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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
A derrota para o Corinthians - 3x0 - deixou o Sport com a mesma pontuação do Figueirense (27 pontos), clube que, no momento, abre a zona de rebaixamento no Brasileiro da Série A. O que leva o rubro-negro pernambucano a se posicionar uma casa acima na tabela de classificação são os critérios de desempate: o Leão tem uma vitória a mais e o seu saldo de gols é menos negativo que o do time catarinense. Com todos os faróis de alerta ligados na Ilha do Retiro, o Clássico das Multidões que será disputado domingo, passa a ter um caráter de decisivo para os leoninos, como se fosse uma final de campeonato, como bem classificou o goleiro Magrão.
Por ironia, a disputa do Troféu Givanildo Oliveira, criado pela Federação Pernambucana de Futebol, para marcar o centenário de um dos clássicos mais tradicionais do futebol brasileiro, serve para emoldurar e apimentar esta queda de braço entre os "afogados" que lutam contra o fantasma do rebaixamento. O fato de ter sete pontos a mais que o arquirrival dá ao Sport uma vantagem nesta fuga da degola, mas não lhe assegura sucesso no oitavo confronto entre os dois clubes na temporada 2016, que acontece neste domingo, na Ilha do Retiro. Nos clássicos já disputados foram registradas 2 vitórias do Sport; 2 do Santa Cruz e 3 empates.
Com o ponto de corte chegando aos 46 pontos, o Sport precisa somar 19 pontos nas 15 partidas que irá disputar até o final do campeonato, para se ver livre do rebaixamento. O desafio do Santa Cruz é maior: o campeão pernambucano só permanecerá na Série A em 2017 se contabilizar 26 pontos até o final desta edição. Diante do pragmatismo dos números só resta uma saÃda para rubro-negros e tricolores no clássico do final de semana: a vitória. A imperiosa necessidade de vencer obriga os dois times a serem intensos, o que vai assegurar ao clássico um nÃvel de competitividade altÃssimo. Em relação a qualidade técnica do espetáculo, a posição dos dois clubes na tabela de classificação diz tudo.
Como diria o mestre dos traços, Humberto Araújo, "este é o tamanho do nosso futebol".
CLAUDEMIR GOMES
O fantasma do rebaixamento se agiganta a cada rodada do returno da Série A diante do Santa Cruz. Embora seja comum entre os cronistas esportivos, principalmente os que fazem rádio no Recife, vender ilusões, fato que, ma maioria das vezes distorce a realidade dos fatos ou, no mÃnimo, desconsidera o pragmatismo dos números, o atual cenário na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro nos mostra dois clubes com suas quedas consolidadas para a Segunda Divisão em 2017: América Mineiro e Santa Cruz. O empate - 2x2 - com a Chapecoense no meio da semana, na Arena Pernambuco, soou como um adeus as ilusões para os tricolores.
Com 20 pontos contabilizados em 23 partidas, o Santa Cruz precisa somar 25 pontos nos quinze jogos que ainda irá disputar, uma vez que, o ponto de corte está estimado em 45 pontos. O desafio é grande, mas torna-se insuperável diante da fragilidade apresentada pelo campeão pernambucano ao longo da competição onde tem um aproveitamento de 29%. O site, Chance de Gol, que faz uma projeção da campanha de cada clube envolvido na competição, assim como mostra as probabilidades, após a disputada de 23ª rodada, cravou o time tricolor com 90% de chance de rebaixamento. Foram apenas 5 vitórias em 23 rodadas. Para se livrar do rebaixamento o Santinha precisa de 8 vitórias e um empate, ou 7 vitórias e 4 empates.
Como diz o mestre, José Joaquim Pinto de Azevedo, "o futebol tem sua lógica", e os números apontam o norte do final da campanha do Santa Cruz. à certo que, quem aposta no pragmatismo dos números não pode se deixar impressionar com acontecimentos que levam a analisar os fatos pela ótica do misticismo. Os 12 mil torcedores que pagaram ingresso para assistir ao confronto do Santinha com a Chapecoense deve ter deixado o estádio com a impressão de que os deuses do futebol estão conspirando contra o time comandado por Doriva.
Bom! Prefiro seguir defendendo a tese que faltou planejamento para o clube enfrentar a principal série, onde desfilam os melhores clubes, do futebol brasileiro. Mesmo com algumas pessoas alertando os atuais dirigentes, para que eles não incorressem nos erros cometidos em 2006, o pecado mortal foi repetido: encarar a Série A com um time cujo perfil é de Série B. O resultado não poderia ser outro. Afinal, "futebol não aguenta desaforo", como bem falam os mais experientes.