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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Na manhã deste domingo me surpreendi com a notÃcia da morte, no Rio de Janeiro, de Davi Ferreira da Silva, 89 anos, conhecido no futebol brasileiro como o "técnico Duque". Fiz um passeio pela alameda do tempo, buscando nos esconderijos da memória passagens vividas com este personagem controverso do futebol brasileiro, que pôs sua assinatura em páginas gloriosas da história do Náutico, Sport e Santa Cruz.
Na década de 60 ingressei na adolescência. PerÃodo de descobrimentos na vida de qualquer cidadão. Logo fui seduzido pelos encantos do futebol. No inÃcio, com o Santa Cruz de Carpina, onde convivi com os meus primeiros Ãdolos. Meu pai, Jaime Gomes, junto com o meu tio, Carol Fernandes, me levavam para testemunhar as proezas do Centro Limoeirense no Campeonato Pernambucano. A leitura diária do Diário da Noite era tão obrigatória quanto os deveres de casa passados pelos professores do Salesiano. E foi através do vespertino que passei a conhecer lendas como Gentil Cardoso e Duque, técnicos que eram tratados como verdadeiros gênios.
Em 1975 iniciei minha carreira de jornalista no Diário de Pernambuco. Era o aprendiz da equipe comandada por Adonias Moura, e formada por craques como Lenivaldo Aragão, Robson Sampaio, Amaury Veloso, Júlio José, Valdi Coutinho, SÃlvio Oliveira. A época, o tÃtulo estadual era a prioridade dos clubes. Sob o comando de Davi Ferreira (Duque), o Sport conquistou o seu vigésimo tÃtulo estadual quebrando um jejum de treze anos.
Conviver com o professor Duque era, acima de qualquer coisa, somar conhecimentos. Pragmático ao extremo, sabia que para tornar os sonhos do futebol em realidade, era preciso saber conviver com as decepções. Desconfiado, chegava a ser ácido em suas comparações. Certa vez, estava fazendo a cobertura de uma viagem do Náutico para o DP, e ao me ver lendo o horóscopo, no jornal, ele se saiu com essa:
"Bom dia Major! Está lendo o horóscopo? Me faz um favor: lê o meu signo".
De pronto lhe atendi. Ao final da leitura, o agradecimento ao seu jeito:
"Só coisa boa não é Major? Me faça outro favor! Ali debaixo do viaduto tem um rapaz que também é do meu signo. Vá e leia para ele saber que as coisas vão melhorar".
A história de Duque no futebol pernambucano é riquÃssima. Mas por ser um sujeito controverso, muitas estórias lhes são atribuÃdas. Dentre outras coisas, os maldosos asseguram que foi ele o precursor da compra de atletas de outros times, prática que se tornou praxe.
Em 1977, o mestre Adonias de Moura me escalou para acompanhar o Náutico em dois jogos, em São Paulo, com o Palmeiras e com o XV de Piracicaba. Meu companheiro de viagem foi o fotógrafo, Diógenes Montenegro, o mais experiente do quadro do DP. Na delegação alvirrubra a novidade era o zagueiro Moacir.
O primeiro jogo foi na cidade de São Paulo, contra o Palmeiras, e no dia seguinte a delegação seguiu para Piracicaba, onde no domingo enfrentaria o XV, cujo destaque era o meia Nardela, jogador cobiçado por grandes clubes do futebol brasileiro.
Naquela época o relacionamento dos profissionais da imprensa com jogadores e comissão técnica era aberto e saudável. No final da tarde do sábado, após enviar material para a redação do DP, estava numa área de convivência do hotel quando Duque se aproximou:
"Boa Tarde Major"! Ele gostava de tratar as pessoas como Major. "Me disseram que você foi ao treino do XV de Piracicaba. A fera Nardela não vai jogar não. Essa foi a informação que me repassaram".
Vai sim, respondi.
"Mas ele não está com o tornozelo direito machucado?"
à o esquerdo, mas pelo que vi tenho quase certeza de que ele vai começar jogando. Conversamos muito enquanto ele fazia tratamento de contraste.
