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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Após a 34ª rodada do Brasileiro da Série B, postamos um artigo com o tÃtulo , CAÃRAM, no qual analisamos as performances dos dois representantes do futebol pernambucano, Náutico e Santa Cruz. A queda de ambos para a Série C, que foi sacramentada na rodada deste final de semana, era inevitável, mas ainda havia "matemáticos" fazendo conta para ver se encontrava alguma rota de fuga do desastre, embora as campanhas descritas por tricolores e alvirrubros nos mostrassem que não havia escapatória para os dois times.
No pódio não há espaço para os fracos. Isto é fato. E a regra não é restrita ao futebol. Ela é imperativa em qualquer esporte. Faz parte da cultura da vitória, da conquista, na qual está inserida apenas uma operação aritmética: a soma. O Santa Cruz foi o clube que menos somou vitórias em 35 jogos, por outro lado, o Náutico foi o time que mais contabilizou derrotas: 20. O pragmatismo dos números apontavam para o descenso de ambos. Há 11 partidas que os tricolores não saboreiam uma vitória. No returno só conseguiram tal feito uma única vez. Os alvirrubros encerraram o primeiro turno com 11 derrotas. Nenhum clube, desde que o campeonato passou a ser disputado pelo sistema de pontos corridos, conseguiu se livrar do rebaixamento com um total de 19 derrotas. Portanto, a tendência do Náutico, desde os jogos de ida, era de queda. Apesar do esforço em busca de uma reação no returno, o time deixou exposta toda sua fragilidade ao amargar duas derrotas nos últimos dois jogos. Detalhe: disputados em casa.
A esta altura dos acontecimentos, tricolores e alvirrubros estão querendo nominar a queda. Mas ela não pertence a fulano, nem a sicrano. Para cada erro existe um efeito. E muitos foram os fatores que contribuÃram para mais uma das quedas mais dolorosas e previsÃveis na história dos dois clubes na Série B. Grande parte dos erros foram comuns aos dois clubes. Outros equÃvocos tinham peculiaridades que não se aplicavam a ambos, eram individuais. Enfim, tricolores e alvirrubros precisam repensar suas gestões. Isto é tão real como a queda dos dois clubes para a Terceira Divisão Nacional, onde perdem dinheiro, visibilidade e status.
CLAUDEMIR GOMES
Os 24 mil torcedores que marcaram presença, ontem a noite, na Ilha do Retiro, para testemunhar a derrota do Sport (2x1) para o Botafogo, em partida válida pela 33ª rodada do Brasileiro da Série A, se frustraram com mais um resultado negativo do Leão na condição de mandante. Nos últimos 19 jogos, o equivalente a um turno, o rubro=negro pernambucano venceu apenas uma partida em casa (4x0 sobre o Atlético/GO), seu adversário do próximo domingo. Diante de tal dificuldade surge a pergunta: Será que é possÃvel se livrar do rebaixamento?
O pragmatismo dos números não alimenta tanto otimismo. Afinal, nas últimas 19 partidas os leoninos somaram apenas 3 vitorias (uma como mandante e duas como visitante). Neste espaço houve o registro de 6 empates e 10 derrotas. Campanha de rebaixado. O melhor momento do Sport no campeonato foi da 9ª a 13ª rodada, quando contabilizou quatro vitórias e um empate, resultados que lhes levaram a dar um salto na tabela de classificação, chegando a figurar no grupo que será recompensado com uma vaga na edição 2018 da Libertadores da América.
O amigo, Humberto Araújo, um dos melhores cartunistas do PaÃs, leão de pedigree autêntico, defende a tese de que futebol não é ciência exata, e critica os que se detém aos números. Argumento de quem é apaixonado e enxerga o esporte bretão como fonte inesgotável de emoções. Mas os números dão o norte, e alimentam uma outra tese, que é defendida pelo mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo que é a de que "futebol segue uma lógica". Sendo assim, vale lembrar que, após a boa sequência o time da Ilha do Retiro entrou em queda livre que o levou a zona de rebaixamento.
O Sport passou 9 partidas sem somar uma vitória. Interrompeu a sequência negativa num jogo em Salvador, onde superou o Vitória por 2x1, mas em seguida emplacou uma nova série sem triunfos. O Leão está há seis jogos sem vencer. Juntando as duas sequências teremos 16 partidas e apenas uma vitória.
A conta é simples: levando em consideração o ponto de corte na casa dos 45 pontos, os comandados de Daniel Paulista precisam somar 9 dos 15 pontos que irá disputar, ou seja, necessita de um aproveitamento de 60% nas cinco rodadas finais. O Leão teve um aproveitamento de 36,4% nos 33 jogos que disputou. A frieza dos números não traz bons sentimentos.
O por que disso tudo? O grupo não está qualificado para descrever uma boa campanha na Série A, fato que só os dirigentes não enxergaram.
