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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
A palavra ganha força através de quem a profere. O atacante Grafite, jogador mais renomado do elenco do Santa Cruz, tem repetido, nas últimas entrevistas, que, uma das causas da fraca campanha do clube do Arruda foi a falta de planejamento para disputar a Série A. Há meses falamos sobre isto. Citamos, inclusive, a gratidão dos dirigentes para com jogadores que disputaram a Série B e foram mantidos no elenco para o desafio da Primeira Divisão, como um irremediável equÃvoco, erro cometido em 2006, no qual a diretoria não tinha o direito de incorrer. Nosso grito de alerta foi dado para que fossem adotadas medidas preventivas. O desabafo de Grafite ressalta uma das causas do efeito devastador que é o rebaixamento.
à louvável o esforço da maioria dos cronistas esportivos do Estado em alimentar esperança de salvação em relação ao Tricolor do Arruda. A sentença da queda foi decretada lá atrás, quando da montagem de um grupo sem qualidade. No momento em que as tendências começaram a ser definidas, que é justamente no returno do campeonato, o Santa Cruz despencou. Em dez partidas a equipe comandada por Doriva contabilizou uma vitória, dois empates e sete derrotas. O ataque coral marcou 13 gols contra 24 sofridos pela defesa, fato que deixa o time com um saldo negativo de onze gols. A vulnerabilidade do setor de contensão tem chamado a atenção dos analistas. Nas últimas quatro apresentações, uma sequência de quatro derrotas, com o time sofrendo três gols em todos os jogos.
O pragmatismo dos números não deixa espaço para elucubrações. O argumento de que "matematicamente há chance de escapar" é falho, não tem sustentação diante do norte dos números. Sabemos que a lei da relatividade se faz presente no futebol, contudo, "milagres" nesta amplitude não são operados, ou seja, é preciso respeitar a lógica que existe. O Santa Cruz, com um inÃcio de disputa avassalador, onde marcou dois empates na casa dos adversários e goleou Vitória e Cruzeiro pelo mesmo placar: 4x1, não demorou a cair em queda livre, tendo terminado o primeiro turno com onze derrotas. Como não foi feito nenhum investimento no sentido de qualificar o grupo, a consolidação da queda era uma questão de tempo.
A falta de planejamento levou o clube do Arruda a morrer no nascedouro. Um pecado cometido pela ilusão das conquistas do Pernambucano e da Copa do Nordeste, competições que não servem de referências para a Série A. Simples, mas os dirigentes do Arruda não capazes de se desvencilharem da emoção para enxergar tal realidade.
CLAUDEMIR GOMES
A oito jogos do final, o Brasileiro da Série B se tornou um território onde os fracos não têm vez. Mais que nunca, por imposição do equilÃbrio de forças, as partidas foram transformadas numa sucessão de decisões. E dentro deste caráter decisivo alguns fatores passam a ser determinantes de sucesso, como o mando de campo, por exemplo. Na trigésima rodada, que será concluÃda na noite deste domingo, com o confronto entre Bahia e Tupi, não houve nenhum registro de vitória de visitante. Os clubes fizeram valer as vantagens do mando de campo, até mesmo o Vasco, que enfrentou o Londrina num campo neutro e contou com um bafejo da sorte para voltar a fazer as pazes com a vitória.
Nos últimos jogos, o Náutico teve o melhor aproveitamento entre os vinte participantes da Série B: cinco vitórias, sendo duas na condição de visitante. Os comandados de Givanildo Oliveira ostentam uma invencibilidade de sete partidas, onde contabilizaram dois empates sem gols e cinco vitórias nas quais foram marcados onze gols contra três sofridos. à o melhor momento do clube alvirrubro na competição. Os números atestam o crescimento sustentável de um grupo que recuperou a autoestima e autoconfiança.
Nos jogos restantes, os alvirrubros medirão força com o Atlético/GO, que briga pelo tÃtulo; com um AvaÃ/SC, com quem mantém uma briga direta por uma vaga de acesso; Ceará e CRB, que por conta dos maus resultados no final de semana permitiram o avanço dos postulantes à s vagas de acesso; Luverdense e Goiás, que fazem campanhas de manutenção, e com Oeste e Tupi que lutam contra o rebaixamento. Os adversários são postos em três escalas bem definidas, que nos levam a uma leitura do nÃvel de dificuldades que os alvirrubros terão nos respectivos confrontos, entretanto, o extracampo pode elevar o nÃvel de competitividade nos jogos com os times menos credenciados. São as famosas malas pretas, que funcionam como doping financeiro. A guinada dada pelo time neste momento decisivo do campeonato leva o torcedor alvirrubro a ter bons sentimentos em relação ao futuro. Vale lembrar o provérbio chinês:
"Se o cavalo vence a primeira vez, sorte;
Se o cavalo vence a segunda vez, coincidência;
Se o cavalo vence a terceira vez, aposte no cavalo".
à hora de se apostar no Náutico.