"O tornozelo direito estava muito inchado?"
à o esquerdo Duque, respondi.
No domingo, quando o juiz apitou dando inÃcio ao jogo, Moacir saiu da defesa voando para pegar Nardela no meio do campo. Deu=lhe uma porrada que ele subiu quase um metro. Dois minutos depois o meia do XV deixou o campo. Da cabine onde estava me senti como se fosse eu que tivesse dado aquela pancada no tornozelo esquerdo do rapaz. Havia sido usado. No final do jogo fui aguardar os jogadores na entrada do vestiário. Quando vi Duque me descontrolei: "Você me usou seu filho da...". Ele percebeu minha indignação, cortou caminho e disse para Edson Nogueira, que sempre foi seu fiel escudeiro; "Edinho conversa com o garoto".
O experiente Diógenes tratou de me acalmar. A noite, quando estava jantando no restaurante do hotel, ele se aproximou da mesa, nos pediu licença e sentou. Me olhou com firmeza, segurou meu braço, e justificou:
"Você tem todo o direito de ficar chateado. Eu lhe usei em busca de uma informação. Mas posso lhe assegurar que você prestou um bom serviço porque se aquele jogador permanecesse em campo, a vitória seria deles". Levantou=se e foi embora. No dia seguinte parecia que nada aconteceu.
Assim foi o Duque que conheci, e com quem convivi. A última vez que nos vimos foi na festa do Cinquentenário da Federação de Futsal. Ele foi trazido por seu grande amigo, Edson Nogueira, que lhe prestou uma justa homenagem.CLAUDEMIR GOMES
Os treinadores, Beto Campos e Givanildo Oliveira, bem que se esforçaram no sentido de convencer os torcedores de que o empate sem gols no clássico entre Náutico e Santa Cruz, válido pela 14ª rodada do Brasileiro da Série B foi bom para os seus respectivos clubes. A invencibilidade de ambos os times nas três últimas rodadas foi posta como escudo por tricolores e alvirrubros, que esqueceram, momentaneamente, que empate não encurta distância. Givanildo chegou a ressaltar a tese de que, "se a cada cinco jogos o clube somar onze pontos estará classificado". Tal princÃpio deixa Náutico e Santa Cruz com a obrigação de contabilizar duas vitórias nos próximos dois jogos, para dessa forma, fechar o ciclo de cinco partidas contabilizando 11 pontos. A matemática do sucesso também nos mostra que, um clube assegura o acesso com 19 vitórias e 8 empates.
Uma crÃtica contumaz à s análises dos jogos, é a de que nos dias de hoje existe muitos analistas de números. Talvez este seja um dos efeitos do futebol de resultados. Mas não podemos deixar de considerar que, além de dar um norte, os números revelam lógicas e tendências. E são através de estudos de mutações e probabilidades que observamos a evolução dos treinamentos que visam corrigir falhas e aprimorar fundamentos. O número impressionante de defesas de pênaltis é proveniente de estudos feitos em relação a probabilidade de tal batedor chutar mais para um lado do que outro. Os grandes clubes se munem, cada vez mais, de um aparate tecnológico buscando sempre a diminuição da margem de erros. Evidente que, no final, como sempre aconteceu, o talento individual, a qualidade técnica do jogador, faz a diferença.
Números a parte, Santa Cruz e Náutico fizeram um jogo, na tarde do sábado, na Arena Pernambuco, de uma pobreza técnica impressionante. Um excesso de transpiração para nenhuma inspiração. Quem viu o jogo despido de paixão não precisou de muito esforço para concluir que, para alcançarem suas metas dentro da competição, tricolores e alvirrubros precisam evoluir muito. O técnico Beto Campos promoveu duas estréias no time do Náutico. Vale lembrar que estamos falando de um esporte coletivo, onde a harmonia do conjunto é imprescindÃvel para se obter sucesso. Em 14 jogos disputados os treinadores do Náutico mandaram a campo catorze formações diferentes. Uma das máximas do futebol revela que, "quando o time vai bem o torcedor traz a escalação na ponta da lÃngua".