CLAUDEMIR GOMES
Um dos capÃtulos da liturgia da salvação da Série B, reza que um clube tem primeiro que fazer sua parte, e depois aguardar a combinação dos resultados. Pois bem! Náutico e Santa Cruz não fizeram o que lhes competia na 34ª rodada do Brasileiro da Série B e carimbaram seus passaportes para a Série C de 2018. Evidente que haverá quem me conteste observando que ainda existe um tênue fio de esperança. Bom! A emoção permite tal devaneio por parte do torcedor apaixonado, mas eu fico com o pragmatismo dos números que, no cenário atual nos mostra um ponto de corte firmado em 44 pontos, fato que leva o Náutico a ter menos de 1% de chance e o Santa Cruz menos de 2%.
Os tricolores estão há dez jogos sem contabilizar uma vitória. Em 15 partidas disputadas no returno o time do Arruda só conseguiu somar os três pontos em disputa numa única oportunidade. Campanha de rebaixado. Não estamos nos fixando apenas nos resultados, mas numa análise de desempenho. O pior é que, nas últimas apresentações dos comandados de Martelotte, a sensação que o torcedor ficou é a de que dava para ter chegado à vitória. Ontem, mais uma vez isso ficou evidente no confronto com o Vila Nova, time que aspirava o acesso, mas que por não ter sido eficiente no dever de casa, há cinco partidas que não vence como mandante, se viu obrigado a adiar o sonho para a próxima temporada.
A queda do Santa Cruz para a Série C não é decorrente apenas do pobre futebol apresentado ao longo da competição. à sim, a resultante de uma gestão equivocada que se tem continuidade poderia levar o clube de volta a Série D, como ocorreu num passado recente. Os erros observados nesta temporada deram sequência a um caos administrativo instaurado ano passado, e que culminou com a queda da Série A para a Série B. O que se observa dentro das quatro linhas é apenas o produto final de um trabalho minado pela incompetência.
O técnico do Náutico, Roberto Fernandes, afirmou, após a derrota para o Paysandu (3x1), ontem a noite, na Arena Pernambuco, que o seu time havia chegado ao limite, ou seja, não tem mais força para reagir. Foi honesto. E mais sincero que alguns profissionais da mÃdia que ao final da 19ª derrota alvirrubra ainda fazia contas, num esforço patético de vender ilusão ao torcedor alvirrubro. Apostar em frações irrisórias é o mesmo que ser testemunha do casamento do Saci Pererê com a Cumade Fulozinha.
Este ano o Náutico teve cinco técnicos no seu comando; contratou mais de 30 jogadores; mudou a diretoria de futebol três vezes e trocou de presidente administrativo três vezes. Com uma gestão tão destrambelhada, o insucesso era mais que previsto.
CAÃRAM! Eis a sentença para Náutico e Santa Cruz a quatro rodadas do final do campeonato.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
14 Faltas.
43 Finalizações.
Estádio lotado; torcedores misturados; 4 gols. Sem mi, mi, mi e piscineiros. Sem simulações. Uma boa arbitragem.
Os amigos estão pensando em um jogo do futebol europeu, mas na verdade foi da Série B Nacional, entre Luverdense e Internacional, que terminou com o placar de2x2.
Uma partida aberta, limpa, sem violência com o Colorado desejando sacramentar a sua passagem de volta para a Série A, e a equipe de Lucas do Rio Verde almejando fugir da degola.
Com menos de um minuto de jogo o Luverdense abriu o marcador após uma troca de passes. Aos 33 minutos o Internacional empatou. A bola correndo de um lado para o outro, um verdadeiro jogo em que ninguém conseguia vislumbrar o seu vendecor.
No primeiro minuto do segundo tempo o mandante passou à frente do placar. Logo após perdeu um gol feito. Aos seis Leandro Damião empatou para o time gaúcho. A equipe de Mato Grosso passou a tocar mais a bola, jogando de igual para igual, perdendo gols, como também a equipe visitante. Já no final os Deuses do Futebol não ajudaram o Luverdense, quando da cobrança de uma falta a trave segurou a bola.
Na verdade, para quem gosta de futebol como nós independe da sua Série e sim da qualidade do jogo e foi isso que vimos na noite de ontem, uma partida que foi melhor do que a maioria das que vem acontecendo no Brasil.
Um time da menor folha salarial da competição, contra um milionário, com um jogador com salário maior do que todos os do adversário, mostrou que se pode fazer um bom jogo, quando existe a entrega, a vontade de atuar.
Ainda existe vida nesse futebol brasileiro, apesar de vocês.
A 34ª rodada da Série B segue hoje com a disputa de nove jogos, alguns importantes tanto para os que estão no grupo de acesso, como para os que lutam contra a degola.
