Dezembro 2025 ››
Novembro 2025 ››
Outubro 2025 ››
Setembro 2025 ››
Agosto 2025 ››
Junho 2025 ››
Maio 2025 ››
Abril 2025 ››
Maro 2025 ››
Fevereiro 2025 ››
Janeiro 2025 ››
Dezembro 2024 ››
Novembro 2024 ››
Outubro 2024 ››
Setembro 2024 ››
Agosto 2024 ››
Julho 2024 ››
Junho 2024 ››
Maio 2024 ››
Abril 2024 ››
Maro 2024 ››
Fevereiro 2024 ››
Janeiro 2024 ››
Novembro 2023 ››
Outubro 2023 ››
Setembro 2023 ››
Agosto 2023 ››
Julho 2023 ››
Junho 2023 ››
Maio 2023 ››
Abril 2023 ››
Maro 2023 ››
Fevereiro 2023 ››
Janeiro 2023 ››
Dezembro 2022 ››
Novembro 2022 ››
Outubro 2022 ››
Setembro 2022 ››
Agosto 2022 ››
Julho 2022 ››
Junho 2022 ››
Maio 2022 ››
Abril 2022 ››
Maro 2022 ››
Fevereiro 2022 ››
Janeiro 2022 ››
Dezembro 2021 ››
Novembro 2021 ››
Outubro 2021 ››
Setembro 2021 ››
Agosto 2021 ››
Julho 2021 ››
Junho 2021 ››
Maio 2021 ››
Abril 2021 ››
Maro 2021 ››
Fevereiro 2021 ››
Janeiro 2021 ››
Dezembro 2020 ››
Novembro 2020 ››
Outubro 2020 ››
Setembro 2020 ››
Agosto 2020 ››
Julho 2020 ››
Junho 2020 ››
Maio 2020 ››
Abril 2020 ››
Maro 2020 ››
Fevereiro 2020 ››
Janeiro 2020 ››
Dezembro 2019 ››
Novembro 2019 ››
Outubro 2019 ››
Setembro 2019 ››
Agosto 2019 ››
Julho 2019 ››
Junho 2019 ››
Maio 2019 ››
Abril 2019 ››
Maro 2019 ››
Fevereiro 2019 ››
Janeiro 2019 ››
Dezembro 2018 ››
Novembro 2018 ››
Outubro 2018 ››
Setembro 2018 ››
Agosto 2018 ››
Julho 2018 ››
Junho 2018 ››
Maio 2018 ››
Abril 2018 ››
Maro 2018 ››
Fevereiro 2018 ››
Janeiro 2018 ››
Dezembro 2017 ››
Novembro 2017 ››
Outubro 2017 ››
Setembro 2017 ››
Agosto 2017 ››
Julho 2017 ››
Junho 2017 ››
Maio 2017 ››
Abril 2017 ››
Maro 2017 ››
Fevereiro 2017 ››
Janeiro 2017 ››
Dezembro 2016 ››
Novembro 2016 ››
Outubro 2016 ››
Setembro 2016 ››
Agosto 2016 ››
Julho 2016 ››
Junho 2016 ››
Maio 2016 ››
Abril 2016 ››
Maro 2016 ››
Fevereiro 2016 ››
Janeiro 2016 ››
Dezembro 2015 ››
Novembro 2015 ››
Outubro 2015 ››
Setembro 2015 ››
Agosto 2015 ››
Julho 2015 ››
Junho 2015 ››
Maio 2015 ››
Abril 2015 ››
Maro 2015 ››
Fevereiro 2015 ››
Janeiro 2015 ››
Dezembro 2014 ››
Novembro 2014 ››
Outubro 2014 ››
Setembro 2014 ››
Agosto 2014 ››
Julho 2014 ››
Junho 2014 ››
Maio 2014 ››
Abril 2014 ››
Maro 2014 ››
Fevereiro 2014 ››
Janeiro 2014 ››
Dezembro 2013 ››
Novembro 2013 ››
Outubro 2013 ››
Setembro 2013 ››
Agosto 2013 ››
Julho 2013 ››
Junho 2013 ››
Maio 2013 ››
Abril 2013 ››
Maro 2013 ››
Fevereiro 2013 ››
Janeiro 2013 ››
Dezembro 2012 ››
Novembro 2012 ››
Outubro 2012 ››
Setembro 2012 ››
Agosto 2012 ››
Julho 2012 ››
Junho 2012 ››
Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Santa Cruz, Náutico e Salgueiro estréiam hoje, na milionária Copa do Brasil, que este ano pagará um prêmio de R$ 50 milhões ao campeão. O Sport inicia sua participação na próxima semana. De uma coisa temos certeza: nenhum dos representantes pernambucanos tem potencial para brigar pelo tÃtulo. A meta de todos é contabilizar o máximo de cotas que serão distribuÃdas a cada fase.
