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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR
GOMES
O público geral da primeira
rodada do Campeonato Pernambucano não chegou a 9 mil pagantes. O fato se torna
mais agravante porque houve um clássico: Náutico 1x1 Santa Cruz. A inclusão de
um clássico na abertura do Estadual é mais um absurdo dessa fórmula esdrúxula
imposta pela Federação e aceita, de forma pacÃfica e inexplicável pelos clubes.
O que nós estamos assistindo não é outra coisa senão a banalização dos
clássicos.
Toda competição tem na
rivalidade a sustentação do seu alicerce, fato que leva os organizadores a
darem um tratamento diferenciado aos grandes confrontos que, pelo peso e importância
passaram a ser tratados de "clássicos". Há muitas décadas o futebol
pernambucano passou a ter três "clássicos," que são disputados por Náutico, Santa
Cruz e Sport. Alguns desavisados e incultos costumam chamar um confronto de um
dos grandes clubes da Capital com um clube do Interior, que vive bom momento,
de "clássico", cometendo um equÃvoco imperdoável. Esta é uma forma de banalizar
o clássico, mas que não provoca grandes prejuÃzos.
Sport, Náutico e Santa Cruz,
tradicionais candidatos ao tÃtulo estadual, disputarão 14 jogos para poder
levantar a taça de campeão. Com este modelo de disputa, o campeão pode vir a
disputar 8 clássicos em 14 rodadas: quatro na primeira fase do hexagonal; dois
nas semifinais e dois na final. Enfim, mais da metade dos jogos disputados pelo
campeão serão clássicos, numa indiscutÃvel banalização. Com tanta repetição prevista,
qual o interesse do torcedor de Náutico e Santa Cruz pelo primeiro "classico"? A
resposta foi dada na bilheteria: público inferior a 5 mil pagantes.
Tricolores e alvirrubros
voltam a medir forças no próximo sábado, desta feita em jogo válido pela Copa
do Nordeste. No curto espaço de dois meses, Náutico e Santa Cruz disputarão 4
clássicos ( 2 pelo Pernambucano e 2 pela Copa do Nordeste). Existe a
possibilidade de se confrontarem mais duas vezes no pernambucano: nas
semifinais ou na final. Não podemos esquecer que, pelo fato de os dois clubes
disputarem a Série B, terão dois clássicos entre si no Campeonato Brasileiro. E
assim o "Clássico das Emoções" vai se transformando no "Clássico da Tolerância".
CLAUDEMIR
GOMES
O futebol brasileiro vive
uma de suas maiores crises por falta de pensadores nas gestões da CBF e das
Federações. O placar humilhante - 7x1 - que a Alemanha impôs a nossa Seleção na
Copa de 2014 foi um grito de alerta que não chegou a ecoar como devia, ou seu
efeito não foi o desejado por aqueles que sonham com melhores dias. Após a
chegada do técnico Tite ao comando da Seleção Brasileira passamos a saborear
uma sequência de bons resultados - sete vitórias - e tudo voltou às mil
maravilhas, como se o futebol nacional se resumisse à Seleção Brasileira. E os
clubes, e as competições?
Há muito que se fala que os
Campeonatos Estaduais são estrelas cadentes. A partir do momento em que se
começou a trabalhar a nacionalização do futebol, fato ocorrido na década de 80,
época em que foi criado o Clube dos 13, a falência das competições domésticas
passou a ser fato consumado. Passaram-se trinta anos e ninguém encontrou um
modelo adequado e coerente para o futebol verde e amarelo. A criação de
competições regionais para suprir carências dos estaduais, que já não atendiam
as exigências da nova ordem, onde o futebol é tratado como um grande negócio,
ainda não apresentou uma resposta positiva por conta do inchaço que promoveu a
inclusão de clubes sem expressão. Se por um lado o excesso de jogos atende as
necessidades, preenchem as grades da televisão, por outro provoca o êxodo dos
torcedores dos estádios. Os registros de públicos em todas as competições, de
Norte a Sul do PaÃs, neste final de semana, referendam nosso pensamento.
