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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Santa Cruz e América/MG disputam domingo, no estádio do Arruda, aquele que podemos chamar de "o jogo da lanterna". Os dois clubes ocupam as duas últimas posições na tabela de classificação, e a queda para a Série B já está sacramentada para ambos como castigo pelas campanhas bisonhas que descreveram na Série A. Seguindo um raciocÃnio lógico, é possÃvel afirmar que o confronto não atrai a atenção dos torcedores. No entanto, há controvérsias. Afinal, estamos falando da torcida do Santa Cruz, que no seu imaginário encontra motivações que contrariam a lógica.
Os tricolores já encantaram o planeta futebol quando o Santa Cruz disputava a Série D, quarta divisão nacional, e em determinada partida foi registrado um público de 60 mil torcedores. Agora, quando tudo conspirava para o jogo = Santa Cruz x América/MG = ser o mais discreto da 34ª rodada do Brasileiro da Série A, os fieis amantes corais lançam o mote: "Pela Camisa". Mais que uma convocação de fidelidade, o apelo também funciona como uma ordem aos profissionais que ora vestem a camisa tricolor. A vitória é uma questão de honra, de pudor. O castigo para o 17º colocado é o mesmo para o 20º, ou seja, o rebaixamento. Contudo, o último colocado recebe o carimbo e o lacre de "lanterna" da competição. à como se fosse o último dos condenados. O profissional pragmático não analisa o cenário por tal ótica. Mas o apaixonado, o amante tricolor se sente torturado com o indesejado troféu. Coisa da paixão que jamais será desvinculada do futebol, por maior que venha a ser sua evolução.
O gesto, a atitude dos torcedores não isenta os gestores do clube de culpa pela desastrosa campanha na Série A. Se a lanterna vir a ficar nas mãos dos tricolores, é um troféu com a marca registrada deles, dos atuais dirigentes, que ainda estão pegando carona no movimento deflagrado pela torcida, anunciando que, a renda do jogo servirá para resgatar parte do débito que o clube tem com os funcionários administrativos.
Não vamos sonhar com um milagre similar ao da multiplicação dos pães, mas quando se trata da torcida do Santa Cruz é sempre bom reservar um espaço para aquilo que chamamos de inimaginável.
CLAUDEMIR GOMES
O novembro azul chega para acelerar o processo sucessório no Sport Club do Recife. No próximo dia 16 será publicado o edital de convocação para as eleições que acontecerão em dezembro. Até o momento nenhum nome foi oficializado como candidato a sucessor do presidente executivo, João Humberto Martorelli. A expectativa gira em torno do provável encontro de várias lideranças do clube, nesta terça=feira, no qual poderá ser anunciado o nome do ex=presidente, Homero Lacerda, como candidato ao executivo. Por tradição, já que não é regra, Martorelli passaria a ocupar a presidência do Conselho Deliberativo no próximo biênio. O ex=presidente, Luciano Bivar, se colocou a disposição para ocupar qualquer cargo, abrindo a possibilidade de ser formada a dupla, Homero/Luciano, que levou o Sport ao tÃtulo mais importante de sua história: o Brasileiro de 1987.
Em meados de outubro, Luciano Bivar sugeriu o nome do empresário, Eduardo Monteiro, presidente do Grupo EQM, projeto inviabilizado devido aos muitos compromissos de Monteiro. O ex=presidente, Milton Bivar, que levou o Sport a conquista do tÃtulo da Copa do Brasil em 2008, teve seu nome lembrado pelo atual presidente do Conselho, Jarbas Guimarães, mas a proposta não chegou a ser oficializada. O grupo capitaneado pelo ex=presidente, Wanderson Lacerda, pode lançar o ex=diretor de futebol, Fred Domingos como candidato.
No atual cenário Homero Lacerda aparece como o grande favorito dada a empatia do torcedor rubro=negro com o seu nome. O ano de 87 nunca acabou para o Sport. A história da conquista do tÃtulo emblemático foi enaltecida pela luta travada nos bastidores, onde Lacerda se mostrou um guerreiro incansável na defesa dos direitos do Sport. As batalhas homéricas contra CBF, Rede Globo, Coca=Cola, Flamengo, Clube dos 13... o transformou em um Ãdolo. Em 2000, tendo Luciano Bivar como presidente, Homero Lacerda assumiu o comando do futebol leonino, e trouxe de volta a Ilha do Retiro, o técnico Emerson Leão, que havia comandado o Sport na exitosa campanha de 87. O clube da Ilha do Retiro fez uma campanha brilhante na Copa João Havelange, fato que levou o treinador a ser convocado para a Seleção Brasileira. Em 2006, Lacerda foi convocado, outra vez, para assumir o comando do futebol pelo presidente a época, Gustavo Dubeux. Naquele ano o Sport conquistou o tÃtulo pernambucano e ascendeu a Série A após uma espera de quatro anos.
Como sempre acontece nas eleições do Sport, o surgimento de candidatos nanicos é inevitável. Na maioria das vezes as candidaturas são lançadas e funcionam como moeda de troca por algum cargo.
"Para reviver 87". Este deve ser o mote para o lançamento da campanha de Homero Lacerda.