Em épocas passadas, confrontos entre o Tricolor do Arruda e o Fluminense de Feira de Santana eram tidos como favas contadas pela torcida coral. O mesmo acontecendo com a queda de braço entre o Náutico e o desconhecido Cordino, atual vice=campeão maranhense. Entretanto, na atual conjuntura, ao invés de falar em vitórias, tricolores e alvirrubros preferem ir a campo com o regulamento da competição debaixo do braço, onde reza que, nesta primeira fase, decidida em apenas uma partida, o empate classifica a equipe visitante. Sendo assim, a torcida do Salgueiro, no Sertão pernambucano, também espera que o Carcará consiga empatar seu jogo com o Novoperário, em Mato grosso do Sul.
Mesmo respeitando o imponderável, o futebol segue uma lógica, como nos ensina o mestre José Joaquim Pinto de Azevedo. A Copa do Brasil segue sendo "vendida" como a competição mais democrática do futebol brasileiro, pelo fato de reunir mais de 90 clubes. A disputa começa com 80 equipes, e a partir das oitavas de final recebe os clubes que estão disputando a Libertadores e os campeões de outros torneios. Enfim, se conta nos dedos os times que participam da Copa do Brasil desde o seu inÃcio, que têm musculatura para ir até o final brigando pelo tÃtulo.
O nÃvel do futebol que os clubes pernambucanos têm apresentado no Estadual, e na Copa do Nordeste, nos leva a dar adeus as ilusões em relação uma campanha exitosa na Copa do Brasil. A competição mais valorizada do futebol brasileiro faz uma distribuição de cotas que seduz os clubes, mesmo os que têm pouco poder de fogo. Para clubes pequenos e medianos qualquer avanço representa lucro.
A mudança no regulamento, este ano o gol na casa do adversário tem o mesmo peso de um gol marcado na condição de mandante, pode limitar a ousadia de quem vai jogar como visitante. Na primeira fase, o empate castiga o clube anfitrião, fato que lhe obriga a tomar a iniciativa da partida. Na segunda fase, também decidida em uma única partida, o empate leva a uma decisão por pênaltis. Enfim, são vários cenários numa mesma disputa. A rica premiação, que supera até a da Libertadores da América, maior competição do continente, revela que a lógica segue princÃpios mercadológicos, e não princÃpios técnicos. Sinais dos tempos.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
O maior campeonato nacional deveria ser o Brasileirão, mas para o Circo do Futebol esse foi relegado ao segundo plano com relação as premiações que serão pagas em 2018.
O Cruzeiro, que foi campeão da Copa do Brasil em 2017, recebeu R$ 6 milhões de prêmio. O clube que for campeão em 2018 terá em seus cofres R$ 50 milhões, enquanto o vice receberá R$ 20 milhões.