O Santa Cruz fará os próximos dois jogos na condição de visitante. Os comandados de Givanildo Oliveira irão a campo pressionados por vitórias. Afinal, como bem disse o comandante, "se somar 11 pontos a cada cinco jogos a meta será alcançada". Matemática é ciência exata. Em 9 pontos disputados foram contabilizados cinco. Portanto, faltam 6 pontos, ou duas vitorias como queiram, no atual ciclo.
JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO = blogdejjpazevedo.com
Um dos mais longevos jornalistas do Brasil, Alberto Dines, tem uma frase antológica, que reflete as dificuldades do jornalismo esportivo e a sua falta de independência.
"O jornalismo esportivo pode ser crÃtico, veemente rigoroso até certo ponto mesmo estando desiludido obriga=se a manter algumas ilusões básicas. Para consumo interno e externo. A não ser que queira transferir=se para outras editorias", escreveu Dines.
Nada mais real do que essa frase, e os exemplos são bem claros no nosso dia a dia. Na transmissão de um jogo de qualidade duvidosa, os narradores e comentaristas fazem pequenas ressalvas, desde que não pode analisá=los de forma correta, por conta dos valores que são cobrados pelos patrocÃnios que poderão perceber que compraram um gato por lebre.
A notÃcia publicada é produzida de forma estática, sem que aconteça uma análise de seus reflexos. O jornalismo esportivo na televisão tornou=se um programa humorÃstico, onde os gracejos imperam, e os esportes ficam de lado.
Por outro lado, perdeu a liberdade de questionar, e faz parte de um novo sistema de encenação, quando compactua com o errado sem as devidas condições de constestá=lo.
Sentimos falta do repórter que saia em busca das fontes, daquele jornalista furão que procurava uma agulha no palheiro para sua matéria, mas isso deixou de acontecer, desde que essa só será divulgada com a autorização do editor e, por sua vez, tem que consultar o editor chefe, que procura o diretor, e esse o dono da empresa que irá dar a palavra final, caso a notÃcia não tenha ligação com um amigo.
Por conta disso as redes sociais estão tomando conta do processo, quando divulgam os fatos como aconteceram de forma independente.
O atual modelo do futebol brasileiro ainda persiste por conta da ausência de um jornalismo investigativo e analÃtico, desde que hoje os questionamentos rarearam, a busca dos fatos e das denúncias foram trocados pela internet, e as mazelas continuam livres e felizes habitando o sistema vigente.
Não pode haver clubismo como acontece de forma bem aberta, ou amizade com atletas e dirigentes, e sim a notÃcia e sua verdade, que checada com boas fontes teria que ser divulgada doa a quem doer. Isso é quase impossÃvel desde que os poderosos não iriam permitir. Esses só gostam de elogios, como a madrasta de Branca de Neve.
A imprensa livre é fundamental para a democracia, e o exemplo está na divulgação da corrupção que assolou o paÃs.
Sabemos da vida dura de um jornalista esportivo, em especial o setorista de um clube, que se contar a verdade do que observa e ouve, certamente seria expulso e com um pedido dos cartolas para demiti=los.
Na verdade hoje são assessores de imprensa, divulgando o prato feito que lhes é entregue.
Numa região medieval como a nossa, o fato é ainda mais grave, com suseranos que não admitem crÃticas e tem o poder junto ao dono de um veÃculo de comunicação para demitir aquele que ousou divulgar algo que não seja do seu interesse.
à lamentável mas faz parte da nossa dura realidade.
CLAUDEMIR GOMES
Vitórias sempre funcionam como antÃdotos para tudo de ruim, ou negativo, para o futebol. E este foi o maior ganho do Sport na vitória (3x0) sobre a Chapecoense, na noite na quinta=feira, na Arena Pernambuco. Evidente que, o fato de o time comandado por Vanderlei Luxemburgo ostentar uma invencibilidade de sete jogos, uma sequência de quatro vitórias no Brasileiro da Série A, instiga o torcedor leonino que deu mais uma demonstração de força e fidelidade ao comparecer, em grande número, ao estádio em São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Contudo, o lucro maior da vitória sobre a Chape foi afastar a nuvem negra que pairava sobre a Ilha do Retiro com episódios envolvendo o jogador, Diego Souza, maior referência do elenco.
