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Maio 2012 ›› CLAUDEMIR GOMES
A rodada de abertura do
Campeonato Brasileiro deixou evidenciado o momento crÃtico do nosso futebol,
fato já observado nas performances dos clubes que representaram o PaÃs na
Libertadores da América. Ao final dos dez jogos disputados no final de semana,
o torcedor ficou com o sentimento de que não há nenhum time que esteja num
estágio mais elevado, na briga pelo tÃtulo da temporada, o que deixou a torcida
do Santa Cruz mais eufórica, e otimista, após a goleada - 4x1 - aplicada, por Grafite e
Cia, no Vitória/BA, sob o
causticante sol do meio dia no estádio do Arruda.
O inÃcio das disputas do campeonato que reúne os vinte melhores clubes do futebol nacional foi marcado por números assustadores. O jogo do Flamengo com o Sport, no sábado, teve apenas 48% de bola rolando. Na partida entre Corinthians e Grêmio, ontem a tarde, na Arena Itaquera, em São Paulo, foram registrados 88 passes errados. O que mais chama a atenção é o fato de os dois times terem disputados a Libertadores, maior competição de clubes do Continente. As goleadas do Palmeiras sobre o Atlético/R - 4x0 -, e a do Santa Cruz sobre o Vitória/BA - 4x1 -, foram decisivas para a elevação da média de gols: dos 14 gols registrados nos dez jogos, 9 foram produzidos nas duas goleadas.
O cenário aumenta a confiança de todos nas Repúblicas Independentes do Arruda. Não que o Santa Cruz esteja num patamar acima dos outros concorrentes. Mas o time coral tem apresentado uma regularidade que é traduzida através de uma invencibilidade de 15 jogos. A sustentação ao crescimento apresentado desde a chegada do técnico Milton Mendes é a resultante da consciência de grupo, e do bom momento que atravessa o seu principal jogador, que funciona como "cartão de apresentação": Grafite. Ontem pela manhã, mais uma vez, ele funcionou como ponto de desequilÃbrio marcando dois gols de pura arte. à a grafitagem que anda colorindo os estádios brasileiros. Foi assim na Copa do Nordeste, no Pernambucano, e teve a primeira intervenção na abertura do Brasileiro.
A grafitagem é uma arte que ocupa os espaços urbanos. Este ano tem sido possÃvel observar algumas intervenções desta arte popular no futebol brasileiro através de alguns gols marcados pelo atacante tricolor, verdadeiras pinturas que levam os narradores a se esganarem em gritos deixando os torcedores loucos nas arquibancadas. A grafitagem do mestre Grafite no gramado do Arruda, foi o que de melhor aconteceu na abertura de um Brasileirão pobre de protagonismo.
Por ROBERTO VIEIRA
Grafite transformou os dias e noites do Arruda em puro prazer.
Já vão longe os dias de casamento à pão e água com a torcida.
Grafite comprovou que craque se paga.
E já tem gente sonhando com Libertadores.
Campeonato Brasileiro.
Mil e uma noites
CLAUDEMIR GOMES
Os
campeonatos estaduais são produtos com prazo de validade. E estão
mais próximos do vencimento do que imaginávamos. A média de
público nos estádios, nas dez competições domésticas que
atraÃram maior número de torcedores, é um decreto de falência.
Esta morte vem sendo anunciada há um bom tempo, mas os gestores do
futebol nacional, e dos estaduais, nunca se preocuparam com os
efeitos, o impacto e os danos a serem causados quando da exclusão
destes campeonatos do calendário.
O processo de nacionalização do futebol brasileiro se arrasta desde a década de 80, quando do surgimento do Clube dos 13, e da criação das Séries A e B do Campeonato Brasileiro. Em seguida surgiram mais duas séries: C e D. Nas últimas décadas, com o encurtamento de distâncias provocado pela internet, a profissionalização do futebol ganhou velocidade, principalmente pós Copa dos Estados Unidos em 1994. O futebol passou a ser tratado como um dos negócios mais lucrativos do planeta.
Nada contra. Contudo, é preciso tratá-lo como um todo. Afinal, um corpo não é formado apenas pela cabeça, existem outros membros. A criação de novas competições inchou o calendário nacional, achatou os estaduais e provocou o desinteresse de investidores e de torcedores pelas competições domésticas.