Para que se tenha uma idéia da realidade, o Corinthians, que foi campeão brasileiro da temporada passada, recebeu R$ 18 milhões de premiação, valor este que voltará a ser pago ao campeão deste ano. O segundo colocado na Copa do Brasil receberá um valor maior que o vencedor do campeonato maior.
Nem Freud poderá explicar.
Pelo sistema de distribuição de cotas dessa competição que estamos analisando, o campeão receberá um total de R$ 68 milhões. Ãbvio que somos favoráveis a boas premiações, mas não poderia, nem deveria ser, com um abismo separando os dois eventos. Vai chegar um momento quando começar as oitavas de final, que irá acontecer um esvaziamento no Brasileirão para dar lugar pela opção do torneio que segue paralelo, como aconteceu em 2017.
Na Série A o campeão jogará 38 partidas, e na Copa do Brasil poderá acontecer com apenas 8 jogos, desde que os maiores clubes só entrarão na competição na quinta fase, ou seja, a partir das oitavas de final.
Trata=se de algo irracional e difÃcil de absorver.
Para os clubes menores a participação em apenas um jogo, a cota será entre R$ 800 mil e R$ 500 mil, quantia que poderá pagar muitas folhas salariais, embora a tendência é que esses sejam logo degolados.
São coisas do futebol brasileiro.
CLAUDEMIR GOMES
Em dezenove jogos disputados no Pernambucano, a quarta rodada será concluÃda hoje com o confronto do Sport com o Pesqueira, na Ilha do Retiro, tivemos o registro de 12 empates e 7 vitórias, números que ressaltam o equilÃbrio estabelecido, e destacam um cenário pouco comum neste inÃcio de disputa com todos os clubes juntos e embolados.
O equilÃbrio, no entanto, não atrai o torcedor aos estádios, visto que, ele sabe que a paridade é resultante da queda de qualidade. O baixo nÃvel técnico dos times montados para a competição estadual é bem visÃvel quando as equipes são obrigadas a propor o jogo. Neste final de semana, tivemos um exemplo real. Náutico, Central e América, que na rodada do meio de semana se destacaram nos confrontos com Sport, Santa Cruz e Salgueiro, respectivamente, não conseguiram, neste domingo, o mesmo brilho diante de adversários, teoricamente, menos qualificados, quando tiveram a obrigação de propor o jogo. O Náutico teve que se contentar com o empate de 1x1 com o vitória; o América chegou a abrir uma vantagem de dois gols diante do Afogados, mas cedeu o empate, e o Central, jogando em casa, não saiu do zero a zero com o Flamengo de Arcoverde.
O Sport, que no meio da semana foi goleado pelo Náutico (3x0), não perdeu a condição de favorito no jogo de hoje a noite com o Pesqueira, lanterna do campeonato, na Ilha do Retiro. O campeão pernambucano vai ter que propor o jogo, e por mais dificuldade que o adversário venha criar, pois possui uma das melhores defesas da competição até o momento, nenhum apostador acredita que o Leão venha tropeçar novamente.
A quinta rodada, programada para o próximo final de semana, com três partidas no sábado, e sem nenhum jogo no Recife, por conta das prévias, nos oferecerá alguns confrontos interessantes: Central x Sport, sábado, em Caruaru; Salgueiro x Santa Cruz, também no sábado, no Sertão, e Vitória x América, no domingo, na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata.
Há alguns dias postei que, a partir da quinta rodada o cenário muda. Isso acontece em quase todas as disputadas, principalmente em inÃcio de temporada. O baixo nÃvel técnico dos jogos não é privilégio do Pernambucano. Nos outros estaduais a realidade é similar. Coisa de um futebol onde os clubes não têm tempo adequado para uma pré temporada.
