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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
No bate=papo diário com o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, ele me chamou a atenção para o fato de, Santa Cruz e Sport, juntos, terem levados 108 gols nas trinta e duas rodadas disputadas no Brasileiro da Série A. Uma verdadeira "Avenida Pernambucana", onde os adversários desfilam sob os aplausos de suas respectivas torcidas. "Farra e folia", como bem diz nosso amigo Ednaldo Santos. Infelizmente foram os nossos clubes que erraram o passo e perderam o compasso. O Sport tem uma média de 1,5 gol sofrido por partida, enquanto a média do Santa Cruz é de 1,8.
Houve um tempo em que o Campeonato Pernambucano era o paraÃso dos artilheiros. Os gols aconteciam em profusão a cada confronto de um clube grande com um clube pequeno. Não podemos atribuir a farra apenas a eficiência dos artilheiros. Os bastidores eram pra lá de vulneráveis. Era tão fácil comprar resultados de jogos, quanto comprar frutas na feira. Ninguém provava nada, mas as evidências eram claras. Tal como compra de votos em eleições nos dias de hoje. O negócio chegou a um nÃvel tão absurdo que o Pernambucano passou a servir de chacota. Na década de 80, o presidente da FPF, a época, Fred Oliveira, pôs fim a "fábrica de gols".
A tergiversada acima foi apenas para lembrar que o gol é a alegria do futebol, mas quando ele se torna uma coisa banal pode representar a "avacalhação da guerra". Expressão bastante utilizada pelo saudoso Adonias de Moura quando se referia a algo que considerava absurdo no futebol. Os números atestam a fragilidade dos sistemas de contenção dos dois times, assim como, a incapacidade dos treinadores que estiveram no comando, de fortalecerem o que é vital para times medianos: a defesa.
O Santa Cruz só não sofreu gols em cinco jogos: Santa Cruz 1x0 Figueirense; Santa Cruz 1x0 Internacional; América/MG 0x3 Santa Cruz; Grêmio 0x0 Santa Cruz; Santa Cruz 1x0 Atlético/PR.
A defesa do Sport se mostrou invulnerável em seis partidas: Santa Cruz 0x1 Sport; São Paulo 0x0 Sport; Sport 2x0 Atlético/PR; Sport 1x0 Flamengo; Sport 1x0 Santos; Sport 1x0 Vitória.
Caso a média venha a ser mantida nos seis jogos restantes, o Santa Cruz pode fechar sua participação na Série A próximo da marca dos 70 gols sofridos e o Sport fica na iminência de ter sua defesa vazada 60 vezes.
CLAUDEMIR GOMES
Semana passada o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, nos alertou sobre os imperdoáveis erros dos árbitros em jogos decisivos para cenário final do Campeonato Brasileiro. São erros que contrariam o que poderÃamos chamar de "tendência natural". Evidente que não podemos afirmar que os apitadores são "paus mandados", entretanto, é impossÃvel assistir a uma sequência de erros que beneficiam a determinados clubes em detrimento dos que lutam por uma sobrevivência na competição.
Procuro não valorizar muito declarações de treinadores e jogadores que estão sempre tentando transferir responsabilidade. Não alimento nenhum tipo de mi, mi, mi. Contudo, não podemos ignorar os fatos. O torcedor já chegou a conclusão de que o campeonato está sendo direcionado de tal forma para manter, até as rodadas finais, a disputa entre Palmeiras e Flamengo pelo tÃtulo da temporada, embora o time bandeirante tenha construÃdo uma boa vantagem a seis jogos do final. A disputa entre Rio e São Paulo é a mais antiga, mais forte e que deu origem a rivalidade mais arraigada do futebol brasileiro.
O posicionamento dos dois clubes na tabela de classificação é suficiente para ressaltar a diferença técnica existente entre os times do Palmeiras e do Sport, mas no jogo de ontem os leoninos se apresentaram melhor. Fizeram um bom jogo e se o árbitro mineiro, Ricardo Marques Ribeiro, tivesse marcado um pênalti a favor do time pernambucano quando o jogo ainda estava zero a zero, o resultado poderia ter sido outro. Um erro crasso que possibilitou ao Palmeiras se aproximar, ainda mais, do tÃtulo.
O Sport de Daniel Paulista tem vontade de jogar, e essa doação do grupo tem feito a diferença. As limitações técnicas são notórias e incontestáveis, mas o espÃrito de superação é a arma maior que os jogadores têm para livrar o clube do rebaixamento. O próximo jogo dos rubro=negros será quinta=feira à s 19h30, na Ilha do Retiro. O adversário merece respeito, até porque é treinado por Eduardo Baptista, que conhece bem o grupo do Sport, mas os pontos em disputa estão na tábua de salvação do time da Ilha do Retiro, e se a Macaca confiscar o Leão ficará em situação ainda mais complicada. Se vencer fora é tarefa difÃcil, em casa passa a ser obrigação.
Por sorte do Sport, a Ponte Preta não está disputando nada, se encontra numa zona de conforto descrevendo uma campanha elogiável para um clube de sua estatura, porque senão Daniel Paulista e seus comandados teriam um adversário mais letal: a arbitragem.ERICH BETING - Máquina do Esporte
"O sistema é muito ruim. Qualquer dirigente só pensa no próprio
clube, não existe um pensamento único, que seja pelo bem do futebol".
Essa frase foi dita por Peter Siemsen, presidente do Fluminense, ontem,
durante entrevista ao programa Seleção Sportv.
Poderia ser uma sÃntese perfeita de um dos problemas que acomete o futebol brasileiro, se não tivesse sendo usada pelo próprio Peter para justificar o motivo que levou o seu clube a ingressar com um pedido para anular o jogo contra o Flamengo após polêmica envolvendo a marcação de uma irregularidade no que seria o gol de empate do Flu durante o clássico.
A frase, no contexto em que foi inserida, fica completamente sem sentido. Se o dirigente acredita que é oneroso ao negócio do futebol existir a chance de anular o resultado de uma partida por meio de um tribunal de justiça do esporte, então por que o utiliza?
Como o STJD aceitou o pedido de análise do jogo, agora o Campeonato Brasileiro, eletrizante, tem um asterisco na tabela que deixa o torneio sub júdice até que os advogados decidam se a marcação do árbitro (que no fim das contas foi correta), poderia ou não ter sido feita com um auxÃlio externo.
Logicamente a decisão levou a um efeito cascata, e o Figueirense também se sentiu no direito de pleitear a anulação do jogo com o Palmeiras.
Daqui a pouco, regulamento de futebol vira bula de remédio. E o
advogado será o único a de fato faturar algo com o negócio da bola no
Brasil.