Histórico
Brasileiro Série B
Milagre na Fonte Nova
postado em 01 de junho de 2016

Por ROBERTO VIEIRA


O Santos de Pelé jogava com quatro atacantes.

Funcionava por causa do Rei.

Sem o Rei?

Perdeu do Bahia em 1959/60.

Hoje?

Gallo entrou no 4-2-4 contra os baianos.

Bergson de camisa 10.

Gaston de Zito.

Rony como se fora Dorval.

Não podia dar certo, e não deu.

O primeiro tempo foi calamitoso.

Parecia Verstappen em Mônaco.

O Náutico levou um vareio de bola.

O 0 x 0 foi lucro.

Na segunda etapa, Gallo se corrigiu.

Botou mais um no meio campo.

O jogo ficou menos gato e rato.

Mesmo assim, não fosse a ruindade do ataque soteropolitano.

O acarajé tinha ido pro brejo.

Moral da história?

Se o time vive da medida certa.

Nada de inventar na receita no tabuleiro da Marta Rocha...

PS: Pede-se aos mais experientes que expliquem aos mais jovens quem foi Marta Rocha.

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