O Central vem apresentando um bom futebol e deve ser um excelente teste para o Sport de Nelsinho Batista. O alvinegro caruaruense é um dos quatro invictos do campeonato. Detalhe: todos os invictos são do Interior. O Santa Cruz, que folgou na quarta rodada, vai ao Sertão medir força com o Salgueiro. O atual vice=campeão estadual sempre foi uma pedra no caminho dos grandes da Capital. Sábado não será diferente. Salgueiro e Santa Cruz vão ter que driblar o cansaço, pois nesta quarta=feira, ambos estréiam na Copa do Brasil. O Santa Cruz vai a Feira de Santana, no Interior da Bahia, enfrentar o Fluminense, enquanto o Salgueiro vai ao Mato Grosso enfrentar o Novoperário.
Vitória e América vivem suas primaveras no Estadual. Por tudo que produziram até o momento, ambos irão a campo com a necessidade de propor o jogo, fato que vai obrigar os dois técnicos a definirem propostas ofensivas.
O Náutico vai ao Maranhão, no meio da semana, enfrentar o Cordino, na sua estréia na Copa do Brasil, e no final de semana vai ao Interior enfrentar o Pesqueira. A partir desta quarta=feira, Náutico, Santa Cruz e Salgueiro estarão participando de três competições simultaneamente: Pernambucano, Copa do Nordeste e Copa do Brasil. Em inÃcio de temporada essa avalanche e jogos é desumana. Dose pra mamute. Vale salientar que, de acordo com a mudança de regulamento da competição nacional, os jogos das fases iniciais são decisivos, ou seja, o passaporte para a fase seguinte tem que ser carimbado numa única partida.
São muitos fatores interferindo, razão pela qual, todos seguem juntos e embolados neste inÃcio de Pernambucano, onde o descanso pode representar uma vantagem substancial. Sendo assim, a quinta rodada do Estadual vai servir para mostrar "quem tem garrafa para vender".
CLAUDEMIR GOMES
O futebol pernambucano, há mais de um século, se projeta através de três pilares - Sport, Náutico e Santa Cruz - clubes tradicionais, seculares, que ao longo dos anos conquistaram a simpatia dos amantes do futebol. Os outros times, por não terem potencial, nem capacidade, de brigar por tÃtulos, eram sempre relegados a um segundo plano. Na história do campeonato estadual não há registro de um campeão do Interior. Dentro deste contexto, surpreende o fato de, após a terceira rodada do Pernambucano 2018, a competição não ter o Trio de Ferro da Capital brigando pelas primeiras posições na tabela de classificação. Apenas o Náutico briga pela liderança.
Os primeiros resultados surpreendem, mas é muito cedo para se chegar a conclusão de que estamos assistindo a uma revolução que vai mudar o curso do futebol pernambucano. Sempre combatemos as análises feitas com base apenas nos resultados. à preciso avaliar outros fatores.
As quedas de Náutico e Santa Cruz para a Série C Nacional, implicam em grandes consequências para o nosso futebol. Tal fato reflete na performance desses clubes na competição doméstica e na Copa do Nordeste. A queda de receita impõe limitação em investimentos, por conseguinte numa queda de qualidade. Afinal, o que é bom custa caro. Esta regra também se aplica no futebol.
Ontem, no Arruda, após o empate (1x1) do Santa Cruz com o Central, com o time da casa levando um sufoco do alvinegro caruaruense no segundo tempo do jogo, a torcida tricolor ensaiou uma vaia numa demonstração inconteste de descontentamento com o que assistiu. Foi a quarta apresentação do time do Arruda na temporada, e nenhuma vitória contabilizada. A montagem do grupo já era questionada, e a desenvoltura da equipe nesses jogos não provocou bons sentimentos no seio da torcida que, deu mais uma prova de força no meio da semana ao registrar o melhor público da rodada.
O Central também é um clube de parcos recursos. No final da temporada passada viveu momentos de turbulência durante a realização da eleição para escolha dos novos gestores. A diretoria deu um passo certo ao apostar no experiente técnico, Mauro Fernandes, que com seu conhecimento de mercado conseguiu recrutar bons jogadores, e seu grupo parece ter dado liga na largada do campeonato. A Patativa do Agreste tem exibido o melhor futebol nas três rodadas iniciais. Evidente que é cedo para afirmar que o time vai alçar voos mais altos, mas tem causado boa impressão.