A nacionalização é imperativa: o clube que não disputar uma das séries do Campeonato Brasileiro está fadado à falência, uma vez que, se tornará uma agremiação sazonal, que opera quatro meses por temporada e passa os oito restantes ocioso, no ostracismo.
O que fazer para que a maioria dos clubes do Interior sobrevivam?
VirgÃlio ElÃsio, diretor da CBF, certa vez encomendou um estudo neste sentido a José Joaquim Pinto de Azevedo. Várias sugestões lhes foram enviadas, dentre elas a criação da Série E no Campeonato Brasileiro. O estudo foi entocado em alguma gaveta na entidade nacional, mas Azevedo segue firme na defesa de sua tese, inclusive, chama a atenção para a necessidade da criação de um programa de municipalização do futebol em todos os estados.
A Copa do Nordeste está consolidada, a exemplo da Copa Verde, e o mesmo deve acontecer com a Primeira Liga. Enfim, as competições regionais se sobrepõem às disputas domésticas por estarem atreladas a um plano comercial e um trabalho de marketing que atraem investidores. Alem do mais, os campeões ganham projeção ao assegurarem presença em uma disputa internacional: a Copa Sulamericana.
A CBF criou protocolo e cerimonial para todas as suas competições, fato que é copiado pelas federações, mas o futebol necessita de outras intervenções, caso contrário, no futuro, os torneios regionais também deixarão de interessar aos torcedores e investidores. Os mais atentos a nova ordem já observaram que, a internacionalização se processa mais rápido, e de forma mais efetiva e competente, que a nacionalização, basta observar o número de jogos internacionais, que são disponibilizados pela televisão brasileira. à certo que são em canais fechados, mas que alcança o pelotão dos investidores e formadores de opinião.
Abaixo,
a média dos 10 maiores públicos dos estaduais:
1 -
SÃO PAULO - 7.267
2 - MINAS - 5.409
3 - GOIÃS - 4.195
4 - RIO
GRANDE DO SUL - 3.961
5 - RIO DE JANEIRO - 3.853
6 - PARÃ -
3.811
7 - PARANÃ - 3.786
8 - BAHIA - 3.719
9 -
PERNAMBUCO - 3.006
10 -
SANTA CATARINA - 2.858
Por DUDA LOPES - Máquina do Esporte
A CBF apresentou o Campeonato Brasileiro em uma cerimônia cheia de
pompa. Em foco, a preocupação da entidade em transformar seu principal
torneio em um produto melhor, algo louvável e que traz alÃvio a quem
trabalha nesse meio. Mas será que os pontos abordados são os mais
urgentes para o futebol no paÃs?
A reclamação enfática do presidente do Santos, Modesto Roma Júnior, durante o evento, deixou claro que não. Registra-se: o que será feito com o clube paulista é escandaloso. Suas chances de tÃtulo serão extremamente reduzidas com a ausência de meio time durante um quarto do Brasileirão. Só nesse exemplo já se percebe que o calendário é uma questão muito mais urgente do que qualquer outra apresentada.
Mas talvez o mais fundamental é a falta de preocupação com o torcedor que vai ao estádio. Não há nenhum plano da CBF que facilite a vida dele. Segurança e conforto são questões que passaram longe da entidade. E, para piorar, foi criado o horário na segunda que na Europa pouco tem agradado.
à algo absolutamente óbvio, mas parece que nem sempre é percebido: estádios cheios valorizam mais o produto do que uma música bacana no momento em que os times entram. Na Liga dos Campeões, por exemplo, não há dúvida de que o "padrão Uefa" dos estádios foi mais decisivo para o sucesso da competição do que o seu famoso hino.
O que parece é que a CBF quer dar um passo maior do que a perna. Hoje, o futebol brasileiro tem calendário desiquilibrado, com partidas de péssimo nÃvel técnico e uma média de público que insiste em ficar abaixo das 20 mil pessoas. Não será o "protocolo de entrada dos jogadores" que resolverá essas questões.
Por ROVERTO VIEIRA
A avó de Thiago Cardoso faleceu esta semana.
A bola foi cabeceada rente ao chão.
O Sport já comemorava.
Quando a luva e Thiago desvio a pelota.
Seria o espÃrito de Banks?
Que nada!
Foi apenas Thiago sendo... ele mesmo.
Thiago e Birigui em campo na Ilha?
Então só tem placar em branco.