O Náutico receberá a visita do Paysandu, com uma boa diferença na tabela de classificação, embora a equipe do Pará venha enfrentando turbulências no seu caminho. O alvirrubro pernambucano é o 19º colocado, com 31 pontos; 31% de aproveitamento, enquanto a equipe alviazulina da Curuzú ocupa a 11ª posição na tabela de classificação com 42 pontos e 42% de aproveitamento. Como mandante o Náutico tem um aproveitamento de 39,58%, e o seu adversário como visitante tem aproveitamento de 37,5%.
Apesar da vitória da vitória da equipe da Rosa e Silva contra o Santa Cruz na rodada anterior, o jogo será equilibrado, e deverá ter uma retranca do seu adversário que ficará satisfeito com a conquista de um ponto.
Em Goiânia, o Santa Cruz enfrentará o Vila Nova que ainda sonha em terminar a competição entre os quatro melhores. Tem 11% de chances para isso na verdade acontecer.
A equipe rubro do Estado de Goiás é a sexta colocada na competição com 52 pontos ganhos e 53% de aproveitamento, enquanto o Tricolor do Arruda é um morador antigo da zona de degola, na 18ª posição com 32 pontos e 32% de aproveitamento. Como mandante o time do Vila Nova tem um aproveitamento de 62,5%, enquanto o Santa Cruz é um fraco visitante com 22,92%. Pelo retrospecto do confronto a vitória deverá cair no colo da equipe goiana.
Será mais uma noite de sofrência para os torcedores dos dois clubes pernambucanos.
CLAUDEMIR GOMES
A melancolia emoldurou o clássico entre Santa Cruz e Náutico, disputado neste sábado, no estádio do Arruda. A vitória (3x2) do time alvirrubro foi festejada pelos seus amantes como um fio de esperança pela ressurreição. Entretanto, os números atestam que, neste caso, é praticamente impossÃvel ressurgir das cinzas. O resultado serviu para deixar os tricolores do Arruda em situação tão vexatória quanto a do Náutico. Enfim, o que vimos ontem não foi nada menos que o epÃlogo de um filme cujo final jamais seria feliz diante de um enredo tão aterrorizante. O Massacre da Série B, esta minissérie de 38 capÃtulos abordou o tema da falta de reflexão dos dirigentes pernambucanos.
Acabo de ler o artigo do alvirrubro, Gustavo Krause, publicado na edição deste domingo do Jornal do Commercio, com o tÃtulo "Obrigado pelo atraso". Krause é um craque no jogo com as palavras. Seu artigo é uma referência ao novo livro do escritor, Thomas Friedman, que ele considera "uma obra fascinante", e cita um trecho onde o autor ressalta: "Nada na vida deve ser temido, se formos capazes de compreendê=lo. Agora, é o momento de compreendermos mais, para que venhamos a temer menos".
A compreensão não acontece sem uma reflexão. Tricolores e alvirrubros passaram o ano tomando decisões de forma açodada. Os erros se multiplicavam nos Aflitos e no Arruda, mas ninguém parou para indagar: "Onde estamos errando?". O técnico do Náutico, Roberto Fernandes, com muita propriedade, afirmou que a "situação em que se encontram os dois clubes é por falta de planejamento". Planejar é um verbo que não pode ser conjugado nos clubes pernambucanos. Todos acreditam que a máxima de que "futebol não tem lógica" também serve para gestão, quando na realidade isto é uma coisa restrita as quatro linhas do gramado.
Sabemos que, nas disputas dos clássicos pernambucanos as camisas jogam por si só. Evidente que, no confronto de ontem entre tricolores e alvirrubros, com os dois times lutando desesperadamente para fugir do rebaixamento, a única coisa que poderia vir a ser ressaltada seria a entrega dos jogadores, a vontade e disposição de lutar pela vitória, único resultado que interessava as duas equipes. E foi o que aconteceu. O Náutico, que teve um volume de jogo inferior ao do Santa Cruz, foi eficaz no aproveitamento dos erros grotescos cometidos pela defesa coral.
O "espetáculo" foi arranhado pelo erro crasso do árbitro ao não marcar um pênalti claro em favor do Santa Cruz, e pelo desequilÃbrio do volante Derley que peitou e deu uma cabeçada no mediador, fato que poderá lhe custar uma punição severa.
O clássico marcava a disputa do Troféu Gena, em homenagem ao ex=lateral que conquistou oito tÃtulos estaduais seguidos com a camisa dos dois clubes. Após entregar o troféu ao capitão do Náutico, Gena desabafou: "Não gostaria que o cenário fosse este. Aproveito a oportunidade para expressar minha mágoa para com a diretoria do Náutico que me despediu do cargo que ocupava nas divisões de base do clube, sem sequer algum dirigente vir falar comigo. Tomei conhecimento de que fui despedido por um diretor cujo nome não consta nem na ata do clube". Lamentável.
Eis o ponto final do Clássico da Melancolia.