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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O futebol não é fácil, nem simples, como muita gente pensa. Mas também não é cheio de mistérios como a maioria dos treinadores gosta de apregoar. A derrota do Sport (2x0) para o Cruzeiro provocou uma queda de três casas do time pernambucano na tabela de classificação, queda essa que pode ser ainda mais expressiva se o Fluminense vencer o Atlético Mineiro no jogo que fecha a 21ª rodada, hoje a noite. Entretanto, mais grave que essa derrapada da equipe leonina na tabela, é a queda de rendimento que os comandados de Vanderlei Luxemburgo têm apresentado nas últimas partidas.
As cobranças começam pelo jogador que foi contratado para ser protagonista: Diego Souza. Não poderia ser diferente. Afinal, estamos falando de um atleta com potencial de vestir a camisa da Seleção Brasileira. Mas todo o conjunto tem deixado a desejar. Rithely, outro jogador de boa qualidade técnica também está rendendo aquém do que se espera dele, e ontem, o prata da casa, Everton Felipe foi tão apagado e ineficiente quanto. Enfim, os homens de armação não funcionaram, fato que provocou uma letargia profunda no time visitante que parecia jogar no ritmo do futebol dos anos 70, enquanto o Cruzeiro imprimia a dinâmica exigida pelo futebol moderno.
A lentidão tem sido o pecado capital do Sport. Foi assim no empate com o Fluminense; na derrota para o Corinthians; no empate com a Ponte Preta, e ontem, na derrota para o Cruzeiro. O time não consegue ser intenso, fato que o leva a ser envolvido pelos adversários e o impede de construir resultados que pareciam ser previsÃveis. A sequência de quatro jogos sem vitórias é a resultante dos erros apresentados oriundos da falta de ritmo.
Uma equipe mediana, como a do Sport, se supera através da determinação, da doação dos atletas ao jogo e da garra que sempre foi uma marca registrada do time da Ilha do Retiro. O maior exemplo disso foi a conquista da Copa do Brasil em 2008, que teve na transpiração o grande mérito de um grupo consciente de que tinha de jogar todo o tempo num ritmo forte.
Luxemburgo sabe que tecnicamente não tem muito mais o que extrair do grupo que comanda, e com o que tem pode alcançar a meta que é fechar o Campeonato Brasileiro no Top 10. Seu grande desafio é fazer com que os jogadores de melhor qualidade técnica mudem de atitude dentro de campo. Sonolentos sequer vão sentir que estão em queda livre.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Os mais antigos conhecem bem a tabuada que todos aprendiam no curso primário como era chamado a época. Todos tomavam conhecimento de como somar, diminuir, dividir e multiplicar.
Usamos um mecanismo que utiliza números que dão a certeza dos clubes que poderão chegar ao tÃtulo, grupo da Libertadores, ou rebaixamento, no caso da Série A, sendo que na B esses são definidores do acesso, e da degola.
O item divisão é utilizado, ao compormos quatro ciclos de 16 pontos em cada um desses (acesso), e 11 pontos no caso do rebaixamento. O sistema nunca falhou e serve para que os clubes possam projetar o futuro.
Quando a 18ª rodada dessa divisão foi concluÃda, os clubes que tinham como meta o Brasileirão de 2018, deveriam ter 32 pontos, e aqueles que estão lutando contra o rebaixamento, 22 pontos.
Por incrÃvel que pareça, somente o América/MG, no caso maior, conseguiu a pontuação projetada com sobra de 4 pontos. Os demais ficaram em débito para o terceiro ciclo.
No campo da degola e próximo à essa, cinco clubes ficaram devendo alguns pontos: Brasil de Pelotas, Luverdense, Figueirense, ABC e Náutico, e terão que recuperar=se no ciclo que já está em andamento, com duas rodadas já realizadas e uma com apenas dois jogos (21ª).
Os clubes necessitam chegar à 27ª rodada somando os seguintes pontos (entre os 27 que serão disputados):
ACESSO:
América/MG = 12 pontos; Internacional = 18; Vila Nova = 19; Ceará = 20; Juventude = 20; Paraná = 21; Londrina = 21; Criciúma = 22; Guarani = 20; CRB = 23 pontos.
REBAIXAMENTO:
Boa Esporte = 8 pontos; Brasil de Pelotas = 12; Oeste = 9; Paysandu = 10; Goiás = 10; Luverdense = 10; Figueirense = 16; ABC = 17 e Náutico = 22 pontos.
Náutico, Figueirense, Londrina e Brasil ja atuaram em três rodadas do terceiro ciclo, enquanto os demais estiveram em campo por duas vezes, as pontuações que tiveram deverão ser abatidas dos números necessários.