A incapacidade dos
pensadores em definirem um modelo que atenda as necessidades das diversas
regiões, facilita a dragagem que começa a ser feita pela internacionalização.
Evidente que a globalização também iria dominar o futebol. O problema é quem
ninguém se preparou para a sua chegada. Hoje, um número expressivo de
torcedores brasileiros aguardam os jogos da Champions League com mais ansiedade
do que os jogos do Campeonato Brasileiro. A internacionalização provoca um
efeito acachapante, ou seja, vem de cima para baixo, e transforma, não apenas
algumas regiões, mas todos os Estados da Federação numa reserva de mercado.
O efeito? Estádios vazios e
futebol de péssima qualidade.
CLAUDEMIR
GOMES
Em inÃcio de temporada nem
futebol de seleção presta. Talvez esta seja uma das razões dos estádios estarem
tão vazios. Portanto, vamos nos contentar com os resultados. A magra vitória
(1x0) da Seleção Brasileira sobrea Colômbia, em amistoso, no estádio Engenhão,
no Rio de Janeiro, serviu apenas para aumentar o crédito do trabalho do técnico
Tite, que segue invicto. Seguindo a mesma linha de raciocÃnio, consideramos
positivas as estreias dos clubes pernambucanos na Copa do Nordeste.
O Náutico passeou na frente
do Uniclinic do Ceará, a quem goleou por 4x0 na Arena Pernambuco; o Santa Cruz
arrancou um empate (1x1) diante do Campinense, em Campina Grande, no confronto
que, teoricamente era o mais difÃcil, e o Sport venceu o Sampaio Correa (1x0),
na Ilha do Retiro, graças a um erro da arbitragem que não marcou o impedimento
do zagueiro, Ronaldo Alves, no lance que redundou no único gol da partida.
Os estádios vazios provocam
a abertura de um leque de discussão e são muitos os argumentos utilizados no
esforço de mostrar que o afastamento dos torcedores dos estádios é fato
corriqueiro em inÃcio de temporada. Há controvérsias neste sentido. O mestre,
José Joaquim Pinto de Azevedo, tem nos mostrado, há um bom tempo, que o êxodo
dos torcedores tem crescido ano após ano. A julgar pelos públicos registrados
em diversos jogos realizados pelo Brasil afora, em diferentes competições, a
temporada 2017 não será positiva neste item, ou seja, os estádios estarão mais
vazios.
Neste final de semana vamos
ter um bom teste para o torcedor pernambucano. à que começam as disputas do
hexagonal que apontará o campeão estadual da temporada. Central, Salgueiro e
Belo Jardim juntam-se ao trio de ferro da Capital %u2013 Sport, Náutico e Santa Cruz
%u2013 para o melhor da festa. A farra começa com o Sport medindo força com o
Central, sábado a tarde, na Ilha do Retiro. No domingo teremos o clássico entre
Náutico e Santa Cruz, na Arena Pernambuco, e o jogo entre Salgueiro e Belo
Jardim, no Interior. Se vivo estivesse, o comentarista, Barbosa Filho, diria
que este "é um campeonato mequetrefe". Um conceito que deve ser abraçado por
milhares de torcedores, razão me leva a crer que não teremos o registro de bons
públicos na chegada do Campeonato Pernambucano ao Recife.
Nesta fase do Pernambucano
que se inicia sábado, movimentando três cidades, uma vez que o Belo Jardim leva
os seus jogos para a cidade de Caruaru, os seis clubes se enfrentam pelo
sistema de ida e volta. Os quatro primeiros colocados disputam as semifinais.
Embora saibamos que o futebol reserva muitas surpresas, tudo indica que, mais
uma vez teremos Sport, Náutico, Santa Cruz e Salgueiro disputando as vagas para
as finais. Está escrito nas estrelas.