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Maio 2012 ›› JOSÃ JOAQUIM PINTO DE AZEVEDO
No ano de 2010 a media de público do
Brasileiro da Série A foi de 15 mil pagantes. Em 2016 essa foi de 15,2 mil, ou
seja uma estagnação após seis anos, sendo que nesse último o futebol tinha as
arenas construÃdas para a Copa do Mundo.
Pelas estatÃsticas do IBGE, o futebol e cinema são as preferências nacionais entre as diversões fora de casa. O segundo cresceu com as novas salas e um único filme consegue levar um número maior de espectadores do que uma competição nacional anual, o primeiro continua emperrado.
Por outro lado, todas as pesquisas realizadas mostram que a maior causa que afasta o torcedor dos campos de jogos é a violência, que representa a ressonância de um estado sem lei e sem ordem.
A impunidade reinante é um exemplo nefasto para a sociedade brasileira. Uma operação de limpeza ética e moral, como a Lava Jato está sendo torpedeada pelos corruptos envolvidos. Tal modelo reflete nas ruas.
O paÃs não tem comando, não tem um Congresso respeitável, não tem um executivo com força e o somatório disso obviamente produz as mazelas dos tempos atuais.
Não existe uma melhor forma de lazer do que o futebol, seja ele profissional, como até de peladas, mas esse sofre com os seus péssimos dirigentes, e sobretudo por conta de marginais com camisas de torcedores que proliferam no paÃs.
O vandalismo que o Brasil assistiu no último domingo no entorno do estádio Nilton Santos, terminou com um morto, 08 feridos, e entre esses um em estado grave, representou a falência do estado nacional.
Aliás uma morte anunciada há tempo. O Rio de Janeiro é o estado mais bonito do paÃs, seu povo sempre foi feliz, mas nos últimos anos passou por um processo de rápida degradação graças a politica, com um governador na cadeia por corrupção.
O estado vive um momento de manifestações de mulheres de policiais impedindo a saÃda das viaturas dos batalhões e todos sabiam, inclusive os que fazem a Federação local, que não haveria um contingente satisfatório para o policiamento externo, fato esse comprovado com uma ata da entidade assinada pelos envolvidos, reduzindo a presença dos policiais nas ruas vizinhas ao estádio Nilton Santos.
Já tinham sido vendidos de forma antecipada 22 mil ingressos, uma quantidade bem razoável.
Para que se tenha uma idéia, à s 17h30, um pouco antes da partida, o policiamento era reduzido, sem a capacidade de conter as confusões desenhadas, e que minutos após começaram, sendo transmitidas para todo o paÃs e o mundo.
As organizadas chegaram sem a escolta como acontece em jogos maiores, e em determinado momento foi iniciada a guerra, com um confronto entre essas, e logo após com a participação dos policiais.
Centenas de pessoas armadas de barras de ferro, lixeiras, até das catracas do estádio, e o sangue começou a correr. Um bombeiro resgatou um dos participantes que iria ser queimado pelo rival.
A diretoria do Botafogo que era o time mandante do jogo, verificando o problema do policiamento, a o grande número de ingressos vendidos, solicitou da Federação local o cancelamento do jogo antes dos acontecimentos, mas a entidade negou. Deu no que deu.
A situação da Policia do Rio de Janeiro com as diversas manifestações nas portas dos quartéis era conhecida por todos. Além disso, o domingo teve a segurança das praias, e dos blocos carnavalescos, com multidões nas ruas, e não era um local propicio para uma competição com um bom numero de espectadores.
Se o futebol carioca tivesse bons dirigentes, certamente o jogo seria adiado, mas o que pesou não foi a segurança do torcedor, e sim a falta de datas por conta do maldito calendário.
Obvio que insistir em um evento sem garantia é crime, e foi isso que aconteceu no Rio de Janeiro, contribuindo mais para as ociosidades dos estádios.
Na realidade o Brasil necessita de homens que possam trazê-lo para dias bem melhores do que os atuais. Com o que temos certamente não conseguiremos vencer a luta contra a violência, e sobretudo contra a corrupção.
Foi mais uma derrota por 7x1.

MÃQUINA DO ESPORTE
O Santa Cruz marcou data para apresentar o novo uniforme 3 do time; a estreia da nova vestimenta será no dia 25 de fevereiro, em partida contra o Uniclinic. E a camisa terá um detalhe diferente: ela foi desenhada por um torcedor.