Quanto ao alvirrubro de Pernambuco, que jogou três rodadas depois da 18ª e somou pontos, para completar o ciclo ainda terá pela frente 6 jogos, com 18 pontos a serem disputados, necessitando de ganhar 16 desses, ou seja 88% de aproveitamento.
Simples e elementar.
Quem desejar acompanhar as pontuações dos clubes, basta tirar uma cópia do artigo e usar a tabuada. Ou ficará alegre, ou deprimido.
São coisas do futebol.
CLAUDEMIR GOMES
Ao vencer o Figueirense (2x0), na abertura da 21ª rodada do Brasileiro da Série B, o Náutico não fez outra coisa senão seguir o único protocolo que pode lhe livrar do rebaixamento. Os fragmentos do resultado positivo alimentam a esperança dos alvirrubros: primeira sequência de duas vitórias como mandante; primeira vitória por diferença de dois gols; mas o relevante neste processo de reação é a melhora do desempenho da equipe. Afinal, todas as outras coisas são decorrentes desta evolução técnica e tática do conjunto. A posição do time na tabela de classificação e o encurtamento de distâncias somente serão definidos após a disputa de todos os jogos da rodada.
Os três pontos contabilizados ontem a noite, na Arena de Pernambuco, podem tirar o Náutico da desconfortável condição de lanterna, como acontece momentaneamente, mas para isso é preciso torcer por um tropeço do ABC no jogo que fará com o Internacional, na Arena das Dunas. O uso do pragmatismo não é para diminuir o otimismo do torcedor alvirrubro, mas para mostrar que, independentemente dos efeitos que os resultados dos jogos possam provocar, o trabalho do técnico Roberto Fernandes não pode ser analisado, aferido, apenas pela ótica dos resultados.
Fernandes pegou o bonde andando e cheio de avarias. Seu esforço será no sentido de chegar no fim da linha, e manter o mesmo destino: a Série B. Mas o comandante, com conhecimento profundo do clube com o qual se identifica, e conhece sua história, sabe que precisa ir mais além. O "milagre" que Fernandes pode operar não é evitar que o Náutico não seja rebaixado para a Série C. Se isto ocorrer será a resultante de um trabalho que encaixou e deu certo. O grande legado será a mudança na filosofia, na forma de jogar. Isto o treinador pode implantar independente dos resultados dos jogos.
Um clube que promove a mudança de cinco treinadores em sete meses não se planejou. Portanto, a missão de Roberto Fernandes não fica restrita a buscar resultados. Enquanto executa um trabalho na busca de uma meta, desenvolve um planejamento. Trocando em miúdo: é assoviar e chupar cana ao mesmo tempo. Apesar das dificuldades impostas pelas circunstancias do momento, o fato de já ter os futuros gestores dos clube acompanhando o seu trabalho deve ser visto como para missão maior do treinador.
A vitória sobre o Figueirense foi excelente, mas foi produto da melhora de rendimento. Palmas para Fernandes. A curto prazo pode até não parecer muita coisa, mas a médio e longo prazos, pode vir a ser a descoberta de um novo tempo para o Náutico.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Os ufanistas de plantão exageraram com relação ao primeiro jogo de Neymar, mesmo jogando contra um Ãbis francês. Quem já ouviu falar do En Avant Guigamp adversário do Paris Saint Germain no último domingo? Nem a imprensa especializada.
A atuação do atleta brasileiro foi normal para o nÃvel do outro time que estava no gramado. Tudo parecido com um jogo entre o Sport e o Santo Amaro, quando Dario, sob encomenda, marcou 10 gols.
O jornalismo esportivo brasileiro é um dos culpados pela destruição do nosso futebol, quando deixa de lado os nossos problemas para dar um destaque pirotécnico da estréia desse jogador no time francês, jogando no 5º campeonato da Europa. Uma página de um jornal do Recife sobre a sua atuação é uma aberração total.
Enquanto os adoradores do atleta choravam de alegria, o Brasileirão no seu final de semana foi uma triste tragédia com relação aos jogos realizados, e refletindo no seu público que caiu para a antiga média de pouco mais de 14 mil pagantes, mesmo com o Morumbi recebendo no jogo do São Paulo contra o Cruzeiro 56.052 torcedores. Se tal fato não tivesse acontecido, certamente seria bem menor.
No encerramento da 20ª rodada que aconteceu na noite de ontem, o que deveria ser a nossa maior competição tornou=se algo sem futuro, desde que já tem um campeão programado com antecedência, caso o Corinthians jogando como mandante na próxima semana, contra a Chapecoense, que está vivendo uma aventura, obtenha uma vitória, a sua diferença para o Grêmio passará a ser de 11 pontos.
