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Maio 2012 ›› ROBERTO VIEIRA
Osvaldo Brandão estava no seu penúltimo capÃtulo de glória.
Campeão invicto do Paulista de 1972.
O ano do Sesquicentenário da Independência.
Waldomiro Silva era uma lenda tricolor.
O homem que resgatou a equipe nos anos 50.
E conquistou o Torneio Pernambuco Bahia quando ninguém mais sonhava possÃvel.
Brandão chegou em Recife.
E tascou a faixa no Ãcone coral.
Momento inesquecÃvel na história de nosso futebol.
CLAUDEMIR GOMES
CaÃram os dois últimos invictos do Campeonato Pernambucano: Sport e Salgueiro! Eis o ponto mais relevante da sexta rodada do hexagonal que apontará os semifinalistas da competição. O fato criou um novo cenário e abriu um leque de possibilidades para a classificação final desta fase, que definirá os confrontos que apontarão os dois clubes que brigarão pelo tÃtulo. Mesmo perdendo (1x0) para o Santa Cruz, no Estádio Cornélio de Barros, o Salgueiro segue isolado na liderança com 13 pontos, enquanto o Náutico, com a vitória (2x1) sobre o Sport, saltou da quarta para a segunda posição com 11 pontos ganhos. Santa Cruz e Sport estão com o mesmo número de pontos ganhos: 9.
No futebol de resultados a invencibilidade funciona como um rótulo que mascara o conteúdo. No sábado, em conversa com o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, lhe revelava meu sentimento em relação ao jogo do Santa Cruz com o Salgueiro, no Sertão. Apesar de um retrospecto altamente favorável ao Carcará, comentei sobre um possÃvel relaxamento do lÃder, fato que poderia proporcionar uma vitória ao Tricolor do Arruda. Não tenho vocação para ser vidente, mas o fato ocorreu. O Salgueiro só acordou quando levou o gol. Aliás, o técnico Evandro Guimarães aproveitou a parada técnica que ocorreu no primeiro tempo, fez uma correção no posicionamento da equipe e o time da casa passou a ter o jogo na mão. O que lhe faltou foi competência na última bola. Por outro lado, o Santa Cruz foi de uma eficiência elogiável ao adotar um posicionamento defensivo durante todo o segundo tempo.
A vitória do Tricolor vai além dos três pontos conquistados. O grupo superou o fato novo ocorrido no meio da semana que foi a quebra de uma invencibilidade de nove jogos. A derrota foi para o próprio Salgueiro, no Arruda, e levou a torcida coral a pensar que o mundo havia desmoronado. Um time que parecia voar em céu de brigadeiro, de repente, entra numa turbulência assustadora. Coisa de futebol de resultado. Vencer o Salgueiro no Sertão devolveu a calmaria ao técnico VinÃcius Eutrópio, que agora direciona sua atenção para a Copa do Nordeste, onde o Santa Cruz tem um clássico, próximo domingo, com o Náutico.
O jogo deixou evidente que o lÃder Salgueiro tem suas limitações. A idade começa a pesar para o esforçado Marcos Tamandaré, uma das referências do grupo. Ontem, o Santa Cruz explorou bem a porteira aberta que o lateral deixava sempre que subia. Uma porteira onde passava um boi e passava uma boiada.
CLAUDEMIR GOMES
Sport e Náutico disputam, hoje a noite, na Ilha do Retiro, o "Clássico Ressaca", que a exemplo dos jogos disputados, até o momento, no Pernambucano, não deve ser prestigiado por um bom público. Afinal, na Terra do Frevo, onde ainda é possÃvel ouvir os últimos acordes em vários pontos da cidade, graças aos incansáveis e irresponsáveis foliões, imaginar um estádio cheio em plena quarta=feira de cinzas é pura alucinação. Ademais, a televisão exibirá o "espetáculo", ao vivo e a cores, a partir das 21h45, quando a maioria dos amantes do futebol estará em pleno repouso para reiniciar a jornada de trabalho a partir da quinta=feira.
O futebol pernambucano vive numa ressaca permanente, fato que lhe levou a ficar pequeno. Os "iluminados" dão um "show", na confecção do regulamento e da tabela. O resultado de tanta lambança é este estado de coisas que estamos testemunhamos: clássico na quarta=feira de cinzas com um dos clubes mandando a campo um time alternativo (reserva). O Sport adotou uma coerência seletiva, ou seja, quando enfrenta adversários considerados tecnicamente inferiores, poupa os seus titulares. No clássico que disputou com o Santa Cruz os leoninos foram a campo com a força máxima. Neste confronto com o Náutico estão desdenhando do adversário.
Quem teve a curiosidade de consultar a programação do carnaval recifense observou que, o ponto final da folia não aconteceu na terça=feira, como mandava a tradição. O movimento popular cresceu, e nos dias de hoje os desfiles de blocos só terminam na quarta=feira que há muito deixou de ser ingrata para se incorporar aos dias de festa. A justificativa para a lambança de programar um clássico para a quarta=feira de cinzas é a mesma que já foi utilizada para explicar outros equÃvocos: "falta de datas no calendário".
Em 1957 o compositor, Luiz Bandeira, fez um frevo antológico se referindo a quarta=feira de cinzas: "à de fazer chorar". Um tÃtulo bastante atual quando transferido para o futebol pernambucano.