Trata-se do resultado da ação Manto das Multidões, lançada no fim de 2016, quando a Penalty acertou o atual contrato com o time pernambucano. Na ativação da empresa, os torcedores podiam mandar sugestões de desenhos para a camisa 3, que foram selecionadas e passadas por um processo de eleição na internet.
A empresa ainda não divulgou qual foi o modelo escolhido. Na votação final, apenas cinco camisas estavam na disputa.
CLAUDEMIR GOMES
O placar de 2x2 parece que foi tabelado para o confronto entre Sport e RÃver do Piauà na Copa do Nordeste. Na edição de 2016 os dois times se enfrentaram duas vezes e o marcador foi o mesmo registrado neste sábado a noite, na Ilha do Retiro. O jogo de volta está programado para o dia 25, sábado de carnaval, à s 21h, no Estádio Albertão, em Teresina/PI. Quem errar o passo, e sair do compasso, perde a liderança. Ontem, quem "dançou" feio foi a defesa leonina ante o gingado de Viola, fato que deve ter deixado o técnico Daniel Paulista, prevendo o que pode vir acontecer na casa do adversário em pleno Sábado de Zé Pereira. Por sorte no Piauà não existe Galo da Madrugada.
Os dois times = Sport e RÃver = estavam com suas defesas invulneráveis, vinham de duas vitórias e se creditaram a protagonistas de uma festa que, pelo resultado do jogo = 2x2 = acabou sendo da equipe piauiense, mantida na liderança do Grupo C pelo saldo de gols. Mas como diz o leonino, Ricardo Medeiros, "eu quero saber é do meu time". Pois bem! O Leão não fez uma boa apresentação. Mais ainda: exibiu uma fragilidade defensiva que ainda não havia sido exposta por conta das limitações dos adversários enfrentados, até então, no Pernambucano, na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil onde goleou o fraco time do CSA por 4x1, no meio da semana, em Maceió.
A lentidão dos zagueiros, Durval e Ronaldo Alves, e os poucos recursos dos laterais, Samuel Xavier e Mansur, levaram os torcedores presentes ao estádio à certeza de que se faz necessário reforçar o sistema defensivo para a disputa do Brasileiro da Série A. Ano passado o Sport teve o sexto melhor ataque da Série A, e a quarta defesa mais vazada. Até o momento nada foi feito no sentido de "fechar a porteira", que ficou mais escancarada após a saÃda de Renê para o Flamengo. Para competições do nÃvel do Estadual e da Copa do Nordeste o quarteto defensivo do rubro=negro pernambucano pode até dar para o gasto, mas suas limitações são inquestionáveis.
Desde 2014, quando conquistou os tÃtulos do Pernambucano e da Copa do Nordeste, que o Sport tem uma forma de jogar. A bola se movimenta da mesma forma na saÃda de jogo, na passagem pelo setor de armação até chegar ao ataque. Na linha de frente há sempre um atacante que explora o setor direito, fato que possibilita o treinador a definir alternativas táticas, a buscar variantes no plano de jogo. Ano passado foram feitos investimentos em profissionais que atuavam como referências de área e nenhum deu certo. No futebol existem coisas que são imutáveis, por mais revolucionário que seja o sistema de jogo ou a filosofia implantada por um treinador. Embora alguns "professores" chamam a lateral do campo, principalmente no setor de ataque, de "zona morta", as jogadas construÃdas por aquele setor deixam as defesas adversárias em polvorosa. Everton Felipe ocupou bem o lado direito do ataque leonino na temporada 2016. Evoluiu e foi um dos destaques do time. Este ano Daniel Paulista tem posto ele para jogar num outro posicionamento. Contra o RÃver o Sport começou jogando sem um atacante pela direita. Durante o jogo o treinador procurou consertar o equÃvoco, neutralizou o principal setor de construção dos contra=ataques do adversário e deixou time da casa mais agudo, com Rogério fazendo acontecer num espaço que ele tão bem conhece.
A expectativa sobre a estréia de André era grande, mas nada se podia cobrar do atacante que tem a caracterÃstica de flutuar pelo setor direito do campo. As qualidades do reforço que custou cerca de R$ 5 milhões aos cofres do Leão são inquestionáveis. No reencontro com a torcida que o idolatra, André foi horrÃvel na cobrança de um pênalti, mas teve a oportunidade de se redimir na mesma jogada e marcou o gol que daria a vitória ao Sport, caso não tivesse ocorrido a lambança na qual o lateral Samuel Xavier foi o grande protagonista. Erro que redundou no segundo gol do RÃver. Com erros e acertos de ambos os lados, num jogo de baixo nÃvel técnico, a tabela foi justa: 2x2.