Com a tal distância nem que a vaca tussa o alvinegro será atropelado, e por conta disso o tricolor gaúcho já está jogando a toalha, por conta de sua participação em dez jogos no perÃodo de 42 dias, quando apenas dois serão escalados os titulares.
Como levar torcedores aos jogos, quando as mÃdias passaram toda a semana com divulgações institucionais sobre o primeiro jogo de Neymar no Campeonato Francês? Tudo tem seu limite. Obvio que era um fato para ser discutido, mas não poderia ter a promoção como na realidade aconteceu.
Deixaram de lado o Brasileirão, os clubes também o fizeram quando colocaram times mistos em seus jogos, como o Cruzeiro, Grêmio, Flamengo e Botafogo por conta da Copa do Brasil. Tais atitudes tiraram os torcedores dos estádios.
Isso só aconteceu por conta de um calendário grotesco, imbecil, elaborado por apedeutas esportivos, quando foram colocadas várias competições ao mesmo tempo. Deu no que deu, times reservas, queda na média de público e jogos mequetrefes.
Alguns dos adoradores de Neymar sequer analisaram que das cindo derrotas do Grêmio no Brasileiro, três foram com times reservas (Sport, Palmeiras e Botafogo), sendo que contra o Sport, Renato teve que colocar em campo os reservas dos reservas. Foram nove pontos disputados, sem nenhum ganho.
Obvio que com os titulares teria conquistado pontos, e a distância para o lÃder poderia ser bem menor, dando motivação a competição.
Apesar disso os adoradores de Neymar não focaram o tema que comprova de forma bem clara que o Circo com a ajuda de todos os segmentos, está destruindo o que resta do futebol brasileiro.
Como a nossa preferência é para o futebol tupiniquim, embora acompanhando as boas partidas que são realizadas no Velho Continente, que na verdade são bem melhores, assistimos vários jogos locais, e por conta disso vamos ficar com Nikão , atlética do Atlético/PR que carregou o seu time numa noite brilhante para derrotar o Bahia pelo placar de 4x1.
Jogando como um ponta esquerda dos bons tempos, o atleta pintou e bordou no gramado sintético da arena da Baixada, e foi o melhor jogador em campo, marcando um gol e participando dos demais.
Para nós Nikão foi melhor que Neymar, por ter atuado contra um time melhor do que o adversário do Saint Germain.
O jogador brasileiro é bom de bola, mas a euforia foi desmesurada, e o atleta do Paraná nos trouxe de volta os grandes pontas do antigo e verdadeiro futebol brasileiro.
Ainda bem que temos Nikão.
CLAUDEMIR GOMES
O Náutico estréia no returno do Brasileiro da Série B medindo forças com o América/MG, hoje a noite, em Belo Horizonte. à o inÃcio da era Roberto Fernandes, quinto técnico a comandar o alvirrubro pernambucano nesta temporada. O Timbu entrou na zona de rebaixamento na segunda rodada do campeonato, e se firmou como lanterna, posição que ocupa há quinze rodadas. Este o tamanho do desafio do novo treinador que vai tentar operar o milagre da manutenção em dezenove jogos.
Os números parecem conspirar contra Fernandes, que é visto por parte da torcida como uma espécie de "messias". Bom! Os otimistas acreditam que, os ventos começaram a soprar a favor da nau alvirrubra desde que o nome do novo timoneiro foi anunciado. Por coincidência ou motivação, o fato é que, no perÃodo em que a diretoria revelou o interesse em recrutar o novo técnico, até sua chegada, o Náutico contabilizou duas vitórias seguidas, feito que não havia conseguido até então. Bom presságio.
Ontem, ouvi de um jogador, numa resenha da Rádio Clube, a frase: "Livrar o Náutico do rebaixamento para mim será a mesma coisa que ser campeão brasileiro". As circunstancias definem metas e satisfação. Evidente que este não era o cenário desejado pelos alvirrubros, entretanto, os inúmeros equÃvocos cometidos pelos dirigentes, no primeiro semestre do ano, levaram o Náutico a acumular insucessos. Roberto Fernandes é a última alternativa no sentido de corrigir parte do que foi feito e atenuar o prejuÃzo.
Apesar da dinâmica do futebol, os efeitos dos equÃvocos cometidos pelos dirigentes alvirrubros não serão reparados com a manutenção do clube na Série B. Evidente que tal façanha, ante as circunstancias do momento, será extraordinária, contudo, o Náutico precisa entrar em sintonia com o novo tempo, fato que já foi ressaltado por Roberto Fernandes. Pode soar até como uma incoerência, em plena crise dizer que o momento é propÃcio para se falar em novo tempo. Contudo, temos que considerar que, a chegada de novos dirigentes representa esperança de mudanças.
Esperança como a que o torcedor alvirrubro nutre com o inÃcio da era Roberto Fernandes.