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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
O Sport foi o clube que mais lucrou com os resultados da 33ª rodada do Brasileiro da Série A, que será complementada nesta segunda=feira com o jogo entre América/MG e São Paulo. Caso contabilize os três pontos em disputa, o Tricolor Paulista passará a ter um ganho maior, visto que, alcançará o ponto de corte exorcizando de vez o fantasma do rebaixamento. A rodada se caracteriza como atÃpica pelo fato de que, nas nove partidas realizadas, até o momento, aconteceram seis empates, e as três vitórias foram todas pelo magro placar de 1x0. Um empacotamento que levou o Leão pernambucano a subir duas casas na tabela de classificação e se distanciar 4 pontos do Vitória, clube que abre a zona de rebaixamento.
A cinco rodadas do final, todos os jogos do campeonato passaram a ter uma conotação de decisão, pois os clubes perseguem metas na parte de cima, no meio e na parte de baixo da tabela. Com tantas possibilidades abertas o nÃvel de competitividade aumentou, fato que tornou as partidas mais atrativas, embora a pobreza técnica seja notória. Dentro desta realidade alguns confrontos se notabilizaram pela intensidade como os jogadores se entregaram ao jogo. Superação passou a ser uma palavra de ordem.
A esta altura do campeonato existe uma análise técnica e teórica e uma outra que se baseia nos fundamentos práticos, ou seja, a partir dos resultados dos jogos realizados se faz uma projeção da capacidade de reação de determinada equipe. Teoricamente o Figueirense ainda tem chance de escapar do rebaixamento, contudo, na prática sabemos que é impossÃvel o time de Santa Catarina contabilizar os 15 pontos que irá disputar até o final da competição. Portanto, América/MG, Santa Cruz e Figueirense já embarcaram numa viagem sem volta à Segunda Divisão em 2017. O Vitória, que foi duramente castigado por um erro do árbitro Nielson Nogueira, no empate de 2x2 com o Fluminense, passou a ver um horizonte cinza, ficando em desvantagem na briga direta contra o rebaixamento com Coritiba e Internacional.
No próximo domingo, no Arruda, Santa Cruz e América/MG decidem a sorte para ver quem encerra a competição com a lanterna na mão. Caso o Vitória venha a ser rebaixado junto com Santa Cruz, América/MG e Figueirense, teremos a queda de três clubes que ascenderam ano passado, permanecendo apenas uma temporada no grupo de elite do Brasileiro. Tal fragilidade pode ser atribuÃda a vários fatores, principalmente a injusta divisão de renda.
O peso da magra vitória do
Sport sobre a Ponte Preta = 1x0 = é imensurável, e fico com a pureza da
resposta de Rithecly, ao ser indagado sobre o jogo, e o nÃvel do futebol
apresentado: "Nesta reta final do campeonato o que está importando é o
resultado. Precisávamos da vitória. Se ela foi produto de um bom futebol, pouco
importa. Sabemos que não produzimos o melhor que podemos", enfatizou o
volante leonino. Verdade. O confronto foi parelho, fato que deixou a torcida
tensa até o apito final do árbitro. A reação dos jogadores em campo, se
abraçando como se tivessem levantado um tÃtulo, erguendo as mãos para o céu em
agradecimento, retratam a tensão com a qual foram a campo.
Atingir a marca dos 40 pontos foi um passo decisivo em busca da meta nesta reta final da competição que é ultrapassar o ponto de corte: 45 pontos. Até lá o Sport sempre irá a campo pressionado pelo resultado. A missão não é fácil e os jogadores destacaram a participação da torcida que compareceu em bom número, a exemplo do que ocorreu na partida com o Vitória. A matemática é simples: o Leão precisa de duas vitórias, cuja probabilidade de alcançar é maior nos confrontos que terá na Ilha do Retiro com Cruzeiro e Figueirense. E pelo visto, a torcida está pronta e inflamada para ser o ponto de desequilÃbrio, como já ocorreu em inúmeras situações decisivas na história do clube.
Se fosse tomar por base o nÃvel do futebol apresentado o torcedor rubro=negro não tem muito para alimentar seu otimismo em relação aos cinco jogos que restam, dos quais três serão na casa dos adversários. Contudo, vale apostar no espÃrito de superação que o grupo vem apresentando, e na intensidade de como estão jogando. Para os que gostam de se apegar a prognósticos, vale lembrar que, a melhor sequência do Sport nesta edição da Série A foi quando mediu forças com os cinco clubes que irá enfrentar até o final do campeonato: Grêmio, Cruzeiro, Atlético/PR, América/MG e Figueirense. Nessa ordem, no primeiro turno, o Leão contabilizou três vitórias e dois empates, sequência que lhe resgatou da zona de queda, e provavelmente lhe livrará do rebaixamento.
ERICH BETING - Máquina do Esporte
A utilização do esporte como plataforma para alavancar negócios deve
ser, nos próximos anos, a tábua de apoio para a transformação da
indústria do esporte no paÃs no cenário após a realização dos nossos
megaeventos.
Copa do Mundo e Jogos OlÃmpicos vieram ensinar, a um mercado muito carente de boas opções de entretenimento, o valor que o esporte, quando bem trabalhado, pode ter à s marcas.
O mercado brasileiro ainda engatinha no marketing esportivo, mas já se reconhece que o esporte pode oferecer muito mais do que a exposição da marca para os seus patrocinadores.
à claro que exposição é importante e é o dado que mais bem justifica um investimento vultuoso no esporte. Mas só ela não é mais suficiente.
Hoje, quando visto apenas sob a ótica do retorno de mÃdia, o futebol é plataforma ineficiente à s grandes empresas e muito custosa para as pequenas e médias. Isso leva ao hiato de investimento que atravessamos hoje, especialmente das empresas privadas.
O aprendizado que precisa acontecer não acomete apenas o esporte. As marcas precisam justificar seus altos investimentos em patrocÃnio esportivo. E isso passa, necessariamente, por entender que o patrocÃnio, em si, é parte de um processo maior de uma plataforma de comunicação de marca.
A conexão entre torcedores e clubes é o elo mais forte da indústria que só tende a crescer, mas que ainda não sabe olhar muito além da exposição. O próximo passo terá de ser dado.