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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Nossos visitantes sabem que, diariamente conversamos, por telefone, com o mestre José Joaquim Pinto de Azevedo, que considero uma fonte inesgotável de conhecimento. Ontem, no nosso bate papo matinal, ele fez referência ao comentário que fiz, na Rádio Globo, sobre o jogo Náutico 1x0 Goiás, onde destaquei a participação dos protagonistas das duas equipes: Marco Antônio e Walter. Foi o mote que encontrei para sair do lugar comum e tentar, repassar para os ouvintes, o porque daquela igualdade no placar. A observação foi feita no comentário do intervalo da partida.
Como sempre, Azevedo fez uma colocação inteligente: "Os comentaristas de hoje falam da guerra e não analisam as batalhas". Verdade. Talvez este seja mais um efeito do futebol de resultados. O mestre Adonias de Moura sempre nos orientou que a prioridade para um analista tem que ser a causa. O efeito é para a satisfação de uns torcedores, e tristeza de outros. Há muito tempo que observamos o empacotamento da Série B. O único clube que conseguiu se desgarrar foi o Atlético/GO. A estagnação dos times que postulam uma vaga de acesso, em determinado momento da competição, permitiu a chegada de outros à briga, como foi o caso do Náutico, que evoluiu sobremaneira pós chegada de Givanildo Oliveira. O outro efeito do baixo rendimento é o equilÃbrio estabelecido na disputa que ficará marcada como uma das edições de pior nÃvel técnico, fato que abre um leque de possibilidades para os clubes que hoje brigam por três vagas para a Série A em 2016.
Estamos a quatro rodadas do final do campeonato, e o único time que se livrou da pressão do resultado foi o Atlético/GO, por ter cravado sua classificação no último jogo. A meta foi alcançada e o tÃtulo fatalmente chegará como bonificação a boa campanha que teve a regularidade como marca registrada. Os demais, Náutico, Vasco, Bahia, Avaà e até CRB e Londrina, que correm por fora, além da força do conjunto, ficarão à mercê de seus respectivos protagonistas. Sabemos que também existe "Oscar" para coadjuvantes, mas deles não podemos esperar mais do que eficiência na execução do básico. O coadjuvante faz acontecer.
Marco Antônio apostou nos Aflitos no mesmo perÃodo de Givanildo, fato que levou os dois a dividirem os méritos pela reação e crescimento apresentado pelo time alvirrubro. Experiente, e com uma técnica mais apurada que seus companheiros de equipe, não demorou para, através de suas atuações, ser eleito o protagonista do grupo nesta reta final do campeonato. O problema é que nas últimas três partidas o seu rendimento caiu de forma vertiginosa. Sem o seu protagonismo o Náutico perde o diferencial. Tal fato torna ainda mais desafiante a busca pelo acesso para o alvirrubro pernambucano.
CLAUDEMIR GOMES
"Nada substitui o talento". Verdade mestre, Paulo Jardel. Diego Souza nos provou isso quando, desfilou com sua arte dentro das quatro linhas do gramado da Arena do Grêmio, capitaneando a inédita vitória (3x0) do Sport sobre o Tricolor Gaúcho, em Porto Alegre. O feito do clube entra para a história, o virtuosismo do craque ficará gravado na memória daqueles que tiveram a oportunidade de testemunhar, in loco, ou pela televisão, seus passes mágicos, os deslocamentos inteligentes e os gols de bela feitura. A arte também ficou ressaltada num lance mágico, onde, com sua genialidade, ele deu a famosa cavadinha na saÃda do goleiro, mas a bola irônica e caprichosa resolveu beijar a trave, para que a perfeição não fosse alcançada.
Como é maravilhoso se deleitar com o futebol arte, pouco comum nos gramados brasileiros nos dias de hoje. O craque deu a cavadinha e correu para o abraço. Ao ver a bola esbarrar na trave veio a desilusão com aquela que ele tem tanta intimidade, e que cuja cumplicidade o fez, inúmeras vezes, levitar ante a caçada incessante de brutamontes que utilizam o antijogo na tentativa de ofuscar o talento. O primeiro gol de Diego Souza foi uma pintura; o de Rogério também merecia ser emoldurado tal a precisão do chute de primeira. Entretanto, tal como aconteceu na Copa de 70 com Pelé, os lances magistrais não redundaram em gols: uma tentativa de cobertura do meio de campo e um toque após dar o drible da vaca no goleiro. Para as gerações que assistiram, as jogadas foram memoráveis. Até hoje são mostradas como pérolas do futebol. Assim será a cavadinha do craque leonino.