O gol marcado pelo atacante da Seleção Brasileira espantou uma iminente crise. Luxemburgo sempre agiu com muita habilidade durante toda a turbulência criada no perÃodo em que o jogador se ausentou do clube. No jogo de ontem, mais uma vez, deu uma mostra de sensibilidade e sabedoria. Não escalou o craque de frente, lhe poupando de qualquer tipo de cobrança, que por ventura viesse acontecer, e o acionou na hora certa. Diego funcionou como ponto de desequilÃbrio, marcou um dos gols da vitória e foi festejado pela torcida. Pronto! Tudo resolvido. Gol e vitória. Essa associação é infalÃvel.
E o torcedor rubro=negro ainda festeja o fato de a defesa do Sport não sofrer gols há cinco partidas. São muitos os efeitos provocados por uma sequência de resultados positivos, a partir do respeito imposto aos adversários. Campanha vitoriosa é imperativa em qualquer competição do mundo. O que há de mais relevante nessa sequência de resultados positivos do Sport é a identificação do grupo com a proposta do técnico Vanderlei Luxemburgo. A medida que foi conhecendo o potencial do grupo, o treinador foi definindo as variantes táticas. As vitórias foram determinantes para a conquista da confiança do grupo. Mais que um padrão, o Sport começa a definir uma filosofia de jogo, coisa que há muito tempo não observamos na Ilha do Retiro.
Experiente, Luxemburgo vem operando uma "limpeza" sem traumas e alardes. O treinador leonino não precisou de muito tempo para enxergar que o elenco do Sport estava recheado de profissionais que foram recrutados de forma equivocada, que não tinham nada a agregar a um clube cuja meta é se estabelecer no top 10 do futebol brasileiro. Separar o joio do trigo não é tarefa fácil, normalmente causa ruÃdos e deixa fissuras no grupo. Na Ilha do Retiro ela está sendo realizada com uma discrição elogiável sob a coordenação do professor Luxemburgo.
ROBERTO VIEIRA
Oh, yeah!
Hoje é Dia do Rock?
Poderia ser do samba.
Samba que é o rei do paÃs de Pelé.
Como poderia ser o Tango.
Nas milongas argentinas e uruguaias.
Futebol que já foi Valsa nos pés de Wunderteam.
La vie em rose na careca de Zidane.
Ãpera de Verdi, Meassa e Rossi.
Porém, for those about to play?
We salute you!
Rock'n roll.
O futebol é rock nas veias e nas imagens uniersais.
Beatles e Brasil de 58 e 70.
Ducan Edwards e Buddy Holly.
A estrada para o céu dos uruguaios em 50.
A estrada para o inferno de Barbosa.
George Best e Dylan embriagados nos anos 60.
Puskas e a canhota de Hendrix.
Crujff polivalente tal qual Oldfield.
Hooligans, organizadas e Sex Pistols.
O magic bus nos conduzindo ao teatro dos sonhos.
RuÃnas de um domingo sangrento domingo.
Quantos de nós atingimos o Nirvana nos 90 minutos?
Quantos de nós não cantamos We Are The Champions?
We Will Rock You?
O rock se traduz em gols e defesas milagrosas.
A glória de uma Space Oddity.
A derrota no dark side of the moon.
Quando enlouquecidos como Barret vagamos pelas alamedas da mente.
Mutantes.
Legiões urbanas.
ClaptomanÃacos do ingresso da bola.
Pois não existe Satisfaction sem futebol.
Futebol que nunca se recusa to spend the night together.
Futebol nascido de três acordes básicos.
Futebol que se tornou psicodélico, punk e progressivo na infinita highway.