um modelo perverso de se gerenciar um setor tão importante para o povo brasileiro.
O que fazer?
A criação de uma Liga Nacional para a suas maiores divisões seria o ponto de partida, mas com a maioria de nossos dirigentes isso poderia representar mais ainda a sua asfixia, pois, certamente, não iriam deixá=la nas mãos de profissionais, sobretudo na repartição dos recursos, com os grandes querendo sempre mais, e os menores ficando com as migalhas.
O futebol brasileiro está num mato sem cachorro. Foi inflado com múltiplas competições ao mesmo tempo, e que vem promovendo a ausência de público nos estádios, e com jogos abaixo da mediocridade.
Os estaduais faleceram há muito tempo, mas as federações insistem em mantê=los ligados a um aparelho de UTI. Está chegando o momento de que alguém tenha coragem de desligar.
Em Pernambuco, se realiza o que chamamos de Estadual Fantasma, que ninguém toma conhecimento, e as arquibancadas estão sempre vazias. Qual o analista independente que pode aprovar esse sistema?
O modelo faliu.
Os clubes, inclusive aqueles que já foram chamados de grandes um dia, são submissos aos jogadores, treinadores e, principalmente, aos empresários. Tornaramse depósitos de aluguel para esses.
Os atletas não possuem a menor empatia com o seu clube, beijam no escudo quando são contratados, e com pouco tempo já estão tendo o mesmo procedimento com um outro.
Os "Magrões" não existem mais.
Os jovens de 14 a 16 anos já têm seus donos, que os tratam como gado de engorda, visando outros mercados.
O incrÃvel é a passividade de todos. Calam=se, e se submetem a um sistema como as ovelhas que são guiadas por um cão pastor.
O futebol brasileiro também se integrou a uma parte da sociedade brasileira, que tomou uma anestesia geral, e até hoje não acordou, dando margem para que muitos corruptos e corruptores continuem agindo, apesar da Lava Jato.
Não existe tratamento para o atual modelo, e sim uma ruptura total.
Continuar como estamos é algo a beira da insanidade.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Há algum tempo atrás, após a posse do novo presidente do Bahia, foi divulgada uma lista com vários nomes que recebiam jabás do clube. Foi um escândalo, mas no final acabou em uma boa pizza napolitana.
Jabá é algo que acontece em nosso paÃs, e não se restringe apenas ao futebol, desde que faz parte de outros setores.
Em Curitiba, uma postagem publicada no perfil do twitter Anonymus=CAP, trouxe a luz um contrato estranho de prestação de serviços. Na verdade grotesco e imoral.
Na lista de pagamentos do Atlético/PR, consta um valor mensal de R$ 6 mil pago a Robson Cerizza por conta dos serviços de consultoria de comunicação ao Conselho Deliberativo.
No total, durante o exercÃcio de 2017, o "consultor" faturou R$ 72 mil, que é sem dúvida uma boa bolada.
Até ai tudo bem, desde que seria uma assessoria de comunicação. Mas a verdade era bem outra, quando foi descoberto que Cerizza tem um condinome Izzy Rock, blogueiro que fazia rasgado elogios à atual gestão atleticana, em especial ao presidente do Conselho, Mario Celso Petraglia, ou seja, o clube gastava recursos para atacar pessoas contrárias ao regime do Furacão.
A reação dos seus torcedores foi grande, mas não dará em nada por conta do modelo ditatorial existente no clube.
Desde 2015, Carizza mantém o blog "Olho no Lance", onde publica textos sobre o Atlético/PR. Nos posts ele faz propaganda do clube e elogios à administração, enquanto dispara contra a imprensa e até contra torcedores rubro=negros. Não há indicação no entanto, de que se trata de conteúdo financiado pelo Furação.
Se o cartola desejasse um escudo para atacar seus opositores que o fizesse com seus próprios recursos, mas tira=los dos cofres do clube é tão indecente quanto o conteúdo do blog.
Pagar R$ 6 mil por mês para um blogueiro se é que possa ser considerado como tal, sem repercutir em benefÃcio do clube é algo injustificável.
Aliás no Brasil os governos passados tinham seus blogueiros para atacar e ameaçar os opositores, e defender os detentores do poder. Quem arcava com os custos era a "viúva" que foi estuprada durante anos.
O Atlético/PR publicou uma Nota Oficial bizarra, lamentando que um documento com uma cláusula de confidencialidade fosse publicada, e que o contrato é perfeitamente lÃcito.
Na verdade a ética da cartolagem do futebol brasileiro é invertida,e procedimentos como esse é sem dúvida o retrato de um esporte que apodreceu, e que tenta intimidar aqueles que desejam mudá=lo.
Os clubes têm suas assessorias de comunicação para a divulgação do dia a dia, mas um site avulso, pago, com esse, que abalou o futebol paranaense é sem dúvida algo que espelha a mente dos nossos dirigentes.
Trata=se de um jabá acobertado por um contrato que objetiva apenas a defesa dos dirigentes, criticar e ameaçar os opositores.
Por isso que o esporte da chuteira no Brasil chegou ao fundo do poço.
Apenas uma pergunta que necessita de uma resposta: Onde andam os membros do Conselho Fiscal ou os Auditores externos do Furacão que não detectaram o contrato imoral?
Uma vergonha, mas é a cara do paÃs.