Quanto ao jogo, há quem queira desmerecer a vitória do Sport, sob o argumento de que o Grêmio estava desinteressado no confronto. Coisas do futebol, onde o contraditório se faz presente sempre. O fato é que, depois de um perÃodo de adaptação, no qual o adversário foi mais ativo, o Sport descobriu os espaços que poderia explorar e tomou à s rédeas do comando. O acerto do coletivo foi decorrente do brilho individual de algumas peças. A conquista dos três pontos em disputa deixou o Sport menos pressionado, próximo a ultrapassar o ponto de corte. Com os dois gols que marcou na Arena do Grêmio Diego Souza assume a artilharia do campeonato ao lado de Fred do Atlético Mineiro. Um prêmio ao talento.
Aquela bola merecia ter entrado. Pelo brilho que deu ao jogo, o craque tinha todo o direito de pedir música no Fantástico.
CLAUDEMIR GOMES
Ao ver o Náutico na iminência de conquistar o acesso à Série A, o torcedor alvirrubro se encheu de otimismo e empolgação. Coisa da paixão, o que é natural e imprescindÃvel para o futebol manter o clima contagiante e inspirador que se observa nas arquibancadas em qualquer lugar onde o esporte mais popular do mundo é praticado. Diferentemente dos torcedores, os profissionais envolvidos nas disputas têm a obrigação de pautarem seus comportamentos de forma pragmática. Tal lição nos foi dada pelo técnico, Givanildo Oliveira, que, em momento algum, deixou se contagiar pelo pressuposto, ou seja, com o que porventura venha acontecer nas partidas a serem disputadas.
Os torcedores do Náutico que marcaram presença, neste sábado, no estádio Rei Pelé, tinham como certa a vitória do time pernambucano, resultado que o manteria no G4 da Série B, e lhe aproximaria do sonhado acesso. Ao ser indagado sobre tal possibilidade, antes de a bola rolar, Givanildo foi taxativo: "Isso de quase não existe. Precisamos de três vitórias", destacou de forma enfática. Quem vive atento aos números captou, sem dificuldade, a mensagem do treinador alvirrubro que, do alto de sua experiência sabe que o passaporte para Primeira Divisão é carimbado com 19 vitórias. Daà a necessidade de o Clube dos Aflitos vencer um dos jogos que fará na condição de visitante, além de ter um aproveitamento de 100% nas partidas que realizará na Arena Pernambuco. Vale lembrar que o Náutico tem 16 vitórias. Para não correr nenhum risco teria que construir 4 vitórias, o que lhe levaria a um total de 20 vitórias no final da competição e um acumulo de 66 pontos.
De forma equivocada, alguns analistas estão tomando como referência a campanha do AvaÃ, como sendo o concorrente com o qual o Náutico terá que manter a queda de braço até o final na disputa por uma vaga de acesso. Ora, o clube catarinense chegou aos 58 pontos, e mesmo que perca o jogo para o alvirrubro pernambucano e vença as partidas que disputará com Oeste, Londrina e Brasil de Pelotas chegará a um montante de 20 vitórias e 67 pontos. Eis a razão pela qual, ao final da vitória sobre o Paraná, pelo magro placar de 1x0, o que mais foi ressaltado pelos comentaristas foi o fato de o Avaà ter colocado 4 pontos de vantagem sobre o time pernambucano.
A disputa direta pela vaga será com o Bahia, que nas cinco últimas rodadas contabilizou quatro vitórias e um empate. O Tricolor da Boa Terra tem 16 vitórias e 8 empates, resultados que lhes asseguram na quarta posição do G4, dependendo apenas dos seus resultados para assegurar o acesso. Caso contabilize três vitórias nos confrontos que terá com Sampaio Corrêa, Luverdense, Bragantino e Atlético/GO, chegará ao total de 19 vitórias e 65 pontos, que teoricamente lhes assegura a classificação.
As estatÃsticas são claras, precisas e imperativas, ou seja, quem estuda as probabilidades tem a obrigação de adotá=las como referência, tal como tem feito Givanildo Oliveira. Desde que o Brasileiro passou a ser disputado por pontos corridos que o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, nos chama a atenção para a matemática da classificação: 19 vitórias e 8 empates. Cálculos infalÃveis.