O América, que está sendo recriado dentro de um novo modelo de gestão, também causou boa impressão nas suas primeiras apresentações. A tabela foi madrasta com o Periquito, ao lhe reservar, de cara, jogos com o Náutico, Santa Cruz e Salgueiro, sendo dois na casa dos adversários. O saldo foi positivo
A expectativa é que haja mudança de cenário a partir da quinta rodada. Isto parece ser regra em toda a competição. Enquanto não acontece, é bom observar os efeitos de um equilÃbrio causado pela perda de status de Náutico e Santa Cruz.
CLAUDEMIR GOMES
"Que
tiro foi esse?
Que tiro foi esse que tá um arraso?
Que tiro foi esse?
Que tiro foi esse que tá um arraso?"
E foi assim, surfando na onda da funqueira, Jojo Maronttinni, que a torcida do Náutico se esbaldou no mais improvável dos bailes Vermelho e Branco. A prévia é tradicional no carnaval pernambucano, principalmente quando o foco são os salões dos clubes. Mas ontem ela foi realizada na Arena Pernambuco, um equipamento multiuso, e que teve como tema: O futebol não aceita soberba. A decoração foi um placar de 3x0, resultado que nem o mais otimista dos alvirrubros aguardava nesta surpreendente vitória do Náutico sobre o Sport.
Antes de a bola rolar, no jogo das palavras, o técnico do Náutico, Roberto Fernandes, dizia que esperava que o improvável acontecesse. Aconteceu.
Na atual conjuntura do futebol pernambucano, o Sport é apontado como franco favorito na corrida por mais um tÃtulo estadual. Mas dentro das quatro linhas é necessário que haja empenho, harmonia, foco e um conjunto bem treinado. Tudo isso faltou ao time da Ilha do Retiro.
Que tiro foi esse?
Que deixou o técnico, Nelsinho Batista, sem perceber os sinais. Afinal, seus comandados tiveram uma atuação pÃfia no empate sem gols contra o Flamengo de Arcoverde; superou o frágil time de Afogados da Ingazeira (2x0) na Ilha do Retiro, sem apresentar um futebol convincente. Que o fez deixar no banco o melhor jogador para ocupar a lateral direita e lhe acionou somente no segundo tempo do jogo.
Que tiro foi esse?
Que evidenciou, mais uma vez, a fragilidade do setor defensivo leonino. Que fez o goleiro Magrão a cometer erros grotescos e imperdoáveis para um profissional da sua categoria. Que deixou o time do Sport sem saber jogar pela direita.
Que tiro foi esse?
Foi o tiro para acordar uma diretoria que se acostumou a comer galeto e arrotar lagosta. Que esqueceu a conquista do tÃtulo estadual de 2017, que foi empanada por um erro absurdo de um árbitro de vÃdeo. Que não lembra mais o sofrimento imposto a uma torcida até a última rodada da Série A, e volta a investir em jogadores que não têm a mÃnima condição de defender um time que está na Série A Nacional.
Que tiro foi esse que tá um arraso?
Foi o tiro do irrequieto Roberto Fernandes, que soube fazer a leitura correta do clássico, deixou para o favorito adversário a responsabilidade de propor o jogo explorando a única alternativa que lhe restava: o contra-ataque. Funcionou a contento diante das falhas de marcação e dos erros na saÃda de jogo dos leões.
O Sport tinha a posse de bola e a posse territorial, mas lhes faltou eficiência e precisão nas finalizações, fato que facilitou a proposta defensiva do time do Náutico.
"Quer causar, a gente causa
Quem sambar, a gente pisa!...
Que tiro foi esse que tá um arraso?"