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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
Os três pontos conquistados em cima do Vitória/BA levaram o Sport a dar um salto na tabela de classificação. Se não chegam a ser uma garantia de que o clube seguirá na Série A, no próximo ano, ao menos deu para os leoninos respirarem mais aliviados, uma vez que, estavam na iminência de entrarem na zona de rebaixamento. Apenas dois pontos separam o Leão desta aterrorizante zona, o suficiente para dirigentes e jogadores recorrerem a matemática simples e definirem a meta da sobrevivência: somar nove pontos nos setes jogos que disputarão até o final da competição.
A tarefa não é fácil. Afinal, os rubro-negros disputarão 21 pontos e precisam ter um aproveitamento de 42% nas sete partidas restantes. Nos 31 jogos realizados o Sport teve um aproveitamento de 39,8%. O que alimenta o otimismo dos torcedores leoninos é o fato de que três dos sete jogos decisivos serem disputados na Ilha do Retiro. Aliás, o artigo do mestre José Joaquim Pinto de Azevedo - "Só a Ilha pode salvar o Sport" - que postamos ontem, foi bastante pertinente por ressaltar um fator que passou a ser determinante neste final de campeonato: o mando de campo. Vencer Ponte Preta, Cruzeiro e Figueirense na Ilha do Retiro é o mesmo que assinar um certificado de aprovação na Série A. Naturalmente que no futebol as coisas não são tão precisas assim. Analisamos, e apostamos, uma probabilidade a partir de um raciocÃnio lógico decorrente as estatÃsticas. Afinal, os resultados atestam a dificuldade do Leão em somar pontos como visitante.
O novo técnico leonino, Daniel Paulista, que vivenciou inúmeras situações nos três anos que atuou como jogador no rubro-negro pernambucano, sabe bem da força da torcida, e os efeitos causados pela energia que emana das arquibancadas. No jogo que marcou seu batismo como jogador, ele procurou interagir com os torcedores. Essa comunicação do campo com a arquibancada estava faltando, e pode servir como ponto de desequilÃbrio nos jogos que o Leão disputará na Ilha do Retiro.
Se adicionar nove pontos nos trinta e sete conquistados até o momento, o Sport alcança a casa dos 46 pontos, ou seja, ultrapassa o ponto de corte que hoje é de 45 pontos. A matemática é simples, e o único caminho que leva o Leão a se manter na Série A é o mando de campo. Nos 16 jogos disputados, até agora, como mandante, o Sport somou 8 vitórias; 5 empates e 3 derrotas. Nas 15 partidas que se apresentou como visitante o time rubro-negro contabilizou 2 vitórias; 2 empates e 11 derrotas. Não há outro caminho senão apostar tudo na eficiência doméstica.
CLAUDEMIR GOMES
Se é verdade que ninguém esquece o primeiro beijo, também não é menos verdade que o torcedor não esquece o último gol do seu time do coração. Principalmente se ele provocar uma sobrecarga de emoção, como ocorreu com o Náutico na vitória por 1x0 sobre o Ceará, ontem, na Arena Pernambuco. Tudo aconteceu ao apagar das luzes, como diria o narrador da Rádio Globo, Bartolomeu Fernando, que estava ficando convencido de que colocaria um ponto final no seu trabalho sem o vibrante grito de gol. Mas aos 48 minutos do segundo tempo, no último lance da partida, o zagueiro Igor Rabello, desvia, de cabeça, a bola para dentro do gol. Parte dos 25 mil torcedores que pagaram ingresso já havia deixado o estádio, mesmo assim a explosão de alegria foi contagiante entre os alvirrubros.
Um gol que manteve a máxima do futebol de que "o jogo só termina quando acaba", e foi muito além da simples conquista dos três pontos em disputa. "Tá lá, tá lá...à gol do Náutico!", esbravejava Bartolomeu Fernando que é considerado um dos melhores narradores do rádio esportivo brasileiro. Foi como se estivesse anunciando que o Náutico está de volta à Série A do Campeonato Brasileiro. à certo que ainda restam sete partidas, mas o acerto apresentado pelo time alvirrubro, pós chegada do técnico Givanildo Oliveira, leva o torcedor a ter bons sentimentos. Afinal, a sequência invicta é marcada por dois empates e seis vitórias, perÃodo em que a equipe marcou 12 gols e sofreu 3. O crescimento na fase decisiva do campeonato levou o clube ao G4, onde hoje aparece com 60% de chances de acesso.
O jogo? Nem me pergunte caro torcedor. Não foi dos melhores. O Ceará foi a campo como um franco atirador, e conseguiu impor um melhor futebol em boa parte da disputa. Entretanto, os mais experientes asseguram que, o sucesso no futebol também acontece com uma pitada de sorte. Verdade. Ontem, Givanildo Oliveira e seus comandados receberam esse "bafejo da sorte", para chegarem a uma vitória que, se não foi a mais importante, pode ser classificada como a que definiu o rumo da história. Os sete jogos que virão pela frente serão todos encardidos, nada fácil. E tudo indica que com uma dose cavalar de emoção.
O experiente Bartolomeu Fernando cantou a pedra: "Quarenta e oito minutos do segundo tempo. Sinto que o gol vai acontecer agora, fumacinha de gol, tá lá, tálá... à gol do Náutico".
Esta emoção o torcedor alvirrubro não esquecerá jamais.